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Carros novos na UE: Há novas regras já a partir de 2030

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Sergio says:

    Vamos ver se em 12 anos vão ser criadas estruturas suficientes em toda a europa para nao causar transtorno ao cidadão.
    Estou mesmo a ver cabos lançados da janela dos apartamentos para carregar o veiculo.
    Sou a favor mas não com a carroça à frente dos bois.

    • Realista says:

      Eu também sou contra o fim obrigatório.

      O problema é que existe muitos edifícios sem garagem ou quando esta existe não possuem condições para a instalações elétricas individuais o que obriga à instalação de novos equipamentos coletivos.

      Os casos mais graves é mesmo os que não possuem garagem e carregar fora de casa é mais caro e carregar fora será equivalente a ter carro a combustão em termos de custos.

      Uma solução seria a instalação de equipamentos em postes de iluminação publica nas cidades para dar a oportunidade dessas pessoas a carregar o veículo na rua já que estão impossibilitadas de o fazer nas suas habitações.

      • Lopes says:

        Isto vai ser uma treta, mas estruturas é mais fácil pensar do que realizar, a ideia dos candeeiros, é interessante, mas não é viável, pois os candeeiros da rua, não tem sequer potencia para agarrar carregadores como pensas, iria sempre ser necessário fazer uma estrutura toda nova.

        • FilipeB says:

          Não precisava de ser um carregador (até pelo custo), mas uma simples tomada 8A para ficar a noite toda.
          Claro que não sei como seria o pagamento, e uma tomada simples ou mesmo mais inteligente seria relativamente fácil de alterar/mexer.
          Para quem não tem garagem, e é a grande maioria, este não é um problema fácil de resolver.

          • Lopes says:

            Não amigo, as coisas não são assim tão simples como está a pensar, as instalação elétrica tem de ser dimensionada para mínimo 16A por carregador, ideal 32A, o circuito de iluminação não está preparado para ter carregadores agarrados como está a pensar, tem de ser aumentado os cabos para secções que aguentem carregadores até pelo menos 32 A para que seja viavel ter o carro a carregar como em casa. Se bem que estamos na via publica logo será sempre mais caro que ligar em casa há nossa tomada.

          • Realista says:

            Eu consigo carregar o meu carro a 6A… e já deixei a 8A e a 16A.

          • Realista says:

            Na verdade quem carrega à noite não precisa de muita potência.

            Precisaria de potência para carregar a bateria TODA numa só noite, no entanto se carregar aos poucos todos os dias consegue ter o carro com autonomia suficiente para o dia e ainda sobra já que a distância media de circulação dos veículos é inferior a 20km/dia.

            Aliás se em 10 horas a carregar a 8A são 17kW (100km para um consumo de 16kWh) daria 1 carregamento por semana para muita gente…

            A titulo de exemplo o meu bolinhas hoje de amanhã fez 20km com um consumo médio de 11kw, portanto esses 17kW a mim dava-me para 150km. E não é um Twizy… é um citadino com 4 lugares, mala e AC.

            É perfeitamente viável.

          • JL says:

            Nos últimos meses tenho feito menos kms, cerca de 400 a 400 kms por semana, só o que carrega em casa com o solar e a bateria do solar têm me chegado para tudo, e tenho apenas 3.2 kWp de painéis instalados.

        • André R. says:

          Exacto. Isso implicaria um valor “pra cima de um balurdio” para uma estrutura dessas. Além disso, em termos de segurança seria complexo e também vemos como as pessoas tratam as colunas com os carros e outros acessórios estranhos…

          • Lopes says:

            No final acabava por sairigualmente mais caro que em casa, pois alguém tem de pagar o investimento na infraestrutura e a manutenção do mesma.

            E sim em termos de segurança outro problema, hoje em dia isto não é assim tão linear como muitos pensam.

          • Realista says:

            O carregamento na rua não fica tão caro com o pintam.

            Por exemplo carregar 17kW (cerca de 100km com um consumo de 16kWh) o carregamento ficaria por cerca de €4 a €4.5 já com iva e taxas o que equivale a um consumo de 2,5L/100km num gasóleo/gasolina.

