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Ubuntu GNOME Remix 12.10 – O Ubuntu sem Unity

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Castro says:

    Hum… uma variante do Ubuntu demasiado “fanática”, excessivamente centrada no GNOME.

    Quem daqui é que não irá imediatamente instalar o LibreOffice, trocar o Epiphany pelo Firefox ou Chrome? Além disso não se justifica a ausência do Ubuntu One e do Software Center.

    São escolhas que aparentam dar mais importância ao ódio pela Unity em detrimento de favorecer o utilizador final, o que a ser verdade, não é muito louvável.

    • Pedro Pinto says:

      Sim, tens razão…bons argumentos. Continuo a dizer que o Xubuntu é fabuloso 🙂

    • Sem dúvida, o gnome verdadeiro seria o 2,

      não posso deixar de dizer que o 3 também é muito bom, mas aviso já que é melhor instalar o gnome-desktop depois de instalar o ubuntu com unity, do que essa versão.

      Eu já testei vários e é muito bom poder usar o xubuntu como quase usava o gnome2, fácil leve e sem tretas. Mas claro temos sempre de pensar naqueles que diferente de nós percebem bastante de informática e que queres as coisa bonitas, cheias de efeitos e simples (como usam a expressão, tipo windows).

    • p. says:

      Concordo inteiramente. Porém a primeira coisa que fiz após instalar o 12.10 foi tratar de retirar o Unity. Faz milagres de desempenho e de usabilidade. O ubuntu continua a melhor distro desde que limada pelos seguintes comandos:

      sudo apt-get remove unity
      sudo apt-get install gnome-shell
      sudo apt-get update

      • JP says:

        Olá P.

        Removeste o Unity só com ” sudo apt-get remove unity “?

        Não devias ter feito assim, pois deixas te muitas dependências do próprio Unity para traz o que vai fazer com que quando começares a receber atualizações “mais serias” o Ubuntu vai começar a bloquear e pode chegar ao ponto de não conseguires fazer absolutamente nada.

        Devias ter feito antes assim :

        sudo apt-get remove unity unity-2d-places unity-2d unity-2d-panel unity-2d-spread unity-asset-pool unity-services unity-lens-files unity-lens-music unity-lens-applications gir1.2-unity-4.0 unity-common indicator-sound indicator-power indicator-appmenu libindicator6 indicator-application evolution-indicator indicator-datetime indicator-messages libnux-1.0-0 nuxtools

        Depois sim instalar o Gnome Shell :

        sudo add-apt-repository ppa:gnome3-team/gnome3
        sudo apt-get update
        sudo apt-get install gnome-shell

        Abrc

        • P. says:

          Obrigado pelas dicas. Porém eu estou a usar o gnome-shell desde o 11.04 e basicamente deixei o ubuntu actualizar-se e nunca verifiquei problemas. Terei feito eventualmete um
          sudo apt-get autoclean -:)

        • lmx says:

          boas…
          realmente ficam para trás muitas dependências…e configurações…
          normalmente o que faço é:
          apt-get purge xpto.(antes faço um apt-get show xpto e vejo dependecias)
          verifico o que me vai remover…
          de seguida faço um updatedb(para fazer update a bd do comand locate).
          em seguida faço um locate xpto, e verifico a quantidade de tralha que ainda existe ou não sobre o aplicativo xpto…
          atenção…existem livrarias, etc partilhadas que convém não remover, ter em atenção aquilo que vai ser removido, e o que for removido, que não era suposto logo a seguir deve ser instalado..
          existem diversas formas de remover aplicativos…mas muitas das vezes fica sempre um ficheirito para trás lol.

          cmps

    • Allan says:

      Castro, você parece falar bonito, mas só parece!
      Se falas assim do fanatismo Gnome em detrimento do Unity, não está sendo justo ao ver que quando a Canonical adotou o Unity, também, o fez de forma egoista e centrada em seus próprios interesses, não visando o favorecimento do usuário final.

      Se fores julgar distros, ao mesnos seja justo!

  2. Daniel says:

    Se os utilizadores do Ubuntu quiserem o desktop GNOME, instalam o GNOME desktop (que no caso do 12.10 não vem instalado) e trabalham com o desktop GNOME.

    Não entendo qual a lógica de criar uma distro ‘nova’ para esse efeito visto que pouco mais muda..

