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Novos veículos elétricos não precisam de carta de condução nem seguro…


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Francisco Pinto says:

    Quem ler o título fica com a ideia que conduzir um Tesla, um Leaf, o Zoe e afins não precisa de carta… vai se a ver e é só as trotinetes e afins…

  2. João Tavares says:

    O seguro devia ser obrigatório.

    • joao says:

      se podem andar na estrada, qualquer pessoa devia ser obrigatoria a tirar a carta…
      ja temos os carros “mata velhos”..agora vamos ter as trotinetes “mata todos”….

      • costa says:

        ridículo… isto ha em todo o mundo e não ha problema… mas os pequeninos dos portugueses …arranjam sempre algo

        • Jonas says:

          Em todo lado como falas a legislação já foi alterada em alguns sítios como na Alemanha por exemplo que tiveram que morrer 8 pessoas para se lembrarem que afinal era preciso fazer alguma coisa…aki nem com os exemplos dos outros vamos lá…precisamos de cometer os mesmos erros?

      • Flavio says:

        Claro, e depois carta para bicicleta, patins em linha, scate, triciclos, e até os carrinhos de bebé…. Desde que o bom censo e a educação prevaleça, as trotinetes não são perigo nenhum

        • Jonas says:

          Bom senso só mesmo para parolos como tu. Se não percebes o perigoso que é o bom senso és mais otário do ke pareces….continua a tua vida medíocre cheia de bom senso.

          • Flavio says:

            Parolo? Pelo menos educado sou ao contrário de certos seres humanos. Deves ter uma vidinha muito triste para andares todo revoltado com o mundo, o bom senso não é perigoso, apenas deixou de haver, mas tudo bem, vamos lá, carta e seguro para trotinetes, mas quando isso acontecer quero ver se as bicicletas também vão levar o mesmo tratamento, e os scates, patins, até para andar a pé, sim porque certos seres humanos também gostam de se travassar à frente dos carro… Também têm que ter seguro e carta para circular na via pública

        • SergioFerreira says:

          E quem vai fazer prevalecer esse bom censo e educação?! Tu?! Vais estar em todo o lado, ao mesmo tempo, e vais “forçar” esses princípios?! Já agora, se tudo não passa de bom censo educação e tudo se resolve dessa forma, porque não abolir com os seguros nos restantes veículos também?!? Quantos ciclistas circulam nas estradas e fazem manobras perigosas?! O mesmo para quem usa trotinetes e todos os “veículos” que circulem em estrada. Se usam via pública então deveriam saber como circular de forma defensiva e respeitando as regras.

          Ainda há relativamente pouco tempo testemunhei, no Parque das Nações, um jovem de trotinete que circulava numa rotunda e bateu na traseira de um veículo…a primeira coisa que o jovem da trotinete fez foi fugir a correr da ocorrência e o dono do carro teve que chamar a PSP e resolver-se. Portanto, seguros sim, deveriam existir e ser obrigatórios.

          Queres acesso fácil às coisas, mas zero responsabilidades?!

          • Mario says:

            mais…se anda numa via pública até registo deveria mostrar, (matrícula), porque no caso de “bate e foge” será a forma de chegar ao responsável.

          • Flavio says:

            Voltamos ao mesmo, e se eu for a andar é um carro me atropelar e fugir? A culpa é no veículo ou da pessoa que o conduz? Sou de acordo com os seguros, até para proteger quem anda de trotinete, mas se o fazem nas trotinetes também deveriam impor nos outros veículos que circulam na via pública. Andam a fazer bicho papão das trotinetes, mas o problema já há à muito tempo, especialmente com as bicicletas. Volto a dizer, se houver bom senso e educação, tanto pelos utilizadores das trotinetes como pelos condutores, estes problemas deixam de haver, não ha é vontade de nenhuma das partes, dos condutores que querem a via só para eles e não querem andar a 25km atrás de uma trotinete, e das trotinetes que nem sempre compreendem que têm que respeitar os outros.

