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Vivo na Eslovénia e há um serviço que levaria imediatamente para Portugal

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. B@rão Vermelho says:

    Parabéns pelo artigo.
    Em Portugal sei que há este tipo de serviço, nunca utilizei e talvez fazendo bem as contas, até pode ficar mais barato que ter carro novo.
    Eu tenho dois casais amigos que moram em Lisboa e não têm carro, um dos casais vai regularmente ao Algarve de onde são naturais e com a família ainda apor lá, e vão ou na Rede Expresso ou FlixBus, e se necessitarem de levar alguma coisa ou trazer, alugam carro.
    Outra coisa é que por lá o teletrabalho é visto como uma coisa normal e natural, por aqui é tudo a desconfiar uns dos outros.

    • Toni da Adega says:

      O pessoal muitas vezes compram grandes carros a contar com aquela viagem que fazem 1x ao ano.
      Já por algumas vezes aluguei 1 carrinha ou carro maior para andar a passear com a familia que está de visita.
      Por vezes sai muito mais barato ter um carro mais barato e mais economico e alugar 1 carro para alguma eventualidade.

    • David Guerreiro says:

      O chato dos transportes como comboio, Flixbus, etc são os horários, a pessoa não tem liberdade de ir ou voltar quando quer. Há países onde não compensa ter carro porque os custos de seguro são elevados, há portagens à entrada da cidade, e porque existe uma excelente rede de transportes públicos a qualquer hora, mais Uber para alguma eventualidade. Aqui em Portugal, fora dos grandes centros, há muita escassez de transportes.

  2. Grunho says:

    Hey, espera aí… A bicicleta usada todos os dias por todas as pessoas tem potencial para arruinar até ao ultimo centavo o negócio dos capitalistas do lobby automóvel e petrolífero. Eles não vão gostar nada. E vão fazer tudo por não deixar as pessoas usar. Como fazem em Portugal, que compram políticos e autarcas para complicar a vida aos ciclistas, com mais perigos, mais acidentes e mais mortes. E uns opinion makers de pacotilha, para convencer as pessoas de que se por acaso sobrevivessem a isso tudo, caíam-lhes os parentes à lama. E estava a dar resultado, pelo menos até agora.

    • B@rão Vermelho says:

      Nos os Tugas, ainda a chuva esta nos Açores já estamos abrigados para não nos molharmos. 🙂 🙂 🙂
      Tenho uma amiga mãe de gêmeos e um dos filhos esta a viver nos Países Baixos e ou outro na Bélgica, e quando foi visitar o filho na Bélgica, diz que era das poucas pessoas com chapéu de chuva, o resto das pessoas estava tão preparada com roupa adaptada para a chuva que dispensavam o chapeou.

    • John Coleman 300 says:

      Nos centros urbanos, as bicicletas elétricas são o ideal. Pode ser que com estes aumentos dos combustíveis, a generalidade adeque a mentalidade à necessidade.

    • Realista says:

      Avis. Esse belo concelho comunista no distrito de Portalgre. O paraíso em que todos andam de bicicleta e onde a corrupção não existe….

  3. Sócio says:

    Seria uma praga como as trotinetas, de carros abandonados ao deus dará, roubados e vandalizados. Para funcionar teria de: haver civismo + Lisboa ser plana. Impossível!

    • Grunho says:

      Para continuar a funcionar o negócio dos carros e do petróleo teria de: haver pilim, e pessoas a perder-lhe o amor ! Isso tem os dias contados. Civismo para andar de bicicleta, é fácil e não custa dinheiro. E Lisboa é mesmo plana desde que foi inventada a bicicleta eléctrica.

    • John Coleman 300 says:

      Plana porquê? Tenho uma bicicleta elétrica que faz 60 km de autonomia e dá 50 kmh. Nas retas e nas descidas, desligo o motor.
      Em relação à praga, as soluções são as mesmas que para os restantes veículos. Fiscalização sempre em cima. Um país de pobres armados em ricos.

