Engenheiros da Porsche resolvem problema que a maioria dos fabricantes nem sabia que existia
A Porsche volta a redefinir os limites da engenharia automóvel. A marca alemã desenvolveu uma solução inovadora para resolver um problema que muitos fabricantes nem sabiam existir, aperfeiçoando o desempenho dos motores biturbo com tecnologia híbrida.
A Porsche resolve!
A Porsche revelou o seu primeiro turbocompressor assistido eletricamente, denominado T-Hybrid, no novo 911 GTS lançado em maio deste ano. Um motor elétrico colocado dentro do único grande turbocompressor permite que este atinja imediatamente a velocidade máxima, sem necessidade de esperar que as rotações e a pressão dos gases de escape aumentem, eliminando assim o atraso do turbo (turbo lag).
Avançando até ao mês passado, o construtor de Estugarda apresentou o seu 911 de produção mais potente até à data, o 992.2 Turbo S, que debita impressionantes 701 cavalos de potência a partir do seu motor boxer de 3,6 litros, desta vez equipado com dois turbocompressores que incorporam o sistema T-Hybrid.
Perante estes avanços, seria natural pensar que os engenheiros da Porsche poderiam tirar uma pausa para celebrar, mas nada está mais longe da verdade.
Uma recente patente descoberta pela CarBuzz e registada no Instituto Alemão de Patentes e Marcas (DPMA) indica que a Porsche já se prepara para aperfeiçoar ainda mais a sua mais recente criação e levá-la ao nível seguinte.
O problema dos dois turbos
Os engenheiros da Porsche estão agora a tentar resolver um problema comum em sistemas com dois turbocompressores paralelos que alimentam dois bancos de cilindros através de um coletor de admissão partilhado, o fluxo de ar desigual proveniente de cada turbo.
Nesta configuração, a pressão do ar é normalmente medida por um sensor de massa de ar (MAF) instalado no coletor partilhado, para monitorizar o fluxo total de ar que entra no motor, sem qualquer forma precisa de medir individualmente o fluxo de cada turbo.
Idealmente, a quantidade de ar proveniente de cada turbo deveria ser idêntica. Contudo, os impulsos das válvulas de admissão, as variações de temperatura e outros fatores podem provocar interrupções no fluxo de ar para um dos bancos.
O desequilíbrio resultante na pressão de sobrealimentação pode traduzir-se em perdas momentâneas de potência, entrega irregular e, em casos extremos, causar o chamado “flow stall”.
Este fenómeno ocorre quando o ar quente flui na direção errada, regressando à admissão, o que pode provocar danos catastróficos nos turbos, nos componentes da admissão e até no próprio motor.
Tecnologia T-Hybrid Turbo da Porsche explicada
Embora as hipóteses de ocorrer “flow stall” em motores modernos sejam extremamente reduzidas, os engenheiros da Porsche não querem correr riscos.
O sistema T-Hybrid descrito na nova patente utiliza os motores elétricos incorporados em cada turbocompressor para aplicar uma solução engenhosa a este problema.

O sistema T-Hybrid da Porsche é uma tecnologia híbrida que combina um motor a combustão com motores elétricos integrados nos turbocompressores. Estes motores elétricos permitem que o turbo atinja instantaneamente a velocidade ideal, eliminando o atraso habitual (turbo lag) e garantindo uma resposta imediata do motor. Além disso, contribuem para otimizar o fluxo de ar e a eficiência geral, melhorando o desempenho e reduzindo o consumo. Esta solução representa um passo importante na transição da Porsche para sistemas híbridos de alto desempenho.
Quando o sensor MAF deteta uma queda de pressão que indica uma interrupção no fluxo de ar, o sistema de gestão do motor cruza imediatamente os dados de velocidade dos turbos.
Se um ou ambos os turbos estiverem a abrandar devido à pressão inversa, os motores elétricos fazem-nos acelerar instantaneamente, restaurando o fluxo de ar e estabilizando a pressão de admissão em ambos os bancos de cilindros.

Porsche T-Hybrid, um avançado motor boxer de seis cilindros com dois turbocompressores elétricos integrados. É visível o conjunto compacto e meticulosamente organizado de componentes, típico da engenharia de Estugarda, com os dois turbos localizados nas extremidades do motor e o sistema de admissão central a alimentar ambos os bancos de cilindros. Este é o coração tecnológico dos mais recentes 911 GTS e Turbo S, símbolo do equilíbrio entre inovação elétrica e tradição mecânica da Porsche.
