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Waze poderá mudar radicalmente a sua informação de trânsito

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. IKAROS says:

    Aqui em S. Pedro e Sintra isso resolveria o problema do Waze recomendar ruas antigas com inclinações diabólicas e que os carros só cabem com os retrovisores fechados.

  2. Grunho says:

    Façam lá os vossos negócios chorudos, mas sem perturbar as mansões paradisíacas da burguesia exploradora. Se é para desviar o trânsito, desviem-no para as zonas da “gentinha de classe baixa”.

  3. HL says:

    O Waze é muito bom mas noutras é péssimo. O Waze na minha opinião só serve para andar nas grandes cidades porque falta muita morada nos arredores. Quem tiver uma morada de uma vila ou aldeia está bem lixado porque simplesmente não tem a morada. Aliás nem é preciso ir muito longe basta andar cerca de 5kms da minha casa para uma freguesia pequena que já falta muita morada. Falta uma coisa muito importante que é abrir a edição para todos e não só para aqueles que passaram na estrada. O OpenStreetMaps é excelente nesse aspeto. Coloquei muita aldeia e vila no mapa basicamente.

  4. Digo eu says:

    O algoritmo do Waze é para fazer fluir o transito, o que significa encaminhar o tráfego para as vias menos congestionadas. Se se impõem restrições e aí só restam poucas vias de circulação sempre apinhadas, o Waze é para “deitar fora”.

    • Windows says:

      Se leste a notícia reparas-te que se pretende fazer o mesmo a outros softwares de GPS… seja como for isto não vai ser assim algo tão radical como estão a pensar…

  5. Rui says:

    O Município de Lisboa, poderia fazer o mesmo… ao Ministério das Infraestruturas!! Impor que a portagem da CREL (A9) seja abolida, para permitir a retirada do trânsito da CRIL, da 2ª Circular, do Eixo Norte/Sul e, por inerência, o trânsito dos bairros da cidade de Lisboa e arredores, para onde vai sendo sucessivamente desviado, à medida que as vias principais vão “entupindo”.
    Não tenho qualquer especialização em ordenação de tráfego, mas pela simples observação do trânsito que diariamente cruza Lisboa vindo da A5/IC19, em direção à A1/A8 (e vice versa), parece-me fácil concluir que se não fossem os 8,80 €, em cada sentido da CREL, muito, mas mesmo muito, desse trânsito não atravessaria Lisboa e os respetivos bairros onde, diariamente e sobretudo ao final do dia, a vida se torna absolutamente insuportável, tal é intensidade e o caos do trânsito. Trânsito que não é do bairro, não é da freguesia, não é sequer da cidade ou do concelho. É transito que vem de fora e vai para fora, porque, pura e simplesmente, as pessoas não podem suportar 17,60 € diários, para fazer o desvio que se impõe… a CREL (Circular Regional EXTERNA de Lisboa)… é tão triste, tão triste, que área de serviço CREL Sul (a única no sentido Sul/Norte) foi encerrada, certamente, por falta de utentes.
    35 km de alcatrão às traças e Lisboa transformada num inferno!

    • Rui says:

      Só para acrescentar que são 35 km de alcatrão, porventura, dos mais caros que se fizeram em Portugal, só atentando nas obras de arte (túneis, viadutos e afins) que tiveram de ser feitos para permitir o traçado.
      Dinheiro deitado à rua e, para não variar, a vida dos portugueses, no caso os lisboetas, transformada num inferno.

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