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Au revoir, Microsoft Teams e Zoom! Como França vai substituir as plataformas norte-americanas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Zé Fonseca A. says:

    É mais uma para juntar ao molho, webex, teams, zoom, google meet, mas uma app para ter instalada.
    Convém lembrar que teams não é só videoconferência, é um software de colaboração

    • TiagoC says:

      E de formação, sobretudo usada por instituições do ensino superior.

    • Eu says:

      Também convinha te lembrar de ler a notícia.
      Não percebeste que não é para uso empresarial nem público? Apenas departamentos governamentais. Se não percebeste isso, também não percebeste o cerne da questão.
      Colaboração, lol…

      • Zé Fonseca A. says:

        e que tem de ser só para função publica? função publica nao usa os restantes?

        Teams não é uma ferramenta de colaboração? estás a precisar de começar a usar teams, consegues ter equipas inteiras a trabalhar num conjunto de documentos em simultaneo a editar, consegues ter integrações com visio, project, planner, até com jira e powerbi, consegues construir fluxos de aprovação..
        tens de me dizer que outra ferramenta de IM/video tenhas que faça isso.
        aqui na empresa usávamos muito slack, com o evoluir do teams algumas equipas deixaram o slack de lado para ter tudo centralizado no teams.
        precisas de começar a trabalhar

        • Eu says:

          Sim, porque só tu é que trabalhas, como sabemos. Daí teres tanto tempo aqui.
          Não tens arcaboiço para me ensinar o que é o teams. Estuda mais um pouco.
          O meu comentário foi que a frança não toma esta medida por causa da colaboração, mas sim como medida de segurança. Entendes ou queres um desenho?

          • Zé Fonseca A. says:

            preciso de um desenho.. segurança? achas que frança vai conseguir um produto mais seguro que o teams? lol..
            a ideia é cortar dependencia, não tem nada a ver com segurança.
            não preciso de estudar nada, antes de ser manager de cibersegurança era de sistemas, geria equipas que implementavam e geriam plataformas como lync, s4b e teams, domino esse e muitos outros tópicos, não venho mandar bitaites descabidos sem sequer saber justificar

  2. xpto says:

    Brincalhões..E depois falam com o resto do mundo por sinais de fumo. Isto tinha de vir de um governo socialista. Só cai quem quer

  3. Feliz100Ti says:

    Carrega Europaaaa <3

  4. Paulo Rodrigues says:

    Já era sem tempo!
    “Tramp(as)” à parte! Há que seguir em frente e livrarmo-nos dos States para tudo e para nada!

  5. Diana says:

    Mias lixo eletrónico

  6. SouHumanoNaoOcidental says:

    Agora a França é que viu a tal dependência?
    Não viram a dependência quando aceitaram o plano Marshall e abriram as portas aos EUA?
    Muitos de nós estamos habituados a falar mal da URSS e da Rússia atual que achamos ser o nosso inimigo.
    Mas uma aula de História. Nessa altura do plano Marshall a URSS recusou-se a entrar nesse plano e fez com que os países sob a sua influência o fizessem. E avisaram a Europa disso. A razão é que o plano consistia em emprestar dinheiro a Europa para comprar os produtos americanos. E o que aconteceu? Vários setores da economia europeia dependem dos EUA, incluindo este da tecnologia digital.
    Afinal a Rússia atual que se livrou da dívida norte americana e apostou no Ouro não estava assim tão errada não é?
    Talvez no futuro a Europa se lembre de começar a não comprar petróleo com dólar, a não aceitar que o Subprime da responsabilidade norte americana do SEC, OCC, FDIC e FED, a pedir empréstimos ao BRICS, a voltar a comprar gás a Rússia, país europeu a preços bem mais baixos, em vez de se focar tanto na dependência e submissão horrível a um país medíocre como os EUA.
    É claro que os jornalistas europeus não vão relembrar isso ao governo francês. Temos de nos mantermos na submissão.

    • Pedro António says:

      O plano Marshall não só foi útil como não havia alternativa à recuperação da Europa. O problema da Europa começou precisamente por ficar a viver na abundância, no consumismo, na corrupção e na ingenuidade da paz duradoura, no adormecimento e nas lideranças fracas.

      • SouHumanoNaoOcidental says:

        Há sempre alternativa. Umas mais faceis outras mais dificeis, no entanto há sempre alternativas.
        A URSS avisou os países europeus que iria ser um imperialismo económico que implicava uma dependência aos EUA. Estamos a falar de 1947.
        Ou seja, a Europa sabia onde se estava a meter.
        A França chegou a manifestar-se contra o plano Marshall.
        A Grécia era comunista e a favor da URSS e Churchill mandou matar em plena Atenas gregos que eram contra este avanço do capitalismo.
        E estamos em 2026, ou seja, 79 anos depois ainda mantemos a mesma política de dependência.
        Hoje podemos dizer que a URSS e agora a Rússia tinham razão.
        A França está a fazer esta mudança digital porque foi ofendida na compra dos submarinos pela Austrália. A ofensa não foi só americana mas também inglesa.
        E com os EUA agora a mostrar realmente qual é a sua verdadeira face é que parece que os franceses acordaram para a vida.
        Como eu muitas vezes digo: na Nato têm de substituir os EUA pela Rússia. Basta apenas este primeiro passo e teremos prosperidade na Europa para finalmente poderemos começar a resolver os problemas que iniciamos quando decidimos sair deste pequeno pedaço de terra para conquistar terras que não eram nossas.