          • Realista says:

            Isto ao preço de €1.55/L o gasóleo ainda sem adicionar o custo do adblue…

        • Manuel Araújo says:

          Lopes, Vejo por aqui tantos especialistas da treta, eles sabem tudo e até acredito que sabem hoje o que eu vou almoçar amanhã, antes de eu decidir. Deixa-me rir!!!

          • JL says:

            Da treta ? Ou daqueles que não de dedicam a inventar ?

          • Lopes says:

            Não vale apena eu já expliquei como as coisas funcionam pois trabalho nas instalações elétricas, mas os cromos de sempre andam aqui como fossem donos e senhores da razão, mas pronto eles é que sabem os outros são todos do contra e nada sabem, enfim, há de chegar a uma altura que vão perceber que elétrico não tem futuro como eles pensam…

          • JL says:

            E quem lhe disse que eu também não trabalho ?

            Quem é que disse isso ? ou é apenas a sua opinião ?

          • JL says:

            Não tem futuro, mas algo que gasta muito mais eletricidade já tem.

            Realmente a vossa coerência é muito boa. LOL

      • André R. says:

        Nas colunas de iluminação pública? Sabes o que estás a dizer? Nem vás por aí, porque não vai resultar

    • André says:

      Isso mesmo! Parece-me que vai ser o que vai acontecer.

  2. Joaquim Sobreiro says:

    As regras serão sempre aquelas que o consumidor aceitar. Produto que não se vende deixa de ser produzido.

    • Mr. Y says:

      Tens razão, mas como as medidas tendem a mexer no bolso dos fabricantes, por causa dos créditos de carbono, acabam por ser forçados a alterar a oferta de veículos.
      É lógico que terá de existir uma estrutura que torne viável o uso destes veículos senão seria o colapso total.
      Com estas condicionantes não dá para fazer um paralelo com produtos que foram um flop como as TVs 3D ou as cassetes Beta

    • mamba says:

      se não tiveres outra escolha, comes e calas. Se todos os fabricantes se unirem, que escolha tens tu enquanto consumidor? Apenas comprar chaços velhos, porque se for novo não tens hipótese.

    • Lopes says:

      Aqui nesta situação, é aceitas e aceitas, ou então andas a pé, tão simples quanto isto, não podes comparar com outro bem de consumo geral que se não te agradar não compras e as fracas vendas ditam o seu fim, mas não afeta ninguém no geral.

    • Kotler says:

      Tal e qual, uma regra do marketing. Serão muitos os que vão ficar com melão, a pensar que vão conseguir impingir o que o mercado (realmente) não quer!

  3. Joaquim Sobreiro says:

    Numa sociedade de consumo, toda a economia se baseia em criar a sensação de carência. Em geral com a ideia que se está a melhorar a qualidade de vida. Nunca o índice de felicidade foi medido pelo de poder de compra.

    • Realista says:

      Se leres o relatório do indicador de felicidade (WHR- World Happines Report) o índice de poder de compra familiar é um dos índices que compõem esse indicador…

      • Joaquim Sobreiro says:

        Certo. Essa é a ideia criada para uma sociedade de consumo: consuma para ser feliz. Se não resultar tome um antidepressivo que é o produto utilizado nos países com mais poder de compra.

  4. Jorge MR says:

    Os burocratas europeus pensam que todos são a Suécia ou Noruega. O resto do mundo está pouco ligando a esta ortodoxia climática. As marcas fazem eléctricos para a Europa e depois continuam com combustão nos outros mercados. Mas os europeus são todos ricos, enfim.

    • JL says:

      Tem a certeza ? Veja la bem e não invente.

    • Yamahia says:

      @Jorge MR
      Os carros a combustão não vão acabar a produção. Eles vão continuar a sair, simplesmente não vão aceitar gasolina ou gasóleo. Matriculados na Europa vão trabalhar a e-fuel e muito provavelmente tb a biocombustíveis.

