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Incêndios de sexta geração: porque são quase impossíveis de combater

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Gringo Bandido says:

    Simplesmente medonho, o inferno na terra e tudo porque alguns querem terem luxos e casas cheias de futilidades e brutos carros, somos vítimas da nossa própria ignorância e ganância.

  2. AlexS says:

    Isto acontece em qualquer incendio com combustível suficiente. E nem precisa de ser um grande incendio até num bloco de apartamentos podem ocorrer fenómenos de ventos.

    Curiosamente não foi referido que um dos maiores factores para o aumento do combustível está ligado ao aumento da área floresta em Portugal( e não só cá) pois não se pode estragar a narrativa politica.
    Não faltou claro o apelo a organizações politicas como a Greenpeace.

    Hoje mais de um terço de Portugal cerca de 35% está coberto por floresta, em 1875 era cerca de 7%
    de 640000 hectares passámos para mais de 3,3 milhões de hectares de floresta. 5x mais área.

    Como há muito mais continuidade florestal diminui significativamente o número de incêndios em Portugal porque a área ardida de cada um é muito maior o que os torna muito mais difíceis de combater.
    2024 foi o ano desde que há registos que existiram menos incêndios rurais em Portugal.

  3. Tiago says:

    São incêndios incontroláveis em qualquer parte do mundo.
    Se fosse aqui em Portugal certamente que encontraríamos 500 culpados pelo facto do mesmo não estar extinto ao fim de um par de horas

    • Miguel Ramalho says:

      Olha Tiago,
      A verdade é que provavelmente existem 500 culpados, e olha que muitos nem são Portugueses, ou Espanhois.

      Mas sim a própria EURSS.
      Onde estão os nossos Kamov, os melhores Helicópteros do mundo para incêndios e intemperies maritimas??
      E os 10 Kamovs que Espanha tem?
      Cada um pode elevar mais de 5T de Água.

      10 são 50 Toneladas, de cada despejo, se tiveres em conta que fazem pelos menos 10 a 20 despejos diários(Muito provávelmente bem mais do que isso), estamos aqui a falar de pelo menos 500T a 1000T de Agua despejada.

      500T a 1000T sim mudam ou ajudam a mudar as regras do jogo, a teu favor!!

      E agora a questão, os Espanhois sabendo os Helicópteros que teem, obviamente não os querem perder, é que o País precisa deles, como é possivel que a EURSS proiba no próprio País deles, a comprar manutenção para os aparelhos??

      300000 deslocados, e devido ao profissionalismo das autoridades Espanholas, existem 300000 deslocados, porque se fosse aqui tinhas 300000 de mortos queimados pelo fogo.

      É…Portugal vendeu os nossos Kamovs??
      E deram-nos o que em troca??
      Por quanto os vendemos??
      Que aparelhos temos??

      Portanto, falas em 500 culpados, muito provávelmente estaremos a falar de mais de 1000, só dentro de portas, depois na EURSS mais umas centenas.
      E junta a esses todas essas Alimárias que andavam a vender viagens sobre a cidade nos Kamovs a 5000€, com tudo a arder, lembras-te??
      É… pelo menos aconteceu em Coimbra!

      Tu nunca te desfazes dos melhores equipamentos para salvar vidas, nunca, significa nunca!!
      É inegociavel.
      Quem despachou os nossos, e por quanto é que os venderam??

      Isto tem que ser tudo esmiuçado, as prisões teem muito poucos criminosos de alto calibre.

  4. Joõa says:

    O interesse político é que arda… especialmente onde existe lítio.
    Os fogos de grande intensidade, são resultado de geoengenheria.
    Só falta dizer que são as “alterações climáticas” com o isqueiro.

  5. Patricia Miranda says:

    Os “incêncios de sexta geração”, são aqueles que queimam quase numa linha, de um lado não queima, de outro também não, e no meio tudo carbonizado. O que não faltam são imagens destas divulgadas pelos media tradicionais, não é nada inventado nem manipulado, no entanto niguém se questiona com isso…

  6. PorcoDoPunjab says:

    Eu já aqui disse o remédio santo para acabar com os incêndios de qualquer geração.
    Fui censurado e nem apareceu.
    Não sei porquê, porque onde esse remédio santo foi instaurado os incêndios terminaram…

    Deixa arder…. Quando arder tudo não arde mais nada.

