O Ubuntu já requer mais RAM do que o Windows 11
Todos apostam no Linux para ser o substituto do Windows 11, por razões bem conhecidas. O Ubuntu é normalmente a escolha, mas isso pode mudar muito em breve. A próxima versão, a 26.04 LTS "Resolute Raccoon", aumentou seus requisitos de hardware. Agora o Ubuntu já requer mais RAM do que o Windows 11.
O Ubuntu agora requer mais RAM
A data de lançamento do Ubuntu 26.04 LTS está a aproximar-se, com o sistema operativo previsto para 23 de Abril, se tudo correr bem. No âmbito da preparação para o lançamento, a Canonical, a empresa desenvolvedora do Ubuntu, atualizou os requisitos de sistema.
As novas especificações do Ubuntu 26.04 LTS são relativamente leves para um sistema operativo moderno. Mas os requisitos de RAM são notavelmente superiores aos recomendados para o Windows 11, um sistema operativo que os utilizadores de Linux costumam chamar de exigente. No entanto, antes de nos questionarmos se o mundo do software livre está a acabar, vale a pena verificar o que a Microsoft considera necessário para correr o Windows 11.
A Canonical divulgou a documentação do Ubuntu 26.04 LTS antes da data de lançamento. O documento detalha algumas estatísticas importantes sobre o que esperar da nova versão. No entanto, a documentação inclui uma nova lista de requisitos de sistema, com um aumento da RAM necessária. "O Ubuntu Desktop 26.04 LTS requer um processador dual-core de 2 GHz ou superior, um mínimo de 6 GB de RAM e 25 GB de espaço livre em disco".
Já exige mais do que o Windows 11
Embora 6 GB de RAM ainda seja uma quantidade relativamente baixa para um sistema operativo, o interessante é que isto representa mais 50% de RAM do que a Microsoft afirma ser necessário para o Windows 11. Além disso, a Microsoft afirma que o Windows 11 funcionará perfeitamente num processador dual-core de 1 GHz. Fica a dúvida se será o fim dos sistemas operativos de código aberto como a opção mais leve e menos pesada em comparação com o Windows
Há quem questione se será que alguns dos princípios fundamentais das distribuições Linux finalmente ruíram, decretando o fim para todos nós. ? Bem, não exatamente. Embora seja verdade que a Canonical listou especificações superiores às do Windows 11, há um problema. Tentar usar o Windows 11 num processador dual-core de 1 GHz e 4 GB de RAM é algo que será quase impossível.
Correr o Windows 11 com 4 GB de RAM é tecnicamente possível, no entanto, a experiência não será fluída nem agradável. Por conseguinte, é melhor considerar os requisitos de sistema da Canonical como o que precisa para uma experiência confortável, enquanto os do Windows 11 representam o mínimo necessário. E não deve utilizar as especificações mínimas para o seu sistema operativo principal.




















Windows wins, Linux loses
linux base OS, nao existe somente o ubuntu. 😉
https://sapo.pt/#ps-bombastico-01-01-0001-3
Olha gente um Retardado!
«a Microsoft afirma que o Windows 11 funcionará perfeitamente num processador dual-core de 1 GHz»
Isto mostra bem o que respeito que essa empresa tem para com os utilizadores. Não se importam que tenham uma experiência horrível.
Sory, o meu comentário era para ser no geral e não em resposta ao seu comentário….
eu ja tinha lido e apareceu um video com titulo semelhante no youtube.
Vamos la ser realista, hoje em dia todos OS são 64 bits, ou seja, tem de ter no minimo 4GB de RAM.
Algum dia o windows funcionaria minimamente com 4GB ? nem no w10 quanto mais no w11 (ainda para mais com AI). lol
e windows ainda para mais exige TPM 2.0, quando forem comprarem 1 novo windows vem no minimo com 8GB,
Procurem a quantidade de PC com 4GB ???
Até a Apple, para novos portatis, como Neo vem com 8GB.
Linux base OS, à 3 ou 4 anos coloquei num portatil hp, já com mais de 8 anos, com somente 4GB e tinha HDD ( nao SSD) com Zorin OS com xfce, acreditem já arrastava, antes disso tinha windows 10 e já arrastava.
Não sei agora, antes deste problema de aumento do preço da RAM, já se comprava um portatil com 16GB por 500€ (sem windows), mesmo hoje deve-se arranjar um PC com 8BB por menos 500€,
Até acho que Ubuntu devia exigi no minimo 8GB, porque nenhum PC vem com 6GB, lol.
Até o proprios chromebooks, hoje em dia deve vir com 8GB.
E mais, quando vejo um smartphone, somente com serviços necessarios a correr em backaground, e nenhuma app aberta, a gastar 3GB de 6GB (metade), isso sim é um desperdicio.
