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Automóveis usados podem valer o mesmo que um novo?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Jota says:

    Poder até podem, mas não falta muito tempo para os concessionários terem que pagar às pessoas para que estas fiquem com os carros (a combustão)!

    • David says:

      Um concessionário Renault, recusou-se a receber dois Renault Zoe de retoma para a aquisição de dois novos veículos…
      Contudo, a combustão ainda vai aguentar… ou acham que o petróleo vai acabar et m 2035? Apenas uma dependência da petrolíferas russas que a Europa está a tentar reduzir a todo o custo mas ao preço de que os carros eléctricos estão a preços absurdos e com tempos de carregamento demasiado longos!
      Mas uma história já foi falada aqui… irão exigir o eu compramos carros eléctricos aumentando preços de combustíveis e aumento de impostos nos carros a combustão… quero ver é onde iremos conseguir lithium para a quantidade de carros que o planeta usa e a reciclagem das baterias e dos líquidos das baterias…

      Isso sim estou preocupado! Lixo que seguirá para um país qq fora da Europa…

  2. Gajo says:

    No Brasil isso já é uma realidade, a falta de matéria prima devido a pandemia, causou uma falta de automóvel nas concessionária, causando uma procura por usados, e o preço foram elevados a preços absurdos.

  3. AlexS says:

    Não é só isso. Os carros novos têm uma data de porcaria que avaria, são muito mais complexos de arranjar para além de serem faceis de espiar. Além disso os novos carros virão com controlo de velocidade por causa do Totalitarismo da União Europeia que tudo quer controlar.

    • David says:

      Totalitarismo?
      Espiar? essa está boa… até num carrinho de linhas és espiado! mas nem precisam… as pessoas colocam tudo online gratuitamente… apenas para aparências e egocentricidades!
      Controlo de velocidade! Desde há alguns anos os carros veem bloqueados de fábrica a 250km/h! Se não te chega desenrasca-te (português é conhecido por se desenrascar)
      E o que falas de controlo de velocidade, é o sensor frontal? O limitador? Já é usado há muitos anos apenas não era uma exigência para todos os veículos… e até é muito bom! Facilita aos distraídos ou aos que conduzem muitas horas (e abusam do não descanso ou trabalham muito e descansam pouco)

      Outro controlo fe velocidade… os excessos? Era simples… se as multas fossem pesadíssimas e as pessoas perdessem o direito a carta ou outras sanções pesadas para excessos de velocidade ou álcool ou estupefacientes a malta andava mais na linha… mas o polícia é que anda a caça… pq se cumprissem, não era preciso andarem a caca… e se calhar havia mais prudência, mais civismo, e até se calhar as tolerâncias era maiores mediante justificacao perante a autoridade que hoje em dia quase ninguém respeita!

  4. GM says:

    Valer, não valem. Podem pedir o preço de um novo, mas não tem o mesmo valor.

    • David says:

      Exacto… e só compra quem quer ou precisa mesmo! Um carro é um acerto e avarias acontecem novo ou semi novo, ou usado com poucos ou muitos km! Mas malta que tem um carro e está pago… acho que deviam aguardar pq vai descer… todos vão descer…
      Tenho dois amigos que aguardam por uma VW Tiguan e um Audi Q3 desde meados de outubro de 2021…

      Mas concordo com o@AlexS os carros de hoje qq avaria custa imenso! Até dói a alma o valor pedido por uma simples peça… mas pronto…

    • Nuno Torre says:

      Até porque os novos também estão a sair cada vez mais caros.

  5. Ricardo says:

    Digam isso às seguradoras 😀

  6. naodigo says:

    podem valer não, valem até mais!!
    Estou a espera de um vai para uns 9 meses, em segunda mão em Espanha (não há em PT) são mais caros que o valor que vou pagar pelo meu.

  7. Nuno says:

    Tenho aqui 2. Se alguém estiver interessado, estou a ouvir propostas

  8. asimoto says:

    Isto vai chegar uma altura que até tirar olhos vai valer…vai ser tipo Mad Max..
    Nessa altura vou andar equipado com o meu charuto a diesel, enquanto a maioria vai andar a pé..

