PplWare Mobile

Será mesmo? Autonomia do Xiaomi YU7 é menor que a anunciada

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Realista says:

    Bla bla bla: “Os carros precisam de autonomia.”
    Bla Bla Bla: “Não existe forma de carregar.”
    Bla bla bla: “Preciso de 1000km para ir almoçar a casa”

    Entretanto a ID.BUZZ já vai na Turquia:

    https://idbuzz-worldtour.com/map/

    • MLopes says:

      o impossível é apenas algo que nunca ninguém fez antes mas há uma diferença, por vezes muito substancial, entre o que é possível e o que é prático e razoável.
      não viajo muitas vezes de carro mas faço-o alguma vezes. para que raio é que eu quero um carro que não tenha uma autonomia que me permita sequer andar num país minúsculo como portugal sem passar horas parado a carregar a à espera em filas para fazer?
      o exemplo que colocas no link não é exemplo para nada. um utilizador faz da sua vida diária um projeto patrocinado e altamente bem planeado com objetivos promocionais.
      não tenho dúvidas que os elétricos poderão ser o futuro e acho que são já uma boa solução (embora cara) para carros destinados a percursos urbanos e semi-urbanos do dia-a-dia.
      mas mais, se este tipo de percursos fossem apenas realizados por veículos elétricos (privados e de transportes públicos) assistiríamos a uma melhoria muito significativa ao nível da saúde pública.
      contudo como carro principal de uma família que se movimente para além dos percursos urbanos e semi-urbanos os elétricos, hoje, ainda não são uma boa solução e insistir em afirmar que sim a todo o custo e mesmo recorrendo a insultos, óbvios ou subentendidos, não ajuda em nada a causa dos elétricos muito pelo contrário ajuda a aumentar a resistências

    • Rui says:

      Se me derem um carro de borla eu também vou passear pelo mundo a fazer promoção dos patrocinadores!

      Na viagem que fez, quantas vezes já carregou o carro? Quantos kwh?
      Já não seria o primeiro condutor a ficar apeado na estrada porque nenhum dos cartões consegue activar o carregamento!

  2. Rui says:

    É a dura realidade para quem compra um eléctrico!!!!!

    O ID Buzz anuncia uma autonomia de 700km e na realidade faz 350 a 400km com uma carga e também não consigo baixar o consumo para menos de 20Kwh!

    E também quero ver a potência permanente que é perdida e que alguém vai ter de pagar a factura!!!!!
    Queremos muitos carregadores eléctricos rápidos! Muito bem, imaginemos só 1 de 400kw, sabem o que representa estar 24 horas por dia disponível 400kw de energia? Só essa energia é equivalente ao consumo de 38 casas com 10,35kva ou 58 casas com 6,9kva!

    E quando quiserem fazer uma concentração de carros eléctricos, é melhor fazer à volta da Central da Tapada do Outeiro! 🙂

  3. Anung says:

    LOL, mas há algum VE cuja bateria não seja menor, por vezes muito menor, que a anunciada?

  4. Anung says:

    Olhem bem para esta tristeza, numa maratona continua de fazer quilomentros nem conseguem fazer 1000 quilometros por dia!
    Se fosse a gasoleo no minimo era 2500 quilometros por dia.

    https://idbuzz-worldtour.com/map/

    • Não me parece que seja uma comparação justa.
      É andar, carregar, andar, carregar… Isto como qualquer carro a gasolina ou gasóleo: andar, carregar, andar, carregar…

    • JL says:

      Então e esta que fez mais de 2700 KMS em 24 horas ?

      https://youtu.be/R-2Yj-uVeB0

      • Anung says:

        Lol, qualquer charutão a diesel faz mais de 3500km em 24h com facilidade.

        • JL says:

          E depois ? Não disse que não conseguiam fazer 1000 KMS ? Agora já conseguem mas tem de vir com outros que fazem mais ?

          Então mostre lá um que tenha feito isso, sem ser em pista.

          • Mr. Y says:

            Esqueceu-se que há uns 6-7 anos a automonia normal rondava os 150-200km e daqui 6 ou 7 talvez ande perto dos 1000km e então tem de começar a arranjar pretextos absurdos como se 3500km em 24 horas (depois dos 1000km para ir almoçar) fosse o comum

        • Antonio Vasco says:

          145km/h de media em 24h seguidas? De certeza que não é charutao, nem são estradas nacionais, menos ainda europeias . Você não sabe o que diz .