    • rand says:

      Tem a mesma lógica que o lubuntu, xubuntu, kubuntu entre outras, trata-se de reduzir o trabalho a quem quer usar ubuntu mas não gosta da Unity e prefere outros ambientes e/ou outro conjunto de aplicações sem ter trabalho extra de os instalar e remover o que não lhe interessa.

      • Pedro Pinto says:

        Não é so o ambiente de trabalho que muda, há um conjunto de aplicações que acontece o mesmo. No entanto, o ter o ambiente de trabalho de raiz, significa que também deixo de ter dois ambientes gráficos na máquina e mesmo apagando um ..há sempre “lixo” que fica.

    • Allan says:

      Concordo em gênero, número e grau contigo Daniel. O Linux é um sistema flexível, permitindo a instalação do ambiente gráfico que agrade o usuário, permitindo-o personalizá-lo da forma que achar melhor e mais bonito.

  3. JP says:

    Boa noite,

    Muito bom, mais uma vez. Parabéns Pedro Pinto, por mais um excelente artigo.

    Sem duvida que o Ubuntu Gnome Remix é uma excelente alternativa.

    Abrc (djlinux)

  4. Krusty says:

    E eis a razão pela qual o Linux nunca terá sucesso como o SO de eleição do consumidor comum.

    Uma vez que em Linux os recursos são limitados, tratando-se de um sistema livre, que está dependente da boa vontade dos programadores, em vez de se unir esforços para melhorar aquilo que acham que não foi bem feito, dividem-se e cada um trabalha para si, criam remix’s disto e daquilo, inúmeras variantes da mesma distribuição, interfaces sem fim, desculpem lá mas por vezes chega a ser patético, as rivalidades e gostos pessoais sobrepoem-se a tudo o resto. Isto é deveras ridículo, é muita mesquinhez.

    Este é um exemplo paradigmático. O Ubuntu em grande parte é baseado em GNOME, qual a necessidade de um GNOME remix? Se achavam que o Unity está tão mal assim, porque não contribuir com os seus esforços e tempo para a melhorar, em vez de se dispersarem?

    • Pedro Pinto says:

      Bem, os teus argumentos são sempre questionáveis 🙂 Além de tudo, o mundo do Linux garante “liberdade” aos utilizadores. Quanto ao ambiente gráfico, eu pessoalmente reunia esforços para trabalhar no Xfce….mas la está, interface bonito e leve…não conheço assim muitos 🙂

    • JP says:

      Percebo o teu ponto de vista e acho que tens razão em quase tudo. Mas continuo a achar que quantas mais melhor, mais escolhas temos. Alem do mais tens muitas distribuições que cada vez estão mais apoiadas e a trabalhar em conjunto com imensas pessoas, como por exemplo o próprio Ubuntu, Linux Mint, Fedora, Debian, openSUSE, Zorin OS, etc…

    • rand says:

      Porque a canonical não quer ajuda com a Unity e alem disso eu sou da opiniao que quantas mais opções de escolha existirem mais cada equipa se esforça por ter o melhor produto.

    • James Bond says:

      Eu concordo. Também nunca percebi o desperdiçar de recursos a fazer milhentas de distribuições baseadas no Ubuntu, embora não seja muito difícil fazer uma distribuição baseada no Ubuntu. Aliás, nem é preciso ser programador para lançar mão a uma tarefas dessas. Basta ler a Distrowatch para sabermoes que todos os dias são lançadas distribuições baseadas numa distribuiçao A, que por sua vez se baseia na distribuição B e que por sua vez se baseia no Ubuntu. O ubuntu já passou de 1º para 3º ou 4º lugar nas distribuições preferidas dos utilizadores. Foi comido pelas baseadas nele.
      Agora, programadores profissionais a perderem tempo com distribuições baseadas no Ubuntu é de se bradar aos céus! Se sabem programar, se têm competências técnicas e profissionais, deviam é fazer uma coisa que para mim é essencial: auxiliar no desenvolvimento daquilo que já existe e que é muito bom e que precisa de gente capaz para avançar com mais rapidez.
      Penso eu de que…

      • James Bond says:

        Só para complementar: muitas destas distribuições hão-de acabar por declarar falência. De facto, se ninguém as utilizar, para quê continuar a apresentar novas versões?
        E um sinal dessa situação é o que se verifica com algumas distribuições, que por sinal até nem têm nada a ver com o Ubuntu: a distribuição CHAKRA já só tem versões para 64 bits! Deixaram-se, pura e simplesmente, das versões de 32 bits. Ou seja, alguém que fosse utilizador da versão CHAKRA de 32 bits ficaria neste momento com as calças na mão…

      • Glink says:

        o Ubuntu neste momento está em 3º lugar, sendo que o Mint está em 1º e em 2º o Mageia, o Mageia é baseado(ou a continuação, não tenho a certeza) no Mandriva, o Mint superou o Ubuntu com mérito pois é uma óptima distro para iniciantes, mas apenas conseguiu isso por causa da resistência ao Unity que neste momento está muito bom…

        para voltares a ver uma distro baseada em Ubuntu, só no 10º lugar, com o Zorin que é também muito bom para iniciantes, principalmente para os que vêm de Windows…

        mas o mais importante é que nem todas as distros têm empresas por de traz delas e, não abrem falência…

        • JP says:

          Deixa me adivinhar em que site te baseias nesse “top”… DistroWatch!? Não devias confiar nesse “top” pois não esta correto, nem de perto…

          DistroWatch faz esse “top” pelos cliques que recebe vindo do Google. Ate ai tudo bem muitos sites fazem isso certo? Só que temos que ver a ordem das pesquisas no google. Se procurarmos por Linux Mint o site DistroWatch aparece entre os primeiros sites, Mageia a mesma coisa… Se procurares por Ubuntu só aparece la no fundo e a uma semanas atras nem na primeira pagina aparecia.

          Faz a pesquisa em modo “Anonimo” no Browser e veras isso mesmo. Podes ver aqui um “estudo” de 2012 http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=1970241

          Acredito que tenha aumentado a percentagem de quem usa Linux Mint e Mageia, mas não acreditem nisso de ser mais popular do que Ubuntu.

          Então se vires as estatísticas do Google em termos de pesquisa, vais ver que o “top” do site DistroWatch é uma autentica farsa.

          Abrc

        • Sambas31 says:

          O Mageia 2 é muito bom,sim é baseado no Mandriva…

        • James Bond says:

          Eu sei disso… “abrir falência” foi uma força de expressão, ou seja, significa que vão desaparecer sem deixar rasto…
          Sabes porquê? Porque essa história da liberdade de escolha é uma treta! De que me serve ter liberdade de escolha para escolher uma distribuição que “abre falência” ao fim de 6 meses? Que liberdade de escolha é essa?
          Eu já cá ando há muitos anos e já discuti muito este assunto…

    • Allan says:

      “…o Linux nunca terá sucesso como o SO de eleição do consumidor comum.”

      É Krusty, o Windows está fazendo tanto sucesso e é tão bom e superior que o Linux, que mal a Microsoft lançou o Windows 8 e já está incentivando o abandono, pois em breve lançará novo sistema operacional.

      Eu não abro mão do Ubuntu, apesar de terem adotado como padrão o Unity, para comprar edições Starter (que é o que há de popular) do Windows.

  5. Globetrotter says:

    como mudar o idoma para english no windows 8

  6. Senh0r says:

    Aleluia!!!
    Vou sacar e instalar…. finalmente o ubuntu de jeito para as maquinas novas.
    Apesar de ter gostado o Xubuntu, acho o GNOME mais apelativo…. Gostos!!! 😀

  7. Silvio Pereira says:

    GNOME vs KDE
    Era óptimo se fosse possível fazer um artigo de comparação entre estes dois ambientes…

  8. Roberto says:

    Fiz um teste e instalei o Ubuntu 12.04 (Unity); depois instalei gnome, kde, xfce e lxde! Todos os ambientes de trabalho funcionaram bem, apenas uma mistura de alguns programas nos lugares errados, mas nada mais sério. Estou agora com o Caixa Mágica 18 lxde, que é um pouco mais leve que o CM 18 gnome. E isso numa máquina de 6 anos.

