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Será indicado professores e alunos serem amigos na Internet?

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Este artigo tem mais de um ano


Autor: Marisa Pinto


  1. Nepper says:

    Eu como professor do ensino Básico/Secundário

    não aceito “amizades” dos meus alunos nas redes sociais.

    Penso que devemos ter o bom senso de saber separar as águas.

    Se por acaso quiser trabalhar com eles dentro dessas plataformas o mais provável seria criar um perfil novo.

    Já agora adianto que quando deixam de ser meus alunos (por mudança de escola, por terminarem os estudos, por ingresso na universidade,…. ) não tenho qualquer problema em aceita-los como “amigos”

    • Pedro Pinto says:

      Não será a “proximidade virtual” com os alunos importante? As informações que colocam nas redes sociais não serão importantes para “tirar” o melhor rendimento dos alunos? Não será até a rede social um bom meio para partilhar matéria, de uma forma “camuflada” ?

      Por outro lado compreendo que é preciso estar sempre atento e não misturar as coisas…Mas os pontos de vista vão certamente variar de pessoa para pessoa. Venham mais opiniões 🙂

      • Carlos Ferreira says:

        Não sou professor e concordo com o Nepper. Não se devem aceitar “amizades” de alunos. Um aluno é um aluno, não é um amigo. Nas redes virtuais os perfis são demasiado pessoais e por vezes são partilhadas fotos mais “adultas”, e com isto não digo em trajes menos próprios, mas por exemplo, uma jantarada com amigos e copos a mais… Isto é o tipo de foto que deve ser partilhada com alunos?

        • Marisa Pinto says:

          Desculpa-me discordar mas um professor DEVE ser um amigo, assim como um aluno DEVE serem amigo. Se nao o é no Fb, é em contexto sala de aula. Só assim há confiança e motivação.

          • Carlos Ferreira says:

            Um outro tipo de amigo queres tu dizer. O professor tem um papel educativo bem diferente do papel que tens com um amigo/amiga. Não compares. Claro que podemos dizer que é amizade na mesma, mas são conceitos de amizade bastante diferentes.

          • L. Mata says:

            Marisa, és mãe? Também és daquelas que pensa que os pais devem ser antes de tudo amigos dos seus filhos? É que conheço muitos que pensavam assim a 10 anos e agora não têm mão neles.

            Os pais e os professores podem ser também amigos mas o seu papel principal passa por serem pais e educadores. Quando esses papeis são sobrepostos ela amizade, é uma questão de tempo até muita coisa começar a correr mal.

            Se um professor quiser criar um grupo de estudo e trabalho no FB pode-o fazer. Cria uma conta de perfil nova especialmente para esse caso. Um professor nao deve partilhar a sua vida pessoal com os alunos, e o inverso também deve ser limitado.

            Ser amigo antes de ser pai/mãe/professor é uma irresponsabilidade.

          • ked says:

            Um professor deve ensinar. Os alunos se querem amigos não lhes falta colegas na escola. Agora é só amizades. Vai lá vai! Censurem este também!

          • Dumitru Toderici says:

            Exactamente Marisa! estou plenamente de acordo ctg! Eu com ex aluno do secundario, dava-me sempre muito bem com os professores, e sempre que precisava alguma coisa, perguntava pelo facebook, ou mesmo ate pelo email! Nunca confundimos as coisas, ele era meu professor e eu aluno, de vez em quando podia pedir conselhos, e os professores sempre ajudavam, porque sempre soubemes diferenciar as coisas!

          • Dumitru Toderici says:

            Alias for por um professor que soube do pplware ) e 2 meus ex professores comentam aqui muitas vezes!

          • Ruben says:

            Parece-me que quem está a falar já está fora da escola a algum tempo. Já estamos em 2012 e o tempo que os professores batiam aos alunos por não saber alguma coisa já passou. Tenho vários professores que considero amigos e que posso pedir/falar de tudo com eles, e acho que isso é amizade, sou amigo de vários no face, o que nos faz com que convivemos mais e conhecer-nos mais o que faz com que tenhamos uma melhor relação. É mais fácil aprender uma lição de um amigo do que de uma pessoa que é antipática para nós. Já sei que vão discordar comigo mas por alguma coisa a minha escola é conhecida como das melhores escolas a nível de relações aluno-aluno e aluno-professor. Ah e também uma vez por ano juntamos a turma e os professores e fazemos um jantar ou almoço, onde nos rimos, jogamos à bola, falamos. Isto deve ser um escândalo.
            PPLWARE muitos parabéns pela noticia está 5*. Mais uma vez parabéns Marisa Pinto

          • Marisa Pinto says:

            😀

            Obrigada também pelo teu testemunho 😉

          • david santiago says:

            Eu penso que não ha problema , eu como aluno do secundario nao vejo problemas nisso , tenho muitos professores adicionados no facebook e então ? Quando preciso de tirar duvidas é muito mais rapido!

            Nepper , espero que nunca sejas meu professor!

          • CD says:

            Concordo plenamente com a Marisa e na minha opinião esta é uma falsa questão, pois se o professor é amigo dos alunos nas aulas e nos intervalos, que são “redes sociais reais(presenciais ou físicas, como queiram chamar)”, porque não sê-lo nas redes sociais virtuais?!

            Concordo com isso mesmo que não tenha qualquer intenção de cariz pedagógico…de qualquer forma, tal como nas aulas e nos intervalos, é necessário saber “separar as águas” e dar a entender aos alunos disso mesmo, porque nessas idades, por vezes, é natural confundirem um pouco as relações de amizade e pedagógicas.

        • Pedro Pinto says:

          “Um aluno é um aluno, não é um amigo”…Discordo por completo! Se conseguirmos que o aluno passe a ser nosso amigo e vice-versa, penso que todos têm a ganhar. Na hora da avaliação é claro que o professor tem se saber separar as coisas.

          • ked says:

            Um aluno é um aluno ponto!

          • Carlos Ferreira says:

            Então é amigo mas depois temos que deixar de ser para o avaliar? Ora aí está um ponto errado do raciocínio. 🙂 Volto a dizer, podem chamar amizade, mas não tem nada a haver com o verdadeiro sentido de amizade.

        • Mariana says:

          Mas oiçam lá. Só por eu aceitar um aluno no FB, por exemplo, eu vou ter logo um comportamento diferente do da escola? Pois parece-me que alguns daqui fazem transparecer que quando estão nas redes socias, são outras pessoas! Se me pedissem aceitava na boa. Agora, não iria ser diferente da minha conduta na escola: respeito/dignidade/etc…. por qualquer pessoa. As redes socias podem servir para desinibir, tipo o alcool, mas para mim não é assim. Não tem mal aceitar. Já existe o Moodle e nunca ninguém colocou isso em causa…

          • ked says:

            Comparar o Moodle ao Facebook é de quem não percebe nada de nada.

          • Carlos Ferreira says:

            Sim, convêm que tenhas um comportamento diferente. Na escola perante os alunos mostras fotos da tua vida pessoal? Na escola comentas fotos dos teus outros amigos que os alunos nem conhecem? Na escola emites opiniões sobre assuntos polémicos que os alunos dependendo da idade ainda não compreendem?

            É que se sim, estamos mal. Depois é ver filhos a irem dizer aos pais que há coisas que não têm mal porque afinal a professora também é assim.

          • L. Mata says:

            Não tenho forças para argumentar com tamanha falta de perceção da realidade. Meus sentimentos.

    • ked says:

      Mas olha que eu conheço imensas professoras que possuem alunos como amigos no Hi5 e no Facebook. Além disso, muitas delas até falam com eles pelo messenger. Também posso dizer que tenho amigos professores que já engataram várias colegas pelo Facebook sendo muitas delas casadas. Já agora, conheço um administrador de uma empresa que está nas reuniões com o iPhone ligado no Facebook. Acontece que esse administrador passa a vida a viajar pelo país e deitar-se com mulheres que conhece no Facebook….agora este comentário por ter dito a verdade vai ser mesmo censurado.

      • Pedro Pinto says:

        O Ked, porque deve o teu comentário ser censura? Eu tenho acompanhado a tua postura em vários artigos e sinceramente….como se diz…”não dás uma para a caixa”…Estou tramado contigo…dizes “A”, a seguir dizes “B”…depois dizes “A”…

          • Xirix says:

            Esta porção do teu comentário, é pertinente para o artigo

            “Mas olha que eu conheço imensas professoras que possuem alunos como amigos no Hi5 e no Facebook. Além disso, muitas delas até falam com eles pelo messenger. ”

            Daqui para a frente…. não se aproveita nada… Parece comentário de alguém com dor de cotovelo…

      • Mariana says:

        mas olha, porque não fizeste ainda uma denuncia escrita por email do que contas? ou só te ficas pelo teclado? Se não concordas, porque ainda não denunciaste anonimamente isso por email? é só atirar para o ar? eu também sei fazer isso…

        • ked says:

          Denunciar o quê? Que possuem alunos no Facebook e no Hi5 ou que falam com eles pelo messenger? Isso não é proibido, penso eu! Quando ao engate entre colegas muito menos. Existe muita coisa censurável não sendo necessariamente crime. Quando tiveres algo útil para dizer avisa!