O resultado é uma entrega de binário perfeitamente contínua, com cada turbo capaz de se corrigir de forma independente graças ao seu motor elétrico integrado.
A patente em questão descreve um motor de seis cilindros com dois bancos, mas o sistema pode ser adaptado e dimensionado para qualquer motor com dois turbos paralelos que alimentem dois bancos de cilindros através de um coletor de admissão comum.
Embora a nova tecnologia de turbocompressor híbrido da Porsche pareça já uma excelente forma de eliminar o atraso do turbo, utilizar os motores elétricos também para equilibrar a pressão de admissão entre ambos os bancos num sistema biturbo é pura genialidade.
























Olha, afinal há turbo eléctrico. LOOOOL
Não JL o turbo não é eléctrico. “… Um motor eléctrico colocado dentro do único grande turbocompressor permite que este atinja imediatamente a velocidade máxima, sem necessidade de esperar que as rotações e a pressão dos gases de escape aumentem, eliminando assim o atraso do turbo (turbo lag)…”
A não ser que os motores eléctricos emitam gases de escape!!!!???
JL a ser JL!!!!!!
Então é eléctrico ou não ?
Tem apoio eléctrico.
E a bateria e os outros motores também têm apoio desse turbo.
Escapou lhe algo, é que não é apenas um motor, também é gerador, inclusive essa energia pode ser usada nas rodas.
Turbo é o termo, na verdade é um compressor
Penso que o termo vem de turbina. Os chamos Kompressor são sistemas diferentes.
Na realidade o nome correto é turbo compressor. É um compressor que aumenta o fluxo de ar na admissão e é acionado por uma turbina que é feita girar pelos gases de escape, estão no mesmo eixo. Há outros tipos de sobrealimentação com acionamento mecânico ou elétrico do compressor e com compressores com diversos desenhos. Há uns anitos que os turbo compressores da F1 tem uma “ajuda” elétrica
Mas este não tem só isso, é também um gerador.
na F1 o motor elétrico passa a funcionar como gerador depois do turbocompressor atingir as rotações desejadas. Serve para carregar as baterias ou super condensadores que depois vão fornecer energia ao motor elétrico acoplado ao turbocompressor
Sim, a própria Porsche diz que se baseou na tecnologia da F1.
Serve para gastar mais energia.
Informação para os extremistas anti-ve, o AC do bmw 7 desde há muitos anos usa um motor elétrico, menos carga no motor melhora as prestações e consumos.
Tal como é na maioria dos híbridos, reduz a carga do motor ice e é muito mais eficiente.
Sim, porque ninguém quer gastar mais 0,1L/100km para arrefecer o ar…
Claro que sim, óbvio que a Porsche não entende nada do que faz, e até ia meter o carro a consumir mais só para pagar multas por emissões.
A recirculação dos gases de escape num turbo convencional é gratuita; já a eletricidade que alimenta um turbo híbrido não é! Disso pode ter a certeza.
Não existe recirculação de gases num turbo, já vi que nem sabe o que é um turbocompressor.
E a electricidade que ele gera, serve para quê?
Vá ler em vez de vir com os seus preconceitos.
@Yamahia “A recirculação dos gases de escape num turbo convencional é gratuita”, sabes como funciona o turbo, certo, é que sem vitamina no deposito também não há gases de escape, a não ser que andes a roubar “vitamina” nos carros dos outros. ai sim é grátis para ti mas aluem teve de pagar. 🙂 🙂 🙂
Talvez o que querias dizer é que um desperdício do funcionamento do motor vai ser “reciclado” para fazer mover o turbo, e ai sim estou de acordo contigo.
1º um turbo demora a chegar a a velocidade ideal para dar potência
2º a propria rotação do turbo gera energia portanto dizer que não é gratuita não faz sentido porque na verdade até o que não é gratuito é gasolina que se mete no deposito
Este sempre que ve algo que funciona a electricidade fica logo nervoso
É o objetivo de vida dele. Meter tudo elétrico…
Serve para ser mais eficiente.
