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Porque cresce a música via streaming e os downloads caem?

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Filipe says:

    E com as novas leis acredito que os serviços de streaming vão crescer ainda mais.

    O Netflix qualquer dia também entra em Portugal à pala das novas leis do governo.

    Ter qualquer música e filme na palma da mão é o futuro.

    • Ricardo Pontes says:

      Se o Netflix e o Hulu chegarem a portugal vai ser a revolução mesmo!

      • Miguel Sousa says:

        Não se esqueçam das leis… é que há muita gente que aderiu ao netflix e ao hulu noutros países… só lá esteve 1 mês pela simples razão que a vertente inglesa e americana tem 1000000001 séries disponíveis e as do país só tem 30 séries e 300 filmes.

        E basta ver o Netflix americano que tinha o Lost disponível nas 6 séries para o aluguer de dvd… na vertente online só está disponível até há 4 série e nem está completa.
        Outro promenor é os canais disponíveis, que vão encalhar nos contratos de concessão já ativos.
        Por exemplo: os 730 canais que estão disponíveis na Inglaterra, só 3 podiam ser distribuídos em Portugal pois tem licença europeia generalista. Todos os outros teriam de “vender” os direitos para Portugal… e isso não fica barato.
        Mesmo com 5400000 portugueses com acesso a redes de 30mb para cima, o universo para esses serviços não é rentável a médio-longo prazo.

    • Susana says:

      o netflix ja chegou há séculos, basta usar um add-on no google chrome e funciona na maior.

  2. Diogo Ribeiro says:

    Desde que a música seja grátis, é preferível ouvir e ajudar os produtores ao mesmo tempo!

    Para quem ainda não conhece, recomendo experimentarem o Meo Music, completamente gratuito para clientes e com um vasto catálogo de música, com qualidade razoável.

    • Asdrubal Violeta says:

      Na mesma frase escreveste gratuito e clientes – Ora se são clientes já não é gratuito! Para teres acesso ao Meo Music tens que pagar um serviço Meo – logo não é gratuito.

    • Romeu says:

      Suspeito que devem existir muitos clientes que não estão a usufruir porque simplesmente não se dão ao trabalho de perceber que serviços têm incluídos.
      Ainda por cima, não conta para o “plafond” de tráfego, bem como o meo cloud. Parecem-me dois serviços/produtos muito bons.

      Cumps

  3. RDRC says:

    No meu ponto de vista tem muito a ver com a realidade que se aplica hoje em dia.

    As pessoas antigamente faziam downloads porque não queriam pagar por um álbum inteiro, quando só queriam uma música ou duas desse mesmo álbum. O streaming veio facilitar salvaguardar os músicos das pessoas que eram assim (tal como eu). Dando-lhes a hipótese de pagarem apenas a musica que querem, ou no caso de streams, pagarem uma cota fixa mensal, para ouvirem uma música ou outra de vários artistas.

    Outro benefício foi o acréscimo de anúncios em programas de stream, como spotify, que tornam o produto grátis para nós, mas salvaguardado para as produtoras e autores. O que é optimo!

    Esta é a nova realidade da música, porque já ninguém gosta de ouvir um álbum seguido, mas sim varias músicas de vários álbuns todas misturadas.

  4. Rodrigo says:

    Concordo plenamente.

    Não vou ser moralista e dizer que nunca fiz um download, porque fiz e bastantes. Tinha uma discografia digital enorme, perto de 30, 40gb.

    Apareceu o itunes match e eu apaguei praticamente tudo o que saquei e fiquei apenas com os ficheiros que vêm da apple. A nivel legal nao me chateiam porque apesar de ser um serviço que dá utilização ao que era meu e o salva na nuvem a verdade é que eu nao tenho nada que nao seja meu.

    Entretanto chegou o spotify a portugal e comecei a usar.. O meo music ou music box na altura era lento, desconfigurado, buggado e limitado.

    Neste momento uso apenas e somente o meo music, e acho que merece um destaque. Tem uma variedade enorme de musica, é rapido e eficaz.. e o melhor é que tenho M5O e nao pago nada!

  5. Blasterjack says:

    Estamos a poupar GB’s já que foi aprovada a nova extorsão por parte do governo.

    • MM says:

      A culpa não é só do governo. Quem supostamente deveria proteger os autores só pensa em angariar fundos para comprar um belo carro e fugir com o dinheiro. Procurar por desfalques feitos na SPA (Sociedade Portuguesa de Autores), para se perceber melhor para onde vai o dinheiro dos autores.

