Limites de velocidade podem baixar em Portugal
Uma nova proposta associada à segurança rodoviária aponta para a redução de alguns limites de circulação em Portugal, com o objetivo de diminuir acidentes e proteger sobretudo os utilizadores mais vulneráveis, como peões e ciclistas.
A medida surge no âmbito de uma discussão mais ampla sobre a revisão das regras rodoviárias e da necessidade de combater a sinistralidade. Atualmente, o Código da Estrada define, entre outros valores, limites gerais de 50 km/h dentro das localidades e 120 km/h nas autoestradas para veículos ligeiros, embora existam exceções devidamente sinalizadas.
Cidades a 30 km/h e estradas fora das localidades com novo limite
Uma das propostas em análise passa por reduzir o limite máximo dentro das localidades para 30 km/h, aproximando Portugal de várias cidades europeias onde esta medida já foi aplicada como estratégia de segurança rodoviária.
Fora das localidades, a discussão aponta para uma possível redução do limite atualmente mais comum de 90 km/h para 70 km/h em determinadas vias, uma alteração que tem gerado debate entre defensores da segurança rodoviária e condutores que consideram a medida excessiva.
Objetivo: reduzir acidentes graves
A justificação principal passa pelo impacto da velocidade na gravidade dos acidentes. A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) tem destacado a velocidade como um dos fatores associados à sinistralidade grave, promovendo também campanhas específicas de sensibilização e fiscalização.
A redução dos limites pretende diminuir a energia dos impactos em caso de acidente e aumentar o tempo de reação dos condutores, especialmente em zonas urbanas com maior presença de peões.




















Aponta para 70km/h? Todo o IC33 é atualmente a 70km/h. É uns meses era a 90.
Uma palhaçada. Localidades é um termo demasiado genérico em termos de vias rodoviárias.
Se não sairmos de casa, deixa de haver acidentes…
Bastava que despedissem os polícias que dizem que não multam, se o pessoal for 10 km/h acima do permitido, e parte do problema ficava solucionado.
Ui então 95% dos policias que andam ai eram automaticamente despedidos, por falta de fiscalização, o que não falta é por ai condutores que cumprem quase 0 de código da estrada e só não andam no sentido que querem porque não calha….
Não precisão de diminuir a velocidade, precisão é de melhorar as condições das estradas e sinalização. Se as estradas estiverem bem sinalizadas, estradas com boa marcação, com boa visibilidade e com bermas sempre limpas.
Aqui na Alemanha é assim, são poucas as estradas que se pareçam com muitas de Portugal.
Estás a precisar de aulas de português.
isso é detalhe, adictionar a isso ensinar as pessoas a conduzir ou a fazder reciclagens, também….. o problema é a velodicade. Quando baixarem a velocidade mas continuar a haver acidentes. vamos ver qual sera a desculpa.
Não precisão de diminuir a velocidade, precisão é de melhorar as condições das estradas e sinalização. Se as estradas estiverem bem sinalizadas, estradas com boa marcação, com boa visibilidade e com bermas sempre limpas.
Aqui na Alemanha é assim, são poucas as estradas que se pareçam com muitas de Portugal. E também adicionar radares de velocidade fixos em zonas de pedestres
Precisam fale correcto…
Zonas de escolas, hospitais, centros comerciais e zonas com muitas concentrações de vidas humanas, acho muito bem passar para 30KM/h, mas acho que já assim é, e quando não é o bom senso do condutor assim o deveria fazer…
Mas, além de reverem para baixo, em alguns casos, também deveriam rever para cima em outros.
Sou de uma zona do país onde existem circunvalações na cidade, para escoar tráfego, estradas com duas faixas em cada sentido, e onde o limite de velocidade é 50km/h. Isto faz algum sentido?
Nenhum sentido. Sinalização correcta e coerente é o primeiro passo para educar as pessoas. Só porque é localidade tem automaticamente o limite de 50Km/h é demonstração de preguiça e incompetência.
Eu estou há 4 meses à espera de uma resposta da ANSR sobre sinalização incorrecta que já foi causa de acidentes.
ou viajar de norte a sul do pais por estrasdas secundárias (nacioanis e menors) e ver a discrepancia entre a utilização da sinalização vertical e horizontal…. sinal de curva acentuada (sinal A1A), em curvas “de 5a a fundo”…. fora de brincvsadeiras, com boa visibildiade, “releve” correcto e sem orografia… a norte do tejo, no mesmo criterio, era o mesmo sinal em todas as curvas.
Nacionais a 70? E por que não a 50, já agora?
Mais medidas para encher chouriços. Tratassem mas é de arranjar as bermas e de garantir a marcação e a sinalização das estradas q aí sim, já conseguiríamos perceber que estamos a lidar com gente séria.
