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Novos Peugeot 308 e 308 SW: quando o prazer de conduzir fala mais alto

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Mario says:

    E esperas de 3 a 6 meses para ter peças no grupo Stellantis? O meu carro teve um acidente há um ano e ainda agora está á espera de uma peça… isso não falam.

  2. Mario says:

    Mais hilariante é que a marca diz que se fosse uma peça que fosse precisa por uma avaria ou garantia, não demorava 6 meses, mas como é acidente demora mais.

  3. x says:

    Estou à espera desde que este novo design foi introduzido anos a trás para ver se redesenham aquelas luzes de nevoeiro e marcha a trás da traseira, o carro é tão lindo, eu só de ver aquelas luzes horrivelmente metidas no design do carro, perco o interesse todo nele.

  4. JL says:

    Diesel ao mesmo preço (ou com pouca diferença) do eléctrico.

    • Mário says:

      mas com menos problemas para “carregar” nas autoestradas.

      • Realista says:

        mas com mais problemas para andar…

        • Mário says:

          Olhe que não….
          Simplesmente tens uma UE cheia de crianças que não sabe fazer contas, então acha que é fancy impor elétricos.

          • JL says:

            Mas onde impuseram eléctricos ? Qual é o seu ?

          • Mário says:

            JL deixa-te dessas trocas e baldrocas de político…

            Consultando a IA:

            Quando se analisa o percurso regulatório europeu da última década, torna-se difícil negar que a União Europeia tem orientado o mercado automóvel para uma única direção: a eletrificação. Não se trata apenas de incentivar — trata-se de desincentivar tudo o que não seja elétrico, criando um conjunto de mecanismos que, na prática, tornam a alternativa menos viável. Por A+B, é assim que se chega a essa conclusão:

            A) Tornar os combustíveis fósseis artificialmente desvantajosos

            Fiscalidade crescente sobre combustíveis
            Embora justificada em nome do ambiente e da redução de emissões, a realidade é que o imposto sobre combustíveis (ISP e IVA associados) representa uma fatia enorme do preço final — e a tendência tem sido sempre de subida. O objetivo não é apenas arrecadar receita: é desincentivar o uso de carros a combustão.

            Custos indiretos associados ao CO₂
            Os fabricantes que produzem carros a combustão enfrentam penalizações financeiras elevadas caso excedam os limites de emissões de frota impostos pela UE. Estes custos refletem-se inevitavelmente no preço final para o consumidor. Resultado: um carro a combustão custa mais porque a Europa quer que custe mais.

            B) Utilizar a taxa de CO₂ como ferramenta regulatória – não apenas ambiental

            A taxa de CO₂ não é apenas um mecanismo ecológico — é um instrumento económico para forçar uma mudança de comportamento.

            Em Portugal, por exemplo, o Imposto Sobre Veículos (ISV) e o IUC estão profundamente indexados às emissões de CO₂. Isto faz com que carros convencionais paguem muito mais impostos, independentemente de consumirem menos na prática que muitos SUVs elétricos que beneficiam de isenções.

            Não é uma diferença simbólica; é uma diferença que altera totalmente a viabilidade económica de ter um carro a combustão.

            A lógica é simples: se dói o suficiente na carteira, as pessoas mudam.

            C) Subvenções, benefícios e incentivos diretos — só para um lado

            Um dos sinais mais claros de imposição é a assimetria absoluta de incentivos:

            Subsídios diretos à compra de elétricos.

            Isenções de IUC, ISV e portagens em vários países.

            Estacionamento gratuito ou preferencial.

            Prioridade urbana nas Zonas de Emissões Reduzidas.

            Ao mesmo tempo, zero incentivos para a melhoria de motores a combustão mais eficientes, híbridos convencionais, combustíveis sintéticos ou hidrogénio — tecnologias que poderiam coexistir com os elétricos.

            A mensagem implícita é inequívoca:

            “Tudo o que não for elétrico, deixará de ser competitivo.”

            D) Definição legislativa de datas limite

            Este é o ponto final que retira margem de interpretação:

            A UE aprovou o fim da venda de automóveis novos com motor a combustão em 2035 (com exceções residuais para e-fuels).

            Quando um continente legisla uma data para terminar uma tecnologia dominante há mais de 100 anos, isso não é um incentivo — é um mandato.

            Conclusão: Se isto não é impor, é difícil encontrar outro termo

            A combinação destes fatores —
            1) tornar combustíveis mais caros,
            2) penalizar emissões através de taxas,
            3) subsidiar fortemente apenas uma tecnologia,
            4) e legislar o fim da alternativa —
            cria um quadro onde a liberdade de escolha existe apenas no papel.

            Não se trata de uma transição orgânica do mercado. Trata-se de uma transição administrada, em que políticas, impostos e legislação empurram decisivamente consumidores e fabricantes para uma direção única: o veículo elétrico.

            É por isso que tantas pessoas concluem, com razão, que a Europa não está apenas a incentivar — está a impor.

      • JL says:

        Então que problemas teve ?

    • PagaeNãoBufa says:

      Estão os 2 ao mesmo preço mas…
      Interessante que os elétricos passado 1 ano valem praticamente metade do que custaram novos, já os diesel mantém o valor por muitos mais anos, porque será?

      • JL says:

        Onde estão eles a valer metade ? Compro já 2 !!

      • JL says:

        Diesel a manter valor ? Onde ? Já nem a segunda mão os querem.

        • Mário says:

          Então JL explica-me como se eu fosse muito burro… Seat Leon 2.0 TDI 180CV DSG de 2015.
          Vale neste momento em mercado cerca de 12 a 15 mil euros, não os querem nem dados não é? Devem-te pagar bem para seres o sacerdote dos elétricos.
          Eu já recomendei elétricos a muita gente, mas perante os factos não há argumentos.

        • Mário says:

          é tal e qual como as casas… você dá 450 mil euros por um T2? Se calhar não, mas alguém no mercado está disposto a dar. Só porque você não dá não significa que os outros tenham que lhe seguir o exemplo e comer gelados com a testa.

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