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Farto das redes sociais? Adira à greve incitada pelo cofundador da Wikipédia!

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Imagem: Larry Sanger.org

Fonte: BBC

Autor: Micael Pires


  1. Zé Duarte says:

    Quem está farto das redes sociais já não as usa. Quem usa não vai aguentar 2 dias seguidos sem lá ir.
    Não me cheira que vá ter grande impacto mas espero que esteja errado.

  2. Daniel says:

    Bem, indirectamente, acabo por o fazer… Não tenho perfil em nenhuma, com excepção do LinkedIn, mas nem isso uso… A última vez que a usei terá sido há uns 5 anos, talvez…

  3. zzz says:

    Ah e tal, vamos fazer greve às redes sociais… mas vamos usar as hastags nas redes sociais para publicitar a anunciar a greve. boa!

    • nuno a says:

      não é preciso ser nenhum génio para perceber que se deve utilizar o #SocialMediaStrike hoje e amanha, ignorando completamente as redes sociais dia 4 e 5 quinta e sexta feira respectivamente.

  4. Baaahhhhh!!! says:

    Redes sociais tive e mandei-as à fava quando vi para que servem.
    São para gente frustrada e deprimida que nada mais tem para fazer com a vida.
    Para se sentirem bem consigo próprias, partilham toda a porcaria que fazem á espera de aprovação, alguns só falta postar quando vão ao wc.
    Deviam era ir procurar um psicólogo ou um padre.

  5. Luis says:

    Eu já aderi há…6 anos! 🙂

  6. Filipe says:

    Então vamos fazer greve. Mas vamos às redes sociais nos dias da greve publicar as hashtags ou o link que este doente refere. Ok.

    Acho que já está mais do que na altura de a internet deixar de dar atenção a quem é capaz de tudo para a ter.

  7. LA says:

    A melhor rede social que existe, é estar com os amigos e com a familia. O resto, a longo prazo, acaba por tornar as pessoas, anti-sociais…

  8. Casuístico says:

    Seria ótimo se desse certo o referido evento, mas não dará. Quem é viciado em redes sociais não se importa com o que fazem com as suas informações preservadas nos servidores/sites das referidas redes sociais. Felizmente estou livre delas faz muito tempo. Saudações.

  9. Pedro says:

    Quem está farto de redes sociais, não tem vida. Sou da opinião que a vida deve ser vivida offline. O prazer que dá jogar à bola com os filhos, amigos e irmãos na praia é qualquer coisa de fantástico, não é preciso publicar tudo nas redes sociais… Cada vez acho mais que o pessoal se alimenta de likes e não de comida

    • Daniel says:

      Exactamente… E muitas vezes, só quando perdemos alguém, é que nos damos conta do tempo que se perde com artificialismos…
      Estas gerações mais novas bem imaginam o quão divertido era brincar na rua, jogar à bola, esfolar os joelhos e continuar a brincadeira… E isso é pena…

  10. Um leitor tuga says:

    Curiosamente, esta greve foi convocada por um fulano que desaconselha o uso da Wikipédia, projeto que ele próprio fundou há quase 20 anos… Boa!
    https://www.dn.pt/mundo/interior/quase-20-anos-depois-fundador-da-wikipedia-aconselha-que-nao-usem-plataforma-10982154.html

  11. Vasco says:

    Pessoalmente eu respeito as opções e a forma de pensar individual, e é por isso que não alinho em greves de rebanho, que não servem para nada. Os protocolos de base deixam rastro em todo o lado e daí para cima é impensável falar-se em privacidade, pois esse conceito não radica na própria natureza do tipo de redes que utilizamos diariamente: sociais e outras. Precisamente por prezar o indivíduo em vez do rebanho, também me parece que não existem almoços grátis, e que todos – desde programadores a accionistas das empresas -, têm de almoçar, pagando. Produtos e funcionalidades gratuitas não existem em tecnologia e são todos pagos, sem ou com donativos dos utilizadores (caso da Wikipedia) ou através do tempo despendido em acções pro bono – aka caridade de participação em projectos não remunerados. Novamente: liberdade individual no seu expoente máximo. Apelas a uma greve desta natureza não faz sentido absolutamente algum e não modificará nada. O interesse, o lucro, faz parte da natureza das coisas e querendo ou não, tudo acabamos por ter de pagar.

    • Vasco says:

      A única diferença é que nas redes sociais pagamos não em moeda mas com a informação que geramos a cada segundo que passa. A informação é que é a genuína moeda virtual.

  12. grifo74 says:

    já estou de greve à dois anos e vou continuar

  13. João says:

    hummmm…

    Diaspora* ????

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