Sismo de magnitude 4,1 sentido na região de Lisboa
No início desta tarde, foi sentido um sismo, em Lisboa. Ainda sem grandes detalhes, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) situa o epicentro em Alenquer e calcula a magnitude em 4,1 na escala de Richter.
Segundo o Centro Sismológico Euro-Mediterrânico, o primeiro abalo foi registado pelas 12h14, perto de Vila Franca de Xira, e a uma profundidade de 15 quilómetros.
Entretanto, dois minutos depois, pelas 12h16, o segundo abalo foi sentido, a uma profundidade de dois quilómetros.
Em comunicado, o IPMA informa que o epicentro foi registado a "4 km a Oeste-Noroeste de Alenquer", remetendo mais informações para novo comunicado, a divulgar entretanto, "com informação instrumental e macrosísmica atualizada".
Numa SMS enviada à população, a Proteção Civil pede que se "mantenha a calma" e se fique atento a "eventuais réplicas".
O que é a escala de Richter?
Concebida para determinar as forças envolvidas num sismo com uma magnitude entre 2,0 e 6,9, que ocorra nos primeiros 400 quilómetros de profundidade, a escala de Richter é a escala logarítmica mais conhecida de todos os tempos. Esta serve, conforme vemos surgir em notícias e relatos, para medir a magnitude dos sismos.
Apesar de ouvirmos falar dela de forma relativamente regular, categorizando sismos pelo mundo inteiro, é natural que não compreendamos, de facto, a que se refere.
Recapitulando, a escala sismológica de Richter, também conhecida como escala de magnitude local, é uma escala logarítmica utilizada para quantificar a energia libertada por um sismo.
Segundo o National Geographic Portugal, foi criada pelo sismólogo Charles Francis Richter, em conjunto com o sismólogo germano-americano Beno Gutenberg, em 1935.
A mesma fonte explica que, ao contrário das escalas lineares, em que cada grandeza tem o mesmo comprimento que a anterior (ou seja, representa o mesmo valor), nas escalas logarítmicas cada grandeza sucessiva tem um valor muito superior à grandeza anterior. No caso da escala de Richter, é 100.
Isto significa que, se tivermos dois sismos com uma magnitude de 3 e 6 respetivamente, a energia libertada pelo segundo sismo não será o dobro da do primeiro, mas sim 1.000.000 de vezes superior.
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Estou a acabar de almoçar na boa. Não senti nada e estou em Loures onde de acordo com as Tv’s se sentiu e bem, lol
Portanto não sentiste é mentira, como as tempestades certo?
Fake news, não senti nada
Este foi de 4,1 é um sismo ligeiro, sentido localmente e regionalmente. Os sismos ligeiros situam-se entre 4,0 e 4,9 e ocorrem ocasionalmente em Portugal continental.
Foi bastante sentido em Lisboa um de 4,7, em fevereiro de 2025, com epicentro no Seixal.
O sismo de agosto de 2024, com epicentro em Sines. foi de 5,3, um sismo médio (vai de 5,0 a 5,9).
Em energia libertada (magnitude), dado que a escala é logarítmica:
– o do Seixal foi 8 vezes maior do que o de Alenquer
– o de Sines foi 8 vezes maior que o do Seixal e 63 vezes maior que o de Alenquer, e por isso já foi um susto, sentido em grande parte do país.
Devastadores são os de magnitude 7 ou 8. Comparado com o de Alenquer, que só faz cócegas:
– um de 7 (sismo maior) liberta energia aproximadamente 22.400 vezes o de Alenquer, e um de 8 (grandes sismo, aproximadamente 708.000 vezes. O maior sismo conhecido, de 9,5 (no Chile, em 1960) foi 11 milhões de vezes maior que o de Alenquer.
Oh Aves, menos……. acha pachorra.
Tendo em conta que é uma escala logaritmica, gostei imenso dessas contas.
Esses dados são todos falsos.
