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China quer levar o primeiro ser humano a Marte até 2033 e deixar EUA para trás

Marte é um objetivo para as potências mundiais. Na verdade, sendo aquele planeta deserto, inóspito e sem evidências claras de poder ser um segundo lar para os seres humanos, porquê tanto interesse? Esta questão ecoa muitas vezes em muitas dissertações, mas a verdade é que se os EUA, mais concretamente a SpaceX, quer levar o primeiro ser humano ao planeta vermelho em 2026, a China apontou a data para 2033.

A NASA tem uma abordagem igualmente ambiciosa, diz que antes de 2030 não será viável, mas a China acredita que será o primeiro país a conseguir esta missão tripulada ao planeta.

Ilustração de base da China em Marte


Dados revelam que Vénus possui atividade tectónica semelhante à da Terra

Vénus é considerado um planeta do tipo terrestre ou telúrico, chamado com frequência de planeta gémeo da Terra. É também um planeta que desperta a curiosidade sobre o que lhe aconteceu, para ser tão diferente do seu irmão. Nesse sentido, a NASA vai lançar duas missões a Vénus pela primeira vez em 30 anos. Contudo, a agência espacial norte-americana recolheu informações indicando que o vizinho da Terra regista evidências de movimentos tectónicos na superfície.

Segundo os dados agora revelados, os movimentos são executados em blocos da crosta que colidem como se fossem pedaços de gelo.

Imagem da NASA a ilustrar Vénus


Hubble deixou de funcionar e a NASA tem de restaurar um dos computadores do telescópio

Em casa, com o clicar num botão restauramos o computador quando este tem um problema. Contudo, a máquina aqui é o telescópio espacial Hubble da NASA que está a 547 quilómetros da Terra. O equipamento espacial deixou de funcionar no passado domingo, dia 13 de junho.

Segundo a NASA, para este telescópio voltar a funcionar é necessário restaurar um dos seus computadores.

Imagem telescópio espacial Hubble da NASA


Astrónomos descobrem um exoplaneta que tem uma atmosfera substancial

Cada vez temos mais tecnologia a olhar para o Universo e o entendimento do espaço é hoje muito mais sustentado em factos e provas. Como tal, uma equipa internacional de colaboradores, incluindo cientistas do JPL da NASA e da Universidade do Novo México, descobriram um novo exoplaneta temperado, do tamanho de Neptuno, com um período orbital de 24 dias orbitando uma estrela anã M próxima.

Este descoberta recente fornece oportunidades empolgantes de investigação graças à atmosfera substancial do planeta, à pequena estrela que orbita e à velocidade a que o sistema se afasta da Terra.

Ilustração da NASA do exoplaneta TOI-1231 b


Existem 25 mil asteroides por aí. Esqueçam, a NASA provou que não podemos parar nenhum

A Terra é um planeta com sorte. Pelo menos vários cientistas assim entendem, tendo em conta a quantidade de asteroides que espreitam o caminho que fazemos à volta da estrela. Contudo, 100 toneladas de poeira e partículas do tamanho de areia atingem a atmosfera do nosso planeta todos os dias. Mas isso são os menores perigos à espreita.

No mês passado, a NASA apresentou um pequeno vídeo para nos atualizar com todas as rochas espaciais que podem mudar o nosso modo de vida. E nada poderemos fazer se elas vierem em direção a nós.

Imagem asteroide a caminho da Terra segundo a NASA