PplWare Mobile

Tox – Um verdadeiro concorrente do Skype


Entusiasta do software, tudo começou com uma programação de Basic no Spectrum 128K do irmão mais velho! Desde aí, nunca mais parei!

Destaques PPLWARE

  1. KingTox says:

    # vamos lá ver se “este” se porta bem.

  2. El Lentinho says:

    Uso quase exclusivamente o hangouts, embora para segurança e simplicidade também tenha uma sala no appear.in

  3. mm says:

    lol achei piada o software dar só para linux e windows e a imagem ser um mac 🙂

  4. Johnny says:

    Cuidado, ao usarem isso esperem pelo menos 1 mês, senão vai ser como o SnapChat que dizia ter tudo confidencial, seja fotos como texto e que apagavam e bla bla.. Uns meses depois sai uma noticia que afinal não era assim como parecia o SnapChat, afinal alojava as coisas.. La esta é por isso.
    Muito cuidado, até pode ter mais privacidade não digo que não, agora não pensem que é uma Mina de Ouro, até porque eles de certeza absoluta guardam eventualmente Log’s e as conversas para se defenderem em casos jurídicos e Judiciais.

    😉

    • Bruno says:

      É um risco inerente a todas as aplicações deste tipo.

      • Filipe Garcia says:

        Pelo que estive a ver, o Tox é open source, e até funciona através da rede Tor.
        O código está disponível no GitHub (links no fundo da página do programa).

        Á partida não terá backdoors pois vários programadores andarão em cima do projeto a ver se tem falhas (para saberem se o podem utilizar de modo seguro). No entanto, como exposto no post, ainda é cedo para saber com certezas… Vamos esperar mais um pouco e ver se alguém descobre uma falha!

    • Cris says:

      Falta adicionar que o tox é um serviço não centralizado, peer2peer. Não há servidores para guardar logs (e ainda por cima encriptados end to end).
      Educa-te antes de dizers coisas parvas.

      O desenvolvimento deste programa é bastante lento. Tem sido desenvolvido como um projecto do /g/ e como tal ainda vai demorar meses até ser estável.

  5. Cláudio says:

    A incapacidade dos leitores do pplware de utilizar um motor de busca fascina-me.
    Vá, eu ajudo:
    https://duckduckgo.com/?q=tox+clients

    O tox é um protocolo, uma livraria, só por si não é nada, precisa do cliente que a utilize.

    O tox está em desenvolvimento, ainda há muito a fazer e mais uma vez o pplware está a ser extremamente sensacionalista.

  6. Bahh says:

    Em mensageiros nenhum me parece totalmente seguro e funcional em simultâneo.

    A nível de comunicação de voz, utilizando um telemóvel ou smartphone com entrada de auscultador/ microfone de 3,5mm aquilo que para mim promete mais é o JackPair (www.jackpair.com) porque funciona com qualquer aparelho e protege a conversação diretamente no microfone externo… por tanto se tiverem a interceptar as chamadas em si, não vão conseguir ouvir as conversas… e às pessoas basta quando a outra atende carregarem ambas num botão, aguardar uns momentos e podem começar a falar em segurança (depois de confirmarem uns algarismos que são mostrados no aparelho, para terem a certeza que ninguém se meteu no meio). Cada pack custará para aí $120 ou menos (+ portes?). Se andam a ser intercetados e os algarismos não correspondem, é um ataque ativo, todos os intervenientes arranjam simultaneamente outro telemóvel e cartão, metem o aparelho de encriptação e estão de novo seguros, e repetem sempre que voltarem a verificar que existe um novo ataque ativo no meio da ligação.

  7. Regis says:

    Numa época de Facebook, Instagram, Twiter…. em que que as pessoas expõem, voluntária e orgulhosamente, a sua vida toda com preciosos pormenores, ao minuto, vamos ter medo de usar o Skype, Tox…. porquê?
    Que espécie de segredos ainda nos restam?
    Desculpem lá a minha simplicidade.

    • Filipe Garcia says:

      Há informações e informações. Há quem publique todos os detalhes degradantes das sua bebedeiras, mas não queira que um alguém lhe espie as conversas com a amante com um ataque man-in-the-middle.

      Há quem cometa crimes..
      Há quem seja apenas paranóico…
      Há quem esteja a trabalhar em projetos mais ou menos secretos/privados….
      Há quem queira evitar espionagem industrial…..
      Há quem tenha medo de repercussões se o conteúdo das suas conversas for revelado (religião, etnicidade, orientação sexual/política, etc).

      Não estou a criticar o seu comentário, apenas a demonstrar que mesmo na era das redes sociais ainda existem motivos legítimos (e infelizmente, ilegítimos também) para exigir privacidade, seja ela apenas de hackers, mas também de grandes organizações/governos.