  7. Manuel da Rocha says:

    Vamos ver é como será financiado… Em Espanha, gastaram 27000 milhões, a mais, em 8 anos, voltaram atrás, voltando à origem. Na Alemanha, iniciaram programas, recuaram, porque, ao cabo de 5 anos, já iam em 30 anos, do orçamento antigo.
    É que desenvolver uma app é simples, pagar 600000 milhões, em formações, actualizações, a cada 2-3 anos, e resolver bugs, pode ser bem mais caro, que usar software proprietário.

  8. rui says:

    Quanto tempo até a MSFT meter os meninos em tribunal por “roubarem” um nome de um produto da MSFT… é que nem é só parecido, é igual…

  9. SouHumanoNaoOcidental says:

    E desculpem os erros na minha exposição. É tudo a correr..
    Vejo que algumas pessoas têm a minha opinião. É bom sinal.

  10. Max says:

    “De nome Visio” – “uma plataforma interna de videoconferência” – “deverá ser utilizada em todos os departamentos governamentais até 2027”.
    A questão é que para plataforma de videoconferência qualquer uma serve. Mas a questão é que em organizações é tudo microsoft, Windows + Sharepoint + Office, o Teams está integrado, o que não acontece com os outros.
    A UE bem se esforça para separar o Teams do Office, com a história das assinaturas separadas, mas a questão não é essa, as organizações pagam o que a Microsoft indicar, conforme as condições impostas pela UE, que se foram alterando. O mesmo pode acontecer nos serviços públicos franceses agora, se forem obrigados usam o Visio para videoconferências e continuam a usar o Teams para trabalho.

  11. carai says:

    Em 2028 Trump sai do poder e toda esta estória é esquecida.

  12. PJA says:

    Muito bem, França. Um país grande da UE que avance na adoção de software para substituir software tóxico. É bom para a geopolítica.

    • Profeta says:

      Nao so a Franca mas a Europa em si em vez de andar a preocupar-se com ideologias wook e agenda 2030, devia era focar-se mais em softwares para as empresas. De preferencia desenvolvido para linux. Porque vai dar ao mesmo, se desenvolver software para windows, sao so gastos de dinheiro em licencas para windows. Mas pronto nao sou eu que mando, so dei o meu bitaite. E o dinheiro cai para muitos e pouco para outros. Se calhar ate isto melhorar ainda temos de passar por muita bosta e novas crises inventadas pelos donos disto tudo.

      • Pedro António says:

        Linux não serve, é uma salganhada de distros incompletas…

      • Zé Fonseca A. says:

        e as licenças linux são gratuitas? alguma empresa regulada tem linux sem suporte?
        vai comparar quanto custa uma licença de suse ou redhat e depois vem falar da microsoft..

        • Pedro António says:

          Às vezes gosto de fazer loucuras e ia mudar, pela segunda vez, e depois das conversas por aqui, para o Linux, escolhi o zorinOS, contudo, o que eu gostava era o profissional, ou free não interessa nada. Mas o profissional é pago e caro… Então deixei-me ficar no W11, e ninguém me convence que não estou bem. Grátis e bem completo. Nenhuma distro é tão interativa e completa e democrática (aceita e permite tudo) como o Windows!

          • Zé Fonseca A. says:

            a minha opinião é que devemos saber usar todos os OS, todos têm os seus pontos fortes e fracos, e devemos ajustar a tecnologia ao nosso dia-a-dia, seja pessoal seja profissional

        • Profeta says:

          De que licencas estas a falar Ze ? Nao sera apenas de suporte a distro que sao coisas diferentes ? E obvio que a isso ninguem consegue fugir, ninguem trabalha de borla, nao e porque o software esteja a correr em linux que nao ha gastos, a vantagem e que tudo se torna mais transparente. Consegues perceber a diferenca ?

          • Zé Fonseca A. says:

            não, estou a falar de licença do OS.. o código ser opensource não quer dizer que não seja pago..

            SUSE Linux Enterprise Server (SLES) subscriptions typically range from roughly $700 to over $3,900+ per year per node depending on support level (Standard vs. Priority) and virtual machine density, with 3-5 year options offering lower annual costs. A 1-2 socket subscription for SLES with standard support can cost around €3,700 for 5 years.

            Red Hat Enterprise Linux (RHEL) subscription costs typically start around \(\$349\)–\(\$384\) annually for server instances and \(\$179\)–\(\$197\) for workstations. Pricing varies based on support level (Standard/Premium), sockets, and virtual nodes, with specialized options like SAP Solutions starting higher at over \(\$1,900\) annually. 

            Zorin OS Pro generally costs $48 USD (£47-£49, or roughly €48) for a one-time purchase, which includes taxes in some regions. The license allows for installation on a single computer, offering premium desktop layouts (like macOS or Windows 11 styles), specialized software, and support.

            Ubuntu Pro is free for personal use on up to 5 machines (or 50 for community members). For enterprise, it starts around $25/year per workstation or $500/year per server. It provides 10 years of security maintenance, Kernel Livepatch, and compliance tools (FIPS, CIS). Cloud instances (AWS, Azure, GCP) use pay-as-you-go pricing.

            isto são só alguns exemplos, e só de SO, tens muito mais.. então quando meteres ao barulho managers como Suse Manager ou RHEL Satelite, os valores disparam..

            convém saber do que falas, empresas reguladas não são chafaricas, não podem viver sem produtos licenciados e com suporte..

  13. São Pedro says:

    Ao contrário de muitos, estou satisfeito que o presidente dos EUA seja Trump, fez-nos abrir os olhos. Mostrou ao que vinha, sem rodeios, quem andava a dormir teve de acordar, ainda bem. Parabéns à França que não se deixa ser um Calimero.

  14. Victor S. says:

    A Europa procura independência mas parece mais isolacionismo. Parecido com o controle/censura das redes socias para proteção das “criancinhas” coitadinhas.

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