UE desiste de proibir venda de carros novos a gasóleo e gasolina a partir de 2035
A Comissão Europeia confirmou a intenção de rever a proibição da venda de novos automóveis a gasolina e gasóleo a partir de 2035, cedendo à forte pressão da indústria automóvel e de vários Estados-membros, com destaque para a Alemanha e a Itália.
A proposta representa o maior recuo da União Europeia nas políticas verdes adotadas nos últimos cinco anos.
De 100% emissões zero para 90% (a gasóleo e gasolina)
De acordo com a legislação atualmente em vigor, os fabricantes seriam obrigados a garantir que, a partir de 2035, 100% dos automóveis e carrinhas novos vendidos tivessem emissões zero. A Comissão propõe agora reduzir essa exigência para 90%.
Na prática, esta alteração abre a porta à continuidade da produção de uma percentagem limitada de veículos híbridos plug-in, híbridos ligeiros, modelos com extensor de autonomia e até motores de combustão interna após 2035, desde que o impacto seja compensado por outras medidas ambientais.
Flexibilidade com contrapartidas ambientais
Os restantes 10% da produção que não seja neutra em carbono terão de ser compensados com iniciativas verdes no processo industrial. Entre as medidas previstas estão o recurso a aço verde produzido na Europa ou a utilização de biocombustíveis em veículos não elétricos.
Segundo a Comissão Europeia, esta abordagem combina incentivos e penalizações, mantendo o rumo da eletrificação, mas com maior flexibilidade para os fabricantes cumprirem as metas de CO₂ da forma mais eficiente em termos de custos.
Liberdade de escolha e desafios da indústria
Wopke Hoekstra, comissário europeu para o Clima, classificou a proposta como uma solução “win-win” para consumidores e indústria.
Já Apostolos Tzitzikostas, comissário para os Transportes Sustentáveis, defendeu que a medida “dá ao mercado e aos consumidores a liberdade de escolher a tecnologia que querem conduzir”.
Stéphane Séjourné, comissário da Indústria, apontou três grandes desafios para o setor automóvel europeu: a forte concorrência da China, uma crise de procura e o ritmo lento do desenvolvimento tecnológico na Europa.

Apostolos Tzitzikostas é o Comissário responsável pelo Transporte Sustentável e Turismo. A sua missão é tornar o transporte europeu mais competitivo, sustentável e resistente a choques futuros, bem como garantir que seja seguro, acessível e económico para todos os cidadãos da UE.
Críticas e receios sobre o futuro da eletrificação
As reações críticas não tardaram. Para a associação E-Mobility Europe, trata-se de “um mau momento para a Europa retirar força à sua própria estratégia”, defendendo que a competitividade só pode ser assegurada com políticas mais firmes, e não com recuos.
Organizações ambientalistas foram ainda mais longe. A Greenpeace Alemanha considerou a proposta “um presente de Natal antecipado para os fabricantes chineses de carros elétricos”, enquanto a Greenpeace Reino Unido alertou para o risco de a Europa estar a sabotar a sua própria transição económica e climática.
Incentivos aos pequenos carros elétricos
Em paralelo, a Comissão anunciou medidas para acelerar a chegada de pequenos carros elétricos ao mercado. Modelos com menos de 4,2 metros, preço entre 15.000 e 20.000 euros e fabricados na UE poderão beneficiar de descontos em portagens, reduções em postos de carregamento e créditos adicionais para os fabricantes.
Até 2035, estes veículos poderão ainda gerar “supercréditos” de carbono para as fábricas, ajudando as marcas a cumprir os objetivos ambientais globais.

A Greenpeace Alemanha considerou a proposta “um presente de Natal antecipado para os fabricantes chineses de carros elétricos”.
Próximos passos políticos
As propostas ainda terão de ser aprovadas pelos governos dos Estados-membros e pelo Parlamento Europeu.
Apesar das críticas, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, garantiu que a Europa “continua na linha da frente da transição limpa global”, sublinhando que as decisões resultam de um diálogo intenso com a indústria automóvel, organizações da sociedade civil e outros parceiros.
A discussão promete marcar os próximos meses e poderá redefinir o rumo da mobilidade na Europa para lá de 2035.






















