Algo está a pulsar perto do buraco negro supermassivo da Via Láctea
Um pulsar extremamente rápido perto do buraco negro da Via Láctea poderá desbloquear novos segredos sobre a gravidade e o espaço-tempo.
Conseguiremos perceber se for um contacto de outra civilização fora da Terra?
Cientistas da Universidade de Columbia, a trabalhar com o Breakthrough Listen, uma iniciativa de investigação dedicada à procura de evidências de civilizações para além da Terra, anunciaram novas descobertas provenientes do Breakthrough Listen Galactic Center Survey.
Este projeto representa um dos esforços em rádio mais sensíveis alguma vez realizados para procurar pulsares no núcleo denso e turbulento da Via Láctea.
Durante o levantamento, os investigadores identificaram um promissor candidato a pulsar de 8,19 milissegundos (MSP), localizado próximo de Sagittarius A*, o buraco negro supermassivo no centro da nossa galáxia.
Um pulsar perto de um buraco negro supermassivo
Confirmar o objeto e acompanhar com precisão o ritmo dos seus pulsos poderá abrir caminho a novos e poderosos testes da Relatividade Geral.
Um pulsar nesta região extrema permitiria aos cientistas medir o comportamento do espaço-tempo no intenso campo gravitacional que rodeia um buraco negro supermassivo.
Os pulsares são estrelas de neutrões densas deixadas para trás após a explosão de estrelas massivas. Rodam rapidamente e geram fortes campos magnéticos, produzindo feixes concentrados de ondas de rádio que atravessam o espaço como os feixes de um farol.
Quando não são afetados por forças externas, os sinais de um pulsar chegam aos telescópios com uma consistência extraordinária. Devido a este ritmo constante, os pulsares funcionam como relógios cósmicos extremamente precisos.
Os pulsares de milissegundos giram de forma particularmente rápida, o que lhes confere um padrão de temporização ainda mais estável e previsível.
Como a gravidade pode distorcer os sinais de um pulsar
Qualquer influência externa sobre um pulsar, como a atração gravitacional de um objeto massivo, introduziria anomalias nesta chegada regular dos pulsos, que podem ser medidas e modeladas.
Além disso, quando os pulsos passam perto de um objeto muito massivo, podem ser desviados e sofrer atrasos temporais devido à deformação do espaço-tempo, tal como previsto pela Teoria Geral da Relatividade de Einstein.
Afirmou Slavko Bogdanov, cientista investigador no Columbia Astrophysics Laboratory e coautor do estudo.
Sagittarius A* contém cerca de 4 milhões de vezes a massa do Sol, o que lhe confere uma enorme influência gravitacional sobre o que o rodeia.
Observações de seguimento e disponibilização pública dos dados
Devido à possível importância científica deste candidato, os investigadores estão agora a analisar observações adicionais de seguimento para determinar se o sinal provém realmente de um pulsar.
Para incentivar uma participação mais alargada da comunidade científica, o Breakthrough Listen está a disponibilizar publicamente os dados das observações. Isto permitirá que cientistas de todo o mundo realizem estudos independentes e explorem questões de investigação relacionadas.
Estamos ansiosos por descobrir o que as observações de seguimento poderão revelar sobre este candidato a pulsar.
Se for confirmado, poderá ajudar-nos a compreender melhor tanto a nossa própria galáxia como a Relatividade Geral no seu conjunto.
Concluiu Perez.
























É o Interstellar. Sou eu que venho do futuro para acabar com o grande inimigo do futuro. Que é…ninguém adivinha?
Trumpinator?
As pessoas que acreditam em buracos negros deviam ir ao psicologo….foquem se em Deus e deixem essas mensagens cientificas ridiculas para os adoradores do diabo
A terra é plana e o sol gira á volta dela…
Mas quando estas doente vais ao medico e esperas por tudo que ele te cure! Porque não ficas em casa a focar-te em Deus, pode ser que te cures………..
E lua não existe, ou é feita de queijo!
Engraçado:
Pelo facto do DEAT e nosso PLANETA, encontrar-se circulando dentro do sistema circulatório venoso do MACRO CORPO:
Denominam CANAIS ENERGÉTICOS micros, médios e macros:
Erradamente e primitivamente, como BURACOS NEGROS.
Antigamente afirmavam erradamente, que nada nem a luz, subsistiria, dentro de um CANAL ENERGÉTICO que chamam erradamente de BURACO NEGRO.
Fui o primeiro a descobrir e afirmar e posteriormente Michio Kaku confirmou, que vivemos mesmo dentro de UM.
Aqui está a prova da afirmação de Michio Kaku.
Necessita melhorar tais afirmações, mas, próxima da minha.
https://youtu.be/WCOBPSVTN_k
Alterações climáticas dão nisto.
Comprem EV que acabam os buracos negros e quasares e essas coisas.
Provavelmente daqui há 2000 anos, alguém confirmará que vivemos mesmo dentro de um MACRO CORPO formato FEMININO, e se tiver hombridade e honestidade científica, decerto perguntará:
Como que um brasileiro descendente do genialíssimo português D. Nuno Álvares Pereira, descobriu afirmou e provou isso, já em 2015?