      • Grunho says:

        Plana porque na eléctrica não é preciso fazer esforço e suar para subir. Ninguém se importa com as subidas, a não ser que a bateria acabe. E não é preciso desligar motor nas descidas. O controlador desliga sozinho.

  4. Mr. Y says:

    Parabéns pelo artigo!
    No entanto, fico à espera de críticas por causa das colinas em Lisboa, das ruas íngremes do Porto ou de que precisam de atravessar a ponte…

  5. contraditorio says:

    Na selva em que vivemos está-se mesmo a ver o que aconteceria a um veículo desses 🙂 Ou estava sempre na oficina, em peças ou no abate …. ao fim de 1 semana 🙂 Isto é para países evoluído, não para um 3.º mundismo tacanho !

    • marretas says:

      Nós até tinhamos um bom País, mas decidimos praticar terrorismo imobiliario, e promover a invasão, por Turistas Sociais da Europa Central, e da Asia.

      Agora, até já a Eslóvénia tem coisas boas…pois,pois..

  6. jAr says:

    Carros partilhados parece uma óptima ideia, mas quando se começa a pensar nos problemas começa a perder encanto. Como é que se resolvem os seguintes problemas:
    – Limpeza do veículo;
    – Como confirmar quem foi o responsável por pequenos danos?
    – Quem carrega/abastece?

    Se tivermos de ter alguém a verificar cada carro após o aluguer acaba por atrasar e encarecer, o que na minha opinião faz com que infelizmente não seja viável.

    • John Coleman 300 says:

      Quando alugamos o veículo, podemos avaliar o estado geral do mesmo, inclusive tirar fotografias e fazer vídeos.

    • Danny says:

      Pois é! basta ver os transportes publicos. Quando é que são limpas as cadeiras? penso que raramente ou nunca. Quanto a danos, essa é outra. como vai ser para identificar quem é quem?
      Quanto a carregamentos, penso que deverão fazer como as trotinetes…
      Eu inicialmente utilizaria o serviço, mas acabava por desistir devido exatamente a falta de limpeza e mesmo a própria manutenção do carro. Afinal de contas, ganhos ao máximo, despesas ao mínimo.

    • Wagner says:

      Vocês portugueses estão nos século passado. No Brasil já existe serviço de carro partilhado e os veículos estão sempre limpos, carregados e existe um checklist em que o utilizador atual denuncia avarias do último utilizador, enviando fotos pela aplicação. Parece-me que não pensas!

  7. cross says:

    Também existe na Dinamarca

  8. John Coleman 300 says:

    Bom artigo. Venham mais com outras boas ideias em vigor noutros países.

  9. Honorato Colimao says:

    Gostei do artigo. Bom serviço, até mesmo em pequenas cidades. Evitava grandes deslocações em carro próprio.

  10. MR says:

    Já houveram dois serviços em Portugal que faziam isso e o resultado foi tão bom que as empresas removeram a operação de cá. Chamavam-se DriveNow (BMW) e car2go (Daimler)

  11. Zé Fonseca A. says:

    Já desde 2016 que há serviços desses PT, o melhor no momento é o bolt drive, têm espaços reservados em estacionamentos perto de estações de metro para ser fácil o acesso

  12. PorcoDoPunjab says:

    O que traria para Portugal eram os edifícios sem graffitis e as ruas limpas…. Mas isto sou eu, que sou do contra.
    Só por aqui se vê a diferença de civilização.
    Não é civismo, é civilização…

  13. PJA says:

    Eu tenho carro, gosto de ter carro, e gosto de conduzir. Por isso.