    • Realista says:

      Se reparares possuem passagens repetidas e a viagem demonstra mais que é possível viajar do que fazer tempos. Começaram na Alemanha foram à Suécia e passaram novamente pela Alemanha.

      Percorreram França e Espanha em direção a Portugal e voltaram novamente a percorrer Espanha e França para voltar.

      Percorreram o Inglaterra duas vezes e fizeram o mesmo na Bulgária.

      Foram a Roma e voltaram ao Norte de Itália.

      E depois temos o tipo do Pplware que diz:

      “É impossível viajar, estas autonomias não chegam para nada”.

  5. Yamahia says:

    “…Os testes realizados revelam que atingiu apenas 65% do alcance anunciado de 760 quilómetros. …”
    LOL, olha que novidade ahahah

    • Blackbit says:

      Idem para os ICE.
      Eu também gostaria muito que o meu carro cumprisse a estimativa de autonomia que me anuncia quando acabo de encher o depósito.
      Os consumos vão sempre depender do tipo de condução, pressao dos pneus, vento, urbano ou autoestrada, etc. tens é que conhecer o teu carro é jogar com isso.

  6. B@rão Vermelho says:

    Também ninguém consegue fazer os consumos anunciados nos nossos carros a combustão, acho que ninguém duvida disso, certo?
    Eu este fim de semana andei num ID3 emprestado por um dos meus familiares, já tinha experimentado vários VE mas sempre acompanhado do vendedor, e neste caso foi só com a minha esposa, fizemos quase 100km e perdeu 35% da autonomia disponível, não faço todos os dias 100km, mas estava a falar com o meu familiar que além do ID3 têm um BMW X4, e ele diz que não se vê sem um segundo carro a combustão, segundo ele pode fazer Lisboa Porto no ID3, mas têm de pelo menos fazer duas paragens, se há alturas que não é problemático há muito outras que é, mas para andar em cidade é fantástico.
    Em resumo, ele carrega sempre em casa, apenas fez dois carregamentos fora para saber como se fazia e que achou caro fazer fora de casa e que utiliza o carro sempre em deslocações mais “pequenas” do dia a dia.
    Deixei-lhe a sugestão de comprar um com mais autonomia e vender-me aquele 🙂 🙂

    • MLopes says:

      lá está, os elétricos, no estado atual do seu desenvolvimento, funcionam muito bem e deviam ser muito mais adotados (se não fosse o preço seriam) para percursos urbanos e semi-urbanos

      • Grunho says:

        Para percursos urbanos há bicicletas e trotinetes elétricas, com autonomia menor mas suficiente, 100X mais baratas e a gastar 100X menos. Não é preciso torrar guita a encher bolsos de capitalistas.

        • Anung says:

          O teu sonho é que todos sejam miseráveis.
          O que vale é que o teu sonho nunca se vai concretizar, porque para concretizar sonhos é preciso trabalhar para isso e investir. Coisas que não te assitem a ti e aos ideologicamente semelhantes.

          • Grunho says:

            Estás redondamente enganado. Não sou eu que sonho, os portugueses já são mesmo miseráveis. Miseravelmente pagos. Em igualdade de trabalho e horas levam para casa menos de 1/3 do que leva um holandês ou dinamarquês. E querias tu que se endividassem ainda mais para comprar latas inúteis aos capitalistas. Deves viver à pala disso.

          • Anung says:

            Mas esses que recebem 1/3 é dos que tu gostas. Já os que recebem igual ou parecido a um dinamarquês são capitalistas a abater.

          • Grunho says:

            Deixa-me rir. Nenhum português a trabalhar para um patrão recebe o mesmo que um dinamarquês. O salário que interessa ao capitalista é sempre o mais baixo de todos os salários possíveis e é sempre esse o que ele paga até que o forcem a mudar de ideias.

        • MLopes says:

          cada um transporta-se e aos seus familiares como entende e acha mais seguro. eu não me transportaria nunca numa trotinete elétrica num percurso urbano movimentado nem numa bicicleta elétrica, ou não, por questões de segurança. muito menos colocaria a minha filha numa delas.
          por outro lado tudo tem a ver com o tempo disponível de cada um e como prefere gastá-lo. eu prefiro brincar com a minha filha do que gastar esse tempo em deslocações já que o percurso não tem filas mas apresenta muitas áreas de perigos vários a quem circula de bicicleta (cruzamentos e rotundas complicadas dentro e fora da cidade)

          • Grunho says:

            É uma opção que sai à volta de 20 euros -mínimo – por 100 kms, em vez de 20 cêntimos de bicicleta elétrica. Além disso, dentro de Lisboa e Porto ou nos acessos – VCI, IC 19-, onde os caracóis ultrapassam os automóveis, o retorno desse gasto é menos que zero.

