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As linguagens de programação mais populares de 2026 e onde estudá-las gratuitamente

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Jorge says:

    Bom artigo. Obrigado

  2. Paulo says:

    Cada vez mais, quem souber usar a inteligência artificial, não vai precisar de saber programar, basta dar as instruções corretas e o código é feito, é o que se chama Vibe Coding.

    • Zé Fonseca A. says:

      Meh.. só para junior skills, basicamente consegues acabar com parte da fábrica que alimenta os devs seniores.
      Aguenta lá os cavalos que os devs ainda cá vão andar por algumas décadas, nem que seja para desenvolver LLMs

    • Miguel says:

      Vamos lá:
      1. Quem acha que com vibe coding pode fazer algo mais sofisticado do que um clone do flappy bird anda a enganar-se a si próprio. Os LLMs só sabem fazer aquilo para que foram treinados.
      2. Os LLMs são treinados em código existente feito por…. humanos. Se hoje sair a versão N+1 da linguagem de programação X, nenhuma LLM “saberá” usá-la se não houver código onde treinar.
      3. A febre do vibe coding, alimentada por CEOs ignorantes em muitas empresas, já está hoje em dia a dar emprego a muita gente que se dedica a corrigir o lixo produzido pelos vibe coders.

      • Zé Fonseca A. says:

        Também não é assim tão redutor o vibe coding, o que afirmas é vibe coding feito por leigos, a verdade é que devs ou engenheiros que se tornem proficientes em vibe coding podem poupar muitas horas de desenvolvimento, é lógico que esse código nunca pode ser submetido em produção sem revisão e sem correção, mesmo assim o trabalho que reduz é evidente, a minha equipa são mais de 90 pessoas, maioria devops e secops, tínhamos défice de 15 pessoas em 2024, implementamos LLMs e vibe coding e nao so suprimos a necessidade que tínhamos de recursos como ficámos com mais tempo para novos projetos.

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