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Tags: bacterias

Cientista descobre por acidente uma bactéria que se alimenta de metal

Foi por acaso que Jared Leadbetter, microbiologista da Caltech, criou uma ambiente no seu lavatório do escritório que levou a uma descoberta fascinante. O cientista trabalhava numa projeto não relacionado com a descoberta e deixou vários meses o frasco de vidro com giz de manganês embebido em água da torneira. Quando voltou ao escritório ficou surpreso ao ver que o recipiente estava com um revestimento preto.

Este cenário levou a que o cientista e a sua equipa descobrissem as primeiras bactérias que se alimentam de manganês e que usam este metal como fonte de calorias.

Imagem da bactéria Candidatus Manganitrophus noduliformans que come manganês


Há bactérias que “comem” eletricidade para se alimentar

Não é novidade que certas bactérias utilizam luz como fonte de energia. Estas convertem energia solar em energia química para se alimentarem. Nesse sentido, uma nova investigação mostra como certas bactérias obtêm eletricidade a partir de cargas elétricas.

Comer energia pode ser importante nalguns cenários, alguns até radiativos.

Imagens de ilustração de bactérias que comem energia


O seu futuro computador ou smartphone poderá ser feito com bactérias, sabia disso?

Provavelmente ninguém estará à espera que lhe diga que o seu próximo computador ou smartphone será produzido recorrendo a bactérias. Contudo, para ser possível dar o salto tecnológico necessário no mundo da tecnologia, os investigadores olham seriamente para os nanomateriais. O grafeno é a escolha mais óbvia, mas há um grande problema neste super material.

Este fantástico material é uma das formas cristalinas do carbono, assim como o diamante. No entanto, mesmo sendo considerado como um material revolucionário, sofre de um grande problema. A resposta ao problema poderá estar nas tais bactérias.


Reino Unido: Ecrãs das máquinas de pré-encomendas McDonald’s têm vestígios de fezes

Em Portugal é já um dos métodos mais usados nos restaurantes McDonald’s. As pessoas usam os quiosques automáticos de encomenda, colocados usualmente na entrada das lojas, para facilitar os pedidos. São equipamentos com grandes ecrãs de toque que permitem escolher o que comer, pagar e aguardar o pedido.

Um relatório vem agora dar conta que no Reino Unido estes ecrãs têm vestígios de fezes.


Sabia que o seu smartphone tem mais bactérias que uma sanita?

Os smartphones são hoje os equipamentos que nos acompanham para todo o lado.

Apesar de aparentemente andarem sempre limpos, um estudo recente de uma investigadora do departamento de Microbiologia concluiu que os smartphones podem ter até 600 bactérias, um valor elevado quando comparado, por exemplo, com um assento de uma sanita!

Smartphones têm mais bactérias que uma sanita