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Haliade-X: A mais poderosa Turbina eólica do mundo ja funciona

                                    
                                

Fonte: ge

Autor: Pedro Pinto


  1. bmalha says:

    não era preciso ser tão poderosa… mas já dava jeito lá em casa =D

    Não faço ideia do custo de fabrico nem de manutenção… mas um “bicho” destes que serve uma cidade de 30k familias(penso Eu que deve ser casas)!! Bem vinda e xau xau centrais a Carvão e Gás

    • Carlos Braga says:

      Pois e quando não houver vento, azar não tocas no teu telemovel e computador e entras em depressão… As centrais a carvão são a base do sistema electrico´(pelo custo e fiabilidade), e só por manias de grandeza dos Portugueses é que querem acabar com o carvão em Portugal. Depois é só importações de energia vinda de Marrocos (aonde acabaram de construir novissima central a carvão). O problema do planeta é o excesso de população asiatica e africana, e só quando é que existerem politicas de controlo demográfico nessas partes do mundo, é que o problema ficará resolvido. Até lá deixa o carvão funcionar em Portugal porque assim temos a garantia de ter um bem essencial e damos emprego a milhares de Portugueses em vez de o fazer em Marrocos e Espanha.

      • Fernando says:

        Comentário tão burro, acho que o mundo precisa é de menos pessoas como tu, ignorantes e desinformadas

        • Carlos Braga says:

          Pense 2x antes de insultar. Para sua informação trabalho na area das energias, a 25 anos, tendo conhecimento profundo de centrais termicas a carvão, ciclo combinado, e aero-geradores. No mês de junho mais de 100 aerogeradores da nossas empresas produziram 0 MW… Portugal não contribuir “quase nada para as alterações climáticas – temos apenas 1,15% das emissões de CO2 mundiais .

          • Fernando says:

            Se é bem informado devia saber que ter um misto de energia produzida é o futuro, não devemos depender apenas de carvão ou petróleo. Não sei onde a sua empresa construiu os aerogeradores mas dependendo da localização e do tipo de turbina, é possível produzir energia limpa durante todo o ano, ter retorno do investimento mesmo sem ajudas do estado e sem emissões como deve saber já que vem para aqui exibir currículo, peço desculpa pelo meu comentário assim, permita-me corrigir. Comentário ignorante, não obstante da sua experiência. Engraçado você diz que tem 100 aerogeradores na sua empresa e em junho não produziram nada, ora bem, no parlamento há 250 políticos e durante todo o ano pouco produzem, mesmo assim há que os meta lá.

          • Nuno Miguel Leite Ferreira Santos Ferreira Santos says:

            1.15% das emissões mundiais? Um pedaço de terra tão pequeno como o nosso é responsável por tanto? hummmmmm

          • Mapril Oliveira says:

            Carlo Braga, pera aí: há 7800 milhões de humanos no planeta e 10 milhões em Portugal – ou seja, nós portugueses representamos apenas 0.13% da espécie mas somos responsáveis por 1,15% das emissões de CO2? Meu deus, o que estamos a fazer? o que será de nós quando todo o mundo poluir tantos como nós?

          • SergioFerreira says:

            @ Nuno Miguel e Mapril Oliveira

            Podemos já ser mais 7 mil milhões neste planeta, mas nem todos vivem nas condições de um país de “primeiro mundo”. Quantos em África têm ar condicionado ou veículo próprio? Quantos usam as quantidades de plástico que usamos, sem reutilizar, etc…

            Para todos os efeitos não podemos desconsiderar que vivemos num país que, em muitos aspectos, está ao nível dos mais sofisticados…em termos tecnológicos e de consumismo.

            Não me admirava nada que 1/5 da população seja responsável por mais de 50% das ditas emissões.

          • HMCosta says:

            As centrais térmicas são a base. Do modo como comenta dá a ideia que todas as centrais são a carvão e que, na minha opinião, já deviam ter sido fechadas à muito tempo. Andar a importar carvão e ter níveis tão elevados de poluição, mais vale utilizar o gás natural que polui muito menos.

