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Google já está a preparar o seu cartão de débito em alternativa ao Apple Card


Autor: Pedro Simões


  1. Santos says:

    Até parece uma boa e prática aplicação mas por incrível que pareça mais tarde ou mais cedo lá surge uma invasão aos sistemas por hackers e levam a massa das contas de toda a gente.
    Mais vale usar multibanco físico e/ou quando possível mesmo pagamentos a dinheiro vivo.
    Eu abri conta Paypal para fugir a possíveis e determinadas exposições de dados de cartões e contas bancárias em pagamentos online, mas apenas utilizo quando não me é possível efectuar pagamentos por outro meio, nestas andanças online por mais cautela que se tenha os larápios estão sempre à espreita de uma brecha para encher o bolso à custa dos menos incautos.

    • Joao says:

      É bem mais provável que te robem a carteira do que te esvaziem a conta bancária através de um ataque informático. É mais seguro em todos os aspectos, sobretudo no cenário actual de pandemia, utilizar pagamentos electrónico do que pagamentos físicos .

  2. Filipe F. says:

    Não percebo os titulos sobre isto…
    Antes do Apple card, existia a N26, Revolut e etc e cada uma nova que aparecia era digamos a concorrer com essas.
    Agora porque a Apple criou um cartão como a Revolut e não só, mas claro com caracteristicas próprias, cada empresa que agora crie um cartão, passa a ser uma alternativa ao Apple Card e não à Revolut, N26 e afins porque?

    • Vítor M. says:

      Não percebes? Deixa explicar assim em modo simples então. O Apple Card é um sistema de pagamento integrado nativamente em dispositivos (para pagamentos à vista e online) e via cartão físico. Por trás está um grupo financeiro, neste caso a Goldman Sachs. Os que referiste não são integrados nativamente e necessitam de outras empresas para que possam interagir nos dispositivos móveis através das suas apps. Portanto, têm alguns aspetos parecidos, mas não têm a abrangência que o Apple Card tem. Depois um aspeto muito importante é que o Apple Card é uma parte do produto, dado que o Apple Pay é a parte restante e mais importante. O Apple Pay apareceu em 2014, o Revolut em 2015 e o N26 em 2016.

    • Dark Sky says:

      Dos livros:

      Cartão de crédito – é um cartão bancário que permite fazer pagamentos a crédito. Quando o seu portador faz uma compra, a instituição bancária faz o pagamento no momento, retirando mais tarde, numa data pré-estipulada, o respetivo valor ao cliente.

      Cartão de débito – é um cartão bancário que serve para levantar dinheiro, fazer pagamentos, transferências bancárias, compras, entre outros. A ele está associada uma conta à ordem, e sempre que este é utilizado, o valor em questão é retirado diretamente e imediatamente do saldo da respetiva conta à ordem.

      (Cartão misto – pode ser usado de um modo ou do outro)

      Os cartões Revolut e N26, para o cliente, são efetivamente cartões de débito. Pelo contrário, o cartão da Apple é um cartão de crédito, não é um cartão como o Revolut.

      O cartão da Google – o post diz que é “do Android” – será um cartão de débito que, esse sim, compara com o Revolut. Acho a história do post mais uma história da carochinha … mas logo se vê.

  3. Joao says:

    E que tal pagar com o saldo do cartão SIM através da operadora como à 10 anos atrás ? Simples, descomplicado, seguro. Volta Nokia, estás perdoada.

  4. test user says:

    Se eu tivesse dinheiro no Revolut e afins estava preocupado. N26 e um banco com protecção depositos.Onda falências que ai vem.

  5. Pedro says:

    Nao vejo sentido em ser um cartao de debido e nao de credito. 1º porque nos USA é um producto muito mais comum sendo mesmo necessario para ter uma vida “normal” 2º porque é onde está o negocio, é onde realmente as entidades financeiras retail vao buscar $ e por ultimo porque o investimento da google tem sido nesse sentido

  6. SANDOKAN 1513 says:

    Isto é que era !! Um cartão de débito !! Era dos primeiros a aderir quando surgisse em Portugal,podem ter a certeza.

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