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SIREN: a rede de Emergência Nacional que não falha

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Fgw says:

    Sim, isto é o SIREN. Só há um problema- desde que foi criado, o sistema falhou espetacularmente em toda e qualquer situação de crise. Mesmo depois de milhões gastos, contrariando essa ideia de baixo custo, nisso foi consistente

  2. Procurar says:

    Se nunca ou quase nunca, se pode contar com o SIRESP cada vez que há emergências reais, apesar de 720 milhões de euros já investidos (perdidos?) nele, mais vale ou procurar outro sistema ou criar uma redundância credível que não nos deixe 100% incomunicáveis.

  3. says:

    Temos projetos destes implementados em Portugal, também opensource com mais de 1000 nós ativos e perto de 200 gateways….

  4. Rafael Silva says:

    Caríssimo Pedro Pinto

    Sou uma das pessoas afectadas (existe gente pior que eu) mas talvez das áreas mais afectadas pela tempestade kristin.

    Moro perto do quartel dos bombeiros voluntários de Leiria (só para ter noção, acho que sabe o que se passou pelas imagens)

    Da mesma forma sou um dos Curadores do Meshtastic Portugal.

    Nas primeiras 36 horas foi praticamente impossível pensar em comunicar ou falar com quem quer que seja pois a minha principal preocupação era saber como estava a a minha filha e conseguir repor dentro da normalidade a minha casa e a minha família.

    Após 36 horas, já podia preocupar me com os outros e com a rede de comunicação, foram usados rádios PMR446 para curta distância mas principalmente o Meshtastic para conseguir comunicar para fora da zona de impacto. Eu e mais dois ou três aqui da zona (que já tinhamos os equipamentos e que habitualmente usamos no dia a dia) e restabelecemos a rede e passamos a comunicar para fora e de fora para nós a conseguir saber notícias e pedidos de ajuda.

    Existem provas dadas disso e registo de logs e que a rede mesh funcionou, não nos baseamos com imagens de IA nem com pessoas que não existem, tal como a falácia de rede mesh demonstrada acima.

    Pesquisem um pouco e vieram que o que digo é verdade.

    Não enganem as pessoas com uma coisa que nem existe e que não é real, criada a pressa para aparecer e vender.

    As redes mesh em lora são e devem de ser gratuitas, a intenção é o apoio a comunidade de forma gratuita e sem qualquer peso para a mesma, tal as redes pmr446 e CB de bandas livres.

    Cobrar por algo gratuito e que podia ajudar durante as primeiras 48 horas é triste e ainda mais triste é associarem se a algo que COBRA por coisas gratuitas.

    Alguma dúvida e questão estarei ao vosso dispor comprovas dadas para vos apresentar.

    Não por mim mas por todos….

  5. Zé Fonseca A. says:

    Não falha se não falhar a energia

  6. Manuel da Rocha says:

    O Siren precisa de 73000 pontos centrais e 5000000 de pontos próprios, para funcionar… e um custo de 60000 milhões, anuais, sem contar com electricidade.
    O SIRESP funcionou, como podia. Nem 1%, da cooperações de bombeiros, ambulâncias e CODU, perderam comunicação, com a tempestade. O grande problema foram 90000 milhões, de perfis online, que misturaram não conseguirem enviar 600 biliões, de horas de vídeos, para os 90000 milhões, de amigos ou telefonar, para vizinhos, a 30 segundos, de onde estão.
    Telemóveis, falharam 100%, entre Leiria, Coimbra, Castelo Branco e, sul, de Santarém. Mais uma vez, 100% das operadoras nacionais, MENTIRAM, sobre as capacidades, das torres de comunicações. No território atingido, foram 3 torres, que caíram. O resto estão lá… o problema são as baterias, que morrem, em 70 a 90 minutos, depois de perderem acesso, à rede eléctrica.
    As operadoras, a 20 de Dezembro, garantiram já ter mudado 87330 baterias, quase 94% das torres, de comunicações… afinal nem 100 mudaram e foram mudadas, em Lisboa e Porto. Isto sim, devia gerar revolta, pelos 90000 milhões, de perfis online, que dizem ser verdade que “2000% das torres de comunicações, nunca falharam e aguentaram 50000 horas, só com a bateria local.”

