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Stator, uma “scooter” elétrica com um design brutal

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. cantor says:

    Tem quem peça Chuva , eu pediria um “guiador a sério”.

    Quando se tenta sair do comum e abarcar novas ideias, nem sempre as soluções encontradas são o acender da lâmpada magica, este conceito de guiador tem tudo para ser ruim.

    • Pedro P. says:

      Aqui a ideia é criar uma coisa simples e prática que também se traduz em design. Em relaçao guiador será uma questao de prática. Agora A gostos para tudo.

    • Miguel says:

      sim sr. engunheiro
      😀

    • Mateus says:

      Cantor, tenho a mesma opinião. Uma coisa é inovar outra é soluções sem nexo:
      – As rodas são gigantes (muito atrito e ruído de rolamento)
      – 40 km h e apenas 32 km de autonomia??? Para isso compras uma scooter (patinete) da Xiaomi que é transportável e com o software desbloqueado da -te uns bons 25-30 km h
      – eu tenho uma bicicleta elétrica que acelera até 27 km h e tem autonomia para 80 km e pesa 21 kg. Além disso pode -se adaptar um botão acelerador (sem pedalar acelera como scooter e atinge 30 km h. Claro que legalmente teria neste caso que ter matricula)
      – na bicicleta posso sentar-me

      Um objeto sem interesse.

  2. Marco Fontes says:

    Pedro P. há vem do verbo haver e não a. De prático essa scooter não tem nada. Experimenta levar um monstro desses no comboio. Quando a quiseres carregar vais levá-la ás costas para casa? É que não me parece assim tão leve quanto isso. Acredita, tenho uma m365 que é bem mais light que essa e tem as suas limitações, agora imagino esse monstro…

  3. Carlos Rino says:

    “Stator Rider 5 é uma espécie de scooter elétrica com um design muito original, estável, segura e fácil de manusear, que vai além dos padrões atuais.”

    Verdade, já a experimentaram?

  4. Miguel says:

    Estética muito boa, diferente do que se vê por aí. Agora, a distância do quadro ao chão quando curva… Rodas enormes mas que não dão para “todo terreno” mais os seus 40 kg… Para não falar em meter aquilo na mala de um carro.

  5. Leandro says:

    Bom dia

    Atenção que superior a 250 W e velocidade superior a 25km/h é considerado ciclomotor, logo tem de ter matrícula e seguro. Muitos andam a comprar estes meios de transportes até ao dia que as autoridades começarem a fiscalizar à séria e depois além de multas não podem circular. É apenas um alerta!

    • Vítor M. says:

      Obrigado pela informação Leandro.

    • FILIPE says:

      Tem de ter ate 4000w e velocidade ate 45km/h para ser considerado ciclomotor. So com estas caracteristica precisa de seguro, carta e matricula.

      • Miguel says:

        estás errado

        “Artigo 107.º
        Motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos
        […]
        2 – Ciclomotor é o veículo dotado de duas ou três rodas, com uma velocidade máxima, em patamar e por construção, não superior a 45 km/h, e cujo motor:
        a) No caso de ciclomotores de duas rodas, tenha cilindrada não superior a 50 cm3, tratando-se de motor de combustão interna ou cuja potência máxima não exceda 4 kW, tratando-se de motor elétrico;
        b) No caso de ciclomotores de três rodas, tenha cilindrada não superior a 50 cm3, tratando-se de motor de ignição comandada ou cuja potência máxima não exceda 4 kW, no caso de outros motores de combustão interna ou de motores elétricos.
        […]”

        muito gostam de ter certezas sobre o que nunca leram

      • Miguel says:

        errado

        ATÉ 4 kw
        até 45 km/h

      • Miguel says:

        mais de 4 kw
        ou mais de 45 km/h

        é motociclo

        (Artigo 107.°)

  6. TugAzeiteiro says:

    Mas que trambolho… 1º deve ser pesada que doi para transportar por ex. no metro/comboio/autocarro, 2º aquelas rodas enormes devem ser muito estáveis sim, mas para virar uma dor de cabeça, 3º ao ter essas rodas enormes a autonomia diminui, 4º aquele “guiador” deve ser óptimo (estável) quando se passa por um buraco e se vai com a tromba ao chão.. Em suma está condenada ao grande consumo! Venha de lá a Xiaomi M365… leve, pratica, boa autonomia, fácil de transportar e de se andar..

  7. Realista says:

    Se custar mais de €20 mais vale uma trotineta normal…

  8. Melo says:

    Parece uma armadilha o volante no que toca a estabilidade… muito estilo e não vejo mais valias na inovação pois acho que algumas das características são dinheiro mal gasto. . . Se a ideia é cortar custos e custar bastante menos que a concorrência ! Ainda poderá fazer sentido ! Só mais um projecto mal conseguido…

  9. albino negro says:

    E se pensarem um pouco off the box?
    Conhecem as bugas em aveiro?
    Para quem vai visitar uma cidade este tipo de veiculos e bastante pratico. Seja este ou outro similar.
    Pegas nele num local. utilizas. Largas noutro diferente.
    O mal é continuar a haver a ideia de POSSE. O MEU carro.
    Para as cidade fluirem no futuro em termos de transito so atraves de veiculos partilhados.

    • Az8teiro says:

      Prático são as trotinetes que existem em lisboa e já deu na tv, e um advogado já caíu porque não sabe andar. Essas sim pegas nelas, e levas debaixo do braço.

      Não este mono.
      É mais uma ideia para receber uns fundos, torrarem o dinheiro e abrir falência passado um par de anos.

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