Portanto por cada 10 carros que vendem, 1 pode ser a gasolina ou gasóleo. Mas pronto, pelo menos finalmente acabaram com a tanga que impuseram apenas uma tecnologia, até porque isso nunca existiu.
Ao ritmo que estão a aumentar as vendas, e ao ritmo que a tecnologia está a evoluir, quando chegar 2035 nem oferecidos as pessoas vão querer automóveis a combustão…
As únicas marcas que se vão vingar com motores a combustão, são aquelas que os fazem como objeto de luxo.
Se me garantires que em 2035 demoro menos de 5 minutos a carregar e que o posso fazer em qualquer bomba de abastecimento como faço hoje, então sim, dou-te razão e que venha o elétrico.
Se em 2035 ainda tiver de carregar em casa, andar a ver onde raio fica o carregador de rua mais próximo e demorar uma eternidade a carregar, então continuo com os meus veículos a combustão.
Nunca fui nem nunca serei contra os elétricos, mas se é para ter um ou se é para passarmos todos para elétricos, o mínimo aceitável é que o abastecimento seja igual ou preferencialmente melhor do que nos carros a combustão. Isto é o único requisito que peço e acho que faz todo o sentido.
Nem todos têm garagem, nem todos têm carregadores perto para carregar e nem todos têm tempo para ficar sentados dentro do carro à espera que a bateria carregue, este último ponto sobretudo para quem tem de se deslocar propositadamente até um carregador.
É tão simples quanto isto. Não quero saber da autonomia, quero carregar o carro à mesma velocidade a que abasteço um carro a combustão e, além disso, ter postos de carregamento, as tradicionais bombas de combustível, em qualquer esquina, exatamente como temos hoje.
Assim que estes pontos estiverem alinhados, então meu amigo, que venha o elétrico.
Foram precisos várias décadas para o carro a combustão passar de um empecilho para ser prático.
Aliás nos primeiros tempos o abastecimento dos carros o combustível era vendido em lata e o enchimento feito com funil. Depois passou a existir venda a granel com aquelas bombas como se ainda usa para a mistura de algumas motas… Para se ter uma ideia. primeira bomba de gasolina só abriu em Portugal em 1927, em Lisboa na avenida da liberdade.
Para além disso não te esqueças que à medida que o tempo passa cada vez mais verificas o efeito contrário, isto é, como os carros a combustão diminuem de quantidade e menos postos de abastecimento vais encontrar tornando-se mais difícil teres um carro a combustão.
Ao verificar a quantidade de postos de abastecimento em Portugal, estes tem aumentado nos últimos anos devido ao facto de terem aparecido operadores com preços baixos que contam operar com volumes para serem lucro e por isso a quantidade de postos de abastecimento teve sempre em ascendente nos últimos 10 anos. Mas 2024 onde já se verificou um declínio, especialmente o das bombas independentes que voltaram para valores de 2016…
https://www.epcol.pt/folder/galeria/ficheiro/1670_Resumo_Portugal_Continental_2024_fbe862c68e.pdf
Isto entra em linha de conta com os relatórios da ING que já tinha partilhado aqui, onde informava que as as primeiras bombas a encerrar nos Países Baixos seriam as bombas independentes, ou seja, as empresas familiares e isto já esta a acontecer em Portugal.
https://www.dutchnews.nl/2024/07/half-of-petrol-stations-expected-to-close-in-next-decade/
Desta forma acredito-me mais que em 2035 vás passar a veículo elétrico por passar a ser mais vantajoso carregar em qualquer lado que estaciones do que teres de abastecer um carro a combustão por não encontrares com tanta facilidade bombas de combustível como antigamente.
Estás a ver mal. Olha que na UE a venda de elétricos não passa dos 15%-16% – como é que ia chegar a 100% em 2035?
Como se metia pelos olhos dentro, bastava olhar para os números, há um grande espaço dos híbridos (PHEV, HEV e outros), que esta alteração veio abrir a porta. E também para ICE.
Em 2035, em 10 novos carros vendidos, não passou a ser 9 BEV (ou FCEV) e 1 ICE.
Corresponde a 6 a 8 BEV (ou FCEV) e 2 a 4 de híbridos e ICE.
O que se tem que considerar é a meta de emissão de 90% de CO2 tendo por referência as emissões em 2021 – não é 90% de elétricos e 10% de ICE, que o JL inventou.