+1 agora vamos ter a Porsche, que sempre foi conhecida por ser uma marca bastante economica e baixos consumos, a ter consumos mais elevados
Mais um que se vai chamar de hibrido, sem ser hibrido. Qual será a variante? Hybrid Turbo Boost? XD
É eléctrico, porque não usa gasolina para trabalhar.
Paga IUC e impostos sobre o Co2 é a combustão. FIM
Nesse caso é híbrido, paga do combustão mas não paga do eléctrico.
E a energia elétrica da bateria vem de onde? Motor a combustão.
Errado, vem das travagens, enfim, nem sabe o que é um hibrido.
Isto não me parece uma novidade.
Turbinas Electricas existem ha muito, a Formula 1 por exemplo usa-as ha muito.
A Mercedes usa-as desde 2017.
A volvo também tinha planos para as usar.
O que a Porsche poderá fazer é patentear uma versão só para eles, se ainda não houver patentes.
É uma turbina com um motor Eléctrico a alimenta-la.
Desde modo de uso penso que a Porsche é a primeira a usar.
Está é uma turbina que tanto usa motor eléctrico como gerador, inclusive o gerador pode gerar energia para fazer mover as rodas do carro.
O que estás a propor é que magicamente ha energia a ser criada.
Isso não existe.
Há 2 tipos de e-turbos.
1)) uns são 100% de alimentação eléctrica
2) outros são hibridos, usando na mesma os gases de escape para manter a pressão.
Mas as mudanças rápidas necessárias para gerar pressão, essas são assistidas por um motor eléctrico, para aumentar a pressão mais rápido, e diminui bastante o atraso causado pelo momento de inércia da turbina..
Se você usar a turbina para gerar electricidade, então estará a falar do 2) caso.
Mas se o fizer, vai perder potência no motor de combustão, e você vai fazer isso para gerar electricidade?
Eu estou um pouco céptico em relação a isso,
O único ponto onde vejo uma coisa dessas a acontecer, poderia ser numa descida.
Onde o carro não precisa de tanta potência, e como tal se a pequena bateria do carro precisar de carga, ai você ajuda-a a carregar, usando os e-turbos para isso, mas perdendo potência no processo.
Este tipo de coisas, de carregar a pequena bateria, já é feito desde sempre pelo alternador.
O alternador tem muito mais binário para isso, e a mim parece-me que teria menos perdas.
Aquilo que me parece é que o alternador alimenta os e-turbos.
eu ainda não li sobre os e-turbos na porsche.
Tanto existe que a porsche usa e afinal é a primeira a usar num veículo comercial mas já era usado na F1.
Sim, é híbrido, qual a dúvida ?
Não é e-turbo, mas sim T-Hybrid.
Não sei se reparaste mas tem turbo elétrico…
Dedica-te à Tesla…
Híbrido, não acerta uma.
Isto não é nenhuma novidade será que sou o único a pensar nisto! O grupo VAG onde então até está incluído a Porsche … Já em 2018 ou 2017 e mesmo actualmente vem nalguns Audi Q8 e Q7 e Volkswagen touareg já vêem com turbos elétricos. Pesquisem na NET … E foi mesmo por isso que foram feitos para ele minar o turbo lag…. Eu não percebo algumas notícias. Isto foi o grupo Volkswagen que apostou e tem continuado a apostar. Acredito que a diferença aqui seja só ao acoplarem motores híbridos juntos com o boxer. … E. Por sua vez usar os turbos elétricos
Este também é gerador de energia eléctrica.
são compressores elétricos e não turbo elétricos . O nome correto da sobrealimentação aproveitando os gases de escape para acionar uma turbina que por sua vez aciona um compressor é turbocompressor. Turbocompressor esse que pode ser ajudado por motor elétrico como acontece na F1. Não cofunda turbina com compressor. Chamar turbo é popular mas incorreto, o correto é turbocompressor. Depois há outros tipos de sobrealimentação com acionamento do compressor mecânico ou elétrico
O sistema é bem conhecido! Acelerar o turbo através de um motor eléctrico é por exemplo o princípio da MGUH usada em todos os motores dos actuais f1, (aqui há mais complexidade visto ser um motor/gerador) há também um sistema semelhante em alguns modelos Audi e noutros projetos de investigação.