    • Sigo o mesmo procedimento. No final do ano, sabendo que não serei prof deles, aceito os pedidos todos que ficaram à espera.
      Tenho uma conta gmail profissional e o mail de todos os alunos, um canal no youtube com listas de reprodução de vídeos que podem apoiar as aulas ou foram mesmo em parte visionados, tenho experimentado utilizar uma dropobox para partilha de materiais, e essa conta até podia transformar-se num perfil do facebook, se tivesse tempo para a gerir.
      Trabalho é trabalho, e o que faço na rede enquanto cidadão faz mais parte do meu cognac…

      • André says:

        Concordo.
        E penso que todos os alunos o considavam como amigo, ou seja, qualquer aluno quando tem um problema de qualquer tipo, não hesitaria a ir ter consigo.
        Usar videos no youtube e a dropbox é realmente de professor empenhado, acho até que devia ser um modelo padrão de ensino, além de que se pode ir melhorando o material de ensino/estudo de ano para ano. Eu como aluno consideraria isso um acto de amizade.
        O problema é que há vários tipos de pessoas na sociedade, e, consequentemente, professores.
        Eu diferencio pelo menos dois tipos. Os formais e os informais. E penso que todos os que já andaram na escola, sabem diferenciar um professor com um estilo formal e outro com um estilo informal. E bem dita a verdade, a minha aprendizagem foi mais produtiva com os professores informais. Se isso significa que os considerava mais amigos que os outros, talvez, mas é claro que não é nem tem de ser linear.
        Eu não uso muito o facebook, mas penso que seja possível colocar vísivel aos alunos só o que se pretende – será isto a que vocês chamam perfil? – ou mesmo criar uma conta nova só para esse fim. Portanto, é uma falsa questão esta do facebook.
        Imaginemos que o “Ked” era professor, e tinha colocado o post acima no facebook. Os alunos poderiam ver, e isso era um pouco embaraçoso, incómodo ou talvez grosseiro, para alguns dos alunos. Mas ele estava-se a dirigir para uma audiência mais velha, experiente.. Nunca seria sua intenção dizer aquilo na presença dum aluno, a não ser que os conhecesse já muito bem 😀 (já tive professores que falavam comigo assim, mas já me conheciam à mais de 4 anos – é nestas alturas que um professor passa a ser um educador também. por isso é que a continuidade de professores, ao meu ver, é tão importante)
        E é claro que ser professor é uma profissão, e isso significa ser profissional, e quando for avaliar, será isento.
        No mundo artificial, formal, das cunhas, tachos e de “amizades”, é que isso não seria normal.
        Ás vezes até acontece o contrário – fiquei com isto na memória – há uns dias a selecção portuguesa de Futsal jogou contra Itália, e um dos juízes (árbítros) era uma portuguesa, e era a primeira mulher a arbitrar jogos da FIFA. Não sei se ela estava com muita pressão, se por ser a única mulher, se por ser portuguesa e puder dar a ideia que podia beneficiar Portugal, mas, quase no final do jogo, tomou decisões erradas que favoreceram Itália, e Portugal acabou por empatar, e no prologamento, perder. (Isto foi mesmo um aparte, peço desculpa 🙂
        Eu comecei a usar a internet desde muito novo, desde o início do IRC, e passei pela passagem para o MSN, etc.
        Quando surgiu o facebook, não dei muita importância, até porque o hi5 já existia, e a diferença não era muita.
        Penso que a maior parte dos utilizadores que aderiram inicialmente são pessoas que ao começarem a dar os primeiros passos no mundo da informática, espantaram-se com as possibilidades, e chamaram todos os amigos e família. Até os avós :p . E com melhores interfaces humanas, computadores portáteis, serviços de internet mais acessíveis, entraram neste mundo e este se expandiu. Aí os bloggs etc subiram em flecha. Aí entraram as empresas a meter a publicidade por tudo o que era canto, e isto passou a ser mais um nicho de mercado. Um pouco por isso é que não uso. Deturpou a real intenção do facebook.

    • JORGE says:

      Mas para ser amigo tem de estar como amigo no facebook? Um professor pode ser amigo como mts foram meus amigos. Acho que esse estilo de amizade se deve manter, mas o facebook é outro nivel é revelar a vida pessoal. Eu quando era estudante universitário tinha professoras com o facebook e realmente ver aquelas fragilidades expostas dava-me outro comportamento sobre elas. Que prejudicava a minha aprendizagem e o respeito que tinha por um professor.

    • Mauro Gonçalves says:

      É assim, hoje em dia, uma pessoa que saiba “andar” pela internet, sabe também se proteger… óbvio que os professores podem ser amigos dos alunos, até podem adicionar desconhecidos(se bem que não recomendo essa prática)… para quem não sabe, podemos aceitar os pedidos de amizade, e inserir os amigos em grupos onde aplicamos regras de privacidade, como por exemplo: Eu no meu facebook, só os meus verdadeiros amigos e familiares, é que têm acesso às minhas fotos, e ás coisas que publico. Quem faz a conversa de, “ah e tal, eu sou professor por isso não o posso adicionar alunos como amigos porque não há cá misturas” ERRADO. Só denotam uma falta de conhecimento da aplicação que tanto usam hoje em dia.(Facebook)

  2. Rui Couto says:

    Sim, devem interagir, mas com um perfil diferente.

  3. Sergio says:

    O problema do facebook é mesmo a questão do perfil. É muito complicado fazer a separação de aguas. O problema nao se põe apenas nas escolas mas em todas as classe profissionais. Obviamente que o caso das escolas é um caso infinitamente mais sensível.
    A separação pode ser feita à custa de grupos, mas nao é completamente expedito. Facilmente nos conseguimos esquecer de numa publicação fazer a restrição. Haveria de haver uma forma de podermos ter dois perfis distintos. Sei lá talvez com cores distintas. O importante é que isso ficasse bem claro. Estou a falar do facebook mas isto seria valido em qualquer rede social.
    Tem-me acontecido ultimamente vários clientes pedirem amizade. Até agora foram quase tudo pessoas que me dou bem, mas tirando aqueles casos mesmo excepcionais de clientes que são nossos amigos, seria importante separarmos as aguas.

    Como já disse o problema das escolas é muito mais complexo, porque um professor pode ficar extremamente vulnerável. E quando digo vulnerável é em muitos aspectos. Conheço um caso muito recente de um professor ter sido acusado por uma aluna de o professor ter-lhe batido. Ha quem duvide. Ainda por cima é um professor que nao se da bem com os colegas. O problema é que o caso já evolui para contornos sexuais. Onde esta a verdade nao sabemos e devemos ter muito cuidado a acusarmos pessoas com esta gravidade. Mas imaginemos que o professor e a aluna são amigos no facebook. As suspeitas podem aumentar drasticamente mesmo que infundadas.
    Por outro lado onde é que fica a autoridade de um professor quando um aluno olha para o professor como um dos deles? E determinados assuntos que podem tornar o professora ainda mais vulnerável.

    • Marisa Pinto says:

      Exacto, esta questão, apesar de o artigo se focar em contexto escolar, deve fazer-nos reflectir em todas as areas.

      Na minha opinião, o aceitar/não aceitar, deverá ser da escolha do professor (e não algo imposto pela escola), pois acho que proibir só torna as coisas mais problemáticas.
      Assim, acho que deve sim haver uma consciencialização dos riscos e perigos, e deixar os docentes e discentes escolher livremente quem querem adicionar/pedir amizade na sua rede de contactos.

      Pessoalmente apenas tenho professores universitários na minha rede, e já me deu bastante jeito para tirar duvidas, e até mesmo incremento da relação e confiança.

      Acho que se deve pensar caso a caso, e não se ser radical. Caso se opte por aceitar, é obvio que depois terá que se ter mais atençao com os conteudos uma vez que estes serão vistos por toda a rede (não só alunos, mas TODOS os restantes contactos).

      No entanto, também se presume que, um professor responsável, em principio, não coloca informações superfluas, de foro privado (muito privado!!) e fotos mais escandalosas. Presume-se…
      Assim como os alunos, considerando a sua idade e maturidade devem também ser responsáveis pelos conteudos colocados.

      Posto isto, e para finalizar, se professores/alunos são amigos na Internet, esse situação nunca deve interferir na relação de sala de aula, isto é, ambas as partes valerem-se de algo colocado, pelo outro, nestas plataformas, e usá-lo de forma difamatória/mal intencionada.

      Acima de tudo o bom senso! 🙂

    • Mariana says:

      tá visto, Portugal é um país de novelas e de BB. Se há desconfianças, que o prof coloque o pc dele à disposição da PJ caso haja desconfiança. Se não têm nada a esconder… Fazem deste tema uma novela ainda por cima mexicana.

      • Sergio says:

        acusam-te de uma coisa completamente infundada. Como não tens nada a esconder, não te importas nada que a tua vida seja completamente descriminada. Pois sim… Ninguém gosta que mexam nas suas coisas mais pessoais

  4. Jorge says:

    Tal como um professor impõe respeito numa sala de aula ou fora dela também o deverá fazer em ambiente virtual. Quanto a mim a amizade entre um professor e um aluno jamais poderá ser encarada como um problema quer seja virtual ou não. Devemos encarar as redes sociais como uma extensão da nossa realidade ou da sociedade. Eu na rua não vou dizer a um aluno que me aborda na rua que o deve fazer de forma diferente. É quase uma hipocrisia. Deve haver sim uma educação e respeito pelos outros dentro e fora das redes. É claro que quem não quer aceitar a “amizade” está no seu direito, no entanto está moralmente obrigado a ser educado.
    Outra coisa que atualmente se banaliza é o termo amizade, amizade não é estar ligado a uma outra pessoa na rede. Este termo sempre me fez um pouco de confusão e deveria ser alterado (conectado com o linkedin).