  9. Teixeira Silva says:

    Pelo facto de me ter iniciado em Linux pelo Ubuntu, estou mais habituado ao ambiente GNOME, daí que nunca tenha tido apetência pelo KDE, são outras dependências e aplicações nativas. No entanto vou assistindo ao progresso do KDE e de facto uma comparação entre ambos seria uma óptima ideia, sem fanatismos claro, assim uma grelha comparativa entre performance, exigência de recursos do PC, possibilidades de personalização, aplicações e tudo o mais, uma vez que são talvez os dois projectos mais significativos nesta altura entre as distribuições Linux.

  10. Paulo Vieira says:

    Sigo atentamente os lançamentos de distros Linux e até instalei em varios Pcs e ultimamente em 2 Pcs, quer em casa quer no emprego.
    Mas há um raio de um PC que não consigo instalar de forma alguma qualquer distro Linux da seguinte lista, já tentei Ubuntu, Mint, Xubuntu.
    O Pc tem um processador pentium 4 de 3.00Ghz e 2Gb de memória ram, e placa grafica de 128Mb.
    Quando chega ao processo de instalar o sistema encrava e não passa dai.
    Será que alguém me dá uma dica do que possa estar a emperrar.

    • Padiña says:

      E nesse PC pode ser instalado qualquer outro sistema operativo ou só suporta versões do Windows? Se for este ultimo caso é dar uma olhadadela ecrã de arranque do PC e ver se é ainda o velho BIOS que o gere ou o novo EFI (UEFI, ver mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/EFI) que toma conta dele. Neste ultimo caso pode estar bloqueado só para sistemas da Microsoft.

  11. MrT says:

    Eu ultimamente não tenho utilizado estas interfaces, melhor dizendo não tenho utilizado Linux. No entanto à primeira vista, e do pouco que mexi nelas, o Unity e as versões mais recentes do Gnome, parecem-me identicas…..

  12. irlm says:

    fantastico, gnome 3.7.1 ppa, firefox, gnome boxes.

  13. alfmanu says:

    Para que quiser uma distro com o ubuntu e com interface Gnome, experimente o LuninuX OS. Esta distro e tem um ambiente simples, rapdido e elegante…

  14. Tiroliro says:

    Pois eu rendi-me de vez ao Ubuntu. Aliás, cá por casa já toda a gente usa Ubuntu, inclusivé os meus pais. Iniciei-me no linux começando pelo Debian puro, há cerca de 5 anos, pois não gostava da instabilidade e dos problemas do Ubuntu. Acontece que muitos desses problemas desapareceram, sendo neste momento uma distro que supera o próprio Debian em questões de estabilidade. O interface não é de facto dos melhores, mas é uma questão de hábito até conseguirmos a mesma produtividade de outros ambientes gráficos. Por vezes também ouço algumas críticas infundamentadas, por quem não sabe fazes as coisas: um emxemplo, abrir o mesmo programa em duas áreas de trabalho diferentes. Muitas vezes é apontado como uma falha. Não há falha nenhuma, basta carregar na tecla shift e clicar no programa. O facto de não sabermos como se faz, não quer dizer que não dê para fazer. As unicas coisas que não gosto no Ubuntu, são os menos integrados na barra superior, bem como a perda de performance (outrora um dos seus melhores atributos), e cada vez maior consumo de ram. Mas nada que impeça o seu uso de forma aceitável em qualquer máquina mediana. O windows também não se consegue usar em máquinas antigas! Quanto a ambientes de trabalho, xfce e lxde são promissores, mas têm um longo caminho pela frente. KDE é de facto talvez o interface mais apurado do ponto de vista estético e de personalização, mas pela minha experiência, continua com ulgumas falhas de estabilididade, coisa que eu considero imperdoável nos dias de hoje. Resumindo e concluindo, que quer uma distro estável, evoluída, com software recente, facil de instalar e usar no dia a dia, com todas as ferramentas para o comum do utilizador, o Ubuntu é a distro que melhor cumpre essa função. Deve estar para breve uma nova versão do Debian, mas até lá, para mim é Ubuntu e mais nada. Aconselho apenas a versão 32bits, pois a de 64bits ainda tem algumas falhas com algum hardware, para além de muito maior consumo de memória, e sem ganho de performance que justifique a mudança.

    • Tiago M. says:

      Já disse antes e a propósito deste comentário volto a repetir.