E um promenor, isto somente a partir do 26,04 lts, anteriores a este continua o 4GB como minimo, quem usa por exemplo 24,04 tem atualizações ate 2029 ( 5 anos), mais que tempo para fazer upgrade de memoria.
E o titulo so é verdade porque a MS, qando lançou o w11, nao exigiu mais memoria de minima porque nao quis, exigiu processadores mais recentes mas nao mais memoria, o que é estranho.
Uma coisa é o está escrito, outra coisa é na realidade / na prática, as marcas de hardware e resellers nao recomendam win10 / 11 com menos de 8GB.
E linux base OS, o ubuntu tem varios DE e linux tem variaos Distros.
Hoje em dia um linux base OS para Desktop, somente um destop enviorment como XFCE é que talvez conseguise correr com 4GB.
Contudo como qualquer OS a corren num PC, nao depende somente da RAM, mas também do CPU e disco ( uma coisa é HDD e outra com é SSD / NVM).
Portanto para mim é uma não polémica. 😉
Ter HDD ou SSD é como mudar de água para o vinho 😉
Não sei como certas pessoas configuram os portáteis a correr Linux, mas tenho um portátil de 2007 com o Linux Mint (ultima versão) instalado num SSD, com 4Gb de RAM e funciona muito bem.
Linux Mint 22.3 baseado no Ubuntu 24.04Lts é o + indicado p/quem vem do Windows. Tenho máquinas compatíveis com os requisitos de hardware, secure boot, TPM2.0 e deixei o W11 e após usar o Ubuntu 24.04Lts troquei pelo Mint. Mas que grande diferença….para melhor, tanto com 8Gb como com 16Gb. A interface gráfica não é muito apelativa mas nada que não se componha na sua loja de temas….. E já uso Windows desde 1993 e linux desde 2006……
Claro que sim. A evolução traz sempre esse problema, chega a uma altura que é impossível evoluir sem necessitar de mais recursos de hardware. O ubuntu até pode depois ser ajustado, receber updates e ser otimizado para usar menos memória, mas a realidade é que a conveniência tem um custo. Os softwares têm cada vez mais recursos, necessitam de cada vez mais requisitos para corresponderem às exigências dos utilizadores e por isso vão necessitar de mais RAM, processador e GPU para processarem os muitos recursos que disponibilizam aos utilizadores. E assim os sistemas operativos precisam de acompanhar essas tendências de mercado, não há como fugir. Acreditar que um sistema operativo pode ficar estático é um mito.
ahahaha ! como se só houvesse Ubuntu no Linux. Mas siga com esta notícia!
O linux não é alternativa….é limitado!
Neste momento tenho dois portáteis ASUS, um com 5 anos e com win 11 e outro com uns 10 anos no qual tenho o Ubuntu 24,04.
Concordo que existem algumas limitações no ubuntu como não conseguir utilizar a aplicação Autenticação.gov, que instala mas não funciona e também me chateia não conseguir criar um link para uma pagina da internet no menu de contexto do botão direito do rato, à semelhança de criar uma nova pasta mas de resto. Também não podemos dizer que o Libreoffice é a mesma coisa do Office da ms, porque não é. No entanto até estou a gostar de utilizar o só. Tem aplicações para tudo e mais alguma coisa, e necessário e procurar a que mais se adapta as nossas necessidades e há sempre uma que se adapta.
Eu tenho Ubuntu e o plugin Autenticação.gov funciona sem problemas…. toda a instalação e setup foi straight forward.
A verdade é que hoje em dia com qualquer uma das maiores distros de Linux (Ubuntu, Fedora, Mint) consegues fazer o básico e muito mais.
Quando o mac neo foi anunciado todos bateram palmas a que era de génio e que serve grande parte das pessoas que não precisam de um PC canhão – não estou a dizer que não seja uma proposta interessante, até porque acho ser interessante – a minha resposta em parte é que podes pegar num oc qualquer com meia dúzia de anos metes uma destas distros e fazes o mesmo.
Aquilo que eventualmente podes não conseguir fazer são coisas muito especificas de com certos softwares….
Eu utilizo Linux tendo feito algum distro hopping mas tendo estabilizado muito no Ubuntu (não é que seja o melhor dos melhores), fiz a faculdade toda em Linux e no trabalho o OS em si não é um Linux pois o que é dado vem com Windows, mas mesmo assim faço muito uso do WSL.
Tenho a aplicação Autenticação.gov a funcionar sem problemas no Ubuntu 24.04 e até funciona bem.
Já não me lembro se tive algum problema com alguma dependência, mas acho que no 24.04 não tive problema nenhum (precisas de é ter o java instalado, o openjdk funciona).