  5. Woot! says:

    Não vejo qualquer problema. Sou amigo de vários professores no facebook, inclusive tenho os números pessoais de alguns deles.

    Foi muito importante enquanto estive na faculdade poder comunicar com os mesmos através destas novas plataformas pois é possível esclarecer uma ou mais dúvidas de uma forma muito mais rápida e eficiente aumentando a produtividade escolar. Todos os professores foram sempre muito profissionais, mesmo utilizando as redes sociais com os seus alunos.

    No fundo, penso que depende da personalidade de cada professor, se o professor tem tendência a se relacionar demasiado com os seus alunos dentro da escola, então o mesmo irá acontecer nas redes sociais. Há que ser profissional e utilizar as redes como deve ser.

    No artigo diz o seguinte:

    “Essa geração tem muita habilidade técnica, mas pouca habilidade social.”

    Penso que o problema não está só nesta geração, pois os professores (pessoas de outra geração) também têm que aprender a usar as redes sociais e a conseguir separar as situações.

    • André says:

      Sim, os professores têm diferentes personalidades, acho que o problema que se põe é se os alunos devem ter acesso às vidas privadas dos professores.
      Primeiro estás a falar já na faculdade, que é um pouco diferente. Os alunos do básico/secundário ainda têm outra mentalidade.
      Além de que eu se tiver de perguntar a um professor para me explicar a regra da cadeia da Calculo II e a aplicação no problema X, não tás a ver ele a escrever-me no facebook.
      No meu caso, teria de ir sempre ter com ele.
      Não quer dizer que noutras disciplinas eu não pudesse contactar o professor. Alias, muitos disponibilizam o telefone particular. Mas a faculdade é outro mundo, e as pessoas já são mais maturas.

  6. dc says:

    Sinceramente não vejo problema, se ambas as partes respeitarem a vida um do outro. Tenho vários Professores como amigos! Alguns deles chegam a ser autenticos Pais e Maes, utilizando o seu Facebook para transmitir importantes mensagens.

    Agora, nunca na vida ouvi bocas e muito menos falarem da minha vida pessoal nas aulas ou fazerem dela exemplo.
    Tenho as minhas crazy wild photos, e posso receber um comentário no intervalo, “ontem o menino foi para os copos! não se esqueça das aulas!” Mas é sempre num ambiente de respeito mutuo.

    Agora quando à aquelas discussões de Professor A ou B, em plena praça publica, e quando se faz pouco da imagem dos Professores… Isso é incorrecto!

    Deve haver uma distancia, mas tambem uma certa proximidade! Afinal os Professores são os nossos Educadores na maioria do tempo, nalguns casos, mais que a propria familia! Ja fiz parte de um Conselho Pedagogico e é uma triste realidade o que acontece com os Professores.

    Nós os alunos é que por vezes nos comportamos da pior maneira, e alguns Professores tambem… Mas se houver o tal respeito mutuo, não vejo qualquer problema!

  7. Serva says:

    Bom dia ,

    Nesta classe profissional como outras é extremamente perigoso a coabitação nas redes sociais , e mais tarde ou mais cedo a coisa vai correr mal , eu começo por dizer que não sou muito adepto das redes sociais porque mal ou bem acabas por expor a tua vida de uma maneira que muitas vezes nem dás conta , a tal apregoada privacidade que muitos e eu próprio sou defensor caiem literalmente por terra , poderia agora mesmo dar alguns maus exemplos de casos envolvendo redes sociais que acabaram mito mal e então nestas áreas sensíveis aonde muitos jovens têm as hormonas todas aos saltos a difamação está a um click .

    Cumprimentos

    Serva

  8. Rui Filipe says:

    Interagir nas redes sociais , não. Mas interagir com os alunos em sítios online dedicados exclusivamente a esse assunto, sim. Como por exemplo, as universidades criam forúns online onde os alunos podem expor dúvidas entre si e também aos professores, que têm acesso a essas plataformas.(E só alunos e docentes têm acesso a esse sítio, através de um login que só é possível atravês do número de aluno e password fornecida no ato da matrícula. Há que saber distinguir os ambientes formal/informal, e as redes sociais são claramente um ambiente informal, um ambiente de opinião, de partilha de opiniões, e não de educação.

    • Rui Filipe says:

      O próprio nome da ferramenta é “rede social”, e o que esse nome implica é mais do que explícito.

      Mas antes de tudo, isto é só a minha opinião e, como foi dito no comentário acima da Marisa Pinto : «acima de tudo o bom censo! :D»

  9. Ricardo says:

    Pessoalmente tenho alguns professores (universitários) como amigos. Inclusivamente um professor de Análise costuma colocar algusn desafios no facebbok (que não contam para a nota, mas que ajudam a praticar e a gostar mais de Matemática). Penso que a amizade entre alunos/professores no facebbok tanto pode ser bom a nível escolar (tirar dúvidas, resolver exercícios) como pode ser bom a nível pessoal.

    • Marisa Pinto says:

      Olha, isso é bastante interessante!

      Like para o teu professor 😉

    • ked says:

      Tirar dúvidas pelo Facebook?? Por amor de deus. Mas pagam-lhe mais por isso ou continuam a congelar-lhe o salário, a congelar-lhe a carreira, a descontar todos os meses 10% do salário desde 2011 e a não pagar-lhe subsidio de férias nem de Natal?

      • Pedro Pinto says:

        Ora aí está um ponto interessante….DINHEIRO!!! Esse é o mal de muitos professores que apenas Vendem as aulas…e pouco se importam se o aluno aprende ou deixa de aprender. Penso que deverá haver sempre um esforço pelo docente em conseguir que o aluno se motive e que, de certa forma, passe a ter interesse pela aula. É certo também que ha alunos complicados, totalmente desmotivados mas….tal situação não é motivo para o docente “abandonar” o aluno.
        O docente é responsável pela formação e em parte pela educação do aluno…se falhar (ou pelo menos não se esforçar)…como se deve sentir um docente?

        • ked says:

          Que tremendo disparate. Primeiro, todo o trabalho deve ser remunerado, se trabalhas de borla issoé um problema teu. Nenhuma empresa faz nada se não lhe pagarem. Depois, vê-se que percebes pouco de ensino. A função de um professor é ensinar e o aluno de estudar. É um contrato que está implícito. Em troca o professor recebe o seu salário e o aluno estuda. Se cortam nas embalais dos juízes e dos policias alegam logo que está em causa a independência dos mesmos, mas se cortam nos professores deles reclamam é porque eles vendem as aulas. Sabes que mais, se sofresses os cortes que eles sofrem, aturar canalha mal educada e mal formada porque os pais preocupam-se mais com ir de ferias e passar o tempo no Facebook do que educá-los e de vez em quando levar no costado como levam alguns professores para ver se gostas. Não ías gostar pois não, então não? Logo vi.

        • Alexandre Amaral says:

          Concordo completamente contigo Pedro Pinto, existe muito “professor” que apesar de ser muito estudioso na matéria faz tudo menos léccionar. Acho que é um dos principais problemas das universidades dos dias de hoje, o pessoal esquece que para ser professor não basta ser catedrático na área…tem realmente saber de dar aulas e saber lidar com os alunos. No fundo um bom professor preocupa-se pelo sucesso dos seus alunos…mas isso são outros tantos que não pertencem propriamente a esta noticia.

      • Jorge says:

        Lamento o salário, não concordo e jamais poderei concordar. Mas como diz um amigo meu: “Ou faz o trabalho ou não faz agora fazer por metade…”. Se a vocação do ked não é ser professor então não o seja. Ainda bem que não é professor dos meus filhos e Deus queira que nunca venha a ser. Quando a vida não me corre bem não tenho o direito de aliviar a tensão para cima dos outros. Como já referi neste artigo é uma questão de educação. Um bem haja e espero sinceramente um futuro promissor. (para bem daqueles que o rodeiam).

      • Marisa Pinto says:

        Oh Ked, acho que deves comentar em artigos para os quais estejas informados!!

  10. ked says:

    O meu irmão pediu-me para retirar o Windows do computador do filho porque ele perdia-se com os jogos. Como não percebe nada de informática deixou ao meu critério. Como na altura não existia ainda o Steam para linux resolvi instalar o Ubuntu no portátil do miúdo. Devo dizer que ele no inicio ficou um pouco apreensivo, mas no final do dia já estava todo satisfeito com o novo SO ao ponto de me dizer ” Tio, o meu professor sabe imenso de informática, vai adorar o que fizeste”. Eu perguntei o que faziam na escola ao que ele respondeu que aprendiam a usar o Office e a procurar coisas na internet. Na segunda-feira seguinte foi para a escola e o professor estava a explicar uma coisa qualquer sobre o Office e o meu sobrinho perguntou-lhe onde encontrava aquilo e chamou o professor. O professor quando chegou ao pé dele nem conhecia o LibreOffice e como desculpa disse-lhe para instalar o Windows 7 porque aquele SO não prestava. Um professor daqueles sob a minha alçada era despedido de imediato.