  6. MM says:

    Sou musico amador, gravei alguns discos e fiz algumas centenas de concertos.
    Tenho uma visão muito controversa a este respeito de direitos de autor, discos, streamings, etc., ou seja, sobre o negócio actual da música.
    Para começar, isso dos direitos de autor é uma das maiores “bullshitadas” que há na musica em Portugal. Sabem quanto ganha um autor nesses tal direitos? Cêntimos e que só são pagos depois de atingirem certos valores. A SPA fica com o resto após o estado retirar a parte que lhe pertence.
    O lobby dos direitos de autor em Portugal está a matar a música. A culpa não é do governo directamente – como podem ler no artigo, isto até já passou de Governo para Governo, esquerda e direita.
    Eu para registar um musica na SPA gasto umas centenas de euros (depende dos autores envolvidos, letras, musica), os direitos de autor jamais irão cobrir os custos. A SPA diz que nos protege, mas é uma balela das grandes. Das multas que aplicam a bares por usarem musica indevida, os autores recebem ZERO. Estamos a falar de centenas ou milhares de euros.
    Dos discos, pens, etc., os autores recebem ZERO (só as grandes banda com muitas vendas vêm o dinheiro e mesmo assim pouco).
    Onde é que os músicos vão buscar dinheiro? Dos concertos, ponto final.
    Mas é aqui que as bandas nacionais falham porque muitas continuam a apostar ridiculamente na produção de discos – que custa milhares de euros.
    Hoje em dia o caminho é produção música a música, disponibiliza-la nas lojas online (iTunes, etc.), disponibiliza-la para streamings e a partir daqui trabalhar a parte dos concertos – que irão pagar as contas.
    Um exemplo de adaptação aos tempos de hoje: a banda Iron Maiden usou uma base de dados onde está registado quais as zonas do planeta que sacm mais musicas ilegalmente. Invés de irem atras das pessoas o que fizeram foi agendar uma tour bem carregada de das para essa zona – resultado: facturaram milhões nos concertos.
    O problema dos músicos e managers portugueses é que continuam a disponibilizar musica de uma forma desactualizada, gravam discos e tentam vende-los. Pior mesmo, são as bandas novas que seguem o mesmo caminho e fazem uma encomenda na fabrica dos CDs de 5000 unidades e vendem 100 aos amigos… depois vêm dizer que ninguém os apoia… mas quem é que vai dar 15 euros por uma rodela de plástico de uma banda nova sem serem os amigos?

  7. Full says:

    Quem é cliente MEO nao pode ter melhor MEO Music, Gratis e com trafego Gratis, Spofy para que, so se for para gastar trafego.
    Downloads, ja estao a ficar fora de moda, e alguem vai sofrer kkk

    • narse says:

      downloass fora de moda? não sabes o que dizes lol eu nunca na minha vida irei pagar por algo digital por cd fisico ainda sou gajo de comar mas comprar digitalmente?? intera-te que só falas merda

  8. luis lopes says:

    eu falo por mim, não tenho a minima pachorra de “sacar” musicas ou qualquer outra coisa,… pois para quê? se existe tudo (ou quase) a um clic., qualquer dia nem os hdd de TB, vão fazer sentido pois a virtualização é realidade.

  9. PD says:

    cada vez mais orientados para consumir e pagar pela música? poderá ser, mas acredito cada vez menos dispostos a pagar. orientação é uma coisa, aquilo que nos querem impor por modas ou leis, e nós aceitamos como normal. Outra é a disposição de o fazer em tais modos. E de uma a outra vai ainda uma boa diferença.

  10. DAV3 says:

    Eu como musico e com trabalhos editados, já dei a entender á editora com que estou agora a trabalhar que não quero streaming da minha musica, visto que para receber cêntimos por milhares de escutas, prefiro que façam o download ilegal, ao menos sei que estou a ser “roubado”.
    A SPA é uma cambada de “amiguinhos” e verdadeiros ladrões e vigaristas. São vampiros que têm grandes vidas á conta daqueles que realmente fazem o trabalho (Musica)e estão sempre a arranjar formas de embolsar mais uns milhares para as contas pessoais.

  11. luis lopes says:

    musica online, tanto pode ser gratuita, ou paga.
    o consumidor escolhe.

  12. rmcrys says:

    O streaming é o futuro porque na rede há “tudo”, e as pessoas fartam-se rápido duma música, daí que pelo valor dumas 15 músicas ao mes, tens acesso a tudo ilimitado, sem barreiras que não o acesso de internet e o consumo de energia do processo.

    Eu pessoalmente faço streaming de rádio quando estou em casa, mas gosto de ter o meu MP3 com microSD para quando não estou em casa: o consumo de bateria e de internet 3G é demasiado alto (para não falar que há zonas com má cobertura) para ser utilizável todos os dias no comboio/autocarro pela maioria das pessoas. Em casa não há esse problema.

  13. Steve says:

    Como artista/produtor sinto que colocar as minhas musicas nos serviços de stream é uma obrigação… mal-remunerada.

    No spotify, os utilizadores podem ouvir e fazer o download das musicas para ouvir offline!
    O spotify paga aos artistas €0.004 por stream.

    É muito injusto. Porque se as pessoas comprassem diretamente ao artista, faziam download, ouviam quando queriam e o artista ganharia 1 euro.

    Face à pirataria, €0.004 è melhor do que nada. Mas quem ganha à grande é o spotify.
    Enriquece o seu catalogo de musica, paganha uma ninharia aos artsitas. E recebe milhões dos investidores…

    • rmcrys says:

      O negócio da música/arte anda de acordo com a qualidade da obra, e naturalmente o dinheiro que se ganha sempre foi proporcional aos concertos e não CD/Download. 0.004 por stream x ouvintes x sites que fazem stream dá muito dinheiro se for uma boa música.