          • MLopes says:

            não fica a €20/100km mas mesmo que ficasse prefiro gastar os €19,80/100km a mais do que expor a minha filha a determinados riscos na estrada e vê-la morta, uma alface ou gravemente mutilada para sempre porque todos sabemos os problemas que existem em portugal entre os automobilistas e os utilizadores de outros veículos mais pequenos (bicicletas, motas, trotinetes, etc)
            são opções…a minha vai neste sentido

          • Grunho says:

            É nisso que jogam os crápulas do lobby automóvel- “ai, é muito perigoso, está cheio de carros que matam ou mutilam as pessoas “. E semeiam avençados em tudo o que é rede social a repetir a cassete para obrigar as pessoas a comprar carro e a fazer despesa. Que por coincidência é receita para eles. Mas em Lisboa e Porto cidade e acessos está longe de ser assim. Em mais de 2/3 das situações é trânsito embarrilado e a marcar passo. E carro parado não é ameaça para os outros utilizadores.

      • JL says:

        E para percursos extra urbanos, onde também fazem melhor que os outros. Melhor refiro me à eficiência.

        • MLopes says:

          sim quanto à eficiência claro que são muito mais eficientes do que uma viatura com motor de combustão, basta ver as perdas térmicas de uns e de outros.
          mas a eficiência não é tudo.
          como disse mais acima, há também o lado prático e o razoável e aí, como carro principal de uma família que viaja de carro amiúde, os elétricos ainda não são minimamente práticos, dado o estado atual da tecnologia.
          muita coisa tem sido prometida em termos de baterias (e outras tecnologias), pontos de carregamento e tempos de carregamento, muitas notícias têm saído sobre as mais diversas inovações mas a verdade é que em termos práticos pouco foi aplicado e assim sendo ainda não estamos lá.
          esta é a realidade como a vejo porque já a senti na pele. já tive um elétrico e sei o que deixei de fazer e o quando tive que gastar em disponibilidade mental, etress e tempo a planear uma deslocação maiorzinha dentro de portugal e nunca mais quero passar por isso.
          gosto da liberdade de não ter que pensar em coisas mesquinhas como se um posto vai estar fechado ou se vai estar fila ou, etc. já para n\ao falar nos preços dos carregamentos rápidos…
          e depois não há nenhum roadster elétrico a preços que eu, português típico, tenha possibilidade de comprar sem me enfiar em créditos. para quem conduz todos os dias um mx-5 nd2 roadster isso também faz toda a diferença quando se pensa em comprar carro

          • JL says:

            Depende da opinião e da experiencia de cada um.

            Nem vou falar da minha, um amigo meu comprou um egolf 32kwh, que faz em média 200 kms de autonomia, e manteve o carro anterior, uma carrinha bmw.

            E ele sempre disse que era um carro para fazer as voltas de trabalho e pouco mais. Passados 2 meses, liga-me a perguntar o que era preciso para carregar nos públicos, porque ia de férias e já não gostava de andar na carrinha, porque cada vez que saia do egolf e entrava na carrinha tinha a sensação que estava avariada. Nessa altura até lhe emprestei um cartão para não esperar por ele, e lá foi ele da zona centro até ao algarve, carregou 30 minutos a meio e pronto, acabou rendido a viagens maiores, diz ele que apesar de perder mais tempo, o conforto paga os minutos a mais.

            Pouco tem aplicado ? então a autonomia está 3x maior que aquela que os carros tinham quando começar a sair em 2011.

            Todas as inovações demoram o seu tempo a chegar, as baterias que os carros usam hoje foram desenvolvidas no inicio dos anos 90 e 2000 (falando das NMC e NCA), as primeiras lfp com densidade de 60 wh/kg chegaram ao mercado em 2006, fui dos primeiros a ter um veiculo com essa baterias, hoje têm 180 wh/kg de densidade.

            Para quem tem pouco tempo admito que se crie alguns receios e até ansiedade, mas é algo que passa com o tempo. O rapaz que falei antes estava ainda preocupado com isso, mostrei-lhe o mapa dos carregadores e ficou aliviado, depois disse que afinal era mais simples que aquilo que parecia.