    • Capitao Alpoim Calvao says:

      se virar mad max, quero ver onde vais buscar o diesel. E que nao podes fazer um furo no teu quintal.
      Enquanto tu tens um charuto sem diesel, outros vao andar a pe, eu vou andar no minha bike eletrica.

  9. Carlos says:

    Cuidado que alguns stands especialmente Renault e Fiat que andam a vender automóveis seminovos que antes andavam na Uber são automóveis com muitos problemas.

  10. Vasco says:

    Quem não precisar por razões profissionais ou de assistência a familiares mais vulneráveis, e puder prescindir de veículo próprio, que o faça. Liberta-se de um foco de stress e preocupações de toda a ordem, para além de despesas directas e indirectas. A vida torna-se muito mais simples prescindindo da posse de um carro, principalmente para quem vive em ambientes urbanos. É que tudo, desde a necessidade de se comprar uma casa com garagem, até ao pagamento de estacionamentos, fica mais simples. E quem precisar de um nas férias, sempre o pode alugar. Cada vez mais são só vantagens para quem não precisar de ter um carro.

    • Vasco says:

      Mais uma: tenho um amigo cujas funções são eminentemente técnicas e nunca tirou sequer a carta, mesmo tendo o pagamento da mesma sido oferecido diversas vezes, ao longo da vida. O que vejo é que ganha O mesmo ordenado dos outros, apanha boleia dos colegas da equipa para clientes mais críticos e fora de mão, a casa onde mora fica localizada perto de transportes públicos que ele usa quase diariamente para ir à empresa e aos fins de semana ainda faz 100 km de autocarro para ir passar esses dias com a namorada, que tem uma quinta espectacular. Escolhi esta situação limite para exemplificar que até um técnico que em princípio precisaria de carro próprio ou da empresa, escolheu desenhar a sua vida em função de outros interesses e sem preocupações subjacentes à posse de um carro. Outro exemplo, muitos anos atrás outro amigo, engenheiro informático, formado no IST da velha guarda, de famílias com posses, pai e mãe médicos. Conheci-o recém licenciado, e nunca quis ter carro, mesmo tendo a carta. Todos os dias fazer 20 kms de um lado para o outro em autocarro e comboio, de casa para a empresa, e de vez em quando apanhava uma boleia. Casou na Noruega para onde emigrou quando se fartou de aturar o modo de vida de Portugal, por não se identificar com isto tudo. Não consigo compreender, à luz do presente, o que leva tanta gente, tantos casais, a querer sustentar um bem que deixou de ser um símbolo de sucesso económico para se tornar num fardo: combustível ou carregamentos, imposto de circulação, manutenção e substituição de consumíveis, lavagens e aspirações para limpeza, portagens, pagamento FR estacionamento, nervos e stress com a preocupação de toques, acidentes, riscos na carroçaria, etc., e tudo para passar a maior parte do s3u tempo de vida estacionado.!

      • Paulo Cruz says:

        Sou fã desse conceito. mas infelizmente não se adequa a grande parte do território por ausência de oferta aceitável de transportes públicos… Vivo e trabalho no litoral em cidades… Mas havemos de lá chegar…

      • Zé Fonseca A. says:

        Para quem acha que ter carro é um stress, não sei como lida com o resto da vida.
        Tenho pena dessas pessoas. Por aqui temos 3 carros, um é pago pela empresa, outro da esposa e outro carro de fim-de-semana para aqueles seres stressados que até gostam de conduzir.

        • Vasco says:

          Mas o Zé Fonseca A. tem certamente nível de vida para usar os três carros. Pessoalmente eu nunca gostei de conduzir e para mim nada se compara à paz de ser conduzido, sem ter de ir concentrado na estrada, sem ter de procurar lugar de estacionamento. Faço-o apenas por obrigação e claro que as outras pessoas é que sabem de si mesmas, do que gostam, das suas necessidades e das suas motivações. Como sabe existe até gente que se pudesse pagaria para estar numa box, num circuito de corridas, tal a paixão que sentem por carros e automobilismo em geral. A mim, não me entra muito na maneira de ser esse gosto, tirando alguns detalhes mais tecnicos, que nem estão relacionados com os carros em si. O que questiono é o porquê, de centenas de milhares de pessoas que vivem em cidades ou periferias de cidades e estão bem servidas por metro, autocarros e comboios, se sacrificarem a pagar um carro quando possuem alternativas muito mais viáveis, quer financeiramente quer em termos de qualidade de vida. É que mesmo que precisem de um carro, o que é perfeitamente compreensível em situações de férias ou períodos curtos, no dia a dia não precisam, mas insistem em viver a pagar mensalidades de crédito para ter um. Faz-me confusão. Mas, claro que sou o primeiro a respeitar a liberdade das pessoas. Mas sinceramente, num país como o nosso, em que qualquer carro custa quase o dobro do que se paga por exemplo aqui ao lado em Espanha e até por modelos de qualidade superior, em que a média de vencimentos é aquela que se conhece, em que nitidamente as pessoas quase não gastam dinheiro a comprar livros, frequentar espaços culturais e quando vão ao supermercado são forçadas pelas contingências da vida a optar por produtos mais económicos, como compreender a prioridade dada aos carros? Para quê carregar um fardo que por vezes é mesmo desnecessário? Sabem bem que se for a certas capitais europeias, cada vez é menor a percentagem de pessoas que possui carro próprio, principalmente entre o pessoal mais jovem.

      • Capitao Alpoim Calvao says:

        +, Identifico me com isso. Morei em varios paises europeus, sou tecnico tambem. Num deles tinha carro com gasolina paga pela empresa, so o usava para ir trabalhar, porque ao viver na cidade com bons transportes publicos ( autocarros, trams e comboios) podia fazer tudo e ir a todo o lado, sem preocupacoes de transito, acidentes ou ate ter de prescindir de beber um copo com os amigos para poder conduzir.
        Estou neste momento noutro pais, onde tambem nao penso sequer em ter carro, bicicleta eletrica, mais os autocarros e comboios levam me a todo o lado.

      • Daniel Oliveira says:

        Isso é tudo muito bonito e algo utópico, experimentem trabalhar por turnos em que nenhum transporte público, dos poucos que circulam de noite se adequa ao seu transporte. com crianças pequenas que por falta de oferta têm de estar em estabelecimentos escolares a vários kms embora dentro da cidade onde habita, em que de transportes públicos demora 50 minutos a levá-los à escola e demora mais 1:30 para chegar ao trabalho (quando está em horário regular 9/18) e que tem até às 19h para os recolher.

        • Milhais says:

          Eu passei por isso e nao tive nenhum encomodo. O meu autocarro demorava 50min a chegar a escola ( tinha de fazer a rota para apanhar mais miudos) e se fosse directo de carro demorava ai uns 5min, e nao vejo problema nisso. Sao transportes publicos nao sao transportes privados. Os miudos podem ir a interagir com os outros miudos como eu fazia, nao faz mal a ninguem.

          E depois de alargar os meus horizontes fico a pensar porque razao nao ia de bicicleta, porque por essa Europa fora, miudos fazem ate 10km de bicicleta para ir para a escola e ninguem reclama ( e com menos dias de sol do que Portugal).

          Estamos decadas atras do resto da Europa, mas e bom ver pelo menos a camera municipal da minha terra a tentar trazer essas ideias de os miudos usarem bicicleta.

  11. R. Ahcor says:

    Há falta de carros usados para venda?
    Onde? Em que beco escondido?
    Vou do Porto a Amarante, por exemplo, e nos arredores de Ermesinde, Valongo EN 15) e por ali fora (Baltar, Mouriz, Paredes e arredores. Enfim, até Amarante, vejo “quintais” e “hipermercados” ao ar livre com centenas (talvez milhares) de viaturas usadas para venda.
    Várias marcas, modelos e preços!
    Tomara os comerciantes do ramo vender os expostos. Quanto mais algum armazém a abarrotar!