    • Carlos Ferreira says:

      Disseste algumas coisas acertadas, mas não exageres! Perdes a razão. Despedido porquê? Que idade tem o teu sobrinho? O professor de informática para essa idade não tem que ser nenhuma barra em todos os SO. Dizer que não prestava é errado, mas às vezes é uma força de expressão, tal como dizemos de um prato de que não gostamos, que é uma porcaria. Porcaria não é que outros comem e gostam, são gostos!

      Em relação ao SO, provavelmente aquele professor não está lá para ensinar Linux, Windows, Mac, etc… Senão cada um trazia uma coisa diferente e ele tinha que saber tudo.

      Talvez devas também reflectir nas tuas atitudes de “adulto”.

    • Joni says:

      Sinceramente nao entendo o que é que o teu texto tem a ver com a noticia em si. Acho que foi so uma tentativa de valorizar o linux e mais nada.

  11. Pedro Marques says:

    Pois eu julgo que o futuro da escola passará cada vez mais pelas redes sociais…

    O ideal seria conseguir integrar o moodle no facebook, por exemplo (se é possível desconheço)… Falei no facebook porque de momento é a rede social com mais utilizadores…

    Os alunos (estou a referir-me ao ensino secundário) passam a vida no facebook… Porque não tirar partido disso? Por exemplo, se coloco uma tarefa, na disciplina do moodle, para ser feita… era muito interessante que surgisse para eles logo a notificação de tarefa nova.. e não ter que esperar aula próxima aula para irem lá ver a tarefa. Se estiver à espera que vão ler o mail… Mais depressa os aviso na aula. A realidade é esta… Os alunos passam a vida no facebook… Só temos é que nos adaptar e tentar tirar o melhor partido disso… O problema é que ainda não arranjei forma de colocar os dois (moodle e facebook) num só…

    Há projectos que têm vindo a ser desenvolvido… por exemplo: http://campus.sapo.pt/

    Agora se é preciso “separar as águas”??? Bom… isso é obvio que sim!! Mas que uma rede social virada para o ensino pode ser uma ferramenta fantástica… Não tenho dúvidas!

    • Discordo completamente.
      Juntar moodle com facebook?
      Mau resultado.
      Em vez de ensinarmos responsabilidades, vamos “tapar buracos” e juntar coisas para que façam o que é da sua responsabilidade?
      Já agora porque é que não juntamos o Moodle a todos os jogos?
      Assim eles quando fossem jogar, também lá tinham o Moodle.

      A responsabilidade de estudar e estar interessado naquilo que se está a fazer é do aluno.
      Se ele não quer, então que vá trabalhar ou assim.
      Acredito que a culpa da falta de interesse dos alunos não seja da total responsabilidade dos mesmos, os professores também podem ser muito maus, mas também sempre ouvi dizer que quem quer algo tem que lutar por isso.
      Logo um professor pode ser muito mau, mas tu é que tás ali a tentar aprender algo e mais do que isso passar a cadeira logo a maior responsabilidade é tua.

      • Pedro Marques says:

        Opiniões!!! Mantenho a minha… Até porque como referi… Alunos do secundário é o que se passa… Passam a vida no facebook… Não falei em jogos… Até porque nas escolas grande parte dos jogos do facebook estão bloqueados… Em casa qual dos alunos vai ao moodle? e ao mail? no entanto ao facebbok deve ser raro o aluno que não vá… Então se coloco uma tarefa no moodle e em resultado disto aparecer a notificação no facebook é estar a apelar a irresponsabilidade? não sei onde… mas ok… são opiniões! Há que não esquecer a realidade dos alunos do secundário… e como disse e mantenho a minha opinião… as redes sociais podem vir a ser uma ferramenta fantástica… se através dela conseguirmos cativar o aluno para as tarefas/estudo!

  12. Antonio says:

    Não concordo de modo nenhum. Sou Prof do ensino básico e qd estou colocado e preciso que sejam feitos trabalhos que posteriormente me são enviados, para corrigir, classificar, etc, crio um email próprio com as siglas da escola e SÓ por essa via, os alunos me contactam. Não pode e não deve haver outro tipo de contactos fora da realidade escolar, digam o que disserem. O meu nome, dados, emails, etc , não são conhecidos dos meus alunos.

  13. Portugues says:

    Amizades com alunas é fixe. tenham juizo…cada coisa no seu lugar.

  14. Cláudio Esperança says:

    É sem dúvida uma bela questão que no final pode não ter uma resposta booleana. Pessoalmente acredito que não existem más ferramentas, apenas maus usos das mesmas. A rede social pode ser mais uma ferramenta para aproximar alunos e professores permitindo que os primeiros se sintam apoiados pelos últimos, mesmo fora do contexto da sala de aula. Por outro lado os professores podem ter a oportunidade de conhecer um pouco melhor os seus alunos, partilhar informações e ideias que considerem relevantes para a formação dos seus estudantes num ambiente mais descontraído e informal.

    No entanto o domínio da ferramenta é essencial para diferenciar o público alvo. Partilhas mais pessoais devem ser partilhadas apenas com grupos restritos e de confiança, no sentido de não expor informações comprometedoras.

    • ked says:

      Acho bem que os professores conheçam melhor os alunos para fugir deles e evitar levar pancada quer desses alunos quer dos pais. Censurem este também!

      • tfae says:

        Já é a 2ª ou 3ª vez que o vejo a falar de os professores levarem pancada dos alunos. Se é professor, nota-se que já levou muita. E, com a forma de pensar que está a partilhar, nem me pergunto porquê.
        Dos comentários que leio seus só me vem à cabeça um possível professor salazarista com mais de 60 anos e que ainda é da opinião que se educa com reguadas!

  15. Jack says:

    Não os aguento na escola, quando mais ainda levar com eles nas redes sociais! A professores e professores, por acaso tenho um professor no meu fb.. Esse mesmo é muito bacano, interage com os alunos como se fosse um irmão, fora da escola, ta sempre pronto ajudar! Precebes o lado os alunos, pois ele é assim bem jovem, mas não deixa de ser competente !

  16. ked says:

    Bem já ri que chegue com este post. Fiquem bem e até sempre. Por causa de mente abertas é os alunos não respeitam os pais quanto mais professores. Coitadinhos deles.

    • Jorge says:

      Agora culpam as mentes abertas pela falta de educação. 🙁 Parece que vivem na pré historia. Sou pai de 2 rapazes, penso que sou mente aberta, mas não admito faltas de educação, agora dizer que uma implica a outra…. realmente.
      E sim ked devia-se dar formação aos professores para que não digam disparates como “esse não presta”. Lá está a educação…

    • Marisa Pinto says:

      Ainda bem que te riste. Estamos aqui para fazer as pessoas felizes.

  17. Dante says:

    O excesso de “confiança” gera uma proximidade que não é boa nem para quem ensina como para que recebe formação. Apesar de haver idades onde isto se torna mais flagrante.
    O FB (por exemplo) é uma rede social em que as pessoas, quer queiram quer não, estão expostas intimamente. Há aspectos pessoais que não devem de ser partilhados, por causarem uma certa falta de autoridade a quem a tem de impor.
    Uma coisa é um professor ser presente outra é estar exposto. Acreditem.

    • pixar says:

      Essa é a grande questão!
      O problema não é em ser “amigo” do aluno. O problema é eu expor na Internet aspectos que nunca deveriam ter saído da minha esfera privada.
      -“Olha eu com uma bezaina”
      -“Agora a fumar uma broca”
      -“Olha eu sem roupa”
      Quando adicionamos um sem fim de desconhecidos ao nosso perfil, estamos preocupados com os alunos? Quem disse que um nos nossos “amigos” não conhece os nossos alunos? Quem nos garante que uma dessas fotos não vai parar a um vídeo do youtube como aqueles que costumamos ver e rir?

      • Marisa Pinto says:

        -”Olha eu com uma bezaina”
        -”Agora a fumar uma broca”
        -”Olha eu sem roupa”

        Não acho que esse seja o comportamento de alguém dito responsável, e que é o comportamento esperado de um professor/aluno ou outro ser humano, certo? 😉

        • pixar says:

          Nem sempre certo!
          É aquilo que se espera de um professor, mas nem sempre acontece.
          Claro que exagerei na caricatura. Onde eu queria chegar é que o respeito não o obtenho com o distanciamento relativamente aos alunos, mas com o meu exemplo.
          Aliás, eu não escondo dos meus alunos que com a idade deles também saía muito à noite e bebia uns canecos. Com isso apenas quero transmitir que até mesmo queando nos divertimos e, até com exageros, há limites que não devemos passar.
          Posso até ser mau professor por abrir esse jogo com eles, mas a verdade é que nunca fui insultado ou agredido por um aluno (já lá vão 14 anos).

