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Música Digital cai 9% mas streaming cresceu 54% em 2014


Autor: Vítor M.

Destaques PPLWARE

  1. Benchmark do iPhone 6 says:

    Mas o vinil são álbuns novos ou reedições?

    Esta coisa de o CD estar a morrer em grande medida corresponde à morte dos álbuns. O pessoal quer é ouvir uma musica ou outra, porque as restantes pouco se aproveitam – e para isso o streaming é melhor.

    Já agora. O developer do Monument Valley diz que no iOS 40% das instalações do jogo são legítimas (foram pagas), enquanto no Android desce para 5%.

    Isto é pirataria a mais do que a conta.

    http://www.actualidadiphone.com/2015/01/06/el-desarrollador-de-monument-valley-habla-de-la-pirateria-en-ios-y-android/

    • Vítor M. says:

      Maioritariamente são novos, mas há uma grande percentagem de artistas que decidiu reeditar álbuns seus em vinil.

    • Nuno Vieira says:

      Será por causa de a maior parte das pessoas que têm um iPhone não têm conhecimentos de como fazer jailbreak ao telemóvel?

      • Francisco says:

        Faz 1 favor e não vás por aí senão isto vai descambar novamente.

      • Não Não says:

        Eu tinha jailbreak (não vale a pena) e comprei o jogo.

        É uma questão de cultura, o jogo é muito bem feito, não tem publicidade e não me pede para comprar m***** para nada, não preciso de “pagar para ganhar”, mereceu o meu dinheiro, comprei-o.

        Agora, é claro, quem não tem um carta de crédito, quem não tem dinheiro para gastar num jogo, e sobretudo, quem não valoriza o trabalho dos outros, nem sequer sabe as horas e os artistas que são precisos para parir um jogozinho daqueles, se calhar, também não são as pessoas que compram iPhones.

  2. Francisco says:

    Sinceramente, muito dificilmente gasto dinheiro num CD, mas não posso dizer o mesmo do vinyl. Sou apaixonado por este suporte que muitos apelidaram de arcaico e que seria completamente erradicado pelo CD e música digital. A verdade é que sobreviveu e “agora”, ano após ano, está a crescer imenso novamente.

    É claro que 1 CD é mais “confortável” porque não é preciso levantar para ir mudar o lado, mas todo o processo de estar na loja a escolher 1 vinyl, de lhe pegar, de o apreciar, limpar, de o pôr a tocar e de o ouvir, a mim dá-me imenso prazer, coisa que com o CD não existe.

    Para terminar, tenho pena que até numa notícia sobre música, venha o típico fanatismo (Benchmark do iPhone 6) Apple à baila. Isto não é sobre jogos, nem Apple vs Android; é sobre algo muito acima de tudo isso: MÚSICA!
    Este é 1 dos exemplos perfeitos do ridículo que são certos comentários no Peopleware; vêm com as estúpidas guerrinhas entre marcas para uma notícia que nada tem a ver com isso.

    =Vinyl is not dead!=

  3. Tiago says:

    Aqui usa-se o spotify todos os dias.. bem melhor que dar 40€ por um album é pagar as músicas que se ouve e nao o nome do artista

  4. naoliveira says:

    E para o pessoal d’ “o meu é melhor que o teu” é mais “vira o o disco e toca o mesmo!” 😉

  5. Aybara says:

    Entre a musica digital num CD e a musica digital num ficheiro, a unica coisa que muda é o suporte de armazenamento. Os Bits e Bytes sao os mesmo.

    Num Vinil, o som analogico é diferente.

    Alem de que o CD nao é para sempre. Tenho muitos casos de CD’s com bolor ou riscados que sáo intocáveis.

    O CD, e os suportes em disco optico no geral, estão condenados ao esquecimento.

    • Francisco says:

      Depende ao que te referes concretamente; há vários tipos de formato digital e não são todos iguais: AAC, FLAC, WMA, OGG, MP3, AIFF, WAV… Uns Lossy, outros Lossless

      Quanto ao vinil, sim o som é diferente, e se for tocado com 1 bom amp (hi-fi, não a/v!), umas boas colunas (de música e não de home theatre)… ui que maravilha!!! 🙂 É claro que há mais factores a influenciar uma boa experiência sonora, como é o caso do gira-discos, agulha, a regulação do braço, a estática do vinil, a sonorização da sala, etc. :p

      Quanto os cd’s, concordo contigo, vai acabar por desaparecer.

  6. Maxim says:

    Para mim a melhor maneira de ouvir música é pelos serviços tipo Spotify. Com 6€/mês ouves tudo o que quiseres.

  7. João Moreno says:

    Uma das coisas que agradeço ao Vinil e ao CD é o “Gosto” pela música, gosto pelo artista/banda, gosto pela editora, etc. Os tempos em que pegava num álbum fisico e colocava a primeira faixa a tocar, imediatamente memorizava o seu nome e quem a tinha produzido. E assim sucessivamente com as outras faixas. Memorizava o nome da editora para da próxima vez que fosse a uma loja de discos, conseguisse encontrar mais álbuns da mesma. Os álbuns fisicos guardava-os numa estante, decorando a sua posição, o título do álbum, a cor e o formato da caixa (algumas eram diferentes). Sempre que quisesse ouvir um album, sabia exactamente onde ele iria estar.
    Hoje em dia com os serviços de Stream perdeu se isso. Muitas vezes carregamos em Play, enfiamos o smartphone no bolso e nem queremos saber o nome da música ou quem a produziu. É muito menos nos irá interessar a editora. Temos mais facilidade em encontrar música nova, mas também é muito fácil esquecer a mesma. Devo ter ouvido o álbum dos The Prodigy (The Fat Of The Land) umas 30 vezes, decorando inconscientemente cada sonoridade, mas hoje se tiver escutado o último álbum da banda 5 vezes, já terá sido muito. E porquê? Porque tenho acesso a mais música. Já não ouvimos música da mesma forma. Tudo mudou!!
    Gosto muitos dos serviços de música, mas sinto que se perdeu o amor pela “escuta”.
    Mas pronto…. Esta é só a minha opinião.

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