      • Regis says:

        Filipe Garcia, estou inteira e integralmente de acordo com o que disse.
        Mas, sem questionar a utilidade desta informação e da aplicação, o meu comentário prende-se mais com a sensação que tenho de que por vezes é mais a paranóia que nos “assiste” do que a possibilidade da esposa/marido; concorrência… poder ter a o know-how e tecnologia para poder espiar a larguíssima maioria da população dos países minimamente democráticos.
        Obrigado por partilhar o seu raciocínio.

        • Filipe Garcia says:

          Bem, não tinha pensado desse modo..
          Realmente, 99% do utilizador comum não tem necessidades de privacidade que não sejam supridas pelos comuns programas (sim porque o Skype é, de facto, encriptado).

          E esse “medo” que o Jorge Frazão fala é bem real, visto que eu conheço quem aceda ao facebook através do Tor para “ninguém saber o que está a fazer na net!”.

          Obrigado pela clarificação

    • Jorge Frazao says:

      Planemanete de acordo. Também nao percebo este medo da malta da tal espionagem.

    • Cris says:

      Pela mesma razão que plebeus como tu estão escandalizados por terem divulgado nudes de celebridades. Não são ilegais, mas são privadas.
      Não tenho que partilhar a minha vida com um mundo que está sempre a mudar. O que hoje é legal pode não o ser amanhã.

  8. MM says:

    Pergunta de ignorante: Quem paga o desenvolvimento destes projectos? Como é que estes projectos se tornam rentaveis?
    Ninguém trabalha de borla e desenvolver sistemas novos custa muito dinheiro. Quem paga?

    • danihell says:

      Parece-me um pouco a teoria da conspiração… Mas não deixa de ser um questão pertinente. Quem paga tudo isto?

    • Filipe Garcia says:

      MM, não posso falar deste caso em concreto, que não conheço. Mas este tipo de projetos é chamado de Open Source. Open Source significa que o código-fonte está disponível para todos verem (e modificarem se quiserem).
      Este modelo, embora pareça contra-intuitivo, pode gerar muito dinheiro.

      Por exemplo: A nossa empresa Portuguesa “Caixa Mágica Software” desenvolveu uma distribuição de Linux e dá-lhe suporte. Essa distribuição é gratuita, mas o suporte não o é. Ela desenvolve maioritariamente software de consultoria baseados em Linux, tanto para empresas como para fins domésticos. Construir e distribuir o Linux gratuitamente deu-lhe um nome e publicidade (a nível mundial) que, de outra forma, não conseguiria.

      Não sei se já ouviu falar de Arduino. Basicamente é um microcontrolador para projetos eletrónicos. Os planos para o construir estão disponíveis e qualquer um os pode seguir, mas eles ganham dinheiro a vender o hardware em si. Sendo opensource qualquer outro pode pegar no conceito e desenvolvê-lo, o que aconteceu e foram criados milhares de modelos diferentes, todos baseados no mesmo. Desta forma a empresa original ganhou milhões de potenciais clientes que de outra forma nunca teriam ouvido falar de arduino.

      Para uma explicação mais detalhada, faça um pesquisa no Google do género “How open source makes money”.

      Cumprimentos

      • MM says:

        Obrigado pela explicação e ponto de vista.
        Eu tenho uma pequena ideia de como algumas coisas funcionam e como são financiadas no Open Source. Levantei esta questão mais na base de que nem sempre o open source é assim “tão open” como isso e que muitas vezes quem financia os projectos tem fortes interesses no futuro sobre aquele produto – a Google é/era um dos maiores financiadores de projectos open source e hoje é fácil de perceber qual o seu objectivo (caridade não foi como se vê).
        Sim, como diz o Danihell no post de cima, pode parecer teoria da conspiração, mas a realidade é que não é. A verdade é que há muitas empresas com objectivos financeiros por trás de muitos projectos Open Source.
        Não sei quem está por trás deste projecto específico da Tox, quem financia e qual o seu modelo comercial depois de estar pronto, mas se, p.ex., por trás da Tox estiverem investidores com a mesma posição que a Google no que toca a publicidade, recolha de dados, controlo do utilizador, etc., é claro que o que parece pode não ser bem assim no que toca a confidencialidade.

        A minha ideia geral no que toca ao open source e a razão de existir de certo software, depende muito de quem financiou o projecto e de qual o seu modelo comercial que sustenta o produto final.

  9. PS says:

    A questão da privacidade é uma questão de princípio.
    Porque fechamos a porta de casa, a porta do WC, ou não tornamos os nossos dados de login do e-mail públicos? Como comum mortal, não tenho na minha posse segredos de estado ou o elixir da vida eterna, mas não significa que possa ser desnudado por qualquer entidade legal ou ilegal. Afinal até a polícia precisa de um mandado para me entrar em casa, porque haveriam de entrar nas minhas comunicações sem a minha permissão?

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