PplWare Mobile

iOS 26.4 beta 4 já chegou e traz novidades (novos emojis e mudanças no design)

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Marco says:

    Comprova o que disse no início do lançamento do 26, em termos de UX, foi um fracasso, nunca antes visto com exceção do Aqua. Isto comprova o quanto os teóricos do pplware estavam enganados. Taxa de insatisfação elevada e, por isso, mesmo não dando o braço a torcer e admitir o erro, o expectável está a acontecer, cada vez mais opções para “disfarçar” este Glass Effect estão e estarão a aparecer.

    • Vítor M. says:

      Um fracasso? Deves estar a alucinar, 😀 bem pelo contrário. Cada vez está mais diversificado no ecossistema. E mais afinado, o que torna a experiência de utilização mais interessante.

      E sim, a taxa de aceitação é a normal. Está alinhada com o iOS 18 e acima das versões anterior. Se não vajamos:

      iOS 14 (2020) ~81%
      iOS 15 (2021) ~72%
      iOS 16 (2022) ~60%
      iOS 17 (2023) ~65%
      iOS 18 (2024) ~68%
      iOS 26 (2025) ~66%

      Ora, para uma versão nova, com uma interface nova, os valores estão ótimos. Não há qualquer sinal de fracasso, só na tua imaginação 😀

      Este teu discurso é muito como aquele que se viu quando a Apple mudou a interface lá atrás no iOS 7. Apareceu o design flat (plano), com cores fortes e sem texturas realistas, o que espoletou a ira dos profetas da desgraça. Estás igual. Na altura muitos como tu diziam que as pessoas não queriam essa interface, os números mostraram que estavam errados. Mais de 60% dos iPhones compatíveis atualizaram para iOS 7 em poucos meses, relembro-te que foi, na altura, uma das adoções mais rápidas da história do iOS.

      • Marco says:

        Na altura a mudança foi positiva, tornou mais legível e acessível toda a interface, de facto foi um grande salto que foi sendo refinado ao longo das versões seguintes, mantendo a linha e limando arestas.
        Neste caso, cria-se o conceito, degrada-se e legibilidade e quebram-se as regras da UX-UI, e depois de visto o resultado, toma-se uma atitude contra a vontade de Dye, o que fez com que fosse “convidado” a ir para a META, sendo possível colocar alguém com experiência que se encontra a limar e a tentar endireitar melhorar este conceito, graças a sua grande experiencia. Bem haja a Lemay, por ter melhor conhecimento de UI Design.

        Quanto à propagação, os dados são muito relativos, anteriormente a adoção deste tipo de equipamentos estava muito limitado a uma determinada posição social, ligados ao trabalho gráfico e afins, com posses e ligações a atividades ligadas as artes e ao design.

        Hoje qualquer um tem acesso ao equipamento, alguns nem escrever sabem quanto mais compreender o UI Design, compram qualquer modelo recondicionado, com 5, 6, 7 anos e fazem updates por fazer, somente porque tem um iPhone. Não tem cartão para chamadas porque não há dinheiro, mas tem um iPhone. Vai às secundárias e vês aos montes.

        • Vítor M. says:

          Aaaa espetra lá….

          Na altura a mudança foi positiva, tornou mais legível e acessível toda a interface, de facto foi um grande salto que foi sendo refinado ao longo das versões seguintes, mantendo a linha e limando arestas.

          Quer dizer, ao mudar agora, trazendo uma interface mais interativa, mais dinâmica, não tem a possibilidade de se ir refinando? Só antes é que era “aceitável”? Está certo!

          Neste caso, cria-se o conceito, degrada-se e legibilidade e quebram-se as regras da UX-UI, e depois de visto o resultado, toma-se uma atitude contra a vontade de Dye, o que fez com que fosse “convidado” a ir para a META, sendo possível colocar alguém com experiência que se encontra a limar e a tentar endireitar melhorar este conceito, graças a sua grande experiencia. Bem haja a Lemay, por ter melhor conhecimento de UI Design.

          Este teu comentário parte de várias suposições que não estão sustentadas por factos. Desculpa mas “inventar é feio”!

          Em primeiro lugar, falar em “quebrar regras da UX-UI” é um argumento frágil, porque UX e UI não são um conjunto de regras rígidas, mas sim princípios que evoluem com o tempo, com o contexto do produto e com os testes realizados com utilizadores.

          Ao longo da história do design digital, praticamente todas as mudanças relevantes foram inicialmente criticadas por “piorar a legibilidade” ou “quebrar padrões”. Foi assim com o iOS 7, com o Material Design da Google ou com a introdução de interfaces minimalistas. Hoje muitos desses conceitos são precisamente os padrões da indústria.

          Depois, a ideia de que decisões de design são tomadas pela vontade de uma única pessoa também não corresponde à realidade. Em empresas tecnológicas desta dimensão, o design é sempre resultado de equipas multidisciplinares, com validação de produto, engenharia, testes de usabilidade e estratégia.

          Por fim, a narrativa de que alguém chegou para “corrigir” ou “endireitar” o trabalho anterior é uma simplificação típica de discussões online. O que acontece na prática é evolução contínua. Uma equipa introduz uma direção, outra refina, melhora ou ajusta com base no feedback real dos utilizadores.

          Criticar design é legítimo. Mas dizer que se “quebraram regras de UX” ou que alguém teve de “salvar” o produto sem apresentar dados de usabilidade ou contexto interno acaba por ser apenas opinião, não análise. E sem nexo… na verdade dos factos.

          Quanto à propagação, os dados são muito relativos, anteriormente a adoção deste tipo de equipamentos estava muito limitado a uma determinada posição social, ligados ao trabalho gráfico e afins, com posses e ligações a atividades ligadas as artes e ao design.

          Ai pois são, os factuais relativos, os de percepção e invenção… esses sim, são os que levas em conta. hÓ

          Hoje qualquer um tem acesso ao equipamento, alguns nem escrever sabem quanto mais compreender o UI Design, compram qualquer modelo recondicionado, com 5, 6, 7 anos e fazem updates por fazer, somente porque tem um iPhone. Não tem cartão para chamadas porque não há dinheiro, mas tem um iPhone. Vai às secundárias e vês aos montes.

          Quem vende telefones baratos são as marcas Androids 😉 agora deste-lhe com força nesse pé. Valha-te Deus. Casa disparates.

          • Marco says:

            ok, pela resposta somente consegui perceber algo, incapacidade de interpretação e falha na verificação de factos. Ter minas com um comentário que não sei onde foste buscar isso no texto.
            Depois di que escreveu, está tudo explicado, não dá para mais.

          • Vítor M. says:

            Não percebi nada do que escreves. Se nem consegues articular direito um pequeno texto, como podes estar a dizer que os outros é que têm incapacidade de interpretação? Possa!

  2. A_ says:

    Concordo que o IOS, está a ficar muito interessante, embora sinta que estão a dar muita proridade, a estetica e alterações nas app proprias + “mainstream” .

    Preferia melhoramentos no modulo VPN & Networking, Não ter Google na Siri, ou uma Siri mais capaz em suma menos cosmetica, agora sou dos poucos que estou a ver como actualizar sem levar com o risco de AI Google …
    Mas sim temo ser o unico o pessoal gosta da cosmética

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