A venda de elétricos na Europa anda entre os 16 e 19%, ou seja, basicamente já atingiram o ponto de entrada para a massificação. Nos próximos 2 anos o marketshare vai com certeza vai passar para os 20 a 25%.
Portugal por exemplo, passou de 15% de Market share para 29% em apenas 2 anos e o caminho será sempre aumentar na medida em que as pessoas vão perdendo os receios, dissipando as dúvidas e existindo evolução tecnológica e técnica.
Mas isto não aconteceu só em Portugal, a Noruega passou de um market share de 14 % em 2014 (o ponto de massificação) para 90% em 2024.
Nem queiras saber o que fez a Noruega para chegar aos 90% de elétricos. Basicamente, qualquer um que queira comprar um ICE – é melhor dar um tiro na cabeça, tal é o assalto do estado em impostos e em desigualdade de outras condições face ao elétricos.
A questão é que parece que foram os noruegueses que “viram a luz, que o elétrico é que é”, quando foi o estado que lhes apontou uma arma à cabeça: “ou um elétrico ou a bolsa”.
A Noruega já vinha a penalizar os condutores de carros a combustão desde os anos 90 por causa do impacto ambiental negativo dos combustíveis e discriminaram positivamente os veículos elétricos, isto é, já vinham desde essa data a incentivar a compra onde por exemplo isentaram impostos de circulação em 1991.
Em 1996 isentaram portagens para veículos elétricos, em 1999 colocaram estacionamento gratuito, em 2001 eliminaram o IVA… mas até 2012 os veículos elétricos eram praticamente inexistentes.
Tudo mudou com a tecnologia.
Tal e qual… o preço do carro a combustão VS o preço do carro elétrico está cada vez mais a ser atenuado, não é que o elétrico esteja mais barato, mas sim o preço do carro a combustão é que cada vez está mais alto! Depois temos os preços cada vez mais altos do combustível… Se juntarmos tudo, rapidamente começamos a perceber que o carro a combustão tem os dias contados, não por proibição imposta pela desunião europeia, mas sim pelo custo. Na prática será para um nicho de mercado, um nicho com dinheiro, tal como acontece com os Ferrais…
Há um grande engano na propaganda dos elétricos. Já comparaste o preço do combustível com o preço do carregamento de um elétrico fora de casa?
A que valores chegaste por 100 km?
Sim.
Por exemplo na rede E.mobi o meu carro a carregar dos 0 a 70% gasta €9.06 (Posto MAI-00007/8/9/10). Tenho uma bateria de 22kW e tenho um consumo de 12kWh/100km o que significa que ao carregar a 70% carrego 15.4kW o que dá um custo por km de €0.07.
No entanto se for carregar ao continente 15.4kW pago €5.39 e o custo por km fica nos €0.04.
O mesmo carro a gasolina gasta 5L/100km, se abastecer no Jumbo da Maia pagaria €1.64/L ou seja, o km fica-me a €0.082 mas se for abastecer na BP da Via Norte pagaria €1.79/L, ou seja, o km ficaria-me €0.09
Assim saí-me mais barato a carregar um carro fora de casa do que a colocar combustível e tal como os carros a combustão, existem locais onde é mais barato abastecer que outros.
Na pior das hipoteses, 11€ para gasolina ver
Na pior das hipoteses, 12€ a gasolina versus 7,5€ no eléctrico. Não se esqueça das manutenções
Diz lá qual é o carro – porque nos elétricos o consumo de eletricidade LPW (o da homologação) anda todo aldrabado.
O que não falta é elétricos com 12 kWh/100km LPW que na realidade são 22 kWh/100.
Que um elétrico fica mais caro carregado fora de casa vê-se por este comentário (e pelo meu a seguir):
https://pplware.sapo.pt/motores/as-vendas-de-carros-eletricos-nao-abrandam-e-estao-a-aumentar/#comment-3833737
Sim de facto os consumos das versões a gasolina são mais próximos dos 7L/100km porque as marcas andaram a aldrabar.
Basta ir ao OLX e encontras veículos que deveriam ter um consumo de 3L/100km e os donos informam que o consumo é 3.8L a 4.5L…
https://www.olx.pt/d/anuncio/volkswagen-lupo-1-2-tdi-IDJa1ig.html
JL = Tanga.