  14. Agh says:

    Na Polonia existe o panek, e so clicar entrar e conduzir. Portugal realmente ficou para tras e basta ver a porcaria da Gira como funciona. Meu rico nextbike

  15. JS says:

    Pelos comentários acima falta referir que isso não dá impostos aos (des)governos
    Onde eles iam buscar os Milhões do IA/Isp/Iva/Pneus etc.
    Daí empresas como as referidas foram à vida por estes lados

  16. Max says:

    Na cidade de Lisboa entram em média mais de 400.000 carros por dia – que entram principalmente 150.000 pela Ponte 25 de Abril, 100.000 pela A1, 80.000 pela A5, 70.000 pelo IC 19, A Lisboa da “hora de expediente” triplica a população.
    Em Lubliana e arredores há cerca de 500 veículos avant2go.
    Para não me alongar, parece-me que os avant2go por cá não passavam de um gota de água, que não são alternativa à posse de uma viatura própria.

    • Max says:

      Pensando bem, “não são alternativa à posse de uma viatura própria” – mas podem ser alternativa à posse da segunda viatura própria, que muitas famílias têm.

  17. Lu says:

    Lisboa já teve dois serviços semelhantes – CityDrive e Emov. ambos deram prejuízo e acabaram, tendo a CityDrive inclusivamente deixado um rol de dívidas a trabalhadores e prestadores de serviços. É uma pena, mas o mercado (a mentalidade tuga) não estava pronta para este tipo de inovação.

  18. Alexandre says:

    Boa tarde antes demais a todos. Parabéns pelo artigo. Escrevo de Faro. Seria muito bom ter esse serviço dos carros elétricos partilhados, mas em todas as capitais, não só em Lisboa ou no Porto. Mas sinceramente seria só bom, e uma miragem com a mentalidade e a falta em Portugal. E também não está ver o país ter dinheiro e o estado investir nesse serviço. R aqui em Faro existe o serviço de bicicletas e trotinetes partilhadas, com o uso de uma aplicação claro.Mas é uma cidade que no centro não tem ciclovias, e muito poucas ciclovias, para incentivar o uso destes transportes . E quanto às trotinetes, eu acho que devia de haver um introdução ao código da estrada nas escolas, talvez através de PSP, porque a maior parte dos utilizadores das trotinetes, são jovens da escola, que andem em contramão, , por cima dos passeios, sem.luz, capacetes, coletes refletorrd. Enfim sem nenhuma noção dos perigos que causam e correm. A autarquia também tem um grande responsabilidade nestes serviços. Não é só disponibilizar as trotinetes e deixar andar. Além de que todos estes serviços teem de ter um seguro de.responsabilidad civil, ma minha humilde opinião

  19. Alexandre says:

    Á muita falta de civismo e de que todos somos temos direitos e deveres nada. O uso das trotinetes é feito muitas vezes, sem luz, capacetes, coletes refletores. As autarquias tem de investir nais nas infraestuturas.A mentalidade portuguesa também tem muito que mudar e evoluir

  20. Maria says:

    Aqui destroem tudo.
    Colocaram as bikes e foi util,colocaram as trotinetes,muitas estragadas,espelhadas..
    Enwuanto n houver civismo quem oerde é quem coloca no mercado…o carro até faziam para transporte de farinha,armas…..acha viavel?

  21. LR says:

    Aqui na Bukgaria existe um serviço semelhante. Chama-se Spark

  22. Philippe Marques says:

    Uma da mais grandes empresas em França, desistiu de esse modelo de negocio. Vendeu a frota de veículos eléctricos. Os custos de frota eram demasiado elevados. Os clientes despresavam os carros, danificando os carros e deixando para os próximos clientes os danos. Trabalhei para uma empresa de aluguer international, essa gestão de frota precisa de muito pessoal, para avaliar o carro antes de o entregar ( check-out) e o devolvimento do carro (check-in). Empresa com pouco lucro de valor, mas com volume compensa. No papel parece ser um bom negocio, em realidade acontece varias vezes haver acidentes, e ninguem quer a culpa, fica o carro danificado e a empresa prejudicada. Qualquer que seja o país, é um negocio que não vai avante.

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