      • JL says:

        Nao lance já os foguetes porque as regras para tal ainda não conhecidas. Parece que apenas a porsche, Ferrari e outras que produzam menos de 10000 carros por ano, vão ter essa benesse.

        Mas a ver vamos.

        • Yamahia says:

          As regras para pequenos construtores é só para o EUR7. Nada tem a ver com isto.
          Até é bem pensado. Na UE vendem condicionados ao reconhecimento de e-fuel (e eventualmente biocombustíveis ) e na maioria do restante mundo vendem o mesmo motor/carro sem essa restrição.

          • JL says:

            Qual euro7 ? Não tem nada a ver com euro 7.

            Euro 7 é para ser cumprida por todos.

          • Yamahia says:

            A ver vamos!

          • JL says:

            https://hifglobal.com/location/haru-oni/

            Uma instalação que ocupa 3.7 hectares.
            Tem uma eólica de 3.4 Mw
            Investimento de 74 milhões de dólares.

            Para produzir 130 000 litros de combustivel.

            Ou seja, numa média de 9000 kms ano, ou seja, necessita num consumo de 5 litros ( apenas, não preciso de ir para XC40, LOL) necessita de:

            9000 / 100 * 5 = 450 litros litros por ano.

            Portanto:

            130 000 / 450 = 289 carros.

            Ou: uma instalação destas consegue produzir combustível para 289 carros num ano, desde que haja vento……

            Partindo do principio que vamos fornecer combustível a todos:

            5 700 000 / 289 = 19 723 instalações para fornecer todo o parque

            Em Portugal temos 5671 MW instalados de eólica, ou seja, 1667 equivalente a esta.

            Ou: para sermos autossuficientes necessitamos de ter 11.8 vezes a atual.

            Depois tem a área, precisa de 72 mil hectares em locais ventosos, senão tem de ter a rede elétrica a suportar essa energia.

            Estamos a falar de 72975,1 MW ou 73 GW de potência instalada, quando Portugal atualmente tem 22 455 MW

            Com eléctricos:

            9000 / 100 * 16.9 * 5 700 000 = 8669700 MWh necessários ou 8670 GWh

            Portugal consumiu 50 400 GWh em 2022, ou seja, electricos necessitavam de 17% de toda a energia consumida no ano passado.

            https://sicnoticias.pt/economia/2023-01-03-Consumo-de-eletricidade-aumentou-em-2022-1b35d2d8

            Se 5671 MW instalados de eolicas produziram 25% da energia gasta em Portugal em 2022, quer dizer que produziram 12 675 GWh, querendo isto dizer que 68 % da eolica atual consegue alimentar toda a frota de carros em Portugal se fossem electricos.

            Se 5671 MW instalados produzem 12 675 GWh num ano

            Então 72975 MW produzem: 72975 * 12675 / 5671 = 163 103 GWh

            Ou seja, para sinteticos precisa de um aumento de 163 103 / 8 670 = 18.8 x mais de produção energética, contanto também com tudo o que é associado a ela, transporte, rede, espaço e tudo mais.

            Para hidrogénio basta dividir estes resultdos por 2, já que um FCEV tem o dobro da eficiência desde a fonte até á roda.

            Portanto, quando me dizem que vão ser baratos, eu só caio para o lado a rir.

            Entende agora o que quer dizer o termo eficiência.

            LOOOL

          • JL says:

            Ah, esqueci-me de falar dos dólares em investimento, mas ai é um pouco injusto, já que para uma gastaram 74 milhões, para abastecer 289 carros, Portugal investiu 15 milhões para carregar mais de 100 000 mil carros…..

  5. Leitor says:

    Alguém realmente pensa que Portugal ou outro qualquer pais na Europa tem infraestrutura para carregar tantos veículos? Esta meta é completamente absurda, já para não falar que não existem centrais de energia suficientes a não ser que até 2035 se construam centrais nucleares desenfreadamente…

    • Mr. Y says:

      Essas contas foram feitas. Achas que medidas destas com o impacto que tem isso não é estudado?
      Não se tem, neste momento, mas não é impossível.