        • Tiago André says:

          diz isso à minha clavicula, ir a mais de 20km/h numa descina e derrapar na linha do electrico, e depois de meio mortal encarpado no ar partir a clavicula

        • says:

          Concordo, dêm-lhes razoes que aproveitam-se logo para ser necessário seguro até para sair á rua a pé. Se não existir bom senso, azar, existem leis.

      • Johnny says:

        Não digas asneiras moço….. As bicicletas podem andar na estrada e só por isso deveria se tirar a carta de bicicleta?????
        Ridículo,

    • Bruno Costa says:

      Caso seja transporte de casa trabalho o seguro do trabalho asegura estes veículos

    • Flavio says:

      A ser obrigatório também se teria que fazer o mesmo com as bicicletas, atingem muito mais velocidade e são mais perigosas

      • Miguel says:

        É óbvio que tb deviam!
        Há muitos anos até era obrigatório terem matrícula, depois foi obrigatório terem reflectores, os ciclistas terem que usar capacete (o que faz todo o sentido, ou não achas?).
        Mas agora nada disso é preciso ou obrigatório. O que até é caricato, basta comparar com a obrigatoriedade de um condutor de automóvel ter que usar o cinto de segurança e um ciclista nem o capacete tem que usar…!

      • Mapril Oliveira says:

        Por lei, as bicicletas electricas são equiparadas a velocípedes desde que tenham uma potência nominal máxima de 250W, que a velocidade com assistência electrica seja limitada a 25Km/h, e que o motor só seja accionado quando se pedala. Como se vê, não são mais perigosas que as convencionais. Já para as trotinetas, o código da estrada não impõe limites quanto à velocidade ou potência… aí é que está o problema.

  3. anon says:

    Pois não é obrigatório, mas e se um veículo destes causar danos? Ou mesmo uma perda de vida?

  4. Rui says:

    Já tenho visto adultos e crianças a andar de trotinetas fora das pistas, nas ruas de Lisboa e até nos arredores (mesmo de noite). Não usam capacetes e eu pergunto o que acontecerá do ponto de vista legal se houver um acidente em que haja um ferido grave, ou mesmo uma vítima mortal. Para mim a revisão referida do código da estrada veio permitir uma verdadeira anarquia onde basicamente ninguém poderá ser responsabilizado.

    • fc says:

      Do ponto de vista legal penso que não há anarquia qualquer e está previsto no código da estrada a resposta à sua questão. Uma trotineta eléctrica pode circular na via publica (com a excepção de vias rápidas, e afins) como pode uma bicicleta ou um carro e o código da estrada aplica-se a todos.

      • joao says:

        nas electricas lei à tuga…andas menos de 25km? da.lhe duro…podes fazer o que quiseres mesmo que um carro a 100km va contra ele ou a trotinete contra o carro. seguro? ops….vai ter que pagar o conserto de 10mil euros do bolso…..

        depois nao percebo…nao se é obrigado a tirar a carta…mas é obrigado a cumprir o codigo da estrada….andam pelo passeio livremente a pensar que estao a fazer tudo legal…..sem policias na rua…pelo menos na cidade onde vivo..que ja nao vejo 1 ha anos….andam sem problemas a efectuar ilegalidades todos os dias.

        • joao says:

          o estado é obrigado a zela pela segurança dos utentes…e uma lei que nao obriga o saber de um codigo que é fundamental para a sua segurança…é no minimo negligente…se algum dia andar de trotinete e correr mal…o primeiro a ser processado vai ser o estado por nao se te precupado comigo nem ter feito tudo para garantir a minha segurança.

