Novos Peugeot 308 e 308 SW: quando o prazer de conduzir fala mais alto
A Peugeot decidiu puxar pelos galões e renovar dois dos seus maiores sucessos em Portugal. Os novos 308 e 308 SW chegam com mais estilo, mais tecnologia e uma condução ainda mais divertida.
Os novos Peugeot 308 e 308 SW trazem atitude, eficiência e um toque de futurismo. Se o objetivo era elevar o "prazer de condução", a marca parece ter levado a tarefa bem a sério.
Design que não passa despercebido
A Peugeot tem dominado o segmento C em Portugal - e não é por acaso. A gama 308 lidera o segmento há dois anos seguidos, enquanto a 308 SW é, curiosamente, a carrinha mais vendida em Portugal há quatro anos consecutivos. Agora, com a nova geração, a marca francesa reforça a receita: bom design, motores eficientes e uma condução que continua a ser um dos principais trunfos.
Os novos 308 e 308 SW chegam com uma frente completamente renovada e… iluminada. Pela primeira vez num Peugeot, o emblema dianteiro passa a ter iluminação própria, tornando-se a estrela da nova grelha, agora mais elegante e integrada na carroçaria.
A assinatura luminosa também evoluiu: três garras LED nas óticas dianteiras e traseiras, reforçando aquela identidade felina que a marca tanto gosta de destacar. Dependendo da versão, os faróis usam tecnologia Full LED ou Matrix LED.
Nas versões Allure e GT há novas jantes diamantadas de 17" e 18", respetivamente, enquanto as variantes elétricas vêm todas com jantes de 18" de série. No capítulo das cores, o 308 estreia o Azul Lagoa e o 308 SW junta o Azul Ingaro à paleta.
Interior simples e focado no condutor, típico da Peugeot
Entrar no novo 308 continua a ser aquela experiência muito "Peugeot": painel minimalista, i-Cockpit com volante compacto e um ambiente cheio de detalhes premium. O painel de instrumentos digital é de série e pode até ter grafismos 3D na versão GT.
A marca apostou também nos i-Toggles - cinco botões táteis personalizáveis que permitem definir atalhos úteis, como estações de rádio, contactos ou comandos do ar condicionado. Há ainda iluminação ambiente em oito cores, e no caso da SW, bancos traseiros rebatíveis em 40/20/40 e bagageira entre 598 e 1487 litros, dependendo da versão híbrida e das posições do piso.
Motorizações para todos
Se havia dúvidas de que a Peugeot queria agradar a todos, a gama de motores dissipa-as rapidamente. Há quatro opções disponíveis:
100% elétrico: E-308
O novo E-308 vem com um motor de 115 kW (156 cv), 270 Nm e uma autonomia que sobe para os 450 km WLTP - um salto de 34 km face ao anterior. A bateria é de 58,3 kWh e o carregamento rápido permite ir dos 20 aos 80% em apenas 32 minutos, num posto de 100 kW.
O condutor pode controlar três níveis de regeneração usando patilhas no volante, o que torna a experiência ainda mais intuitiva.
Plug-in Hybrid: 195 cv
Para quem quer poupança elétrica mas não abdica de potência, o híbrido plug-in junta um motor turbo de 150 cv com um motor elétrico de 125 cv, oferecendo 195 cv combinados. A autonomia elétrica chega aos 85 km WLTP, mais 20 km que antes, e o carregamento pode demorar apenas 2h05 com carregador de 7,4 kW.
Híbrido 145 cv
Uma solução mais simples e económica para entrar no mundo da eletrificação. O sistema híbrido autorregenera a bateria durante a condução e permite que até 50% do tempo urbano seja feito em modo elétrico. Consumos: entre 4,8 e 5 l/100 km.
Diesel 1.5 de 130 cv
Sim, ainda há Diesel - para os que passam a vida na estrada. O conhecido 1.5 de 130 cv vem com caixa automática EAT8, pensado especialmente para longas distâncias.