A “tecnologia” continua a ser imposta.
Motivo: Dá-se apenas apoios e isenções para essa tal tecnologia.
Continua a ser imposta ? Como assim ?
Então mas também dão e davam apoios aos a combustão, portanto também foram impostos.
Este tema, nem sequer divia ser tema.
O unico tema, que deveria estar em discussão era, o da data em que a EU vai acabar, como entidade dictatorial, que é.
Esse era o tema que devia estar em cima da mesa.
É que estamos a porta de uma III guerra mundial por causa desses palhaços.
Já anda o outro do pó branco a dizer que a europa tem que se preparar para mandar os nossos filhos morrer numa guerra que apenas enriquece as elites.
Pendurado num poste da electricidade, e bem visivel, era o que esse palhaço precisava.
Deve ser por isso que cada vez mais imigrantes de outros continentes querem vir para cá, provavelmente no país deles estão fartos de tanta liberdade.
Parece que covardes há alguns neste país, nem respeitam os desgraçados dis Ucranianos que se batem pelo seu país e também por todos nós.
É o que acontece quando o povo é manso. Aqui em portugal é sempre o deixa andar ate ficarmos com a corda no pescoço.
ainda bem, porque o consumidor deve ter o direito de escolher o que de facto mais lhe convém …
O problema não é esse, muitos também gostavam de poder ter a liberdade de fumar e beber álcool no trabalho e não podem.
Por essa ordem de ideias não havia proibição de fumar em local público fechado, limite de álcool para conduzir, filtros e catalisadores ou limites de ruído….
O consumidor o que sabe é que quer muito e barato, o resto têm que ser mentes brilhantes a escolher por eles
Mal… Era acabar com esses cancros com rodas
– Antes, com 100% de redução nas emissões de CO2 em 2035 – está certo o que diz o post: “os fabricantes seriam obrigados a garantir que,100% dos automóveis e carrinhas novos vendidos tivessem emissões zero” – ou seja, elétricos a bateria (BEV) ou a hidrogénio FCEV, com a exceção dos ICE (motores a combustão) a e-fuel.
– Mas agora, a meta passa a ser 90% das emissões de CO2 do valor de referência de 2021. Já há quem tenha feito contas e diz que isto abre espaço para que 20% a 40%
“híbridos plug-in, híbridos ligeiros, modelos com extensor de autonomia e até motores ICE”. Ou seja, passa-se de 100% de elétricos para 60% a 80% de elétricos.
Olha, então afinal não estavam proibidos ? Curioso.
Não invente, os 90% é a quota global que cada fabricante pode vender.
Não é nada disso. Se foi o que leste no post enganaram-te.
As metas de redução das emissões de CO2 são fixadas em relação à emissão de CO2 em 2021.
– Se em 2035, a meta era de redução de 100%, necessariamente, só poderiam ser vendidos veículos elétricos (e mais a exceção dos e-fuel)
– Agora em 2025, passa a ser redução em 90% – isto não se traduz em 90% de elétricos e 10% de ICE, abre espaço para os vários híbridos conforme as respetivas emissões de CO2. Não são 10% de ICE – são, no total vendido, de 20% a 40% de PHEV, HEV, outros hibridos e a té ICE a gasolina e gasóleo (e acrescentando aos e-fuel também os biocombustíveis para misturar com gasolina e gasóleo).
Errado, o regulamento não diz em lado nenhum que só podiam ser vendidos eléctricos.
São 10% já que a redução de emissões tem de ser 90%, incluído todos, porque se trata de emissões e não de tecnologia.
Aves c*o eras um poeta…… fazer copy/paste de tudo o que se encontra na net é o que dá….
Finalmente abriram os olhos…
E vamos nós outra vez……..
Agora os 90% vão passar para 80, depois para 75, depois para 70…….
Crianças, a UE é gerida por crianças mimadas.
Ah agora já é por percentagens, antes iam tirar a proibição, que como já vimos nunca existiu.
Estás a chamr mentirosa á pplware?
“UE desiste de proibir venda de carros novos a gasóleo e gasolina a partir de 2035”
Essa frase diz tudo, porque antes os títulos era “motores a combustão” que como já vimos nunca tiveram proibidos.
Antes só se for na tua cabeça.
Mas na tua cabeça, diz-me lá um bom carro a combustão para eu comprar que não use gasolina ou diesel?