Isto só tem um propósito para. Poder aumentar as multas para arrecadar ainda mais dinheiro
As pessoas tem dificuldade em perceber que sempre que o estado quer mais impostos, nunca é porque sim. há sempre uma justificação muito bem elaborada que para quem seja mais incauto, acredita nas boas vontades. Carros matam, como é mais dificil e condenar quem se atravessa nas faixas sem olhar, de qualquer maneira, vamos aumentar a faturação das multa. com ambiente é igual… é existem problemas gigantes com poluiççõa, vá impostos.. conheço sitios que eram 90km/h. havia sistematicamente acidentes graves, muito de madrugada porque a malta fazia aqueles troços a mais de 200kmh, mas a curva só no maximo a 160-180… o que fizeream? velocidade media para todos e 70kmh… ou seja.. o problema nunca foi quem anda a 90/120kmh….mas depende muito dos sitios… este durante 15km são rectas sem localidades…
Mais dinheiro com o que? Falta de fiscalização dos condutores neste país já é descomunal, só não são multados porque não querem, o que não falta por ai fora é falta de carros mal estacionados porque coitados não podem andar 100m a pé que lhes faz mal…. fora o resto.
Se uma via não é possível ir em segurança a 90kmh já tem um sinal a dizer 70, isto simplesmente não é pela segurança rodoviária e sim um saque. Antes de sair eu ainda apostava que o Monte de… Vai por os elétricos a pagar impostos como os a combustão
Era isso e pagaram os retroativos.
*pagarem…
Qualquer dia as trotinetes ainda ultrapassam os restantes veículos motorizados. Os limites de velocidade para as deslocações de políticos, tipo como o Cabrita há uns anos, também era de valor que fossem aplicados. Mas sem prejuízo do que foi dito por colegas nos comentários acima sobre a necessidade de sinalizar as estradas, ainda assim há uma outra pequena vantagem: É que respeitando os novos limites de velocidade, vai acarretar numa pequena redução dos consumos de energia para a deslocação de cada veículo. Essa pequena redução multiplicada por centenas de milhares de viaturas, acaba por ser expressiva.
Não é “qualquer dia”. É já hoje a qualquer hora, tirando a do intervalo do almoço, no Porto e em Lisboa. Os carros atrapalham-se e bloqueiam o caminho uns aos outros. Os veículos de duas rodas avançam sempre.
@Alejandro isso não é verdade.
Qq carro com cxa a partir de 6 velocidades gasta mais a 70 do q a 90.
LOOOOL, onde chega a mentira, a velocidade de consumo mais baixo de um carro a combustão é 47 kmh, a partir dai é sempre a subir, faça o que fizer.
Num eléctrico é cerca de 30 kmh.
47? independentemente da aerodinamca, peso, motor ou mudança engrenada? interessante.
Sim.
Não diga disparates. A eficiência de um motor não depende apenas da velocidade, mas sim da relação entre binário, potência e rotações. Num carro turbo‑diesel com caixa de 6 velocidades, o ponto de melhor eficiência costuma estar por volta dos 87 a 92 km/h, onde o motor trabalha perto das 1800 rpm, a zona ideal de binário útil e de menor consumo específico.Se reduzir a velocidade e mantiver a mesma mudança, o motor fica abaixo da faixa de eficiência, trabalha afogado e acaba por gastar mais para produzir a mesma potência. Está a andar menos e a gastar mais.Se, para evitar esse esforço, reduzir a mudança, o motor sobe de rotações e passa a gastar mais combustível por km, porque faz menos distância com o mesmo débito de gasóleo.Portanto, ao baixar limites de 90 para 70 kmh está a obrigar os condutores a circular permanentemente numa mudança abaixo da ideal. Isto aumenta o consumo por quilómetro e, indirectamente, promove maior gasto energético.
Para perceber isto não é preciso muito. Volte a ver a odisseia dos ingleses que levaram o Passat de Marrocos a Londres com um depósito e confira como a coisa funciona a ver se começa a perceber algo da poda antes de mandar bitaites.
Não é preciso vir com histórias, a velocidade média do wltp é 47.6 kmh, que é o consumo que se consegue mais baixo, dê as volta que der sem ser a descer.
A 47 kmh pode ir ao ralentim, por isso ainda consome menos.
Até posso ir ao ralenti a 200. Deixe‑se de tretas.
Nunca me baseei em WLTPs da vida, que só apareceram para dar ênfase aos elektros. Para mim, sempre foi simples…quanto gasta em cidade, em nacional e em auto‑estrada? Eu depois escolho onde usar o carro.
O resto são malabarismos, seja o já falado WLTP, seja o CLTC chinês , seja o americano EPA nenhum bate certo com a realidade e não batem a nota com a perdigota entre eles. Todos procuram o mesmo, esconder a lástima de alcance e o consequente incómodo que a ME representa para o utilizador.
Felizmente marcas como a Nissan começam a dar sinais de alguma seriedade ao admitirem que mais de 600 podem ser apenas 300.
Não, não pode, nem consegue.
Nem tem de regular, essa normal foi estabelecida assim por alguma razão, é que entra com os fatores da estrada ao contrário daqueles que você não tem, não há local nenhum que consiga manter uma velocidade constante.
Se fosse para dar ênfase aos eléctricos tinham-se mantido na norma anterior, que era muito mais favorável a eles, e não esta.
Todos batem certo se conduzir como a norma indica.
O resto são os seus caprichos.