  18. J.C.Lopes says:

    Eu também acho que um professor não deve aceitar um aluno como amigo, a não ser, como já alguém disse, se criar um perfil especificamente par ao efeito.
    Ate porque nós não controlamos tudo o que aparece no nosso facebook, muitas vezes vão lá parar fotos e outras coisas, colocadas por outros amigos e que ás vezes podem não ser as mais indicadas par o aluno poder depois na aula manter o respeito que lhe é devido pelos alunos.

  19. Pedro Reis says:

    As redes sociais podem ser uma mais valia na transmissão de conhecimentos. Contudo é preciso ter a sensibilidade suficiente para separar as águas e delimitar os acessos aos conteúdos e se for o caso também remover quem não se comporta de forma adequada. Também desta forma é possível chegar mais perto dos alunos e conhecer os problemas pelos quais estão a passar e ajuda-los se for o caso disso.
    Sou formador de Tic, e tive uma experiência muito positiva com os formandos que os incentivava a partilhar informação no grupo do FB criado para o efeito de coisas novas e interessantes relacionadas com a matéria.
    Tenho a dizer que quando bem usadas os meios de que dispomos podem ser uma mais valia e cativar os alunos pela “emoção” como dizia Augusto Cury no seu livro Pais Brilhantes Professores Fascinantes…

  20. Miguel says:

    Se em teoria, não vem mal ao mundo os professores serem “amigos” dos alunos no FB manda o bom senso que não o sejam.
    Isto porque depois a linha que separa entre a sala de aula e a “amizade” pode ser demasiado fina.
    Além do mais, os professores não têm nada que ser amigos dos alunos e vice-versa. Têm que ensinar e ganhar o respeito dos alunos e estes a mesma coisa.

  21. César Miguel Jorge Moreira says:

    Comentários infelizes à parte… eu acho que há outra questão pertinente… uma pessoa é minha amiga só por adicioná-la nas redes sociais?!
    Quem tem um perfil numa rede social tem obrigatoriamente de ter consciência do que faz com ele até porque, quer queira quer não, enquanto profissional da educação cada vez mais é necessário essa consciência nos dias de hoje.
    Eu sou professor e aceito qualquer pedido dos meus alunos. Não é por isso que a minha relação com eles muda. Não se tornam meus amigos, tornam-se contactos adicionados a um perfil. Não deixo de ser professor e a pessoa não deixa de ser minha aluna e não deixo de lhes responder se me enviarem mensagens sobre a escola. Mais que isso não o faço!
    Parece-me que tudo tem a ver com o bom-senso das pessoas e nada mais.

  22. Mariana says:

    Quem tem medo de aceitar os seus alunos em qualquer lado é porque tem algo de mal. Talvez dever-se-à repensar o uso das novas tecnologias no espaço escolar entre aluno e professor, porque a utilização do equipamento é a mesma. O uso que lhe dão é que pode variar. Se fosse prof. não teria problema em usar qualquer plataforma, seja Moodle ou FB ou outro. Só serviria para ajudar. Aliás, a própria noticia e as pessoas levam logo tudo para o mal. Lá está: como no caso do racismo: continua-se a falar dele e a insistir. Vejam como um negro fala do racismo. É didáctico, aprendam professores também. Por isso somos a maior parte mesquinhos…
    https://www.youtube.com/watch?v=Eyt8t_16Mek

  23. Joao says:

    Como professor de informática do ensino secundário, desde sempre que mantive contacto com alunos fora da escola. Desde o IRC, passando pelo ICQ, Messenger, e até agora no Facebook e Twitter, onde tudo tem sido útil e agradável. Regra geral a plataforma Moodle específica da escola/disciplinas chega para tudo, com fórum e chats incluídos, mas por vezes é mais rápido um simples tweet ou uma entrada no Facebook para divulgar informação, esclarecer uma dúvida, seja o que for.
    Quanto ao «espaço pessoal», não tenho problema em que os alunos sejam meus amigos, e também «amigos» no Facebook; são habitualmente os alunos, alguns, que perguntam se tenho conta, e se me podem adicionar.
    Para lá da experiência pessoal, acho que tudo depende dos intervenientes, quem faz do Facebook um espelho de actividades questionáveis e/ou comportamentos de risco certamente não estará interessado em partilhar com terceiros, mas ninguém é obrigado a tal.

    • Isabel Gomes says:

      Ora nem mais. Tudo depende de como gerimos as “amizades” que temos nas redes sociais e do nosso comportamento habitual (nas redes sociais virtuais e nas reais).

  24. Mariana says:

    O que se passa é que o Prof. que deveria ser autoridade em espaço escolar, tem medo de dizer que não e de denunciar os casos, preferindo ser um acanhado, mas não fazendo o seu dever de encaminhar e educar o aluno para o que está mal. Isso é o que ele deve fazer. O ESTADO e os pais agradecem…

  25. HSO says:

    É só conversas ao lado.
    e que tal ensinarem coisas a serio?
    Para que serviram os magalhaes? dar pcs aos putos nao basta, e preciso ensinar a trabalhar com eles, mas alguns docentes querem é ver a hora de saida, isso é um facto, principalmnete os dessas escolas superiores de educação que reclamam que o estado tem que lhes dar emprego. LOL

  26. Serva says:

    Boa tarde ,

    Concluindo , o que e certo é que misturar perfis pessoais com actividade profissional como a de ser professor não é nada boa ideia , o facilitismo muitas vezes cria problemas imensuráveis , querem interagir com o professor , tal como aqui foi escrito por um profissional desta área é criar um email da escola e interagir por aí , nada de contactos pessoais esse comportamento é eticamente incorrecto e está aos olhos de todos .

    Cumprimentos

    Serva

  27. João says:

    Achei o artigo muito interessante e pertinente. Na escola o professor é o professor e o aluno é o aluno é uma ideia muito vaga. Há situações em que isso tem de existir. Tem de existir um responsável com autoridade (não autoritarismo), mas ao mesmo tempo tem de ser amigo dos seus alunos. Só sendo amigo dos seus alunos é que as mentes se abrem para apreenderem melhor. Aquilo que se chama empatia.
    Ser amigo não quer dizer que tenha que fazer o mesmo que os alunos fazem e os alunos fazerem o que o professore (adultos) faz. A relação professor aluno só é verdadeiramente compreendida quem é professor.
    Os alunos passam 6 a 8 horas na escola e é natural que a escola seja alvo de várias opiniões. Uns sem saberem o que dizem e outros muito bem direcionados, com elogios e criticas construtivas.
    Em relação ao artigo. Este foca um ponto fundamental. Contas de correio electrónico institucionais e por conseguinte perfis institucionais. Quando usamos um perfil pessoal ou um correio electrónico pessoal estamos a abrir uma brecha na proteção que os alunos têm de ter. Alunos universitários a partida são adultos e respondem por si. Um aluno de 12 anos corre muitos perigos quando se expõem. Uma rede social pode ser usada por pessoas mal-intencionadas e daí resulta o que toda a gente sabe. Se amigo do professor não vejo mal nenhum, no entanto é necessário haver regras. Como definir essas regras… Não é fácil. Mas começa muito por plataformas institucionais. Eu não tenho problemas nenhuns em ser amigo dos meus alunos no office 365 da Microsoft. Até tenho aos meu dispor o Lync onde posso fazer videoconferência, mostrar PowerPoint, resolver exercícios, etc., mas sei que qualquer problema que exista, qualquer ofensa, pode ser supervisionada e desta forma responsabilizar: professores, alunos e Encarregados de Educação. O ensino e o ato de ensinar não pode ser feito em qualquer lugar mas não de qualquer modo.

  28. João says:

    É evidente que queria dizer, “O ensino e o ato de ensinar pode ser feito em qualquer lugar mas não de qualquer modo”.

  29. Alexandre Amaral says:

    Sinceramente, se o professor manter um relacionamento saudável na rede social com o aluno só vejo benefícios para os dois lados…o problema é quando falta este equilíbrio, já nem digo nas conversas directas entre os intervenientes, mas sim na questão da autoridade que se tem de manter forçosamente numa relação Aluno e professor (o que não impede que os mesmos não tenham uma relação de amizade).

    Eu acho sinceramente mau se o professor tiver os seus alunos adicionados no Facebook (ou outra rede social qualquer) e passar a vida a publicar as fotos das saídas de sexta à noite e coisas do género, depois temos também de ver que é bem diferente um professor Universitário adicionar um seu aluno que é maior de idade, do que um professor do secundário por exemplo…as mentalidades são completamente diferentes.

