Casal apanhado graças a AirPods após roubo de carro em Ovar
Na passada terça-feira, um homem de 41 anos e uma mulher de 45 foram detidos no Bairro Pinheiro Torres, no Porto, pela Polícia de Segurança Pública (PSP) depois de, horas antes, terem roubado um carro numa estação de serviço em Ovar. AirPods da Apple tramaram os larápios.
Localização do veículo graças à tecnologia dos AirPods
O veículo furtado continha no interior uns auscultadores AirPods da Apple com sistema de localização em tempo real (rede Encontrar).
Esta funcionalidade permitiu às autoridades perceberem onde se encontrava o automóvel, no Bairro Pinheiro Torres, e desencadear de imediato ações para o localizar e intercetar.
Tentativa de fuga e apreensões adicionais
Ao abordarem os suspeitos, o condutor desobedeceu às ordens policiais e tentou fugir, acabando por embater na viatura da PSP. Durante a investigação, apurou-se que, no trajeto entre Ovar e o Porto, o casal abasteceu num posto em Arcozelo, mas fugiu quando o pagamento com cartão foi recusado.
No carro foram ainda encontrados vários artigos furtados em dois estabelecimentos comerciais em Ovar, incluindo uma televisão, garrafas de bebida, alimentos e produtos de higiene, avaliados em cerca de 130 €.
Reforço da eficácia policial
A PSP destacou a importância da rapidez nas comunicações internas e da videovigilância no sucesso desta operação, sublinhando que estas ferramentas foram determinantes para a detenção dos suspeitos.
O homem ficou em prisão preventiva e a mulher sujeita a apresentações periódicas às autoridades.
























Ui, imagino a pena com que os implacáveis tribunais do penico os irão sentenciar.
No mínimo uns 10 anos de trabalhos forçados.
Devem estar a tremer, coitados
Não queria estar no lugar deles.
Provavelmente levam umas “palmadinhas nas costas” com o conselho de para a próxima não se deixarem apanhar tão facilmente, e lá vão eles para a rua fazerem o que sabem melhor.
Os acontecimentos que vão mudar o planeta estão para chegar, mas parece que não chegam rápido o suficiente para o planeta se ver livre dos humanos demasiado errados.
Depende… Olhe os 24 burlões, com, pelo menos, 820000 euros, apanhados, em Braga, são membros, de um partido, que lhes enviou 60 advogados, a 8000 euros, ao dia, cada um, que os libertou e só vão, a tribunal em 2040-2060, por só terem 3000 multas de trânsito, entre eles, que pagaram, sem falhas, até agora.
O juiz, aceitou que fossem, em liberdade, com apresentações, mensais, a uma esquadra, da área de residência, em troca de entregarem 500000 euros, em criptomoedas, que tinham sido apreendidas. 6 deles, foram detidos, novamente, há 2 semanas atrás, por burlas, com MBway. Novamente libertados, sem fiança, até acabar, a investigação, lá para 6000-8000.
Parece a mesma coisa mas não é:
– 1º parágrafo: “depois de, horas antes, terem – roubado – um carro numa estação de serviço em Ovar”
– 2º parágrafo: “O veículo – furtado – continha no interior uns auscultadores AirPods”
Roubo e furto de carro parece a mesma coisa, mas não é. Roubo é quando há violência, furto é quando não há. Parece ter sido furto. Pode muito bem acontecer numa estação de serviço o carro estar destrancado com a chave na ignição,
O que não é dito é como os AirPods foram localizados – mas, tal como os AirTag dependem inteiramente de estarem perto de equipamentos da Apple (iPhone/iPad/Mac) para ser localizados. O mais certo é os ladrões terem iPhones.
É verdade que, juridicamente, roubo implica violência ou ameaça e furto não, mas a situação descrita não permite concluir automaticamente que foi furto (por isso a dupla terminologia).
Primeiro, não é comum um carro moderno estar destrancado com a chave na ignição, sobretudo numa estação de serviço. Nos veículos atuais, muitos com keyless, basta a presença da chave para o carro destrancar e arrancar, sem qualquer ação consciente do proprietário.
Segundo, a qualificação legal depende do contexto factual. Se o condutor foi afastado do veículo, coagido verbalmente, impedido de regressar ou colocado numa situação de medo, pode existir violência ou ameaça implícita, o que configura roubo.
Terceiro, mesmo sem contacto físico, a jurisprudência portuguesa considera roubo quando há intimidação suficiente para anular a vontade da vítima.
Portanto…
Não é possível afirmar que “parece ter sido furto” apenas com base na ausência aparente de violência física. Em muitos cenários atuais, sobretudo com sistemas eletrónicos de acesso, o roubo pode ocorrer sem agressão direta e continua a ser roubo à luz da lei.
Em relação à mecânica da deteção dos AirPods, está um link a explicar muito bem, o procedimento 😉 e há exemplos do modus operandi.
Os criminosos podem ter, mas também não precisam ter iPhone. Se passarem com o carro perto de alguém que tenha iPhone, haverá uma comunicação entre os AirPods e esse iPhone.
Só quis chamar atenção que não é a mesma coisa. Pareceu-me que seria furto e a PSP confirma no X:
“@PSP_Portugal
#PSPPorto deteve um homem e uma mulher pelo furto de um automóvel. A localização em tempo real de uns AirPods permitiu intercetar a viatura. No veículo foram recuperados artigos furtados.
O homem ficou em prisão preventiva e a mulher sujeita a apresentações.”
Quanto ao modo como foi feita a “localização em tempo real dos AirPods” (e AirTags), há quem não saiba. Parece-me que a explicação mais simples é os ladrões terem um iPhone e conforme o que diz a PSP: “A localização em tempo real de uns AirPods permitiu intercetar a viatura” – não é passar perto de quem tem um iPhone e continuar.
Como referi, de forma preliminar não se sabe se foi furto ou roubo.
Porque e que em roubos sao sempre gente de bairros sociais? E que tal deixar de dar casa a essa gente e correr com eles do pais? A classe baixa tem de ser irradiada
Existiu uma proposta para pessoas a viver em habitação social ser expulso por cometer crimes, não avançou, até fazia sentido, se querem ter direitos sociais também têm de ter deveres
As sanções penais por cometer crimes são as previstas na lei. Os populistas é que tratam tudo à maneira deles “correr com eles do país”, “irradiá-los”, “pô-los a viver debaixo da ponte”. O Isaltino de Morais, em Oeiras, preocupa-se efetivamente com os bairros sociais, com as condições habitacionais das casas e com as pessoas – esse é que é um exemplo. E ainda detesta mais os populistas que eu.
Vá a um dicionário consultar o verbo irradiar. É capaz de ficar surpreendido.
Espante-se:
https://ciberduvidas-ql.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/o-significado-de-irradiar/19405#
Coisas do desporto
Em vez de ser um raio que ilumina, o atleta é mandado para o raio que o parta 🙂
Então se forem “jovens”… Ainda lhes pedem desculpas pela chatice.