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Qual a evolução do malware para dispositivos móveis?

…Só em 2013 foram registadas 3 tentativas de infecção por utilizador

Depois dos PC’s, o malware é hoje em dia a grande praga dos dispositivos móveis, até porque é através destes pequenos equipamentos que os utilizadores mais tempo gastam para aceder à Internet, segundo estudos recentes.

Mais qual a evolução do malware? Conheça os resultados  de um estudo levado a cabo pelos analistas da Kaspersky Lab.

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CrowdInspect: O inspector contra ameaças da sua rede

A instalação de boas ferramentas antivírus pode garantir um mínimo de protecção contra uma parte das ameaças web, contudo, infelizmente, já tivemos a oportunidade de observar em várias ocasiões que nunca podemos estar seguros a 100%. O ideal é sermos prudentes e nunca facilitar.Com o aumento das capacidades de hardware e fluidez respectiva dos programa torna-se cada vez mais comum a utilização de 2 ou mais ferramentas de protecção ao mesmo tempo. Ter uma “segunda opinião” nunca é de mais e pode evitar desconfianças ou mesmo confirmá-las.

É neste mesmo intervalo que entra o CrowdInspect: uma ferramenta portátil que usa o serviço VirusTotal, o Web of Trust e o Team Cymru’s Malware Hash Registry para encontrar possível malware que possa estar activo e sem o nosso conhecimento dentro da nossa rede.

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Flappy Bird é o engodo para colocar malware nos smartphones

A loucura em volta do Flappy Bird não poderia passar ao lado dos “criadores” de malware…era óbvio que o tema e iria ser explorado.

O jogo, após ter sido retirado das stores pelo seu criador, aumentou o furor na Web, há mesmo quem esteja a vender dispositivos com o jogo por um preço indecoroso e está a ser usado, segundo a empresa de segurança Sophos, para infestar de malware os smartphones.


Android tem 10 milhões de aplicações maliciosas

Em finais de Janeiro de 2014, a Kaspersky Lab havia já acumulado cerca de 200.000 amostras únicas de malware para dispositivos móveis, mais 34% desde Novembro passado, já que o número de programas maliciosos móveis registados há apenas dois meses era de 148.000 amostras.

Estes dados confirmam o crescente interesse por parte dos cibercriminosos em atacar os sistemas operativos móveis, especialmente o Android, que em Janeiro já alcançou os 10 milhões de aplicações maliciosas, de acordo com os dados da Kaspersky Lab.

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Malware regista toques em dispositivos móveis para roubar dados

Os dispositivos com capacidade de toque estão a mudar a forma como interagimos com as interfaces e como usamos esses mesmos dispositivos.

São novas formas de interagir com os equipamentos, mas ao mesmo tempo são novos paradigmas de segurança que se criam e novas formas de os atacantes procurarem acesso aos nossos equipamentos.

Segundo um investigador da Trustwave, é possível, capturar os toques aplicados na utilização desses equipamentos e roubar dados de acesso a serviços ou sites.

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