Cheque-livro: valor sobe para 60 euros e passa a ser válido para e-books
Conforme aprovado esta semana, os jovens que completem 18 anos, em 2026, poderão beneficiar do cheque-livro com o valor de 60 euros, para a compra de livros físicos e e-books.
Na quarta-feira, o Parlamento português aprovou uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2026, no sentido de alargar aos e-books o cheque-livro atribuído aos jovens que façam 18 anos no próximo ano.
Uma vez alterada, a legislação passa a prever que, em 2026, é criado um "cheque e-book", nos mesmos termos da medida original destinada à compra de livros físicos, no valor de 60 euros, beneficiando desse apoio "as pessoas singulares, residentes em território nacional, detentoras de cartão de cidadão e que perfaçam 18 anos nesse ano civil".
Cheque-livro oferece 60 euros para livros físicos ou digitais
Assim, no próximo ano, todos os jovens residentes em Portugal que completem 18 anos têm direito a receber um cheque-livro no valor de 60 euros, que pode ser utilizado para comprar livros físicos, mas também e-books.
No início do mês, aliás, a ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes, já tinha anunciado no Parlamento um aumento, para 30 euros, em 2026, do valor do cheque-livro.
Agora, além de duplicar o valor, o Governo português acrescentou a possibilidade de aproveitar o cheque-livro para aquisição de livros digitais.





















Depois, da medida, falhar, espectacularmente, com 18% de utilização e 95% dessas, são suspeitas de terem sido operações, para financiar grandes lojas, com funcionários a receber 20 euros, em troca de enviarem o vale, para ser descontado, como sendo, um compra efectiva e a loja, receber 26 euros.
Agora, sobem 3 vezes e vá de permitir vendas de ebooks, onde 100% podem sacar 120 milhões de euros, sem vender 1 única unidade. Basta fazer facturas, debitar o cheque, emitem nota de crédito, no mesmo valor e lá ficam 60 euros, de lucro.
Tu deves julgar que as finanças andam a dormir.
«beneficiando desse apoio “as pessoas singulares, residentes em território nacional, detentoras de cartão de cidadão e que perfaçam 18 anos nesse ano civil”»
E eu que julgava que os beneficiados desta medida eram os escritores, editores e lojistas…
É bom haver livros e que sejam lidos mas isto é claramente beneficiar um sector. Quando sectores são assim beneficiados é porque algo de errado já se passa com esse sector.
Já com o apoio à subscrição de jornais foi a mesma coisa… a imprensa está mal, então subsidia-se com a desculpa de pôr os jovens a ler. Com os livros a receita é igual… não julguem é que por estas medidas os jovens vão agora deixar os telemóveis ou as redes sociais de lado!
Basta uma minoria ler para terem o poder de se atirar ás engrenagens do sistema e faze-lo parar ou reformar e mudar as coisas, é dinheiro bem investido, não tenhas medo da inteligencia!
Só discuto estas 4 palavras: “é dinheiro bem investido”.
Quanto ao resto estou 100% e completamente e absolutamente de acordo.
Se as pessoas ou, neste caso os jovens, se preocupassem mais em cultivar-se, em saber escolher com fundamento, com conhecimento do que as suas escolhas significam e implicam… as engrenagens do sistema funcionariam muito melhor e o próprio sistema há muito que estaria reformado. Inteligência nas escolhas é muito necessária. Basta de retrocessos. Basta de cair sempre nos mesmos erros.
Ah, caraças! Agora dá-se dinheiro para tudo. Mas a verdade é que vindo de um governo que definiu que marmanjos de 35 anos são jovens e que uma renda de 2.300€ é uma renda acessível, tudo se pode esperar
No meu tempo se eu queria um livro juntava para o comprar, agora os coitadinhos dos jovens precisam de subsídios do estado para tudo, até para comprar livros para as férias. Estes jovens de agora são muito subsídio-dependentes. E depois muitos deles votam no Chega. Oh, a ironia.
E tirou da cartola essa de que jovens subsidiodependentes votam no Chega. Como se os que têm todo o interesse em votar na esquerda (os subsidiodependentes) fossem agora votar no Chega…
Querem é fazer deles subsidiodependentes mas os jovens, em vez de ficarem à espera da subsidiodependência, vemo-los é a emigrar.
Sempre se deu dinheiro para tudo, sempre se distribuiu dinheiro (geralmente umas migalhas) em troca de votos. Esta fórmula sempre resultou e foi sendo cada vez mais reforçada ao longo dos anos… cada vez mais incentivando a subsidiodependência, esta é apenas mais uma medida nesse sentido. Mas quanto aos jovens, já nem todos, felizmente, vão nessa cantiga… infelizmente muitos têm é de emigrar para terem a certeza de, no futuro, não tropeçarem e de não caírem involuntariamente nessa cantiga!
Podem gastar em fotocopias na universidade.
Nenhum dos meus filhos utilizou a assinatura de jornais nem este cheque da treta.
Se quiserem lhes dar alguma coisa deem-lhes 20 euros pagar gastar como quiserem em vez destes subsídios encapotados à imprensa e editores.