Não é na minha cabeça, é no regulamento.
Como pode comprar agora se as medidas são para 2035 ?
Quais medidas? Não sabes ler.
Em 2035 as pessias vão continuar a comprar carros a gasolina e diesel
Você é que não sabe ler, eu deixo aqui novamente a frase que indicou:
“UE desiste de proibir venda de carros novos a gasóleo e gasolina a partir de 2035”
Antes deste ultimo anúncio não estavam proibidos carros a combustão depois de 2035, tanto que o regulamento de Março de 2023 dizia quais.
Eu não disse o contrário, podem sim, desde que redução as emissões em 90%, ou seja, na prática podem vender 1 a cada 10.
É a confissão da impotência e da incompetência da indústria europeia, que cobra caríssimo E os motores de combustão europeus também não aprovam. Não são confiáveis. Tal qual os parasitas de Bruxelas.
Ou serão os poderosos lobbies a falar mais alto ?
Se os lobbies tivessem competências nos eléctricos avançavam para isso. É porque não têm.
É por não terem que “perderam” e as fábricas de carros a combustão ganharam, aliás, a notícias referem mesmo isso.
Nessa altura duvido que exista união europeia… Estamos em 2025… Vivem de previsões e esquecem o presente… ( Que é bem preocupante)
No presente já está tudo definido.
Na hora em que acabar a UE acaba o capitalismo neoliberal. A ideologia oficial daquilo. Duvido que os parasitas de Bruxelas o deixem acabar a bem.
Quem sonha com acabar com a UE tem microplasticos na cabeça, não viveu no tempo do “orgulhosamente sós” , que era o que nós eramos, não vai para o estrangeiro antes e após a revolução e integração na UE, antes fugíamos pelos montes para emigrar para a europa, pareciamos a europa de leste, e lá fora eramos desconsiderados, muitos até diziam que eram “brasileiros” para serem bem recebidos porque quando diziam que eram portugueses , eram logo olhados com desconfiança; agora, podes viajar pelo mundo todo, muitos ainda não conhecem Portugal (mas todos conhecem o Ronaldo, isso sim, o nosso melhor embaixador) mas és europeu e toda a gente te respeita e te quer ou como cliente ou como amigo. A união faz a força, quem quer acabar com a UE só quer dividir-nos para nos enfraquecer e quem se deixa levar nessa onda é trouxa, não consegue ver ao longe
No tempo entre o 25A e a adesão os portugueses ganhavam 1/3 do que ganhava um holandês ou dinamarquês, tal como agora, mas os carros não eram tão caros e as casas também não. Havia portugueses a comprar e alugar casas. Agora chegaram os gringos, despejaram os portugueses e ficaram-lhes com as casas, que estão fora do alcance dos portugueses . Além disso, nunca foi tão grande a diferença de rendimentos entre os 10% de cima, que à conta deles sugam 2/3 do rendimento e da riqueza nacional, e os 90% de baixo, que têm que viver com menos de 1/3. Tudo isso foi obra da UE e do capitalismo neoliberal. E vai acabar mal.
Pois sim, na casa dos meus pais a empregada de limpeza ia a pé e trazia prendas no Natal, a minha empregada vem de carro (que tem uns 4anos) e eu é que lhe dou prenda de Natal , eheh. Os tempos mudaram e muito
Uma decisão inteligente e necessária.
Hahahahahahahah
Ahahahah também para si.
Um retrocesso de todo o tamanho, realmente, onde já se viu a UE a ceder à choradeira de fabricantes de carros? Tinha era que ser bem firme: Ou os senhores fabricam carros com emissão 0 de carbono e têm até o ano de 2035 para concluir a adaptação e transição, ou então a marca deixa de existir. Ou seja, aplicar-se ia a Lei da Evolução escrita por Darwin. Esquecemo-nos que se não fosse a regulação, ainda teríamos carros com motores com carburador e com os níveis de eficiência e emissões dos anos 50 e 60 do século passado. Mas como diz o povo na sua sapiência: “Quem não chora, não mama”.
Quem carrega um carro elétrico fora de casa, além do tempo que perde à procura do carregador e a carregar a bateria, ainda lhe fica mais caro do que a gasóleo. O elétricos são só para quem pode carregar em casa/empresa. Os elétricos ficam mais baratos – só para esses (a menos que aumentem ainda mais os impostos sobre os combustíveis).