        • fc says:

          Precisa de carta para andar a pé? E se não parar num semáforo que está vermelho para os peões. A lógica aplicada aos peões é a mesma que aos veículos de locomoção suave. Como perante a lei andam lentamente e não têm peso para fazer grande estrago compensa o risco tendo em consideração o benefício que trazem em termos de redução dos carros na estrada.
          Mas se por acaso um dia for a 100km/h contra uma trotinete ou ela estava a circular numa via que não devia ou o senhor ia em excesso de velocidade. Com base em dados estatisticos estou inclinado para a segunda hipótese

        • anon says:

          Mas tu achas que a polícia que não é respeitada pelo próprio estado vai fazer alguma coisa? Para que?

  5. João says:

    A parte de estacionamento das trotinetes era tão fácil de resolver my good obviamente que se vê as empresas a querem só dinheiro mais uma vez.

  6. João says:

    A parte de estacionamento das trotinetes era tão fácil de resolver my good obviamente que se vê as empresas a querem só dinheiro mais uma vez.

  7. Eu says:

    Deveriam tirar uma licença de condução e pelo menos terem o exame de código,porque ja me aconteceu ter de parar bruscamente,porque 1 otario de trotinete acha que passar na passadeira em cima da dita cuja tem prioridade…queria ver se o atropelasse e causasse danos no meu carro,se o sr. Pai do otario ia arcar com a despesa…fora da estrada com essa porcaria…alem de que eu pago e bem 1 imposto de circulação e essas geringoncas nao pagam 1 chavo…

    • Flavio says:

      Eu também pago iuc e porquê que as bicicletas não o fazem? Argumento sem nelhum cabimento, e os condutores que se atravessam de carro à sua frente? E os peões que o fazem nas passadeiras e as vezes até fora delas? Vamos lá parar de ser frustrado e aceitar que nem todos os humanos são educados em vez de culpar o equipamento

      • Jonas says:

        Uma coisa é parolos como tu que confiam no senso comum e juntar aos que vão andar na estrada sem conhecimento algum do código….é combinação fantástica para correr bem. Mas o teu senso comum diz que risco é aceitável né….pega numa arma mete uma bala roda e dispara….o risco é aceitável certo”? Senso comum…

  8. Paulo says:

    Certas coisas tem que mudar… tenho carta, mas efetuo as minhas deslocações diárias de trotinete, respeito o código de estrada à risca para minha e para a segurança de todos, e sinto que devido a muitos utilizadores de bicicletas/trotinetes alugadas (principalmente) existe um ódio muito grande da parte dos utilizadores de carro… ainda outro dia vinha encostado ao passeio na faixa do autocarro/mota, sempre em linha reta e a uma velocidade constante e recebo uma buzinadela, olho para trás e era um gajo qualquer num carro a reclamar comigo sem razão nenhum… mais depressa não ando, não posso ir no passeio porque o código de estrada não autoriza, já vou coladinho ao passeio para dar mais espaço para ultrapassarem, não percebo, tem que haver um respeito mútuo…
    Mas claramente tem que haver mudança, então eu que tenho carta posso apanhar uma multa e perder pontos da carta, e malta que não tem no máximo leva multa, não faz sentido…

  9. Flavio says:

    Eu também pago iuc e porquê que as bicicletas não o fazem? Argumento sem nelhum cabimento, e os condutores que se atravessam de carro à sua frente? E os peões que o fazem nas passadeiras e as vezes até fora delas? Vamos lá parar de ser frustrado e aceitar que nem todos os humanos são educados em vez de culpar o equipamento

  10. Jorge Gomes says:

    Na Suiça as bicicletas eletricas precisam de ter uma placa aquelas que podem andar a mais de uma certa velocidade, as outras nao precisam de nada como as trotinetas, mas nao sei se é preciso ter carta de conduçao, penso que nao, porque é um país aonde ha muito civismo, e compreençao, na Tugolandia se discute muito pouco, os politicos fazem o que querem.