      Em computadores sem drivers proprietários, desde que o componente gráfico tenha suporte a 3D o Ubuntu com Unity corre tão bem ou melhor que o Windows e qualquer outro ambiente gráfico de Linux. Muitas das críticas são infundadas e assentes em contextos errados, isto é, partindo de pressupostos que à partida prejudicam um funcionamento optimizado da interface Unity.

      É que sendo mais exigente em termos gráficos, não considero válidas as críticas à Unity tendo por comparação interfaces como LXDE ou XFCE, que têm claramente como objectivo a poupança de recursos da máquina. Para mim uma comparação válida é com KDE e Cinnamon por exemplo. O KDE também não corre às mil maravilhas em computadores sem recursos gráficos adequados se não se fizerem algumas modificações. A interface Unity corre perfeitamente em computadores com suporte a 3D, pois assim não precisa de consumir ciclos de CPU para esse efeito e se não houver drivers proprietários, como acontece com as Intel HD Graphics, melhor ainda.

      O Ubuntu tem um nível de suporte extraordinário e uma estabilidade incrível, tendo em conta que agrega uma quantidade enorme de pacotes e software. Se virem a árvore da família Debian, há milhentas distribuições que partem do Ubuntu e que se servem dessa imensa estabilidade e suporte. O próprio Linux Mint, que eu próprio considero a melhor distribuição Linux para utilizador comum, porque se adapta bem tanto a PC’s mais antigos como aos mais actuais, tem poucas ou nenhumas diferenças fundamentais em relação ao Ubuntu, a não ser a interface. É um Ubuntu visualmente mais “clássico e elegante” mas que no seu funcionamento é Ubuntu puro.

      Por isso é que acho piada quando se servem dos dados do Distrowatch para afirmarem que se deu uma migração massiva do Ubuntu para o Mint por causa da implementação da Unity. Não poderiam estar mais errados. Tal como foi dito acima, as estatísticas baseiam-se em cliques dados a partir do Google. Se pesquisarem Linux Mint, o resultado Distrowatch surge no top. Se pesquisarem Ubuntu, antes de surgir o Distrowatch surgem o Forum Ubuntu, o Ask Ubuntu e muitos outros sites relacionados com Ubuntu. O Ubuntu é a distribuição Linux mais usada com grande margem em relação às outras!

      • lmx says:

        sim é verdade, e outra coisa…
        O mint usa o mesmo link para todos os projectos que tem, ou seja independentemente da versão que sacas conta como sendo do projecto mint…
        No ubuntu é diferente, pois tens ubuntu, kubundu….zbuntu, logo para fazeres a mesma avaliação terás que sumar todos os hits de cada uma e depois podes comparar com linux mint, e sim a canonical esta a frente em utilizadores e no distrowatch apesar de o ubuntu sozinho estar atrás de toda a soma de distros mint…esta a frente também.

        cmps

      • Paulo P. says:

        Só para esclarecer um pouco sobre os dados do ranking do Distrowatch.. Não é mais do que um counter que existe na pagina do Distrowatch, o qual conta quantos IP’s clicaram em x distro…
        Leiam com atenção o segundo parágrafo..

        “The DistroWatch Page Hit Ranking statistics have attracted plenty of attention and feedback over the years. Originally, each distribution-specific page was pure HTML with a third-party counter at the bottom to monitor interest of visitors. In May 2004 the site switched from publicly viewable third-party counters to internal counters. This was prompted by a continuous abuse of the counters by a handful of undisciplined individuals who had confused DistroWatch with a poll station. The counters are no longer displayed on the individual distributions pages, but all visits are logged. Only one hit per IP address per day is counted.

        The DistroWatch Page Hit Ranking statistics are a light-hearted way of measuring the popularity of Linux distributions and other free operating systems among the visitors of this website. They correlate neither to usage nor to quality and should not be used to measure the market share of distributions. They simply show the number of times a distribution page on DistroWatch.com was accessed each day, nothing more.

        Fonte: http://distrowatch.com/dwres.php?resource=popularity

    • James Bond says:

      Esta frase… “sendo neste momento uma distro que supera o próprio Debian em questões de estabilidade”… divertiu-me imenso! Eu, que uso o Debian há 16 anos, nunca me tinha rido tanto…

      • Tiroliro says:

        Com todo o respeito, mas não concordo. Numa instalação base com todas as actualizações efectuadas, já tive imensos problemas de estabilidade com o browser, com a rede WiFi, com os drivers gráfico (tudo drivers opensource). No ubuntu também só uso drivers opensource e nunca tive qualquer problema.

