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Escala de Richter: como funciona e com que magnitudes deve preocupar-se?

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Fonte: National Geographic

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Sérgio V. says:

    Se não fosse haver um sismo hoje não havia tanto alarido.. Só depois das coisas acontecerem é que se abre os olhos

  2. Aves says:

    “com que magnitudes deve preocupar-se?”
    Um sargento, a dar instrução, pergunta a um praça: “Aonde é que queres estar quando cair uma bomba?”
    Resposta: “Em qualquer sítio em que possa perguntar: “O que foi isto meu sargento?”
    Idem, em caso de sismo 🙂

  3. Leo says:

    Importa referir que o epicentro tem igual ou maior relevância que a intensidade do sismo na escala de Richter. Este último ocorreu a norte das falhas que deram origem aos abalos de 1755 e 1969, ou seja, mais próximo do Continente. Haverá sismos de maior magnitude que terão menor impacto do que este, se o epicentro se localizar mais a sudoeste.

  4. Max says:

    Há um erro – e dos grandes – no post.
    – Onde diz: “(…) nas escalas logarítmicas cada grandeza sucessiva tem um valor muito superior à grandeza anterior. No caso da escala de Richter, é 100” – não é 100, é 10.
    – Onde diz: “Isto significa que, se tivermos dois sismos com uma magnitude de 3 e 6 respetivamente, a energia libertada pelo segundo sismo não será o dobro da do primeiro, mas sim 1.000.000 de vezes superior” – não é 1.000.000, é 1.000.
    E é preciso notar também que há duas escalas de Ritcher:
    – Uma mede a amplitude das ondas sísmicas, em que cada grau é 10 vezes superior ao grau anterior. Tem-se, pela escala de Ritcher da amplitude dos sismos: grau 1 10^1=10, grau 2 10^2 =100, grau 3 10^3 =1.000, grau 4 10^4 =10.000, grau 5 10^5 =100.000, grau 6 10^6=1.000.000 (…). Vê-se facilmente que um sismo de grau 6 (1.000.000) é 1.000 vezes superior a um de grau 3 (1.000), ou seja se tivermos um sismo de grau m e outro de grau n (com n>m), o de grau n é 10^(n-m) superior à amplitude do de grau m. Chamando a n-m o acréscimo de grau (Δ) a diferença de amplitude de dois sismos é 10^(Δ de graus)
    – A outra, mais usada, também chamada escala de Ritcher (ou de Ritcher e Gutemberg) relaciona a amplitude dos sismos com a energia libertada, em que cada grau é 10^1,5 superior ao grau anterior. A escala da energia libertada é: grau 1 10^(1,5×1), grau 2 10^(1,5×2), grau 3 10^(1,5×3) ….grau 9 10^(1,5×9),… em cada grau aumenta aumenta a energia libertada em 31,6 vezes (10^1,5=31,6) . Ou seja, a diferença de energia libertada por dois sismos é igual a 10^(1,5xΔ de graus).
    Para a medição da energia libertada, como diz o post, foi introduzida por Thomas C. Hanks e Hiroo Kanamori, em 1979, outra escala (Mw) como sucessora da escala sismológica de Richter. A escala Mw, foi construída para coincidir, aproximadamente, com a escala de Ritcher (e Gutemberg) para sismos até ao grau 6,9.

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