Lá está a mentira novamente, a nissan não diz 300 kms em lado nenhum, gostava era de ver um fabricante sério de carros a combustão a admitir quanto fazem na realidade, tal como nos elétricos.
O WLTP incide maioritariamente no meio urbano. Só por aqui já se pode aferir qual a real intenção da norma.
Para andar em cidades usa-se vila a pedais Lol
Desculpe em descordar, mas é importante que não nos esqueçamos do seguinte: Para um veículo acelerar e manter o dobro da velocidade, em relação à que estava a viajar antes, este veículo vai consumir bem mais do que o dobro de energia, seja ela sob a forma de combustível, ou bateria. A resistência ao movimento aumenta com o quadrado da força de tração, ou seja, o veículo enfrenta uma resistência ao movimento, 4 vezes superior, quando viaja o dobro da velocidade e para vencer essa resistência, muito mais que o dobro da energia é necessária. Os veículos que tenham o depósito de combustível com o dobro do volume, não têm o dobro do alcance, nem autonomia. Um avião comercial queima 1/4 do combustível, na descolagem e sobida até ao nível inicial de cruzeiro. Ir ao espaço é caro e poloente, porque queima-se uma quantidade brutal de combustível, só para atingir a velocidade de órbita. Estes são alguns exemplos de que as leis da física são bem mais complexas que a matemática linear.
Tenta ir de Leiria a Lisboa com o limite de 30 km/h. Aposto se sair de Leiria às 3H da matina deves chegar a Lisboa perto das 18h 😛
E não pode ser em AE, porque o limite mínimo em regra geral é 60km/h 🙂
Ate podem baixar para 20 nas auto estradas que ninguem quer saber, eu conduzo a 200 kmh lisboa algarve e mesmo dentro da cidade ando a 100-120kmh e nunca paguei uma multa
Como é que faz Lisboa a Algarve a 200 num carro que só dá 180 ?
Não é esse Fonseca…
Mas parece, já não é a primeira vez que diz que anda mais depressa do que aquilo que o carro permite. loool
O modelo de negócio do capitalismo neoliberal é filas de kms e kms de carros parados a fumegar. 1 km de engarrafamento, ao fim de uma hora, desperdiça o combustível suficiente para encher o depósito de 10 carros. Além disso, o para-arranca arruína as mecânicas e encurta a vida útil dos carros, acelerando a substituição. Isso é maná para as petrolíferas e para os fabricantes e traficantes de carros e SUVs – o gasto de uns é sempre o ganho de outros. Os 30 kms/hora nas localidades ia torná-las seguras para bicicletas e trotinetes e fazia disparar a quota delas nas deslocações casa- trabalho, como já aconteceu em Amsterdão e Copenhaga e está a acontecer em Paris. Só que isso mexe com interesses bem protegidos da vampiragem capitalista e eles não vão deixar acontecer. Vão continuar a comprar políticos e autarcas para manter tudo como está .
Se forçarem os automoveis a serem controlados via satelite, em termos de velocidade, já não precisam de mexer na sinalética nem nos radares. Simples, pomos o rebanho todo no mesmo curral e já seremos todos mais felizes… ou não
Tudo muito bonito mas ninguem vai cumprir e não vai haver penalizações. Um exemplo, em Castelo Branco, vejo todos os dias, dentro da cidade em zonas proximos de escolas a malta a ir a mais de 50km/h, e nas variantes internas onde o limite é de 50km/h, ninguem cumpre (só em dias que anunciam o radar) fora isso é sempre acima de 80km/h dentro da cidade.
Qualquer dia dentro das localidades vai ser uma procissão de carros.
Deve ser para os EVs cumprirem o WLTP, lol
Qual é a diferença dos Evs terem de cumprir e os Ice não ? A norma é a mesma.
O cretinismo esperado deses tempos.
A ANSR que se preocupe em ter estradas devidamente mantidas e sinalizadas e polícias que multam além da velocidade dos carros. Comecem também a malhar nas bicicletas, peões, trotinetas e todos os que não cumprem. Acho que não é preciso mudar os limites mas a forma como alguns usam as vias públicas. Se não mudam, alguém tem de os fazer mudar e a lei é mais do que suficiente como está. É preciso que funcione, coisa que no nosso país estamos lixados. Mas é típico. Gostamos de mascaram a ineficiência das instituições com leis ainda mais restritivas que depois não se fiscaliza na mesma.
Não entendo. Sendo o exesso de velocidade a principal causa de morte nas estradas, como é que baixando os limites de velocidade vão fazer com que as pessoas deixem de andar em exesso de velocidade?
Qualquer QI abaixo de 100 percebe que, em igualdade de velocidade praticada, mas baixando o limite legal, o excesso é maior e mais severamente reprimido. O que obriga a pensar duas vezes. Como dizem os franceses, o medo do polícia é o começo do juizinho. La peur du gendarme c’est le début de la sagesse.
Só assim os elétricos têm bateria para chegar a casa.
Se em vez de diminuírem a velocidade, se houvesse real fiscalização nas estradas portuguesas já muitos acidentes se evitariam, os portugueses no geral têm 0 de civismo, quer na estrada quer na rua.