  30. Luis Gomes says:

    Eu como aluno tou de acordo com o contato digital entre porfessores e alunos pois no meu caso e uma grande ajuda especialemnte para resolver duvidas que tenho sem ter de parar o estudo so porque nao consigo fazer aquela parte

  31. Cletus says:

    Ter alunos no Facebook é estúpido e completamente inconsciente. Infelizmente conheço muitos colegas que o fazem apenas porque acreditam que o sucesso social é directamente proporcional ao número de “amigos” nesta plataforma. A maioria dos alunos em Portugal, tirando raras excepções, não tem qualquer respeito quer pelos colegas, quanto mais pelos professores. Dar-lhes tal acesso à vida pessoal fora do trabalho é um grande risco. Por mais cuidado que tenham com os comentários que fazem ou com as fotografias que adicionam, não conseguem garantir que o vosso círculo de amigos o faça também.
    Imaginem a seguinte situação: num certo fim de semana vão para a farra com um grupo próximo de amigos. Bebem uns copos a mais e quiçá até podem fumar umas coisas menos legais. Nenhum dos vossos amigos tira fotos mas como hoje em dia toda a gente tem a mania que é fotografo, acabam por aparecer em meia dúzia de fotos de completos estranhos, ou com o copo na mão o com outra coisa nos lábios. Entretanto no dia seguinte, a aflição de mostrar que se fez algo se socialmente aceitável no dia anterior é tal que esses estranhos colocam essas fotos no seu facebook antes sequer de ir à casa de banho. A teoria dos seis graus de separação garante que a probabilidade de que alguém vos reconheça na foto de um completo estranho é bastante alta. Essa pessoa, inocentemente identifica-o na foto e segundos depois toda a escola sabe o que andaram a fazer no fim de semana passado.
    Quando se conhecem casos de professores a quem os alunos fizeram a vida negra apenas porque um dia estava mais sonolento e calçaram meias de cores diferentes, dar acesso a algo tão potencialmente prejudicial é um acto de suprema estupidez, injustificado por qualquer ilusão de popularidade que se ganhe. A privacidade é demasiado preciosa para se apostar em algo tão fútil, principalmente nos dias de hoje.

    • ked says:

      MUITO BEM. OS MEUS PARABÉNS. AFINAL NÃO SOU UM ALIEN. Acho curioso que por fazer comentários não ofensivos para ninguém já fui insultado várias vezes. Contudo, o não vou descer de nível só porque alguns enfiam a carapuça.

    • Serva says:

      Cletus ,

      Muito boa tarde , com os meus cumprimentos , subscrevo tudo o que escreveu .

      Saudações

      Serva

    • Mike Litoris says:

      i second that.

    • João says:

      é, sem dúvida uma questão polémica…

      as opiniões dividem-se e vão dividir-se sempre pq, tal como na “vida real” (fora das redes sociais), há professores que optam por ter uma relação muito distante, outros demasiado próxima e alguns que a equilibram…

      As Redes Sociais podem, sem dúvida, ser um elemento que pode ser aproveitado para potenciar a relação pedagógica, bem como detectar alguns problemas dos alunos (bullying, depressões, etc), pode ser aproveitada para desenvolver actividades pedagógicas mas, obviamente, também pode ser um risco a sua utilização (por tantos aspectos já aqui referidos).

      contudo, e sem querer julgar ninguém, limito-me a dar a minha opinião e a partilhar convosco algo que me deixa um pouco incomodado..

      concordo inteiramente quando referem que basta um desconhecido tirar uma fotografia para que se torne público e rapidamente chegar aos nossos contactos mas, sinto falta da coerência no que toca ao papel do educador..

      jantares? saídas? copos com amigos? sim, pessoas adultas, que convivem de forma saudável.. mas excessos? fumar coisas ilícitas? é verdade que cada um é livre de fazer o que quer mas, com que coerência se fala de educar (inclusive é a droga é um tema debatido nas escolas), referiam que por um professor dizer que o SO não presta (o que considero incorrecto da parte do professor, mais vale assumir humildemente que não domina o SO) que devia ser despedido.. mas comportamentos socialmente inadequados já são válidos? sinto uma certa falta de coerência nesse aspecto..
      um professor pode ser marcante na vida de um aluno (positiva ou negativamente) e não é pos ser um professor fixe ou radical, mas sim por ser alguém que faz a diferença.. alguém que consegue “chegar ao aluno” (podendo ser, ou não, um amigo – isso já depende de cada um, não é forçosamente certo ou errado, desde que sabendo manter a distância e separar bem os papéis).

      as redes sociais são, sem dúvida, um elemento quer potenciador quer comprometedor.

      depende do uso que se faça e dos objectivos pedagógicos em causa.

      cabe ao professor aceitar ou não e, quer aceite quer não, fazer uma utilização adequada da plataforma.

      cumps.

  32. Skin says:

    Tema muito interessante e pertinente. Na minha opinião pessoal não vejo mal em que professores e alunos possam ser “amigos” no facebook. Mas nesse caso o professor tem que saber resguardar-se muito bem e ter noção de que o que colocar na rede vai ser visto não só pelos reais amigos como tb pelos “amigos”, sejam eles alunos ou não. Conheço muitos casos, que até critico, de professores que expõem em demasia a vida privada no facebook. Penso que qualquer pessoa deve ter cuidado com o que coloca na rede, e no caso dos professores, como educadores que são, deverão ter ainda mais cuidado. Não é preciso muito para uma foto ou um comentário desencadear mal entendidos.

  33. Kevin Coelho says:

    Sem querer ofender ninguém, este KED é um chato do caraças –‘

    O que pareces não perceber, é que um professor deve ser cativante, se te deres bem com ele, mais facilmente vais pedir-lhe explicações. Sempre me senti mais a vontade para interromper uma aula por não perceber algo com professores com que me dou bem! Acho isto compreensível, sobretudo quando se é muito novo. Se fosses do 5 ano e não sentisses nenhum tipo de amizade pelo um professor, mais difícil seria para ti pedir-lhe para te explicar algo. Além disso, quando há alguma proximidade entre alunos e professores, curiosamente, também existe mais respeito dos alunos para com este. Isto porque ninguém quer faltar ao respeito de uma pessoa com que se dá bem 😉 Pensa nisso, tenta não ser sempre do contra, podes ter as vezes razão, mas nem tudo o que dizes deve ser tomado como um facto, e nem tudo o que os outros dizem deve ser considerado de absurdo 😉

    • ked says:

      Começas muito mal e acabas mais ou menos. 😀

    • ked says:

      Mas olha que ser do contra tem um objectivo. Nunca faço nada por acaso. Assim, fiquei a conhecer o perfil de muitos que aqui andam. Tu não me pareces má pessoa de todo. Parabéns.

    • Serva says:

      Kevin Coelho ,

      Boa tarde , aconselho-te a ler o post do @Cletus ele é esclarecedor , não confundir empatia com amizades no FB , eu entendo o que dizes , eu tenho ainda bem vincadas na minha memoria as relações que tive com os meus professores ,as boas e as más , sabia a quem me dirigir em caso de ajuda e sabia a quem não o fazer e isto tudo na minha plena liberdade de preservar aquilo que um ser humano mais tem direito na sua vida , a sua privacidade , sei o que queres dizer , mas sei também que hoje o Mundo mudou muito , existem perigos dos 2 lados , do professor que se arrisca demasiado e dos alunos(as) essa é uma realidade incontornável por isso mais uma vez afirmo misturar estes 2 conceitos é eticamente reprovável e contraproducente .

      Cumprimentos

      Serva

      • Kevin Coelho says:

        Serva, diga-me uma coisa, qual é a grande diferença de perigo para um aluno, quanto a conversar via messenger com um professor, ou com outra pessoa qualquer?

        Qualquer individuo pode ser perigoso, os professores não são mais perigosos que os outros.

        Percebo que estes tenham responsabilidades para com as suas funções, mas não é porque existem maus professores que pretendem fazer mal aos seus alunos, ou ter demasiada proximidade com os mesmos, que isto deve ser aplicado como um facto.

        Se assim, fosse, tinhas medo de deixar os teus filhos na catequese, na dança, na missa, no medico etc.

        Um professor é uma pessoa como qualquer outra, e fora das aulas, pode perfeitamente ter uma relação de amizade normal com os alunos.

        Os únicos motivos pelo qual é mau um professor se envolver com um aluno tem a ver com a diferença de idades, e com o facto de as notas do mesmo aluno poderem não ser as de que realmente merecia.

        Agora se me disserem que existe algum mal em um professor se envolver com uma aluno universitário, quando têm 4 ou 5 anos de diferença, a não ser pelo motivo de as notas poderem não ser correctas, não vejo nenhum problema. Qual é a diferença quanto a se, em vez de um professor, fosse um agricultor com a mesma idade que o professor?

        Deve ser punido o professor que tenta abusar de uma criança, ou aquele que se envolve com menores de idades, ou aquele que, apesar de se envolver com um adulto, influencia nas notas do aluno.

        Agora não vejo nenhum mal em professores que se dão bem com determinados alunos, e que não são alvos de nenhuma das criticas que referi no paragrafo, falarem na boa no messenger com os mesmos etc.

        • Kevin Coelho says:

          parágrafo acima*

        • Serva says:

          Kevin ,

          Boa tarde , primeiro eu não faço distinções entre redes sociais , depois não sei se poderemos considerar o MSN uma rede social com toda a carga que aqui falamos de perfis e características desta nova vaga de redes sociais , no entanto reconheço que na prática as diferenças são poucas , por isso não defendo desde o meu primeiro post que exista contacto entre professor e aluno a não ser pela via institucional .

          Segundo , há que dividir as aguas , uma coisa é o secundário outra é a Universidade ,claramente que no secundário há que ter muito cuidado , na Universidade claro que é diferente , mesmo assim o @Kevin no final toca num ponto que no mínimo chamaria de polémico , o tal envolvimento de um Professor com uma Aluna ou o Inverso uma Professora com um aluno que pelo facto de serem de maior idade e terem uma diferença pequena de idades já justificaria no seu ponto de vista o tal recurso as redes sociais e os possíveis favorecimentos , pois o que eu digo é exactamente aquilo que andamos há anos a dizer da promiscuidade dos políticos Portugueses , agora talvez com mais insistência porque finalmente abrimos os olhos , mas voltando ao tema neste seu último paragrafo compreendemos bem a sua posição .