  11. Rui Ribeiro says:

    Temos de promover a mobilidade sustentável. Tudo o que seja menos um carro na estrada é de apoiar. O seguro não existe por duas razões: não existe no mercado, a resistir deve ser proporcional ao peso do veículo. Se um carro de 1500kg paga 200€/ano, é só fazer as contas para um equipamento de 15kg… 2€/ano… Nem paga o papel da fatura.
    Falemos agora dos capacetes… Até 25kmh, sendo recomendados, não justifica serem obrigatórios. A razão é clara, se forem obrigatórios ninguém usa a bicicleta de forma oportunista (não planeada). Em situação de desporto, em que se excede os 25kmh, claro que o uso do capacete deve ser incentivado.
    Carros na estrada é que são a causa de insegurança das bicicletas. Os comportamentos dos turistas e dos irresponsáveis é reprovável porque causam embaraço ao trânsito automóvel, mas, na verdade, o espaço é das pessoas e está a ser ocupado de forma excessiva pelos carros. Os que ainda não viram isto vão ter uma surpresa em breve… Quem já abraçou a cidade sem um carro sabe que esse é o caminho. Agora só falta reajustar as leis e as regras a está nova mobilidade.

    • Acácio Bernardo says:

      Até que enfim um comentário informado!!!

    • SergioFerreira says:

      Mesmo a menos de 25km/h, de trotinete ou bicicleta, se cair e bater com a cabeça não está em risco?! De que forma capacete não deveria ser obrigatório?!

      “Carros na estrada são a causa de insegurança das bicicletas.” E ciclistas que não sabem respeitar as regras de trânsito, que saltam da via para passadeiras sem pré-aviso, que mudam de direção sem aviso ou que não respeitam STOPs, sinalização luminosa e atravessam com absoluta falta de altruísmo e em total negligência onde bem querem e lhes convém, mesmo que forcem travagens abruptas nos demais?! Esses já são uns santos?!

      Se circula e pode provocar danos noutros veículos e/ou pessoas, não deve ter seguro?! E placa de identificação caso o mesmo decida entrar em fuga, para poder mais facilmente ser identificado?!

      “Se forem obrigatórios ninguém usa a bicicleta de forma oportunista…” portanto enquanto não tivermos que ter responsabilidades e deveres, além dos direitos, somos todos muito pró ecológicos, quando chegar a altura de sermos altruístas e de aceitarmos que também temos deveres, que se fo** o factor da pegada ecológica e é cada um para seu lado?!

      Uma coisa é não gostar de carros e achar que deveriam acabar, outra coisa é defender a anarquia na mobilidade!

      • José says:

        Ahahhah, daqui a cem anos. Os carros mantém o país! Reformas, ordenados dos funcionários públicos etc etc etc. Numa situação limite em que tenha que se optar pode apostar a vida que o estado vai optar pelos automóveis! Mal de mim se na minha cidade e centenas de outras cidades e vilas por esse país fora se dependesse dos transportes públicos que passam de hora a hora, ou até só 1 ou 2 vezes por dia… Ao contrário do que diz é você que vive na lua… Exactamente

    • anon says:

      À sério que não precisas de seguro só porque pesa menos do que um carro? Nunca deves ter caído de uma bicicleta.

    • José says:

      Ahahhah, daqui a cem anos. Os carros mantém o país! Reformas, ordenados dos funcionários públicos etc etc etc. Numa situação limite em que tenha que se optar pode apostar a vida que o estado vai optar pelos automóveis! Mal de mim se na minha cidade e centenas de outras cidades e vilas por esse país fora se dependesse dos transportes públicos que passam de hora a hora, ou até só 1 ou 2 vezes por dia… Ao contrário do que diz é você que vive na lua…

      • anon says:

        Pois realmente vem cá cada um defender algo que talvez nunca vai acontecer em Portugal. Os transportes existentes já funcionam mal imagina sem carros. Toda a gente trabalhava a partir de casa, era uma maravilha.

  12. Jorge Gomes says:

    Na Suiça logo que o vaiculo tenha uma luz ja pode andar de noite, os ciclistas num semaforo com a luz vermelha acesa pode passar desde que vire a direita.

