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Há bactérias que “comem” eletricidade para se alimentar

Não é novidade que certas bactérias utilizam luz como fonte de energia. Estas convertem energia solar em energia química para se alimentarem. Nesse sentido, uma nova investigação mostra como certas bactérias obtêm eletricidade a partir de cargas elétricas.

Comer energia pode ser importante nalguns cenários, alguns até radiativos.

Imagens de ilustração de bactérias que comem energia


O seu futuro computador ou smartphone poderá ser feito com bactérias, sabia disso?

Provavelmente ninguém estará à espera que lhe diga que o seu próximo computador ou smartphone será produzido recorrendo a bactérias. Contudo, para ser possível dar o salto tecnológico necessário no mundo da tecnologia, os investigadores olham seriamente para os nanomateriais. O grafeno é a escolha mais óbvia, mas há um grande problema neste super material.

Este fantástico material é uma das formas cristalinas do carbono, assim como o diamante. No entanto, mesmo sendo considerado como um material revolucionário, sofre de um grande problema. A resposta ao problema poderá estar nas tais bactérias.


Reino Unido: Ecrãs das máquinas de pré-encomendas McDonald’s têm vestígios de fezes

Em Portugal é já um dos métodos mais usados nos restaurantes McDonald’s. As pessoas usam os quiosques automáticos de encomenda, colocados usualmente na entrada das lojas, para facilitar os pedidos. São equipamentos com grandes ecrãs de toque que permitem escolher o que comer, pagar e aguardar o pedido.

Um relatório vem agora dar conta que no Reino Unido estes ecrãs têm vestígios de fezes.


Sabia que o seu smartphone tem mais bactérias que uma sanita?

Os smartphones são hoje os equipamentos que nos acompanham para todo o lado.

Apesar de aparentemente andarem sempre limpos, um estudo recente de uma investigadora do departamento de Microbiologia concluiu que os smartphones podem ter até 600 bactérias, um valor elevado quando comparado, por exemplo, com um assento de uma sanita!

Smartphones têm mais bactérias que uma sanita


Microsoft quer pôr fim à transmissão de doenças por ecrãs sujos

A utilização que damos aos nossos equipamentos móveis fazem com que estejam sempre presentes junto de nós no dia-a-dia. Como a sua utilização é maioritariamente feita com recurso ao toque, os seus ecrãs estão expostos a todo o tipo de sujidade, bactérias e doenças que possamos transportar, sendo facilmente passadas a terceiros.

A Microsoft quer acabar com este cenário e por isso registou uma patente que, se explorada, pode acabar de vez com essa transmissão de elementos patogénicos e causadores de doenças.

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