      Mas o grosso do dinheiro fazem os estúdios, produtoras e distribuidoras, daí que a queixarem-se façam-no não contra os piratas mas contra essas entidades. Acho curioso os artistas sempre queixarem-se da pirataria, quando a razão dela e a razão do pouco dinheiro na conta dos artistas está nas entidades do meio…

  14. NewJ says:

    Como alguém referiu acima, e com a tendência de uso de smartphones e várias apps, a música está agora disponível à distância de um clic, sendo paga ou grátis, sendo isso apenas uma opção pessoal de cada um.
    Como o MM disse acima, o único sustento da música são mesmo os concertos (ou apariçõesna tv talvez) e isso ja nem é tao recente quanto isso.

  15. Dc says:

    Nós ainda estamos limitados pelo tráfego. Quando as ofertas melhorarem aí sim o panorama vai sofrer uma grande mudança.
    Pessoalmente já só oiço musica no spotify

  16. Miguel Sousa says:

    A razão não é nada do que foi apresentado no artigo.

    A razão para o streaming se ter massificado é o aumento dos serviços de alta velocidade e a sua propagação a outros aparelhos.
    Vejam que há 5 anos atrás para se ouvir música era preciso ter um leitor de mp3 ou um cartão de memória. Porque para ter net móvel eram 35 euros por mês com 3gb de trafego mensal.
    Neste momento quem tem um telemóvel tem 8gb de memória e não vai estar a usar 2gb para lá colocar música… se tem o serviço de internet ativo.
    É muito mais eficaz procurar no serviço de internet, criar uma playlist e usá-la quando quer.

    É aí que está a grande diferença. Também há a diferença do que se passou em 2003 quando as empresas começaram a vender música online e lhes colocaram limite de cópias. Muita agente aderiu a esses serviços… para desistir rapidamente quando descobriu que se copiava a música para o mp3, não a podia apagar pois o ficheiro original ía deixar de funcionar muito rapidamente.

    Por outro lado, existe a desistência das rádios. Dantes era normal que as pessoas ouvissem rádio no automóvel, nalguns tempos livres ou só para ocupar um pouco de tempo sem nada para fazer.
    Agora têm um telemóvel que já paga uma mensalidade para usar um serviço que lhes permite acesso (ou pagando outra mensalidade) a milhões de músicas à distância de um click.
    Não é necessário andar à procura dos mp3, fazer o download, organizar e transferir para os aparelhos.

    Por isso, a maior diferença é que agora pagam-se mensalidades que permitem usar os serviços de streaming e existem aparelhos que permitem a sua utilização.
    Se continuassem a existir os serviços separados, os preços do acesso à internet se mantivessem altos e não existissem tantos aparelhos móveis, isso não ía acontecer.

    • Vítor M. says:

      Boas.

      A razão para o streaming se ter massificado é o aumento dos serviços de alta velocidade e a sua propagação a outros aparelhos.
      Vejam que há 5 anos atrás para se ouvir música era preciso ter um leitor de mp3 ou um cartão de memória. Porque para ter net móvel eram 35 euros por mês com 3gb de trafego mensal.

      Além isso, que também diz no artigo, há outras razões. Mas isso está patente no artigo 🙂 peço que leia bem o artigo sff.

  17. Alexandre Badalo says:

    ouvir uma musica, para mim continua a ser ou download ou youtube

  18. ElectroescadaS says:

    Confesso que esta história do “streaming” me tem passado completamente ao lado. Então agora paga-se para se ouvir musica na Net? A minha ideia de compra era de algo que vinha parar às minhas mãos após a dita aquisição. Tou a sentir-me cada vez mais desatualizado…

  19. Telmo says:

    Eu como ouço música no carro atrvés de pen ainda recorro bastante aos downloads :p

  20. emanuel says:

    Eu para música uso o Deezer e tenho a dizer que gosto bastante…. experimentei Rdio e spotify mas preferi o Deezer…

    E já agora deixo a dica: Quem tiver um Galaxy s5 pode ter 6 meses gratuitos de Deezer, basta entrar na loja da Samsung pelo telemovel e descarregar a app.

    Excelente.

    • narse says:

      Basta instalar a versao crackada xD
      Tipo deezer nao presta que da para fazer download a brincar nem preciso de nenhum programa basta-me copiar o link da musica que quero (nao da para sacar logo o album todo de uma vez tem de ser faixa a faixa) e colar aqui neste site https://deezer.link

  21. Anarca says:

    Os autores só vieram a ganhar com a internet (sim mesmo os downloads). Nunca houve tanto músico, nem tanto dinheiro na aquisição de música ou concertos.

    Só as produtoras e distribuidoras saem a perder. Cortou-se o middleman. Esses sim, são um lobby enorme que querem impôr a sua vontade. Como sempre, e pela natureza do estado, acarreta de lixar o mexilhão.

  22. Alex says:

    Como atualmente a maioria das músicas são descartáveis, não há razão para a malta comprar ou fazer download de quase nada que são lançamentos…

  23. Carlos Bianchi says:

    Excelente!

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