  7. Grunho says:

    O ‘combate’ ao fogo dá dinheiro aos capitalistas. Venda de equipamento de proteção (lembram-se das golas do secretário de estado?) aluguer de helicópteros, SIRESPs, enfim, todo um modelo de negócio que eles não vão nunca aceitar perder. E no fim há as madeiras compradas por trás vezes zero. E quando há um negócio florescente do fogo a sustentar tanta gente, a solução é arranjar quem o acenda.

  8. Luis says:

    Incêndios de sexta geração?
    É para parecerem mais impressionantes?

    E que tal “incêndios 3000”?

  9. Sérgio V. says:

    Antigamente havia gente para limpar montes. Agora está tudo na praia. É nornal que quando arde arde mais. Ninguém quer saber de nada. Só sabem arranjar forma de conseguir sacar uns trocos ao Zé

    • Grunho says:

      Se eles estão na praia é porque é essa a melhor opção com aquilo que tu lhes pagas. Eles não são parvos. Parvo é quem lhes chama isso.

    • Max says:

      Na praia, no Sotavento Algarvio, com temperatura da água do mar próxima da Caparica (mas parece-me que hoje à tarde chegou o levante, amanhã já deve estar melhor).
      E tu, já roçaste muito mato?

    • Se o homen não for capaz não se fiem em Dues.. says:

      Ao zé??

      O Zé passa os dias aqui, a criticar-nos, enquanto isso, os camaradas dele morrem na Ucrânia, mas ele diz-se preocupado.
      E enquanto tudo isto acontece, está la o’negão a atacar o missil na patroa, e o Zé aqui o dia todo.

  10. Joao Ptt says:

    Sou do tempo em que a “Guarda Florestal” fazia a manutenção, limpava e patrulhava as áreas ao seu cuidado.
    Precisavam de muito melhor formação, muito mais pessoal qualificado, mas ainda assim, mesmo com todas as limitações as áreas ao seu cuidado mantinham-se maioritariamente seguras, e raramente passava por uma dessas áreas sem me cruzar com pelo menos uma patrulha, hoje em dia é o que (NÃO) se vê… não me lembro de ter passado por qualquer patrulha da GNR, quando antes via sempre uma patrulha a circular da Guarda Florestal nas ditas áreas.

    O Estado poderia criar muito emprego criando uma “Guarda da Natureza”, para manter, limpar e vigiar (policiar) não apenas zonas florestais, mas também ribeiros, rios, etc. para manter a natureza o menos mal dentro do possível.

    Não espero milagres, mesmo que criem uma “Guarda da Natureza” amanhã e tenham legislação, dinheiro, equipamento, instalações, formação, e pessoal adequado, mas com o passar dos anos a coisa iria melhorando se os políticos fossem garantindo que tal se mantinha uma prioridade e tratado como tal.

    • Zé Fonseca A. says:

      Nunca tiveste tanta gente empregada em simultâneo no país, não sei onde vocês tiram a ideia que é preciso mais emprego, conheces alguém desempregado? Nem estrangeiros

  11. carai says:

    Desde 2006 digo que Portugal devia comprar drones Predator XP usados aos EUA e coloca-los no ar a vigiar o país nas zonas de algo risco. Nunca o fizeram, em vez disso investem em grandes aviões, equipamentos e pessoal. Já as penas de prisão deviam ser de ecoterrorismo continuam baixas.

    E não, ninguém antigamente andava a limpar montanhas, mato sempre existiu, nada arde a meio da noite por combustão espontanea e em lugares inacessíveis.

  12. jk says:

    se parerem de incendiar as florestas talvez os bombeiros nao tenham tanto trabalho e evitamos de respirar ar toxico
    e nao venham dizer que é do calor por isto hoje em dia é tudo fogo posto

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