Peugeot traz tecnologia que facilita a vida
Aqui a Peugeot não economizou.
- Atualizações remotas (over-the-air).
- PEUGEOT i-Connect ou i-Connect Advanced (com navegação TomTom e integração com ChatGPT).
- App MyPeugeot que permite verificar manutenção, localizar o carro, controlar portas, luzes, buzina e até programar carregamentos ou climatização.
- Trip Planner que ajuda a planear viagens elétricas, tendo em conta autonomia, topografia e postos de carregamento.
- Funcionalidade Plug & Charge já disponível em mais de 10.000 postos europeus.
- Preparação para V2L, podendo alimentar equipamentos externos até 3,5 kW - ideal para bikes elétricas ou iluminação de campismo.
Conforto e sustentabilidade
Bancos dianteiros com certificação AGR, opção de massagem e aquecimento, ar condicionado inteligente com filtros de ar avançados, sistema de som Focal - está tudo lá. E a marca reforça o compromisso ambiental: mais de 30% de materiais reciclados ou renováveis em cada veículo, incluindo fibra de cânhamo no tablier e plásticos reciclados no exterior e interior.
Como todos os elétricos da Peugeot, os novos 308 têm cobertura PEUGEOT CARE: 8 anos ou 160.000 km de garantia para o veículo e a bateria, oferta de easyWallbox e cartão de carregamento que dá acesso a quase um milhão de carregadores na Europa.
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E esperas de 3 a 6 meses para ter peças no grupo Stellantis? O meu carro teve um acidente há um ano e ainda agora está á espera de uma peça… isso não falam.
Qual é o carro?
Mais hilariante é que a marca diz que se fosse uma peça que fosse precisa por uma avaria ou garantia, não demorava 6 meses, mas como é acidente demora mais.
E a peça tem que ser na marca? Noutras oficinas não arranjam essa peça???? Estranho…
Se o carro tem contrato de manutenção e garantia, seria só parvo ir a outra oficina.
Que raio de mania agora de falarem esse português: é só parvos, é.
Esse contrato de manutenção e garantia também cobre acidentes?
Se eu for ao Zé chapa ele garante me a garantia da marca?
A garantia não cobre peças danificadas por acidente, se for ao Zé, ele é que tem de dar garantia das peças que colocar no veículo.
Como por exemplos as fomasas correias de distribuição? Dessas a Stellantis deve ter milhares sempre em Stock… isso e oleo, para se ir adicionando de X em X km’s. Também deve ter ter umas quantas correntes da árvore de cames para os Hdi…
Estou à espera desde que este novo design foi introduzido anos a trás para ver se redesenham aquelas luzes de nevoeiro e marcha a trás da traseira, o carro é tão lindo, eu só de ver aquelas luzes horrivelmente metidas no design do carro, perco o interesse todo nele.
Diesel ao mesmo preço (ou com pouca diferença) do eléctrico.
mas com menos problemas para “carregar” nas autoestradas.
mas com mais problemas para andar…
Olhe que não….
Simplesmente tens uma UE cheia de crianças que não sabe fazer contas, então acha que é fancy impor elétricos.
Mas onde impuseram eléctricos ? Qual é o seu ?
JL deixa-te dessas trocas e baldrocas de político…
Consultando a IA:
Quando se analisa o percurso regulatório europeu da última década, torna-se difícil negar que a União Europeia tem orientado o mercado automóvel para uma única direção: a eletrificação. Não se trata apenas de incentivar — trata-se de desincentivar tudo o que não seja elétrico, criando um conjunto de mecanismos que, na prática, tornam a alternativa menos viável. Por A+B, é assim que se chega a essa conclusão:
A) Tornar os combustíveis fósseis artificialmente desvantajosos
Fiscalidade crescente sobre combustíveis
Embora justificada em nome do ambiente e da redução de emissões, a realidade é que o imposto sobre combustíveis (ISP e IVA associados) representa uma fatia enorme do preço final — e a tendência tem sido sempre de subida. O objetivo não é apenas arrecadar receita: é desincentivar o uso de carros a combustão.