Nesta situação. como é que se podia obrigar a que todos os carros novos fossem elétricos, a partir de 2035?
Evolução, não é proibição. Quantas pessoas trabalham na industria automovel, que é a mais forte da europa? Dezenas de milhoes de pessoas directa e indirectamente, sem essa industria a já pobre Europa colapsa, os alienados que não pensam, é que acham que se resolve dessa forma.
Anda tudo com as ideologias muito extremadas, tenham calma, que as coisas não se fazem do dia para a noite.
Que mania de querer proibir tudo e mais alguma coisa, já ha estudos que dizem que a construção contribui com uma grande percentagem de produção de gases de estufa….moramos em tendas ?
Já repararam que as pessoas hoje moram melhor do que há umas décadas atrás?
Problemas, sim, temos que os tratar de forma racional, sem perdermos qualidade de vida.
Pelas vossas ideias os desgraçados que moram em africa nem direito tÊ a ter frigorifico
Então quer dizer que os eléctricos e outros são produzidos em árvores ?
Esta perdi-me, mesmo
Leia o seu comentário e depois o meu, fica logo a perceber.
Já agora, não proibiram nada, onde ouviu esse disparate ?
Caro JL, anda muito nervoso, estava a responder ao ponto de vista do Alejandro, para ele, proibia tudo : “Ou os senhores fabricam carros com emissão 0 de carbono e têm até o ano de 2035 para concluir a adaptação e transição, ou então a marca deixa de existir”
Eu nervoso ? nem por isso.
Nem por isso, não precisam de adaptação nenhuma, só depois desse ano precisam de os deixar de produzir, neste momento com o regulamento que querem aprovar, deixam produzir uma pequena parte.
Também posso comprar um a gasolina sem catalizador e com carburador ? eu gostava mais, ou então um diesel sem fap, é que muitos mecanicos perderam trabalho porque só trabalhavam com carburadores, e outros acabam por perder clientes porque não sabem mexer em fap’s e novos equipamentos.
A EU está falida, agora tem MEDO de revolta do povo.
As pessoas é que elegem governos.
O fundador da Greenpeace disse que é uma organização criminosa.
O tempo será o melhor juíz.
Tem que se ver que quem elege o congresso Europeu, não são as pessoas… essas elegem o parlamento, que na pratica vê-se bem quem põe e dispõe.. com os resultado que temos agora.
O problema é quando se estraga a um ponto de não ter volta a dar…
@Vagueante
Tem razão: Lisboa e Leiria não se fizeram num dia.
Esta UE não serve Portugal.
Se em Bruxelas não mudarem de atitude, a UE morre.
Eles já estão em pânico.
Li artigos sobre o clima desde 1972. Muitos fanáticos igorantes com poder já deveriam estar na prisão
São as pessoas sim, em 2024 houve eleições para isso.
Cá também não elege o Primeiro Ministro, entre outros como os ministros e tantos outros.
Elege quem decide isso, era só o que faltava haver eleições para tudo e mais alguma coisa.
A eURSS é a nova União Sóviética.
Um sistema ditatorial, que na altura era o que haviua , mas que nos dias de hoje não faz sentido nenhum.
A Comunidade Europeia, era democrática, mas havia muita ingerência externa, da Alemanhae outros.
No entanto os Países votavam, e o voto de cada País era tido por igual, ou seja havia igualdade no direito de voto,
Hoje com a nova eURSS não há, é ditadura pura.
Enviam-nos leis que não servem os nossos interesses e são nefastas para nós implementarmos, incluindo muitas que violam a nossa contituição.
E é isto.
É uma organização criminosa?
Claro que é.
Como é que fulanos extrangeiros decidem como as coisas vão ser aqui no nosso canteiro??
Por amor de Deus, só não vê quem não quer.
Há muitos até que lhe chamam o 4º Reich
Má notícia para o JL. Tanta comentou para tentar vender a fantasia dos elétricos mas não convenceu ninguém. XD
Má ? deve ser má á para si, eu nunca concordei com o fim dos motores a combustão, e esta medida só vem meter um ponto final na situação, a eletrificação é mesmo para avançar, mas já vi que nem soube ler e continua ainda mais preocupado, senão estava a mandar bocas para os outros.