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Carregar carros elétricos sem cabos: será que vai ser uma realidade?

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Grunho says:

    Carregar sem cabos é possível, mas é como quem enche um depósito de gasolina com um esguicho. Vai quase todo para fora.

    • Vítor M. says:

      É como tu carregar o teu smartphone, ao esguicho! 😀 Ele há cada um!!!

      • cK says:

        Vítor, o @Grunho tem alguma razão. Há imensa perda de energia ao carregar por indução. O carregamento não é eficiente

        • Vítor M. says:

          Se no artigo diz que “A equipa da Empa comprovou que a eficiência ronda os 90%, equivalente à de um carregador convencional…” queres ver que o Grunho sabe algo que os especialistas não sabem?

          Lê o artigo e vais perceber.

          • Manuel da Rocha says:

            Já nos telemóveis, os 5000 milhões, de especialistas, mais 9800000 milhões, de perfis online, anunciaram “98,94% de eficiência, nos carregamentos, sem fios”….
            9 anos depois, o melhor carregador, por 87300 euros, consegue 62,4%, com perdas de 37,6%.
            Se, numa coisa, tão pequena, perdem 1/3, não é complicado que, numa superfície, tão grande, nem a 40%, por 6500 milhões de euros, por carregador, vão chegar.

          • Vítor M. says:

            Não vale inventar, factos, jovem, facto! Não enveredes pelo achismo. O teu comentário parte de comparações que não são tecnicamente válidas. Mistura carregamento sem fios de telemóveis, que usa tecnologia de indução simples e com distâncias mínimas, com sistemas de carregamento indutivo para veículos elétricos, que operam com potências, frequências e arquiteturas completamente diferentes. Não é possível extrapolar a eficiência de um carregador doméstico de smartphone para um sistema automóvel desenvolvido para transferir dezenas de quilowatts.

            Além disso, a eficiência dos carregadores sem fios atuais para smartphones não se situa nos 62%, isso são vozes da tua imaginação. Os sistemas Qi2 já ultrapassam largamente esse valor, e os carregadores comerciais de referência apresentam perdas muito inferiores, o que desmonta a ideia de que “perdem sempre um terço”. Também não existe qualquer relação entre o preço imaginário de milhares de euros por carregador e os custos reais dos equipamentos automóveis, que são desenvolvidos para uso repetido, escalável e industrial.

            Por fim, os projetos automóveis de carregamento indutivo não se limitam a replicar tecnologia de consumo. Incluem gestão ativa de campos magnéticos, alinhamento dinâmico, bobinas de elevada eficiência e sistemas de compensação que permitem atingir níveis próximos dos do carregamento por cabo. Várias demonstrações já ultrapassaram os 90% de eficiência. Portanto, a conclusão de que “não chegarão a 40%” não encontra suporte técnico nem factual. Isto é… inventaste 😉

    • luisa says:

      A eficiência é a prioridade em vez da potencia.. a noticia nao diz isso mas é o mais provável, o carregador atinge os 90% de eficiência em qualquer tipo de condição mas a potencia varia para manter essa eficiência. Por exemplo o carro mal estacionado, o carregado faz o carregamento sem fios mas como não está propriamente alinhado não consegue atingir a potencia máxima e reduz em prol da eficiência.

  2. Rodrigo says:

    Reino Unido aponta a imposto sobre carros elétricos em função de quilómetros

  3. narsucedo says:

    Feitiçaria, feitiçaria, feitiçaria!!!

  4. Alejandro says:

    Falando ainda em relação ao carregamento bidirecional, o carro ajuda a rede fornecendo energia, nos momentos de alta procura, mas caso a pessoa precise dele como é? Fica limitada ou impossibilitada de deslocar-se? Não sei mesmo se o carregamento bidirecional é a melhor solução. Quanto aos carregamentos por indução, isso seria ótimo, é algo que gostava de ver a avançar, bem como uma rápida evolução e massificação de veículos elétricos. Já agora uma outra pergunta por mera curiosidade: Porque os sistemas de transporte ferroviário, não usam indução para alimentar o material circulante? Podia ser mais barato, pois não seriam necessárias as catenárias, bem como no solo onde está a via férrea, podia ser mais seguro para todos, visto que diminuía o perigo de alguém ser eletrocutado, como no caso do sistema usado no Metropolitano de Lisboa, em que a alimentação das composições é feita pela guia no solo, representando risco de eletrocussão, em caso de queda acidental para a linha.

    • JL says:

      Tira o carro do carregador e vai à vida dela.

      Isso já existe, é praticamente o mesmo que levitação magnética, e fica mais caro

      Há perigo de alguém ser electrocutado ? Já houve casos disso ?

      No metro, perigo de electrocussão ? As linhas não são para as pessoas, são para composições, o perigo de serem atropeladas deve ser bem maior.

    • Manuel da Rocha says:

      64000W, imagine lá haver uma falha, na protecção.
      Além de, iria gerar perdas, a rondar, os 500000 milhões de euros (para uma rede ferroviária, como a nacional), só na electricidade usada.
      A indução chega a 99,9995%, de perdas efectivas e os preços, ultrapassam 100000000%, os sistemas tradicionais.

    • PJA says:

      Concordo., o carregamento bidirecional é algo estúpido, preciso é de autonomia na minha viatura. Além de que a bateria é minha, não é do operador de energia.

  5. PJA says:

    É uma boa ideia, como muitas, agora é preciso implementá-la.

  6. HB says:

    Se carregar um carro 100% elétrico com fios já absurdamente lento, sem fios será apenas patético.
    O carregamento sem fios é super ineficiente.

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