      • António Campos Leal says:

        Tenho de discordar. Entre, sistemas fotovoltaicos, eólicos e de maré em breve o carvão e o fuel será dispensados. Deseja-se. Se ninguém empatar o processo.

      • Jack says:

        Energias vinda de Marrocos? Pode esclarecer onde colocaram os postes de energia vinda de Marrocos?

    • someone says:

      O pior é se o vento decide tirar folga por um bocadinho lá fica uma multidão de gente às escuras

    • TC says:

      As de 2.5 custam a volta de 7 milhões de euros se for só 1, mais que isso o preço é ajustado…

  2. Dalex says:

    A maior turbina onshore instalada em Portugal (Vagos) teve um custo aprx. de 7 milhoes de euros. Agora a REN-EDP aceitar o total da energia produzida é outra conversa. 70% parece que ja é muito para estas empresas e os outros 30% sāo desperdicio ja que o lucro esta primeiro o Ambiente vem depois.

  3. Sergio says:

    Vamos por partes :
    Ainda não há parques eólicos offshore a funcionar em Portugal, está um em construção.
    Dizer que importamos energia de Marrocos é algo impossível, já que não estamos ligados. Importamos e vendemos para Espanha (a nossa única ligação) e Espanha além de ligada a nós está também ligada a Marrocos e França. Quando compramos energia a Espanha ela pode ter produção num destes 3 países, por sinal Marrocos está a investir bastante também no eólico .
    Seja como for neste momento Portugal se tivesse tudo a funcionar (termoeléctricas, barragens, eólicas, solar, etc) tem excedente, óbvio que as renováveis têm limitações, como tudo, mas não haja dúvida que são o futuro.
    Aerogeradores a produzir 0 num mês só se estiverem estragados ou ainda por montar ou então ando a trabalhar nos aerogeradores que tem sempre vento

    • TC says:

      Desculpe discordar, a energia vem de Marrocos, eles são um dos maiores produtores de energia eólica actualmente em nosso redor. Eu trabalhei 6 meses na construção de um parque destes e não lhe passa pela cabeça a quantidade de máquinas destas que existem no deserto, posso garantir que são uns bons milhares

    • Manuel Conceicao says:

      Importamos energia de Espanha que por sua vez importa de Marrocos…percebeste agora?

  4. Abreu says:

    Para breve está prevista uma tempestade solar.. lá se vai a electrónica toda… E já não há discussão no Pplware.. e a população mundial aumenta a olhos vistos, pois já não vai haver TV..heheh

    • SergioFerreira says:

      Pior a emenda que o soneto. Não nos auto destruímos pelo consumismo tecnológico excessivo, mas sim pelo “boost” ainda mais acentuado das taxas de natalidade!! xD ..hahaha

  5. Luis Fonseca says:

    No lugar de estarem a vos preocupar pelo investimento de multinacionais que querem muito lucro, pois o solar e o eólico são um poço de dinheiro, pois não gastam em recursos energéticos, mas só em maquinaria. Atualmente o mercado está a ferver de interesse, menos nós, os utilizadores, onde poucos recursos nos estão a ser facultados. O eólico é difícil de usar, pois só rende mesmo em grandes geradores e bem localizados. Mas o solar fotovoltaico é para nós, mais acessível e deveríamos pensar nisso pois atualmente existem quem investe mas para oferecer energia à rede, por criarem taxas, certificados e outras restrições que não se adaptam a muito pequenos produtores. E aí falta uma mudança, que espero que nos seja facultada antes de entidades estrangeiras serem proprietárias de parques eólicos, centrais fotovoltaicas e centrais hidroeléctricas. É nós ficamos com as faturas para pagar. As energias renováveis são provenientes de fontes gratuitas. É essa a grande diferença!

    • HMCosta says:

      E estará a REN e a EDP disposta a diminuir a sua produção/lucros para facilitar a micro produção? Mais importante do que aumentar a produção eléctrica é diminuir o seu consumo, quer seja por uma maior eficiência ou por micro produção.
      E porque demora tanto ter os contadores inteligentes? Serão cerca de vinte anos a falar disso?

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