  13. Jorge says:

    Eu sempre que ando de bicicleta ponho o capacete, e não é elétrica.

  14. Mario Tomás says:

    Quem as usam diariamente, ou o uniciclo, percebe que somos os principais interessados em ter juízo, é o nosso corpo que está em jogo. Se vamos para a estrada é pk não temos uma ciclovia, se vamos para a estrada é pk nos sentimos seguros lá, e aprendemos a usar o veículo com confiança antes de ir para a estrada. Um carro assusta muito, e é extremamente desconfortável se não nos dão o espaço de segurança para manobrar o nosso veículo e tirá-lo da porcaria de buracos que há na estrada portuguesa. Altos e baixos provocados por autocarros etc. Um carro passa por cima deles, uma trotinete ou uniciclo quere-se desviar deles. Capacete, é um claro sim para mim, e seguro só não tenho porque ainda não o consegui fazer. As seguradoras para transportes individuais deste género ainda estão mt defensivas.. ambos os lados que usem uma condução defensiva e não há razão nenhuma para estes veículos serem tratados de forma diferente de uma bicicleta.

  15. Vera Alves says:

    Mau,mau deveria sim ter obrigatoriamente um seguro contra terceiros e aprender o código.

  16. Antonio Reis says:

    O código da estrada é para todos os veículos , os outros argumentos só servem para sacar uns trocos e arranjar emprego aos políticos!

  17. Bianca says:

    Quem anda de trotinete, bicicleta ou qualquer outro veículo deve respeitar o código da estrada e também deve zelar pela sua segurança usando equipamento de proteção. Esta é a minha opinião que acho ser bastante razoável.

    Concordo que um seguro possa ser favorável mas não concordo com muitas pessoas que tem carta de condução e que querem impor que seja exigida uma carta de condução a pessoas que andem de bicicletas, trotinetes ou equiparados.

    Muitas destas pessoas que se queixam da falta de civismo e de respeito pelo código da estrada que aqui estão não respeitam o próprio e tiraram a carta de condução!!! Pelo menos as pessoas das bicicletas tem a desculpa de não ter carta e vocês, qual é a vossa desculpa quando, por exemplo, não sinalizam mudança de direção? Portugal é dos piores países no que toca a usar piscas, é só ficar num cruzamento qualquer e contar pelos os dedos os que sinalizam!!

    Ou não param num laranja que passou a vermelho porque, “coitados, estão com muita pressa”. Andam sem sinto de segurança tantas vezes porque “não é confortável”. Ao telemóvel sem medo nenhum, cada paragem no transito é uma oportunidade de sacar o dito cujo e desligar o carro para “poupar uns trocos”.
    Tantas pessoas vejo a arrancar num semáforo ou no meio do transito com a cabeça para baixo e sem as mãos no volante.

    Retundas é um desastre, tantas pessoas com carta mas nunca sabem em que faixa entrar ou manter ou sair.
    Estacionam em toda a parte, as ciclovias que existem por esta razão é como se não existissem, passeios para peões? Onde? Limites de velocidade? É de rir, são dos piores, não respeitam nada! Tanto aqui nas cidades como na auto estrada. Dar o espaço devido aos ciclistas? Nada! Mas queixam-se de ciclistas em pares como se o carro deles não ocupasse o mesmo ou mais!

    Depois falam das bicicletas ou trotinetes não terem fiscalização aos seu motores e sistemas e andam mais rápido, mas os carros durantes décadas vieram e ainda veem com capacidade de atingirem velocidades muito distantes das que o código permite! Menos hipocrisia e mais responsabilidade por parte de todos!!!

    De facto é irônico e até bastante hipócrita ver os condutores com carros que pesam toneladas falar de veículos que pesam de 10 kg até 100 kg como se estes lhe provocassem danos enormes quando é totalmente o contrário. Qualquer um dos milhões de condutores de carros que não respeitam o código nas várias situações que mencionei, poe a vida em risco de peões, dos ciclistas em quanto as suas são protegidas por metal, airbags e outros sistemas de segurança e se baterem com qualquer um destes veículos lentos quase nem o sentem!