          Aceitem os meus sinceros cumprimentos

          Serva

          • Kevin Coelho says:

            Repare por favor, que eu indico, bem, de forma clara, que só não vejo problemas nisso a não ser no possível favorecimento nas notas! Porque, diga-me, do seu ponto de vista, uma aluna envolver-se com um agricultor de 25 anos tem alguma diferença com envolver-se com um professor da mesma idade? O problema a meu ver nunca será a profissão mas sim, os diversos problemas que citei e que volto a citar só mesmo para si:

            Deve ser punido o professor que tenta abusar de uma criança, ou aquele que se envolve com menores de idades, ou aquele que, apesar de se envolver com um adulto, influencia nas notas do aluno.

            Cumps para si também 😉

  34. pixar says:

    Sou professor do ensino profissional (equivalente ao secundário) e sempre tive alunos adicionados à conta de Messenger pessoal. Sempre que tenho novos alunos em estágio, lá adiciono mais uns quantos.
    Todos eles têm o meu nº de telemóvel pessoal. Todos eles têm o meu email pessoal e de trabalho.
    Querem que vos diga quais os problemas que tive com isso? 0 (zero)!
    Não os tenho adicionados ao facebook ou equivalente, porque não tenho.
    Todas estas formas de comunicação devem ser encaradas como uma ferramenta e nada mais.
    Claro que nunca forneço os meus contactos sem que haja uma justificação, mas isso tanto se aplica a alunos como qualquer outra pessoa. No caso dos alunos, forneço os meus contactos sempre que tivermos necessidade de comunicar. O e-mail é a 1ª coisa que faço para envio de trabalhos. O resto é em função das necessidades…

    • ked says:

      Olha segundo um comentário mais acima essa situação devia ser denunciada. Lê-se cada coisa aqui. Eu apesar de não concordar com o que indicaste acho que deves fazer o que for melhor para ti.

      • pixar says:

        Não apenas o que é melhor para mim, mas o que é melhor para os alunos.
        Se isto funcionar como forma de obter melhores resultados em termos de ensino, porque não.
        Trabalhar de borla ninguém gosta, eu incluído. Mas deixo de dar aulas no dia em que não sinta satisfação com os progressos feitos pelos meus alunos. Quando me for indiferente se eles aprendem ou não, dedico-me a outra coisa.
        Todos os dias lhes “dou na cabeça” para que estudem, pois verão resultados disso. Os meus alunos de electrónica que entram em estágio dentro de 2 meses, de 15 já tenho 4 ofertas de emprego. É isso que me dá gozo neste trabalho.
        Alguns poderão dizer que os meus alunos são uns anjos e que por isso não me dão problemas com as “amizades” na web. AHAHAHAHHAh Se ter problemas em tribunal por agressões várias é ser anjo, entaõ, sim, são anjos.

  35. Nelson Vasconcelos says:

    Sinceramente, acho que é uma questão de bom censo.
    eu tenho alguns professores como “amigos” no fb, como é obvio o professor apesar de prestável, sempre teve uma atitude de Professor, e só me aceitou quando deixei de ser aluno dele, professor na faculdade! (pois parte-se do pressuposto que são ambos adultos e sabem interagir como adultos que são, e separar as águas)

    Ao nível do ensino secundário, básico e de AEC’s há casos e casos, pois a ideia de que um professor é um orador e nunca um recetor, é uma ideia errônea logo por aí, não venham com histórias leiam mais sobre a inovação dos professores.

    No entanto também há que ver o pressuposto de que só esconde quem tem algo a temer, ou seja se não têm comportamentos incorretos também não terão problemas alguns em aceitar alunos como “amigos” numa qualquer rede social, pois existem muitos alunos, quem é professor tem de se dar ao respeito, e evitar comportamentos ditos incorretos (obvio que ninguém e perfeito, todos temos direito a algumas loucuras) agora um professor que apanha bebedeiras todas as semanas, faça o favor de mudar de profissão sff, professores são educadores, e oradores de ideias, sabendo está claro receber as ideias pelos alunos, tipo aquela do prof que diz que um distro linux não presta, nem sabe o que é o libreoffice eu não sou da area e sei perfeitamente o que isso é, mais uma vez “professores” dinossauros que não sabem o conceito de uma reciclagem de conhecimentos.

    Em suma, há casos e casos, é tudo uma questão de bom censo gente 😉 se não se acham capazes de separar as águas, não o façam, se o sabem fazer mas acham que os alunos após algum tempo não são dignos da confiança que lhes é dada, estejam à vontade porque existe sempre a opção de remover a “amizade” na dita rede social, senão só por email, e pelos meios convencionais.

  36. Marisa Pinto says:

    Ainda só para complemento ao artigo e discussão do mesmo:

    Estudos indicam que os professores no geral, no que toca à tecnologia, ainda estão só à vontade com o email. (“Findings on Facebook in higher education: A comparison of college faculty and student uses amd perception of social networking sites: The Internet and Higher Education, 13. dos autores Roblyer, McDaniel, Webb, Herman e Witty (2010)”

  37. TI&TI says:

    Engraçado que se coloca sempre as culpas no software e nunca em quem o usa.
    Engraçado que haja quem não considere mal nenhum colocar fotos intimas, ou até alusão a consumo de produtos ilegais, e ao mesmo tempo exercer a profissão de professor.
    Engraçado que haja quem se preocupe mais com o que está na rede e se preocupe pouco com os exemplos que dá no dia a dia.
    Engraçado que poucos são os que se preocupam verdadeiramente com o facto de os miúdos de hoje (facil e estupidamente adjetivados de hiper mega ultra nativos digitais) carecem cada vez mais de educação para a protecção de dados, porque cada vez mais e cada vez mais cedo lhes é atirada, literalmente, informação que necessitam de saber filtrar.

    Muito mais há a dizer sobre este assunto.
    Mas finalizo dizendo que, acima de tudo isso, deve estar a conduta individual de cada um. É através dela que se dá o exemplo e se educa os mais novos. As redes sociais são demasiadas vezes usadas como desculpa, quando na verdade o problema está em cada um de nós.

  38. Pedro MIranda says:

    Mas no facebook não há uma ferramenta para ‘separar as águas’ já? Não sei como se chama, mas no google+ chama-se Círculos em que se pode filtrar facilemente quem tem acesso ao quê no teu perfil. E eu como aluno sempre fui mais amigo dos meus professores do que dos meus colegas, sempre odiei a falta de maturidade dos meus colegas… enfim… E no secundário cheguei a ter no google talk uma professora e ter conversas interessantes sobre filosofias de vida, crenças, religiões, politica, estado do ensino etc…

  39. Hugo Costa says:

    E a relação dos médicos com doentes no facebook?

    A Ordem dos Médicos inglesa (General Medical Council) também anda preocupada com a interacção dos médicos com os seu doentes no facebook.

    http://www.gmc-uk.org/guidance/10900.asp

  40. Isabel Gomes says:

    Um professor e um aluno são pessoas, antes de mais. Se as pessoas soubessem proteger a sua privacidade, nenhum mal viria ao mundo do conhecimento/ligação através das redes sociais. O problema põe-se ou quando as pessoas não sabem proteger-se (evitando partilhar publicamente imagens ou textos que possam causar-lhes embaraço ou aproveitando as própias ferramentas das redes sociais para o fazerem, criando grupos aos quais dão ou não acesso a determinados conteúdos) ou quando não sabem comportar-se nem nas redes sociais nem em lado nenhum. Se souberem fazer uma boa gestão destes fatores, as redes sociais são uma ferramenta excelente para os professores trabalharem ou conviverem com os alunos ou para os alunos trabalharem ou conviverem com os professores.

    • tfae says:

      Mais uma vez, parabéns por pensar assim.
      Além disso, muitas das pessoas que aqui comentam o contrário não sabem do que falam.
      O Facebook permite criar listas diferenciadas, em que só partilhamos o que queremos com cada uma delas.
      Quanto à questão de nem sempre sermos nós a publicar coisas sobre nós, também há a apossibilidade de essas coisas se tornarem publicas no nosso perfil apenas se nós quisermos. Se continuam disponíveis em outras contas? Sim, mas podemos sempre pedir a quem as postou que as retire. Se não funcionar, há a opção para denunciar conteúdo.

      Percebam que o problema não é da ferramenta, que todo o controlo nos dá, mas sim de quem a usa, sem saber.

  41. Daniel says:

    Sou aluno do ISEP e do CENFIM do Porto, tenho mantido contacto com os meus profs, inclusive sou amigo de alguns nas redes sociais e acho que é muito importante para melhorar a relação professor/aluno e melhorar a performance do aluno, nunca tive nenhum problema com isso nem eles.

