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Sismo de magnitude 4,1 sentido na região de Lisboa

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. yamahia says:

    Estou a acabar de almoçar na boa. Não senti nada e estou em Loures onde de acordo com as Tv’s se sentiu e bem, lol

  2. Zé Fonseca A. says:

    Fake news, não senti nada

  3. Max says:

    Este foi de 4,1 é um sismo ligeiro, sentido localmente e regionalmente. Os sismos ligeiros situam-se entre 4,0 e 4,9 e ocorrem ocasionalmente em Portugal continental.
    Foi bastante sentido em Lisboa um de 4,7, em fevereiro de 2025, com epicentro no Seixal.
    O sismo de agosto de 2024, com epicentro em Sines. foi de 5,3, um sismo médio (vai de 5,0 a 5,9).
    Em energia libertada (magnitude), dado que a escala é logarítmica:
    – o do Seixal foi 8 vezes maior do que o de Alenquer
    – o de Sines foi 8 vezes maior que o do Seixal e 63 vezes maior que o de Alenquer, e por isso já foi um susto, sentido em grande parte do país.
    Devastadores são os de magnitude 7 ou 8. Comparado com o de Alenquer, que só faz cócegas:
    – um de 7 (sismo maior) liberta energia aproximadamente 22.400 vezes o de Alenquer, e um de 8 (grandes sismo, aproximadamente 708.000 vezes. O maior sismo conhecido, de 9,5 (no Chile, em 1960) foi 11 milhões de vezes maior que o de Alenquer.

  4. Nuno says:

    pensei que a minha sogra tinha caído das escadas

  5. Manuel da Rocha says:

    Este foi, menos, sentido, em Lisboa, por causa da localização. Existem barreiras, naturais, até Lisboa.
    Daí que, os 2 anteriores, terem sido sentidos, enquanto este, só foi sentido, em edifícios com, mais de, 3 andares.
    Em Lisboa, quem estava no 16 andar, notou o ranger, das janelas e, alguns, elevadores, desligaram-se, devido ao movimento lateral.
    Quem estava no 1, não sentiu nada.

  6. Paulo Dias says:

    Aqui em casa, Odivelas, sentiu-se e ebm

  7. Moina says:

    Lisboa qualquer dia afunda-se… pelo menos aquele sitio que todos nós cá sabemos…. poupariámos uma fortuna…

  8. Rui says:

    Correção: Não foi 1 sismo, foram 2 com o epicentros próximos um do outro com a mesma intensidade em horáios diferentes.

    Em Loures não senti nada

  9. JL says:

    Por acaso até foram 4. Houve mais dois às 15h.

  10. Max says:

    No post o último parágrafo diz que:
    “Isto significa que, se tivermos dois sismos com uma magnitude de 3 e 6 respetivamente, a energia libertada pelo segundo sismo não será o dobro da do primeiro, mas sim 1.000.000 de vezes superior.”
    O 1.000.000 há de resultr do parágrafo que antecede: “A mesma fonte [National Geographic Portugal] explica que, ao contrário das escalas lineares, em que cada grandeza tem o mesmo comprimento que a anterior (ou seja, representa o mesmo valor), nas escalas logarítmicas cada grandeza sucessiva tem um valor muito superior à grandeza anterior. No caso da escala de Richter, é 100”. Isto não pode ser o que escreveu a National Geographic Portugal, mas uma interpretação que levou a fazer a conta – 100 x 100 x 100 = 1.000.000.
    Isto está errado: a energia libertada um sismo de magnitude 6 é 32.000 vezes maior que um de magnitude 3. Se em vez da energia libertada pelo sismo – 10^(1,5 x3) – se considerar a amplitude das ondas sísmicas, ou seja, a escala original de Ritcher- 10^3 – o de 6 é 1.000 vezes maior de que o de 3 (e não 1.000.000).

  11. Test User says:

    Mónica Amaral Ferreira levam a concluir que as sucessivas autoridades não conseguiram impedir a reunião de todos os ingredientes que, um dia, poderão abrir caminho a uma tragédia irremediável.

    Manuel Pizarro como a atual ministra, Ana Paula Martins, teriam dificultado a divulgação de um estudo do Instituto Superior Técnico (IST) sobre a vulnerabilidade sísmica dos hospitais. O IST defendia que apenas o Hospital da Luz (privado) garantia continuidade de serviço total em caso de sismo por ter o tal isolamento de base.

    • Zé Fonseca A. says:

      cuf tejo também tem isolamento de base, e lusiadas apesar de não ter isolamento de base tem protecções sismicas bastante avançadas, o problema do cuf tejo pode ser eventualmente um tsunami

  12. eu says:

    eu em sintra no 2º andar senti bem o abanão. a minha mulher em loures também sentiu. diria que foi o mais forte que senti. e primeira vez que senti uma replica logo a seguir.

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