        Outro defeito do debian são os pacotes descatualizados. Da última vez que o instalei para ver como andava a evolução da coisa, o firestarter pura e simplesmente não configurava o IPtables. Sendo uma questão que envolve a segurança, acho muito grave. Sei perfeitamente que são questões facilmente contornáveis por quem entende da matéria, mas nem todos são uns experts, e eu pessoalmente cada vez tenho menos paciência para andar a matraquilhar um sistema operativo. Quero uma coisa que funcione apenas, e sem me dar chatice ou perder tempo. Quando o Debian resolver esses pequenos Qui Pro Quos, voltarei a usá-lo, claro. Até porque sempre foi o meu Linux de eleição.

        • lmx says:

          isso não é um defeito mas sim uma qualidade…
          estabilidade é pacotes mais que experimentados, e esses existem na versão stable actualmente squeeze.
          podes usar outras como a wheezy, ou sid, mas depois não te queixes das instabilidades lol.

          Não uses firestarter….o debian ja trás por omissão a do ubuntu(ufw)…isso da firestarter já vai o muito tempo lol.

          cmps

    • lmx says:

      Boas…
      é impossível superar o Debian…
      pois o Debiam nas suas versões estáveis apenas usa pacotes mais que experimentados…anos e anos a fio em servidores com um load de cerca de 5-10 mil visitas por segundo…anos a fio!!!
      Debian é muito Power mesmo.De notar que chega a haver entre releases estáveis mais de 2 anos de desenvolvimento.
      Claro não estejam a espera de ter os últimos pacotes na versão estable…a versão estable é como o nome diz estabilidade ao contrario de novidade…

      existem 3-4 branches de debian:

      experimental > unstable > testing > stable

      stable-squeeze version(pacotes menos actualizados mas estáveis)

      testing-wheeze(ira ser a stable daqui a muito tempo lol)

      unstable-Sid(é uma distro rolling release em que acabado o seu ciclo retorna pacotes para a versão unstable -duração 6 meses).

      experimental…acaba por ser mais um repositório de pacotes para experimentar e passar posteriormente para a unstable branch…

      logo portanto temos aqui 4 distros Debian para todos os gostos…embora o ideal é usar apenas stable em servidores e testing no desktop, isto para mim, cada um escolhe o que mais gosta…

      cmps

      • lmx says:

        unstable-Sid(é uma distro rolling release em que acabado o seu ciclo retorna pacotes para a versão testing-duração 6 meses).

        tenho que tirar ferias lol 🙂

        cmps

  15. mind says:

    Ah joga o CINNAMON, muito melhor..

  16. Luiz Nardin says:

    E ninguém mencionou o MATE!

    Eu gostei do Ubuntu 12.10. O Unity tem melhorado desde o 12.04. Mas a interface do Ubuntu, assim como do Windows 8, é focada em computação móvel e quem quiser a solidez do desktop tradicional, instale o Linux Mint com Mate. E, para manter o Mate atualizado no Mint, instale o repositório nativo:

    1 – No terminal, adicione o repositório do Mate:

    sudo add-apt-repository “deb http://packages.mate-desktop.org/repo/ubuntu precise main”

    2 – Edite o arquivo “preferences” (pluma é o gedit no Mate):

    sudo pluma /etc/apt/preferences

    3 – Adicione o texto abaixo ao arquivo “preferences”

    Package: *
    Pin: origin packages.mate-desktop.org
    Pin-Priority: 700

    4 – E, finalmente, atualize o Mate:

    sudo apt-get update
    sudo apt-get install mate-archive-keyring
    sudo apt-get update
    sudo apt-get install mate-core
    sudo apt-get install mate-desktop-environment

    Mate é um ambiente fantástico, a perfeita evolução do Gnome 2 com toda a usabilidade do Náutilus e já está sendo, assim como o XFCE, incorporado a muitas distros.

    Assim, eu tenho o Ubuntu 12.10 numa partição e o Mint-Mate em outra.

  17. WILL1AN says:

    essa versão está horrivel, muito bug. até parece que é beta

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