Antes da utilização tens de arrancar com a aplicação 1º (é só procurá-la nas aplicações instaladas) pois não é colocada com auto-start na instalação.
linux por si só nao é um OS, apenas kernel. Precisa de outros componentes.
Ubuntu é uma distro tem como base o kernel linux ( que contem software para comunicar com hardware como CPU, RAM, DISCOS e GPU com as respetivas drivers).
Depois, como por exemplo tem ubuntu para funcionar como servidor de que qualquer serviço como web, email, etc.
E outra parte é para Desktop, utilizando ambientes de desktop ( Desktop Enviorments) como gnome, KDE e XFCE.
Agora quando diz limitado, está a falar de que contexto?
Para desktop?
A problema nao ter aplicações que existem pra windows em linux base OS, nao é culpa em si do OS, mas de quem cria a aplicação.
O mesmo se aplica para jogos. Este tipo de limitaçoes acontecem nas consolas. Não todos jogos estão em todas consolas e alguns jogos são exclusivos para aquela consola, são escolhas.
A velha questão é de quem é a culpa de nao dar á escolha do consumidor puder escolher um OS qd compra um PC ?
É simples, das Marcas de PC com Lenovo, HP, etc. E também resellers.
Felizmente isto está a mudar, as Marcas de PC como Lenovo, já abriram os olhos quanto á parceria com MS.
Alguns resellers já vendem PC, mais especificamente portatis, sem OS.
E a Lenovo, no site deles até vendem alguns portatis com Linux base OS, como Ubuntu desktop.
Isso que escreveu neste momento é fakes news, atualiza-se, va ao youtube, que ja vê muitos videos a mostrar como funciona linux base OS para desktop.
Por fim, coisas como navegar na web ( com qualquer browser, todos browser, até edge está disponivel, com excepcao do safari), ver emails atraves do thunderbird ( ou veja-os no browser), tem pelo menos 3 alternativas ao MS office ( libre offcie, wps office, onlyoffice), coisas basicas como estas sem problemas.
A questão como disse é já vir com a instalação do OS, para uma pessoa, dita normal, que comprar e começar a usar,nao vai sacar a ISO e fazer instalação do OS, não que hoje em dia seja dificil , até é simples e qualquer loja de informática poderia fazer, lá está, se tivessem formação para tal, que para tal, bastava, hoje em dia, ir ao youtube e ja vê como se faz.
E por fim, acho que as empresas deviam também pensar nisso, a nivel para desktop, que poupariam dinheiro em licenças do windows.
O ponto de partida para mudar mentalidade como a sua, está tanto nas Marca de PC / resellers e as empresas.
O nosso País, tem muitas Micro e pequenas empresas, muitas coisas que fazem, faz-se no browser, hoje em dia nao faz muito sentido estarem presas ao MS Windows.
Portanto, recomendo que veja videos no youtube, para se informar melhor. 😉
Nem vale a pena gastares tempo com o @Pedro António. Em todos os artigos sobre Linux ele diz a mesma coisa 🙂
Tive uma experiência traumática com o Linux. Eu era o presidente de uma reunião online, através do zoom e de repente cai a reunião e o zoom manda -me instalar qualquer coisa no meu PC. E tive de me safar com o telemóvel em péssimas condições….
Sabe do que fala? Eu acho que não. Faço tudo o que fazia com Windows desde 1993 até ao W11 de hoje. E uso Linux desde 2006….começei com Ubuntu mas existem centenas de distros diferentes. O Linux Mint 22.3 é uma excelente alternativa. A única diferença que existe para mim é que o Whatsapp do Windows permite chamadas de audio/video e o Linux ainda não….mas por culpa da própria Meta, actual proprietária.
O w11 com 4G? Deve ser lindo, deve. E o ubunto sem TPM. Toma,
O título é impactante, mas falta substância à análise. Seria útil comparar o consumo real em ‘idle’ de ambos os sistemas, em vez de olhar apenas para os requisitos oficiais. O Ubuntu está realmente mais pesado que o Windows no uso real, ou a Canonical está apenas a ser mais realista com o hardware atual?
É importante notar que, hoje em dia, qualquer browser moderno com meia dúzia de separadores abertos consome facilmente 2GB ou 3GB de RAM, o que torna os antigos requisitos de 4GB, impraticáveis para uma utilização fluída. Além disso, a aposta da Canonical no formato Snap — que, embora prático, é conhecido por consumir mais recursos e memória — contribui certamente para esta subida de fasquia. O artigo ganharia muito se tivesse explorado estes pontos técnicos.
Notícia encomendada.
Há distros Linux a correr 512MB…
Foram logo buscar uma das distros mais bloated que por aí anda.
E numa altura em que está montes de gente a abandonar o Windows pelo Linux.