Quando aos biturbos paralelos o fenômeno de pequenas diferenças na geração de fluxo entre bancadas não é novidade para ninguém que seja eng e não só, desta área.
Usar o motor eléctrico para corrigir o flow stall é talvez o mais inovador sendo ainda assim do conhecimento de todos os fabricantes esse fenómeno.
Nem sempre aumentar a complexidade se traduz em ganhos efectivos para o utilizador, funciona melhor no papel e bem mesmo como marketing de vendas.mas Na prática ninguém vai sentir melhoras expressivas a não ser nas avarias e no custo da reparação. Num país como o.nosso onde os técnicos estão longe do fabricante e tem pouca formação piora bastante a manutenção e reparação de “novas tecnologias”.
Não, não é bem conhecido, este é algo mais, este sistema permite também recuperar energia.
.ais uma coisinha para avariar e trocar, hmmm pois se calhar tem de trocar o turbo inteiro.
O que vale é que quem co.pra lorsche tem guito para o manter, ou não….
o sensor do motorsinho do turbo avariou, conduz com 50cv até ires à oficina 😀
Não é só a Porsche. Tudo o que se produz na Europa, incluindo Alemanha, é feito para avariar e caro. E se o carro tiver garantia de 2 anos, como os das correias de distribuição banhada a óleo, é garantido que vão avariar antes do dia 750. É isso que mantém as vendas.
Não há nada melhor que um carro a combustão. O resto são brinquedos sem nenhuma piada… 🙂
Então este não presta, é híbrido.
Não prestava se fosse elétrico.
O Taycan e Macan elétrico têm sido um flop de vendas.
O Macan elétrico um flop? Só dizes disparates. Hoje em dia dizes essas cenas sem ir pesquisar, é de uma anemia intelectual atroz!
O Porsche Macan elétrico está a ter um desempenho de vendas notável. No primeiro semestre de 2025, o Macan foi o modelo mais vendido da marca, com 45.137 unidades entregues, das quais 25.884 eram versões totalmente elétricas, representando quase 60% das vendas do modelo. Entre janeiro e setembro de 2025, as entregas globais do Macan aumentaram 18%, totalizando 64.783 unidades, com mais de 55% delas (36.250) sendo elétricas. Na Europa, o Macan a combustão foi descontinuado em julho de 2024 devido a novas regulamentações de cibersegurança, tornando a versão elétrica a única disponível, enquanto nos EUA, o modelo elétrico representou 44,6% das vendas do Macan no primeiro trimestre de 2025, destacando-se num mercado ainda dominado por veículos a combustão.
O sucesso do Macan elétrico deve-se também às suas características técnicas avançadas. O SUV utiliza uma arquitetura de 800V, permitindo carregar de 10% a 80% da bateria em cerca de 21 minutos, e oferece uma autonomia estimada de até 508 km no modelo de tração traseira. Está disponível em várias versões, incluindo Macan 4, 4S e Turbo, com potências que variam entre 350 e 630 cv. Este desempenho e versatilidade ajudaram o Macan elétrico a superar, em várias regiões, as vendas das versões a combustão, refletindo a forte aceitação do mercado e a estratégia de eletrificação da Porsche.
Mas isto não é o que existe no Mercedes-AMG SL 43 ?
referencia: https ://www.razaoautomovel.com/autopedia/turbo-eletrico-eturbo-mercedes-amg/
Embora à primeira vista ambos utilizem turbocompressores com assistência elétrica, o Mercedes-AMG SL 43 e o novo Porsche 911 T-Hybrid representam duas abordagens tecnológicas distintas dentro do universo da eletrificação automóvel.
O Mercedes-AMG SL 43 recorre a um motor de quatro cilindros de 2,0 litros com turbo elétrico de 48 V, desenvolvido a partir da experiência da marca na Fórmula 1. Este sistema usa um pequeno motor elétrico que faz girar o eixo do turbocompressor antes de os gases de escape entrarem em ação. O objetivo é reduzir o atraso típico do turbo e melhorar a resposta do motor. O conjunto conta ainda com um sistema mild-hybrid EQ Boost, que fornece um breve apoio elétrico, mas sem tração puramente elétrica.