  42. coiso e tal says:

    pah é o mesmo que um cliente adicionar uma prostituta!!!haja bom senso

  43. zp says:

    Sou professor e tenho muitos alunos(as) como amigos no facebook e a relação é como a presencial. Não vejo mal nenhum, agora…que há malucos em ambos os lados…

  44. ASantos says:

    Estive acompanhar durante 5 minutos na obliqua os vossos comentários, acho que devem ser criados guias de interligação entre Alunos e Professores, não necessariamente conversas paralelas e segundas intenções, ninguém deve expor a sua vida para lá da profissional, senão o risco de ser avaliado nesta sociedade de rasto digital, pode ser um eco infinito de consequências, cada um deve assumir o risco das cauas consequências, agora um profissional a falar de engate ? por amor de Satanás, falem de evolução pessoal e aumento de raciocionio dentro do que querem ser no Futuro, deixem-se de fantasias porque podem ter um FIM TRISTE.

  45. Dr1v3r says:

    Se for utilizado para comunicação, é mais uma grande mais valia, porque não?

  46. Pedro Poeta says:

    Marisa e Pedro Pinto,

    porque razão o Ked ainda n está banido de comentar? fds, estive a ler este artigo, com opinioes bastante diversas mas fundamentadas, e entre cada 3-4 posts, la vinha um desse ‘iluminado’ mandar umas postas de pescada. façam uso da vossa autoridade, e mantenha isto legível please.

  47. Stefanov says:

    A minha opinião é:

    – Professores para um lado;
    – Alunos para outro;

    E nada de proximidades. Haja bom senso…

    Abraço.

    • coiso e tal says:

      yah também acho… e até digo mais, devia haver escolas só para professores e escolas só para alunos!!!!Assim é que era, tudo separadinho…ali como no ecoponto!!!
      Professores e alunos no facebook só para jogos e mesmo assim há batoteiros!!!A mim não me enganam…

  48. maneu says:

    Concordo com o facto de ter professores adicionados nas redes sociais. Não vejo problema algum, aulas não têm propriamente a ver com amizades ou outro tipo de relação social.
    Contudo posso dizer que graças às redes sócias e aos professores que tenho adicionado, já recebi várias propostas profissionais, inclusive uma delas deu-me uma oportunidade de trabalho. Na minha área, como programador, as redes sociais são um pote de mel para novos projetos e novas oportunidades.

  49. Ana says:

    Não concordo. Um professor pode ser amigo dos alunos na sala, na escola, etc. Ter alunos crianças como amigos no perfil pessoal do facebook é q não. Não deixa de ser bom professor ou de ser amigo dos seus alunos. Simplesmente, uma coisa é um perfil pessoal, outra coisa é um perfil profissional. Ou agora querer manter a intimidade quer dizer q não se é amigo dos alunos?? Uma coisa são os amigos e a família, outra coisa são alunos crianças. messenger, email td bem, agora no facebook não concordo.

  50. Daniel says:

    Eu sou professor e tenho vários alunos como amigos no Facebook, e além disso também criàmos lá um grupo de trabalho para discutir a matéria que foi e que irá ser dada na aula.
    Isto de um professor não “dever” ser amigo de um aluno é pura estupidez, eu tive professores que eram e ainda são grandes amigos meus, e graças a isso ganhei vontade de estudar e de seguir em frente nos estudos. Porque que eu não haveria de fazer o mesmo com os meus alunos?
    Agora , há uma coisa que sim, deve estar sempre presente, o respeito do aluno pelo professor e o comporamento das 2 partes na sala de aula e na escola.
    Esta “amizade” entre professores e alunos é muito importante, desde que seja feita da maneira correta, isto porque muitas das vezes os alunos passam mais tempo conosco do que com os proprios pais, e em muitos casos eles desabafam conosco dos problemas do dia a dia.

    Mas atenção, isto é apenas a minha opinião, cada um tem a sua.

  51. manel says:

    Eu criei uma conta específica para os meus alunos, grupos para as turmas. Coloco aí informações, partilhas, etc. relacionadas com os assuntos tratados nas aulas ou do seu interesse.
    Na minha conta pessoal, só amigos, amigos, ou seja, pessoas com quem possa falar e partilhar assuntos do meu interesse que por vezes a distancia não permitiria, como os colegas da Universidade, familiares, colegas de escola, alguns ex-alunos, hoje adultos, etc. Estes assuntos não interessam a alunos, e como sou muito selectivo nas amizades, a minha lista é muito limitada e aqui não entram os atuais alunos.

  52. Nuno says:

    Como é óbvio tudo depende da idade do aluno, se for um aluno de faculdade como é óbvio não deve cair grande mal a este mundo, se for uma criança de 8 ou 14 anos a maturidade é outra…

  53. Careca says:

    As novas tecnologias “arrasam-vos”…

  54. Careca says:

    É tudo uma questão de mente.

    Do professor e do aluno/a.

  55. Olá
    Como professor e investigador na área do cyberbullying vejo esta noticia com alguma curiosidade. Em 1º lugar acho que é extremar uma posição e afastar a possibilidade de ter elos entre os professores e alunos. A conduta social entre estas personagens deve ser igual em todas as situações. 2º como professor e utilizador destas novas formas de interacção social defendo que também devemos ser “policias” e ensinar a ter comportamentos adequados nessas plataformas. 3º a proximidade entre professores e alunos, desde de que não ultrapasse o eticamente correto, não terá nunca desvantagem em termos de ensino aprendizagem. As novas plataformas de comunicação são só uma nova forma de comunicar, o respeito tem de ser igual, a conduta deve ser igual à situação real. Por ultimo sejamos realistas, professor que não desenvolva competências nestas plataformas estará a afastar-se da realidade ou mesmo a regredir pedagogicamente. Assusta-me ver colegas que ainda não utilizam os computadores, nem mesmo sabem enviar um e-mail. O respeito é universal independentemente do sitio onde se está.
    Saudações.
    Pedro Ventura

  56. Ana Narciso says:

    Na minha opinião os professores podem perfeitamente criar uma “página”, sendo esta a sua cara perante os alunos.

    Ou então, criem um grupo privado para a turma.

    É tudo uma questão de saber utilizar as ferramentas em conformidade.

  57. maneu says:

    Pelo que percebi a grande parte das pessoas não sabe utilizar o Facebook, desconhecendo a grande parte das ferramentas e funcionalidades que este possui. Como já foi dito existem listas, permissões de partilha de conteúdo, etc. Eu tenho uma conta de Facebook e chega, acho que se torna chato ter de criar uma conta para cada situação, assim como um email para cada área profissional ou pessoal…

  58. Cabicovski says:

    Bem, aqui fica a minha resposta a este assunto. Nem sou pessoa de fazer disto, gosto de ler e manter-me informado mas a opinião até costuma ficar comigo e por vezes faço eu próprio artigos sobre o tema para debate em meus próprios blogues. Com respetivos direitos de autor é claro.

    Dito isto identifico-me: sou professor mas ao mesmo tempo aluno. E como tal consigo ver melhor a situação do que algumas pessoas que aqui comentaram e sim eu li todos os comentários que foram feitos, alguns concordo e outros não como é óbvio.

    Agora a minha análise a isto e muito resumidamente digo que NÃO CONCORDO com:
    “Professor é Professor, aluno é aluno, e é assim que deve ser também nas redes sociais.”.

    Eu sendo professor e tendo perfil de facebook aceito meus os alunos como amigos. Isto porque e como já foi dito por aí nos comentários, eu no meu mural por vezes publico uns exercicios de modo a que não só os meus alunos mas como outras pessoas os possam resolver e alargar o seu conhecimento. E por vezes até há respostas bastante interessantes devido ao tema, visto que não é só meus alunos que respondem.
    Eu sendo aluno, tenho professores meus adicionados como amigos, e até gostava que eles fizessem o mesmo que eu mas não fazem.
    O facebook tornou-se algo útil para a sociedade e podemos tirar muito mais partido dele do que se tira. Se para isso é preciso adicionar um aluno ou professor como amigo, que mal terá isso? Que mal terá ver uma foto mais “coiso”? De certeza que ambos se rirão de ambos por isso não é caso para tanto alarido.

    Gostava de desenvolver melhor isto mas por falta de tempo não posso.

  59. tfae says:

    Sou estudante universitário e sou amigo de professores meus no Facebook. Não vejo mal nenhum nisso, muito pelo contrário: além de consolidar laços entre professores/alunos, gera mais confiança, bem estar e conhecimento entre as PESSOAS com que se lida todos os dias. Além disso, também já tirei algumas dúvidas sobre a matéria via chat do Facebook, que me foi bem útil!
    No entanto, é óbvio que não se pode esquecer do tipo de relação a ter (relação professor/aluno).

    Cumps

  60. Mauro Gonçalves says:

    É assim, hoje em dia, uma pessoa que saiba “andar” pela internet, sabe também se proteger… óbvio que os professores podem ser amigos dos alunos, até podem adicionar desconhecidos(se bem que não recomendo essa prática)… para quem não sabe, podemos aceitar os pedidos de amizade, e inserir os amigos em grupos onde aplicamos regras de privacidade, como por exemplo: Eu no meu facebook, só os meus verdadeiros amigos e familiares, é que têm acesso às minhas fotos, e ás coisas que publico. Quem faz a conversa de, “ah e tal, eu sou professor por isso não o posso adicionar alunos como amigos porque não há cá misturas” ERRADO. Só denotam uma falta de conhecimento da aplicação que tanto usam hoje em dia.(Facebook)

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