    • Lopes says:

      Pelo contrario qualquer pessoa, que anda minimamente informada sobre o assunto, sabe de antemão que isto não tem pernas para andar até há data visada, se bem que o ideal era pensarem em outras alternativas de locomoção que não só pela elétrica.

      Simplesmente estou cá para ver chegarmos a 2035 e a montanha pariu um rato…

    • Realista says:

      Se todos formos abastecer ao mesmo tempo também não existe combustível para todos, portanto nós não carregamos todos ao mesmo tempo…

  6. ebatok says:

    Relativamente à solução das colunas de iluminação a alimentar os veículos elétricos, parece-me atualmente completamente impossível. Por duas razões: pela necessidade de alterar completamente a infraestrutura (não só cablagem como a própria coluna de iluminação), como também pela comercialização do consumo (atualmente a energia é paga pelas autarquias).

    • Mr. Y says:

      Concerteza não dará para instalar em todos postos de iluminação do país inteiro (nem fazia sentido) mas já há soluções no mercado:

      https://ubitricity.com/en/

      Repara qual é a empresa que está no negócio. Pois, a Shell. Só para mostrar que estas empresas que já fazem negócio com combustiveis fosseis não andam a dormir.

    • JL says:

      Impossível ? Desde 2018 que existem no uk.

      Por cá do que conheço existem 2 em Queijas.

      • ebatok says:

        Falo do que sei e conheço. É preciso perceber como foram estabelecidos esses 2 em Queijas . Para além da alteração necessária da legislação, uma vez que em Portugal é proibido revender energia, e os circuitos de iluminação pública têm contador na sua origem.

        • JL says:

          Como não conhecia é errado dizer que não existe e que nao é possível, afinal existem e é possível.

          Não é proibido, tanto que vendem, é preciso é ser um CEME-comercializador de energia para a mobilidade eléctrica, registado na dgeg.

          • ebatok says:

            Eu não disse que não existe. O que disse foi que não me parece possível. Estamos a falar de um período demasiado curto para uma alteração tão significativa da rede de iluminação pública (sem falar da legislação). Com a tecnologia tudo parece ser possível. Mas por existir, continuo a achar que não é possível numa década alterar aquilo que existe, para essa solução. E conheço muito bem a rede de iluminação pública.

          • ebatok says:

            Além disso é preciso perceber como está estabelecida a rede de iluminação pública. Também não disse que é proibido vender energia elétrica. O que é proibido é revender. E a energia elétrica dos atuais circuitos de iluminação pública é vendida às autarquias, pelo que não é permitido que estas vendam essa energia a terceiros.

          • JL says:

            Mas a lei não precisa de ser alterada, até porque já foi alterada.

            Nem é preciso ser numa década, pode ser em várias, à 20 anos atrás não havia internet na maior parte das pequenas localidades, por exemplo a onde vivo, e hoje até fibra existe.

            O mundo avança, se os postos já existem, passar cabo custa dinheiro mas é dinheiro que não vai para quem já tem demais.

          • JL says:

            Quem a fez deve saber como está feita.

            É proibido para quem não tem competência ou está creditado para isso, por isso mesmo ter referido que é preciso ser CEME ou então ser Detentor de Pontos de Carregamento, por exemplo, num condomínio pode ter um carregador seu, e vender energia a qualquer pessoa que lá queira carregar, e nesse caso está a vender energia.

          • Realista says:

            @ebatok a tua questão da revenda faz sentido. Se a energia é vendida à autarquia, mesmo que apareça uma empresa a querer comercializar, por lei está impedida de o fazer. A não ser que a Mobi.e (empresa pública) se meta no meio da comercialização da energia e desta forma faça a revenda para as autarquias em forma de iluminação pública e outra para a mobilidade elétrica…

            Assim, parece-me mais uma questão burocrática do que operacional.

  7. Grunho says:

    É preciso procurar a poluição onde ela está, isto é, nos carros pequenos a gasolina dos pobres. Eles não poluem praticamente nada, mas em compensação são muitíssimos. Com os Hummer, Range, Jeep, aí não há problema nenhum.