Já o Porsche 911 T-Hybrid introduz uma solução híbrida de alto desempenho, mais complexa e potente. A marca de Estugarda combina um sistema elétrico de 400 V com um turbocompressor elétrico integrado e uma bateria de alta tensão de 1,9 kWh. Além do eTurbo, o sistema inclui um motor elétrico entre o motor e a caixa de velocidades, capaz de fornecer potência adicional direta às rodas. Este conceito não visa apenas reduzir o atraso do turbo, mas também aumentar o desempenho global e a eficiência, permitindo acelerações mais rápidas e menor consumo em certas condições.
Em suma, o SL 43 utiliza um turbo elétrico com sistema de 48 V, focado na resposta do motor, enquanto o 911 T-Hybrid combina esse princípio com um sistema híbrido completo de 400 V, integrando o motor elétrico na transmissão. Ambos partilham a ideia de turbocompressores eletrificados, mas diferem no alcance e na sofisticação da eletrificação: o Mercedes aposta na leveza e no refinamento mecânico, a Porsche na performance híbrida total.
Tecnologia essa já em uso nos camiões
Nãoe. São coisas diferentes.
Quanto combustível vão poupar com isto? Zero. E quantas avarias vão evitar? Igual. Nem interessa, o chiffre d’affaires das marcas faz-se com os carros que avariam, não com os que duram eternamente.
A BMW explica, em 2019, a grande invenção da Porsche em 2025
https://www.andardemoto.pt/marcas-motos/bmw/noticias/44877-bmw-estuda-o-uso-de-um-compressor-eletrico-para-aumentar-a-potencia/
Mas esse não é híbrido.
Estamos a falar do turbo e que eu saiba os turbos só se aplicam a motores de combustão, se tem lá um motor elétrico acoplado ou simplesmente um motor elétrico nas rodas não é relevante
Os engenheiros da Porsche são uns génios!
O 911 continua a ser o melhor desportivo do mercado.
Curioso, como cada vez mais usam soluções baseadas em motores eléctricos, isto não devia dar-lhe enjoos ?
É muito giro, mas tendo em conta que os gases de escape não são “gratuitos”, porque para ter 1 bar de pressão na admissão por norma no coletor ou na turbina tem de haver 1bar de pressão, ou seja os pistões têm de bombear os gases para fora do cilindro, logo existe uma perda de potência que o motor tem de fazer para expulsar os gases.
Não deixa de ser em parte gratuito, porque nos compressores apesar do ar comprimido ter um rácio do consumo da potência do motor o escape é basicamente livre, logo não é presciso bombear o ar para fora, mas é muito menos notável no turbocompressor.
É verdade pode ter menos lag, mas não podem ter a pressão máxima ou binário máximo num motor a combustão a 1000rpm, isso pode danificar o motor, visto que os turbocompressores do 911 são de geometria variável como nos diesel, juntamente com a caixa pdk é basicamente instantâneo a entrega de potência, não vejo uma vantagem no desempenho do carro e que a única coisa que faz é aumentar a complexidade do sistema e fazer com que possa ter mais problemas no futuro.
Tens de mandar para lá o currículo…
Não preciso, trabalho por conta própria….. 🙂 eles que se desenrasquem, porque não era carro que compraria (mesmo que tivesse dinheiro) para andar a mostrar aos amigos.
Pois não precisas não… Até porque era um desperdício de tempo de parte a parte…
Não tenho problemas com o uso de motores eléctricos neste contexto. Desde que seja reparável
@Nuno Eu até não dizia nada mas não vou perder a oportunidade de que, vejo que és daqueles que tem inteligência para dar e vender, mas não passa de um ignorante a tentar rebaixar os outros.
É mais digo não tenho currículo para entrar na Porsche, mas mais vale ser esperto e ser honesto, do que arrogante e mal educado. Paz……
“és daqueles que tem inteligência para dar e vender, mas não passa de um ignorante”
Olha, o honesto deixou a arrogância e a má educação de lado e saiu isto.
Não te sintas mal, nem todos têm o que é preciso para lá trabalhar. Não precisas de vir todo ofendido ser arrogante e mal educado. Deixa isso para os outros.
Uuiii é o desejo de uma vida trabalhar na Porsche como se fosse a última coisa a face da terra. E sim continua a ser arrogante porque provavelmente é um sonho seu e fica ofendido, mas não é o meu.
Sim, é o meu sonho desde pequenino.
É isso e mijar contra o vento…
HEHEHE Não discuto as preferências dos outros.