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A partir de hoje, operadoras estão proibidas de cobrar portabilidade de números de telemóvel

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Pedro Pragal says:

    E se tiver esim meo e quiser mudar? A meo disse que isso continuava a custar 15 euros

  2. ItsmeMikey says:

    Nice, agora só falta proibir as operadora de cobrar taxa de carregamento assistido quando se carrega o telemóvel no TPA de uma loja, tipo Payshop e Pagaqui, ou nas próprias lojas. Sei de fonte segura que as operadoras tem lucro com esses carregamentos pois + de 80% reverte para eles. Não acho que isso deva acontecer. Porque se nós formos a um multibanco (ATM) e fizermos o carregamento por nos, nada é-nos cobrado e a mesma realidade é verdadeira no home banking.

    • Zé Fonseca A. says:

      estás a confundir a beira da estrada com a estrada da beira..
      se estás a carregar um pré-pago é logico que o valor vai quase todo para o operador, uma vez que vais consumir o tarifário que carregaste..

  3. Max says:

    Nesta altura depende-se mais do número de telefone do que do número de CC – quando se muda de operador tem que se levar o nº de telefone atrás.
    Mas, há poucos anos, fui dar baixa do serviço da Vodafone, incluindo telemóveis, c depois da data que já sabia que um novo operador me ia instalar o serviço de internet, etc. (Acabou, há muito, a oferta da primeira fatura do novo operador que dava muito jeito, agora é frequente pagar um período ao operador anterior e ao novo, se se der dar alguma folga, à cautela, através de um período de sobreposição).
    Diz-me o funcionário da loja – “Dos telemóveis não precisa, quando chegar o pedido de portabilidade para o novo operador funciona como baixa dos telemóveis e escusa de estar preocupado quando é que novo operador faz a mudança”. Achei aquilo lógico e bem pensado.
    Qual quê. Fiz o pedido de portabilidade, mudei de operador … e a Vodafone andou-me a facturar os telemóveis durante meses. Não me ralava por ai além porque cancelei o débito direto. Ia à loja, explicava a situação, emitiam notas de crédito correspondentes às faturas que me tinham enviado … mas já tinham emitido novas faturas e o ciclo repetia-se. Chegou-me a telefonar o serviço de cobranças que a Vodafone contratou – eu explicava mas só me diziam “Eu só quero saber quando é que vai pagar!”
    Enfim …

    • Zé Fonseca A. says:

      é deixar passar 6 meses e a divida prescreve, infelizmente problemas de faturação nos operadores é o que há mais, é como se todos os processos internos deles falhem-se redondamente

      • Max says:

        Todos os meses o operador emite nova fatura. As com mais de 6 meses prescrevem (escrevendo ao operador a invocar a prescrição), mas as mais recentes ainda não. A chateação continua, mesmo que não se lhes deva nada, como era o meu caso.
        Mas não é só na faturação. Com contratos é pior, para não falar de empregados que enganam os clientes, involuntariamente, e originam grandes trapalhadas.

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