Podes confirmar. Por exemplo – Sines (5,3) vs Alenquer (4,1)
A diferença de magnitude é de 1,2
10^(1,5 x 1,2) = 63,0957
O sismo de Sines libertou cerca de 63 mais energia que o de Alenquer 😉
Já verifiquei e são falsos pois foram baseados em valores irreais e que não são reconhecidos.
Nem sei se sabes contar pelos dedos, mas diz lá então quais são os teus valores 😉
Correção. Como gosto de números certos, o da comparação do terramoto do Chile com o de Alenquer não está – libertou 126 milhões [10^(1,5 x 5,4)] de vezes mais energia do que o de Alenquer.
Foi o equivalente a 20.000 bombas de Hiroshima e estima-se que correspondeu a 1/3 de toda a energia sísmica libertada nos últimos 100 anos.
pensei que a minha sogra tinha caído das escadas
tem tanta piada que me esqueci de rir
Este foi, menos, sentido, em Lisboa, por causa da localização. Existem barreiras, naturais, até Lisboa.
Daí que, os 2 anteriores, terem sido sentidos, enquanto este, só foi sentido, em edifícios com, mais de, 3 andares.
Em Lisboa, quem estava no 16 andar, notou o ranger, das janelas e, alguns, elevadores, desligaram-se, devido ao movimento lateral.
Quem estava no 1, não sentiu nada.
Aqui em casa, Odivelas, sentiu-se e ebm
Lisboa qualquer dia afunda-se… pelo menos aquele sitio que todos nós cá sabemos…. poupariámos uma fortuna…
Correção: Não foi 1 sismo, foram 2 com o epicentros próximos um do outro com a mesma intensidade em horáios diferentes.
Em Loures não senti nada
Por acaso até foram 4. Houve mais dois às 15h.
No post o último parágrafo diz que:
“Isto significa que, se tivermos dois sismos com uma magnitude de 3 e 6 respetivamente, a energia libertada pelo segundo sismo não será o dobro da do primeiro, mas sim 1.000.000 de vezes superior.”
O 1.000.000 há de resultr do parágrafo que antecede: “A mesma fonte [National Geographic Portugal] explica que, ao contrário das escalas lineares, em que cada grandeza tem o mesmo comprimento que a anterior (ou seja, representa o mesmo valor), nas escalas logarítmicas cada grandeza sucessiva tem um valor muito superior à grandeza anterior. No caso da escala de Richter, é 100”. Isto não pode ser o que escreveu a National Geographic Portugal, mas uma interpretação que levou a fazer a conta – 100 x 100 x 100 = 1.000.000.
Isto está errado: a energia libertada um sismo de magnitude 6 é 32.000 vezes maior que um de magnitude 3. Se em vez da energia libertada pelo sismo – 10^(1,5 x3) – se considerar a amplitude das ondas sísmicas, ou seja, a escala original de Ritcher- 10^3 – o de 6 é 1.000 vezes maior de que o de 3 (e não 1.000.000).
Mónica Amaral Ferreira levam a concluir que as sucessivas autoridades não conseguiram impedir a reunião de todos os ingredientes que, um dia, poderão abrir caminho a uma tragédia irremediável.
Manuel Pizarro como a atual ministra, Ana Paula Martins, teriam dificultado a divulgação de um estudo do Instituto Superior Técnico (IST) sobre a vulnerabilidade sísmica dos hospitais. O IST defendia que apenas o Hospital da Luz (privado) garantia continuidade de serviço total em caso de sismo por ter o tal isolamento de base.
cuf tejo também tem isolamento de base, e lusiadas apesar de não ter isolamento de base tem protecções sismicas bastante avançadas, o problema do cuf tejo pode ser eventualmente um tsunami
Então é só a base que tem esse isolamento que inventaste de “proteção sísmica”?
A construção sismo-resistente é aplicada ao edíficio todo.
eu em sintra no 2º andar senti bem o abanão. a minha mulher em loures também sentiu. diria que foi o mais forte que senti. e primeira vez que senti uma replica logo a seguir.