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Dicas de ouro da fotografia: Regra dos Terços

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Andreia de Almeida


  1. José Moreira says:

    “Regra da espiral de ouro”: não a conhecia por esse nome. Mas aplico-a sempre, talvez de forma empírica. Procuro sempre desviar o objecto principal do centro da fotografia. Pelo manos, na esmagadora maioria das situações.

  2. Alex M. says:

    Simples, facil e espetacular.
    Boas dicas, obrigado

  3. Alfie says:

    Desde a Antiguidade Grega que o numero dourado, numero de deus, proporção dourada, (Phi), etc., é conhecido e usado nas artes. Os mestres da Renascença não abdicavam dele na tela e na escultura. Ainda hoje a criação das páginas de um jornal ou revista passa pela aplicação desta regras.
    O olho humano prefere as “assimetrias criativas” às imagens certinhas e centradinhas.
    Por outras palavras o “(politica) (social)(e outros) …mente correcto” mata a criatividade e a expressão artística.

  4. sómaisum says:

    “E qual a razão de não colocarmos o foco no centro da fotografia? Simples, porque isto irá retirar a dinâmica da foto.” Apenas discordo desta frase, e não como aficionado da fotografia, mas como alguém que trabalha com ela todos os dias.

    Uma foto, se perfeitamente simétrica (mesmo no centro, nem um mm ao lado) caso o mesmo, ou mais impacto. É muito mais díficil de conseguir..

  5. Nuno says:

    Não se trata da espiral de ouro mas sim da divina proporção, ou proporção áurea. Um conceito aplicado à artes desde a antiguidade e que foi retomado com grande rigor no período do Renascimento.

    • Johanna says:

      não meu amigo, acho que não estamos a ver a mesma coisa, isto não se trata da espiral de ouro, nem da divina proporção, nem muito menos da proporção áurea, mas sim do número de ouro 😉

  6. Tiago says:

    Só assim por acaso… Onde é aquele pôr do Sol?

  7. Limonada says:

    As regras são para serem quebradas.

    • Carlos Suarez says:

      Concordo plenamente contigo, regras são para serem quebradas! A liberdade artística acima de regras. Não digo que essas regras são ruins, mas não são supremas, existem muitas possibilidades de enquadramento na fotografia que deve ser buscadas.

  8. Antómio Carvalho Porto says:

    Acho o tema interessante, está contudo mal trabalhado e denota vulnerabilidades quanto ao conhecimento da questão. São muitas as matérias redigidas em Revistas de Fotografia mas poucas as que assentam em conhecimentos quanto à Estética das Proporções. Esta é uma obra fundamental para o domínio da questão.

  9. Miguel says:

    Conhecia como Sequência de Fibonacci.

    Mas bom artigo. Venham mais 🙂

    Para quando a aplicação destas técnicas com a Canon 5D??

  10. Pisca says:

    Dizia um grande amigo meu, e Mestre na Fotografia, em especial no Laboratório, requisitado pelos grandes da fotografia em Portugal.

    “Para fotografar é preciso, saber olhar !” – O reste vem depois

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