  8. Jacare says:

    Não existe compatível em vários situações! 1- carros eléctricos carregar por cabo não são viáveis economicamente. 2- as cidades ou vilas não estão preparadas para abastecimento electricidade extra-sensorial, as barragens ou outras abastecimento não têm capacidade! 3- carros eléctricos as baterias só têm capacidade máxima para 3 anos de vida dependendo de cada usuario. 4- carros eléctricos como Tesla tem problemas de chassi no cão entre baterias e os acentos, ele apodrece ao fim de 3 anos e acabando com as baterias .5 as baterias dos carros eléctricos não funciona em baixa temperatura-7 . 6- carros eléctricos não aguenta longo viagem .7 – apartir do ano 2030 os europeus não vão ter electricidade suficiente para abasteceram as casas ou carros, vai haver um escolha! 8- carros eléctricos vão precisar muita investimento é invenção como melhorar a electricidade e sem dependência por cabos,

    • JL says:

      Loooooll

      Não são viáveis porquê?

      As cidades não estão preparadas ? Não é o que diz o mais recente relatório sobre o assunto, feito porque quem se dedicou ao assunto .

      Duram 3 anos ? Então porque dão garantias de 7 a 10 anos ?

    • JL says:

      Não funcionam em baixas temperaturas ? Lol

      Então e um a hidrogénio aguenta ? Que eu sabia têm a mesma autonomia.

      Então e as baterias, pilhas de combustível e tanques de hidrogénio duram mais de 3 anos ?

      Então e eletricidade para produzir hidrogénio ? Onde gastam 5x mais para fazer o mesmo, para isso já existe ?

      Ah entao o investimento em hidrogénio não é preciso ? É tudo de borla ?

      Lol

      • Yamahia says:

        O @JL não abordou o H2 (grande pedra no sapato que vc tem)
        Para ter o H2 para abastecer carros não precisa da rede para nada.

        • Yamahia says:

          *digo o @Jacare

        • JL says:

          Tem razão, pensei que estivesse no outro artigo.

          Não precisa ? Claro que não, para sonhadores como alguns de vocês, é só por magia.

          Então, vai produzir pequenas quantidades de hidrogénio pertos das bombas de abastecimento ? E depois faz como os americanos, como não chega, e raramente funciona, transportam por camiões a diesel, cerca de 300 kilos cada um .

          Loool

          Mas se é tão bom, porque é que a rede californiana que existe há 19 anos, ainda tem todos esses problemas.

          A da Alemanha, nenhuma tem produção local, e quando têm painéis por perto, é só para inglês ver, porque não são 4 ou 5 painéis que produzem energia para um electrolizador.

  9. Dani Silva says:

    É uma pena que a ideia é boa, mas infelizmente não vai ter grande resultado a nível global, uma vez que só as emissões poluentes da China são maiores do que todos os países considerados industrializados juntos.

    No entanto, já valerá a pena poder respirar muito melhor nas cidades europeias, pelo menos.

  10. José says:

    Além dos problemas apontados, temos que ver que a ligação à rede de milhões de viaturas vai obrigar a uma maior produção de energia, seja ela proveniente de onde for e remodelação de toda a rede (quantos milhões vão ser gastos). Além da poluição provocada pelas baterias (reciclagem??) que têm custos para os utilizadores e será necessário ter grandes explorações para extração do litio (poluição de grandes áreas e fontes de abastecimento de água potável. Enfim as cabeças pensantes têm muitos piolhos para coçar e nós a pagar..

    • JL says:

      Do mesmo local, apesar de muito menos daquilo que são as alternativas.

      Reciclagem já não é problema.

      Mas fiquei curioso, quanto consomem a mais da rede se forem todos eléctricos ?

  11. pdsermqq says:

    A farsa do carro elétrico vai acabar mais cedo do que esperava.

    Combustíveis sintéticos e hidrogénio são o futuro.

    • JL says:

      A hidrogénio são eléctricos na mesma, toyota mirai, hyundai nexo, etc.

      Secalharya, já vi que não pesca nada de carros.