Custos indiretos associados ao CO₂
Os fabricantes que produzem carros a combustão enfrentam penalizações financeiras elevadas caso excedam os limites de emissões de frota impostos pela UE. Estes custos refletem-se inevitavelmente no preço final para o consumidor. Resultado: um carro a combustão custa mais porque a Europa quer que custe mais.
B) Utilizar a taxa de CO₂ como ferramenta regulatória – não apenas ambiental
A taxa de CO₂ não é apenas um mecanismo ecológico — é um instrumento económico para forçar uma mudança de comportamento.
Em Portugal, por exemplo, o Imposto Sobre Veículos (ISV) e o IUC estão profundamente indexados às emissões de CO₂. Isto faz com que carros convencionais paguem muito mais impostos, independentemente de consumirem menos na prática que muitos SUVs elétricos que beneficiam de isenções.
Não é uma diferença simbólica; é uma diferença que altera totalmente a viabilidade económica de ter um carro a combustão.
A lógica é simples: se dói o suficiente na carteira, as pessoas mudam.
C) Subvenções, benefícios e incentivos diretos — só para um lado
Um dos sinais mais claros de imposição é a assimetria absoluta de incentivos:
Subsídios diretos à compra de elétricos.
Isenções de IUC, ISV e portagens em vários países.
Estacionamento gratuito ou preferencial.
Prioridade urbana nas Zonas de Emissões Reduzidas.
Ao mesmo tempo, zero incentivos para a melhoria de motores a combustão mais eficientes, híbridos convencionais, combustíveis sintéticos ou hidrogénio — tecnologias que poderiam coexistir com os elétricos.
A mensagem implícita é inequívoca:
“Tudo o que não for elétrico, deixará de ser competitivo.”
D) Definição legislativa de datas limite
Este é o ponto final que retira margem de interpretação:
A UE aprovou o fim da venda de automóveis novos com motor a combustão em 2035 (com exceções residuais para e-fuels).
Quando um continente legisla uma data para terminar uma tecnologia dominante há mais de 100 anos, isso não é um incentivo — é um mandato.
Conclusão: Se isto não é impor, é difícil encontrar outro termo
A combinação destes fatores —
1) tornar combustíveis mais caros,
2) penalizar emissões através de taxas,
3) subsidiar fortemente apenas uma tecnologia,
4) e legislar o fim da alternativa —
cria um quadro onde a liberdade de escolha existe apenas no papel.
Não se trata de uma transição orgânica do mercado. Trata-se de uma transição administrada, em que políticas, impostos e legislação empurram decisivamente consumidores e fabricantes para uma direção única: o veículo elétrico.
É por isso que tantas pessoas concluem, com razão, que a Europa não está apenas a incentivar — está a impor.
Então que problemas teve ?
Estão os 2 ao mesmo preço mas…
Interessante que os elétricos passado 1 ano valem praticamente metade do que custaram novos, já os diesel mantém o valor por muitos mais anos, porque será?
Onde estão eles a valer metade ? Compro já 2 !!
Diesel a manter valor ? Onde ? Já nem a segunda mão os querem.
Então JL explica-me como se eu fosse muito burro… Seat Leon 2.0 TDI 180CV DSG de 2015.
Vale neste momento em mercado cerca de 12 a 15 mil euros, não os querem nem dados não é? Devem-te pagar bem para seres o sacerdote dos elétricos.
Eu já recomendei elétricos a muita gente, mas perante os factos não há argumentos.
é tal e qual como as casas… você dá 450 mil euros por um T2? Se calhar não, mas alguém no mercado está disposto a dar. Só porque você não dá não significa que os outros tenham que lhe seguir o exemplo e comer gelados com a testa.