A utilização de GIFs está cada vez mais na moda e como os smartphones ainda não os criam de forma nativa, existe uma série de aplicações que o permitem fazer.
A que apresentamos hoje é uma aplicação gratuita, que dispensa qualquer registo e que permite a criação e partilha dos GIFs directamente nas redes sociais.
O Facebook está a deixar de ser cada vez mais uma rede social onde se encontram velhos amigos, partilham fotografias, pensamentos ou opiniões, para ser uma verdadeira plataforma de publicidade.
Não há marca que se preze que não tenha uma página de fãs nesta rede social. Mas será que esta é uma forma eficaz para chegar até ao consumidor?
Actualmente, a nossa vida já passa em boa parte por serviços online. Temos o mail que reúne dados profissionais, financeiros, temos serviços que recolhem datas e horas de reuniões marcadas, seguimos rotas recorrendo ao GPS que recebe informações online e temos o nosso smartphone que nos auxilia com imensos serviços que gravitam no lato conceito de Internet.
Mas ainda não há uma forma integrada de recolher, tratar e usar essa imensidão de dados que geramos e que são produzidos “pelo mundo” que nos rodeia e que também nos afecta. Mas há quem tenha o “sonho” de tornar tudo isso numa realidade, começando pelo gadget que nos irá servir toda essa informação, uma espécie de “cartomante tecnológica”, chama-se Predictables.
Está um fim de semana fantástico, tire tempo para passear no parque, junto ao mar. Faça desporto, mexa-se ao sabor desta luz que finalmente chegou até nós. Grave os momentos de lazer para mais tarde recordar.
Não precisa de ser um expert em edição de imagem, basta apontar o seu iPhone e depois criar um filme bem elaborado com a sua própria edição. Hoje deixamos 5 aplicações que vai gostar de conhecer.
Sente-se em baixo, sem vontade para sair com os amigos? Anda aborrecido e nem sabe bem porquê? Possivelmente passa demasiadas horas agarrado às redes sociais.
Segundo um estudo publicado recentemente por psicólogos da Universidade de Innsbruck na Áustria, “as pessoas cometem um erro de previsão afectiva, já que esperam sentir-se melhor depois de utilizarem o Facebook, o que na verdade não acontece, acabando por se sentirem piores”.