  7. Epá says:

    Em teoria é uma boa ideia, mas se querem que isto seja uma comunidade, não têm um link que seja para um chat de Slack/Discord/Teams/IRC/Outra coisa qualquer para a malta se conhecer? Só tem um link para um github que não se pode ver nada e um email….

  8. R0 says:

    Já existente a funcionar o Meshtastic e o meshcore com milhares de utilizadores e rádios. Isto é só alguém a tentar ser famoso

    • Paulu Oliveira says:

      Estranho ter que vir até ao fundo da lista de comentários para ver mencionada uma rede que já é amplamente utilizada lá fora e que está a ganhar cada vez mais tracção, o Meshtastic…

  9. Pipoca says:

    A ppl já está a sofrer as influencias da AI, primeiro, pagina 100% ao estilo gerado por um LLM, segundo, informações faltas, pesquisem pelo tal presidente da Junta de Trás-os-Montes que a pagina anuncia e vejam se a fotografia corresponde à pessoa. Validem a informação antes de publicar.

  10. Joao Ptt says:

    A forma como a rede “SIREN” funciona com “Blacklisting temporário de nós abusivos” e “Quota de relay para prevenir amplificação” parece mais uma rede Meshtastic.

    Enfim, mais variedade, é melhor, que menos variedade de oferta deste género.

    Mas uma rede de “emergência” com UPS nas “Gateway” para apenas 8 horas, é meio que ridículo. Menos de 15 dias de UPS é pouco. Já que supostamente as “Gateway”, quando existem, é para as autoridades oficiais conseguirem divulgar o que se passa na realidade (ou no caso das que são controladas pelo Estado, para passar a narrativa oficial de que está tudo bem ou que vai melhorar muito rapidamente graças a eles).
    Claro que a dita Gateway passaria de um custo de ~500 euros, para milhares só com uma UPS que desse para manter o equipamento de rede/ Internet e o Mini PC Industrial a funcionar durante os ditos 15 dias… e isto sem contar com os custos da Internet que no mínimo precisaria de ser de Fibra óptica e via satélite, e talvez rede móvel da NOS (que neste momento em que escrevo, mas no futuro pode mudar) parece ser a que tem melhores baterias nas torres, ou a MEO (que em muitos locais parecia ser a única que parecia funcionar durante mais tempo). A Vodafone, pelos relatos, foi a pior de todas, sendo a primeira a deixar de funcionar nos locais onde as torres ficaram sem electricidade, indicando, na minha opinião, que as baterias colocadas não foram correctamente dimensionadas para o equipamento que possuem, ou não foram devidamente mantidas (“trocadas”) para se manterem a funcionar

    A malta pode achar 15 dias um exagero, mas já passaram 12 dias (à altura em que escrevi este texto) desde os cortes eléctricos causados pela tempestade a 28 de Janeiro de 2026 e ainda existiam umas 58 mil pessoas sem electricidade. E foram apenas ventos um bocado mais fortes, nem sequer foi algo a sério como um forte terramoto que todos sabem que irá acontecer, até porque estatisticamente falando já deveria ter acontecido.

    Seja como for, pelo facto de o Github nem existir, parece ser algo abandonado, apesar de terem actualizado o web site para fazer referência à “Tempestade Kristin”. Mas posso estar enganado.

    Pessoalmente acho o tipo de rede “MeshCore” com mais potencial para utilização generalizada no médio/ longo prazo, ainda que precise antes de ser melhorado (melhor cifra de rede, bateria para manter o relógio das placas mãe, entre eventuais outros).

  11. Komplics says:

    Conceito completamente errado. Em zonas remotas nunca vai funcionar. Qual é a diferença para o velho rádio amador? E que já está implementado…

  12. David says:

    Na minha opinião o que vai funcionar é a tecnologia vinda do espaço. O resto são aspirações.

  13. Zoe says:

    https://meshcore.pt e funciona bem melhor que Meshtastic e nunca falhou agora durante as tempestades

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