      Combustiveis sintéticos são feitos de electricidade, afinal os novos a combustão vão andar a electricidade !!!

      Como ficou o seu estômago agora ? LOOOL

  12. João says:

    Haverá algum site de apostas que aceite a aposta de que isto não vai acontecer?

      • JL says:

        Está a tentar enganar quem com isso ?

        Carro a gás. Lool

        Com hidrogénio deve ser mais engraçado. São só 100x vezes mais de pressão.

      • Realista says:

        A Toyota dá 10 anos de garantia das suas baterias (70% no mínimo) ou 1.000.000km.
        Mas estão confiantes que ao fim de 10 anos apresentem só 10% de degradação para utilizações normais.

        A imagem de que as baterias não duravam aconteceu para as primeiras gerações de carros como o Toyota Prius e o Nissan Leaf, onde ao fim de 10 anos tinham degradações na ordem dos 40 a 50%.

        10 anos depois a tecnologia está diferente…

        https://www.bloomberg.com/news/articles/2022-03-21/toyota-emphasizes-durability-of-battery-in-bz4x-electric-suv

        • Yamahia says:

          A Toyota obriga a q vá la todos os anos para manter essa garantia, sobretudo para calibrar a bateria. Cada vez q lá vai são 700 biscas.
          Esse modelo diz q carrega a 150 mas a maior parte do tempo não passa dos 40. A ideia é preservar o mais possivel a bateria.
          Não há almoços gratis.

          Mas essa bateria ao fim de 10 anos e 1 mês está acabada ,apesar desses cuidados todos.

          Por outro lado não percebo como consideram boa uma bateria com 71% da capacidade inicial. A gente vê pelos telemoveis. Aos 85% já começam a flipar e a “cair” que nem tordos. Vao enganar outro, se vcs caiem é pq querem e só têm o que merecem.

          • JL says:

            É isso é, no primeiro dia do décimo primeiro ano ela explode. Looool

          • JL says:

            Calibragem da bateria = 700 buscas ?

            Onde inventou isso ?

            Já ouviu falar em bms ?

            Só as dos híbridos e FCEV é que não precisam de calibrar, nem filtros de 700 euros, secalhar foi essa confusão que arranjou. Loool

          • Yamahia says:

            -Tem que ficar agarrado à Toyota 10 anos.
            -Todos os anos tem que pagar e não bufar se quiser manter a garantia. Ir a outros sítios não vale.
            -Vá lá com o bZ4X e depois mostre a conta!

          • Yamahia says:

            Por acaso agora já são 960,00€ ao ano, apenas para os 1ºs 5 anos:
            https://1drv.ms/i/s!AvwLJVpLF7bcq9VZ24r7VnmFV5kaPg?e=RmcoNw
            Deve ser por causa do preço da hortaliça!
            Faço ideia quanto será do 6º ao 10º ano!

          • JL says:

            Que eu sabia esse é o valor total que paga, durante esse tempo e nos kms que escolher, mas enim, o seu hate é tão grande que escolhe qualquer argumento sem sentido, é como a explosão do gás, onde a bilha lhe passou perto do nariz e não a viu. LOOOOOL

            Mas olhe, tive curiosidade de ir ao site e fazer para um yaris, agora diga-me em quanto fica a manutenção por ano ? 1400 euros ? é quase o dobro, para um……………yarisLOOOL

            3 Anos 4 Anos 5 Anos
            45000 km 489.32 €
            60000 km 731.09 € 738.54 €
            75000 km 869.87 € 878.75 € 887.62 €
            90000 km 1,217.06 € 1,229.48 € 1,241.89 €
            120000 km 1,597.61€ 1,613.92 € 1,630.22 €
            150000 km 2,020.26 € 2,040.88 € 2,061.49 €
            195000 km 2,675.07 € 2,702.36 € 2,729.65 €

            Enfim, a cegueira é muito grande.

          • JL says:

            Ahhh, obvio que tem de ficar agarrado à toyota, e ainda bem, até porque são dos concessionários a fazer a manutenção mais barata que existe, se tivesse tido um sabia.

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