  12. PorcoDoPunjab says:

    Quem trabalha por turnos, como é o meu caso, necessita sempre de automóvel.
    Aliás, como moro perto do trabalho, gasto pouco em combustíveis.
    Uma ida ao trabalho demora uns 5 minutos e se tiver que ir de transportes públicos, dado que tenho que apanhar dois, se calhar uma hora não chega…
    Já para não falar quando saio ou entro e não há ainda transportes públicos a funcionar…

    Em relação a avarias, bem, o meu não avaria, pelo menos até agora e já lá vão bem mais de uma dezena de anos…
    É revisões normais e siga…
    É um Toyota. Querem Mercedes e BMW da treta? Então inchem…

    Cheguei à pouco de uma viagem ao Norte e na A1 perdi a conta dos veículos encostados avariados…
    Um deles deu-me piada.. um BMW passou por mim a abrir e lá mais à frente estava de capot aberto e o tipo ao telefone….
    Como dizia o Adolfo Luxúria, lá vou eu no meu Trabant, sempre a rock e rolar…
    200 000 kms, nem uma avaria….. Isto sim, é um carro feito para durar.

    Mas eu trato-o muito bem e não lhe deixo faltar nada, convém dizer…

    Atenciosamente, PorcoDoPunjab, o encantador de burros

    • PTO says:

      Posso confirmar que Toyota é algo fora da normalidade.

      Tenho um Corolla D-4D de 2006 e a única “avaria” que tive foi o alternador deixar de carregar a bateria. Gastei 110 euros na reparação do alternador.

      Ou seja e concluindo, em mais de 16 anos de uso diário tive uma “avaria” por desgaste do alternador.

      Tal como tu, trato o meu carro com tudo do melhor, seja óleo, combustível, filtros, etc. Nada da filosofia “é tudo igual por isso o mais barato é tão bom como o resto” (flash news: não é!) e nada de deixar que “profissionais” manhosos mexam no meu carro, nem que seja para mudar o óleo.

      Podem dizer o que quiserem mas os japoneses sabem como construir carros para durar e o resto é conversa.

      Melhor que Toyota só mesmo Lexus (toyota para ricos).

  13. Daniel says:

    Estas notícias as vezes parecem “encomendas”. Informem-se melhor, a “bolha” está prestes a rebentar, se já não rebentou, principalmente no mercado dos usados.
    1 a falta de componentes ainda existe, mas já não é tão grave como à uns meses e os tempos de entrega de carros novos tem diminuído.
    2 o aumento dos combustíveis tem acelerado a procura e troca por carros elétricos.
    3 os créditos estão a ficar mais caros e o custo de vida também o que vai levar a que menos pessoas arrisquem a compra de um carro(ou casa) e por outro lado infelizmente há quem não consiga pagar as prestações do carro que provavelmente comprou por um preço inflacionado devido às suposta crise de componentes. Os bancos vão acabar por tomar posse dos carros que não estão a ser pagos e estes vão acabar em leilões e stands de usados.

    Os preços dos usados já estão a baixar e nos próximos 6 a 18 meses vão baixar ainda mais. Não tenham medo de virar costas no momento de comprar um carro, se o preço não vos agradar.

    Normalmente não comento, mas já chega de histórias, no mercado de usados nunca houve falta de stock, em alguns modelos até houve aumento de oferta.

    Por exemplo usando um site de comparação auto em 2020 havia cerca de 500 BMW série 4 a venda em Portugal, hoje no mesmo site encontro mais de 750 viaturas.

    O que houve foi especulação e ganância por parte de alguns concessionários e stands.

  14. R o B says:

    O peixe que a minha seguradora me vendeu quando questionei sobre o enorme aumento do prémio do seguro multirriscos foi que efectivamente o meu carro usado vale mais que o ano passado.

  15. secalharya says:

    Automóveis usados com motor a combustão, sim.

    Os eléctricos perdem muito valor. Ninguém quer baterias fora da garantia e com 2/3 da capacidade.

    • PTO says:

      E a evolução tecnológica dos elétricos ainda está longe do topo da curva exponencial , ou seja, podes comprar melhor e mais barato passados poucos anos e isso diminui o valor de um carro elétrico usado de forma brutal.

      Para mim a altura para apostar na compra de umj carro elétrico ainda não chegou ao ponto ideal.

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