            Eu penso de maneira diferente, só assim tenho liberdade, de outra forma não tenho, não perco tempo com planeamentos porque até o carro os faz e com precisão. Lá está, não aprendeu o que era preciso nesse pouco tempo, é muito fácil saber se os postos estão ocupados ou não e até avariados.

            Em termos de opções, é uma realidade, estão a sair alguns mas ainda é para bolsos de outro nível.

          • MLopes says:

            @JL quando falei de “inovações” referia-me a algo que alterasse dramaticamente todo o panorama dos elétricos e invertesse o paradigma de vez.
            sabes muitíssimo bem que isso ainda não aconteceu, não obstante todas as inovações que têm surgido da investigação.
            como eu já disse, em termos globais ainda não estamos lá. vamos lá chegar se quisermos mas ainda não chegámos. é pena mas é a verdade.
            já quanto aos percursos urbanos e semi-urbanos só falta mesmo o factor preço para a questão estar resolvida de vez

          • JL says:

            Quanto a mim já chegou, neste momento o que está em falta é haver mais carregadores porque estes não cresceram ao mesmo ritmo que a venda de carros, e isso não tem a ver com a tecnologia, mas sim com as leis.

    • Antonio Vasco says:

      Que compre um Tesla 3 tracao traseira e lhe garanto que faz porto lisboa sem carregar

      • Yamahia says:

        Ui eng⁰ que fantástico. Mas tente não ultrapassar os 120, ok ? E já agora verifique se é o LR looolooolool

      • MLopes says:

        eu moro em aveiro. conheces algum elétrico que me leve à velocidade de um com motor a combustão daqui a portimão e de volta uma semana depois no mesmo tempo total mesmo estando o carro parado essa semana numa garagem?
        (garagem essa em que não é possível carregar o carro por isso soma o tempo de ir à procura de um ponto de carregamento, esperar que o carro carregue e depois colocá-lo na garagem já que daí vou para as ilhas da ria formosa e só regresso passado uma semana, pelo menos)

        • JL says:

          Quando se quer arranja-se solução, quando não se quer, arranja-se problemas, já a minha avó dizia.

          • MLopes says:

            frases feitas sem responder a perguntas concretas valem o que valem, nada.
            a situação é real e já passei por ela várias vezes e foi sempre uma dor de cabeça e o tempo total foi sempre muito maior com o elétrico. de todas as vezes tive que parar na autoestrada para carregar e esperar e depois tive que carregar em portimão/olhão e esperar para depois colocar o carro na garagem.
            o tempo que eu esperei pelos carregamentos deu para o resto do pessoal apanhava os sucessivos barcos e ir para a praia brincar com os filhos.
            por muito importante que adoção dos elétricos possa vir a ser, os filhos não precisam de eletrodomésticos mas sim que os pais tenham tempo para brincar com eles…! e as esposas também! 😉

          • MLopes says:

            ahhh e até falei num percurso fácil e em que há imensos carregadores. se falasse nos muitos percursos que fiz, e continuo a fazer, pelo norte e centro do país aí então o problema dos carregadores é enorme. ou não os há ou são leeeentos isto já para não falar dos avariados.
            e quantas pessoas num al nos deixam carregar um carro?
            há cada vez mais de facto mas ainda muito poucas. ficam assustadas mal falamos no assunto e/ou acham que se vai gastar uma fortuna de eletricidade e por isso dizem que não. um stress de que não preciso!

          • JL says:

            Que pergunta concreta ? não dá para entender o que quer saber, tal é a confusão na frase.

            Pela descrição não fez mesmo nenhuma paragem, porque não faz sentido.

            Exato, só por ter usado a palavra electromésticos, deu para ver a veracidade do que conta.

            As pessoas não o deixam carregar ? como assim ?

            O que não faltam são alugueres que dizem logo que disponibilizam carga, e hoteis a fazer o mesmo.

    • JL says:

      Tenho um amigo que também tem essa visão, anda sempre a dizer que:

      “Epá, isto não dava para mim, tinha de ter um segundo carro para fazer Lisboa-Porto, tudo bem que se pode carregar pelo caminho e tal…”

      Eu: E quantas vezes vais por mês ao Porto ?

      Ele: olha, já lá não vou há 6 anos.

      😀 😀

  7. PJA says:

    Não se fazem testes rigorosos a veículos elétricos ou combustão com o ar condicionado ligado. Agora, nas condições colocadas, é uma autonomia normal. 

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