    Haja bom senso concordo com um estudo e planeamento das cidades em que os carros têm menos prioridade e em que se respeitam uns aos outros de forma natural. Nenhum dos utilizadores das estradas neste momento cumprem este respeito, tem de haver mais educação e planeamento e menos pessoas a pensar só em si próprias e só apontar o dedo aos mais vulneráveis.

  18. Bruno says:

    Lamento mas estão a informar mal o público. Não basta que o motor do veículo tenha menos de 250w de potência e que a velocidade em patamar não ultrapasse os 25km/h. Também o motor elétrico deve de ser acionado única e exclusivamente através da ação de PEDALAR e não através de um vulgo acelerador. Só assim é considerado velocípede com motor auxiliar. Está na legislação. Daí o estado não comparticipar trotinetes e outro tipo de veículos que por aí se vendem como sendo ciclomotores através do fundo ambiental. Caso assim o entendam posso facultar a devida legislação, contudo a mesma encontra-se de fácil acesso a todos os cidadãos no código da estrada e respectiva legislação avulsa. Por favor, façam o favor de corrigir o artigo. Obrigado.

    • Paulo says:

      O seu comentário está um pouco errado, tal como disse o motor deve “ acionado pelo esforço do próprio condutor por meio de pedais ou dispositivos análogos.” abrangendo assim as trotinetes, uma vez que estas só começam a acelerar depois de ser dado o primeiro empurram e estarem a uma velocidade de mais ou menos de 5km/h.
      “ Velocípede com motor é o velocípede equipado com motor auxiliar com potência máxima contínua de 0,25 kW, cuja alimentação é reduzida progressivamente com o aumento da velocidade e interrompida se atingir a velocidade de 25 km/h, ou antes, se o condutor deixar de pedalar.”
      No mesmo artigo 112° do código de estrada é afirmado que as trotinetes a motor são consideradas velocípedes

  19. Carina says:

    As mudanças nos transportes em torno de políticas ambientais tem passado pela imposição de comercializar veículos nas versões de elétricos e híbridos. Estes veículos têm assumido as mais diversas categorias, automóveis, motociclos, velocípedes e trotinetes, certo é, que não foram apenas as suas caracteristicas energéticas que foram alteradas, mas também os seus componentes de construção, nomeadamente, no que respeita aos velocípedes elétricos com a ausência de pedais. É verdade, não sei se já se aperceberam mas os modelos mais recentes das bicicletas elétricas já não dispõem de pedais, apenas de apoios para os pés, o que levar-nos a uma pergunta. Será que o apoio de pés que as novas versões de bicicletas elétricas dispõem é equiparado a dispositivos análogos, conforme refere o código da estrada? E o que dizem que a este respeito já tem sido multados condutores por circularem com bicicletas sem pedais? E se ainda lhes disserem que desta interpretação já foi havida por agente da PSP, tendo apreendido a bicicleta para uma inspeção extraordinária? Dá vontade de rir, mas é verdade… Digam qual o centro de inspeções que fazem inspeção a bicicletas? Com esta interpretação foram 250€ de coima e apreensão da bicicleta. Criar e inovar é o primeiro patamar, depois pensasse no resto. Alguém se lembrou que este tipo de alterações tem repercussões no âmbito da fiscalização? Alguém lembrou-se de dar formação ou esclarecimento destas alterações às autoridades? Vivemos na república das bananas, cada um faz o que quer, cada um da-lhe a interpretação que lhe dá mais jeito e quem estiver mal que recorra. Ora, a multa são 250€, o advogado 500€, qualquer pessoa concluirá que é melhor pagar do que defender e vivemos assim, num mundo de incertezas sem saber do que está certo ou errado.

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