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Lufthansa tem novas regras para o transporte de powerbanks e baterias

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. MLopes says:

    os sacos protetores do tipo que se usam para carregar as lipo deviam passar a ser obrigatórios mesmo nos transporte aéreo de outros tipos de baterias como as li-ion. a maioria dos problemas relacionados com a contenção de eventuais incêndios diminuiria drasticamente

    • PoiZé says:

      Esses sacos são uma ilusão e podem ser piores do que as carregar ‘à vista’.
      Procure informação no google/youtube sobre os riscos/benefícios…

      • MLopes says:

        escrevi o que escrevi num contexto, o transporte e uso de em aeronaves, conheço os problemas dos sacos mas repara que estamos a falar de powerbanks li-ion muito menos suscetíveis a incêndios do que as células lipo. o objetivo do seu uso no transporte aéreo seria evitar a propagação rápida a outros materiais inflamáveis próximos.
        no caso do transporte aéreo qualquer pessoa que esteja a usar um pack li-ion e este sobre-aquecer e larga-o imediatamente mesmo antes de pegar fogo. quando o fogo aparecer já estará com contacto com outros materiais inflamáveis.
        o uso dos sacos permitiria transportar o equipamento para local seguro dentro da aeronave ainda antes de se dar a ignição ou mesmo depois de esta ocorrer.
        neste contexto, estarei assim tão errado? queres explicar porquê?

        • PoiZé says:

          Simples.
          Fora é possível sentir o aquecimento e ver a deformação que normalmente ocorre antes de haver fumo/fogo e reagir atempadamente.
          Metido dentro de um saco/bolsa não se sabe se há algum problema até se notar. E quando se notar já será tarde pois ninguém conseguirá tocar no saco.
          Acho preferível ter os dispositivos com baterias (ou as próprias baterias) em local visível e acessível do que “escondidas” num saco (provavelmente dentro de outros sacos)…

  2. EC says:

    Tenho as minhas dúvidas quanto à segurança da utilização das tomadas USB dos aviões. O uso de um cabo danificado pode provocar um curto-circuito, ou o excesso de utilização da tomada por vários passageiros pode também causar danos nos equipamentos que são ligados.
    Assim, o melhor é mesmo não recorrer a estas alternativas: os passagieros que carreguem os equipamentos antes de entrar no voo e que se alargue a fiscalização no controlo de embarque, tal como fizeram com os líquidos e outros objectos “perigosos”. Houve uma vez em que não me deixaram passar com uma chave phillips que tinha na mochila do portátil por esquecimento e tive de a deixar em terra, portanto controlar powerbanks não deve ser difícil…

  3. Rui says:

    Qual é a diferença entre “carregador portátil” e powerbank?

  4. says:

    Pensava que o limite máximo era 20.000mah. Pelos vistos é superior e mesmo limitado contínua acima. Se calhar era em alguma companhia aérea em específico que tinha esse limite.

  5. Pedro António says:

    Dois power bankd por passageiro? Um não chega? Faz toda a diferença em termos de segurança…

  6. Oraxulo says:

    Era muito mais prático era os aviões terem possibilidade de ligar os equipamentos sem necessidade de andar com powerbanks atrás, muito mais seguro e reduzia o perigo de incêndio.

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