Curioso…
Comentário um pouco ignorante. E não, nós não nos movemos por interesses como tu o fazes, dúbios 😉
Vou ter de te corrigir. Ora bem de facto, uma das distribuições mais populares é o Ubuntu, e cada vez tem mais utilizadores. Contudo, sabemos, que a distro que mais tem crescido não é o Ubuntu, mas sim o Zorin OS. Esta destaca-se como a distro com crescimento mais rápido recente. Segundo os números, ultrapassou 2 milhões de downloads em poucos meses. Mas há uma particularidade!!!
A diferença entre Zorin OS e Ubuntu em consumo de RAM existe, mas é menor do que muitos pensam, porque o Zorin é baseado no Ubuntu. Aliás, às vezes esta distro até tem consumo ligeiramente mais altos, por causa das personalizações visuais. Conclusão, está errado neste ponto.
Outro curioso tem a ver com esses tais montes de utilizadores que estão a “fugir do Windows” supostamente para Linux. Também vou ter de te corrigir.
Tendo em conta o último ano, o Windows (quota de mercado = 72%) perdeu cerca de 3% de utilizadores.
No mesmo período, o universo Linux ganhou cerca de 0,6% de novos utilizadores e, desses 0,6%, 75% vieram do Windows.
Contudo, no mesmo espaço temporal, o macOS (quota de mercado = 20%) ganhou mais de 2% de utilizadores. A dúvida é se estes utilizadores vieram todos do Windows ou piscaram o olho também a alguns de Linux. Conclusão, neste ponto também estás errado.
Claro normal o Linux , era sempre mais leve, não trazia nada quase, a parte gráfica era simples, começaram a alterar e a introduzir cada vez mais novos recursos .. queriam milagres sem optimizar … e ainda não faz nem metade do windows
nos computadores pessoais ja instalei varias distros das mais conhecidas. e há para todos os gostos. se Não olhasse a hardware, mx linux, fedora ou debian com ambiente kde parece-me ser do melhor que o mundo linux tem a oferecer e o ambiente grafico KDE torna realmente qualquer distro uma alternativa robusta ao windows ou ao mac. Quando ha limitacoes de hardware, ai é que o linux realmente marca a diferença pela existencia de distros para todo o tipo de hardware e ai qualidade/desempenho o xfce é imbativel. Há tambem a questao dos problemas que por vezes aparecem… e nessa caso, não ha um SO com mais suporte que o Debian.
ZorinOS, Ubuntu, Mint tudo Debian based!!!!
Já alguém tentou usar o Windows 11 com 4GB de RAM e o Ubuntu com 6GB de RAM, o Windows 11 é praticamente inútilizavel assim que se abra um programa já o Ubuntu não é rápido mas ao menos dá para usar sem travar a toda a hora…
A Microsoft deu a estimativa por baixo que resulta numa má experiência e a Ubuntu deu a estimativa real para ter algo usável.
“O Ubuntu é normalmente a escolha”
Quem fez essa Reportagem tirou essa Informação da Bunda? Ou foram as vozes dele falando sem o Gardenal diário!
Nunca que Ubuntu é sempre a escolha para quem pretende usar Linux!
A tua opinião é apenas achismo. Os dados mostram o contrário. Atualmente, na maioria dos casos, o Ubuntu é a escolha mais comum para quem começa no Linux, mas, como referimos, não é a única nem necessariamente a melhor para todos.
Então, por que razão o Ubuntu é tão popular?
Há várias razões para este sucesso. Por exemplo
-> A facilidade de uso: interface simples e próxima do que muitos conhecem (Windows/macOS)
-> A instalação rápida: processo guiado e acessível
-> A sua grande comunidade: há imensos tutoriais, fóruns e soluções para problemas
-> Compatibilidade: muito software é testado primeiro para Ubuntu
-> Base sólida: assenta no Debian, conhecido pela estabilidade
E o que nos dizem os números:
Ubuntu: cerca de 30% a 34% de todos os utilizadores de Linux
Debian: ~16%
Outras (CentOS, Fedora, etc.): valores bem mais baixos
Ou seja, 1 em cada 3 utilizadores de Linux usa Ubuntu e sim, é claramente o líder. 😉
Caro Vitor M. todas as razoes que enumera para a popularidade do Ubuntu é compativel com outras distros tambem. Por exemplo o ambiente grafico por defeito do Ubuntu é bem diferente de quem vem do Windows, logo pode ser um entrave para quem se quiser iniciar, devido a isso, nao sei se é assim tao claro, que entre os utilizadores de Linux, que seja o Ubuntu o mais usado.
Mais uma razão para o que faz toda a diferença são os números de utilizadores. Manifestamente mais abundante no Ubuntu, verdade?
Não sei se sera assim tão verdade que seja mais abundante no Ubuntu, precisamente pelo que falei. Quem vem do Windows para o Linux, o Ubuntu nao é o melhor para iniciar, é bem diferente visualmente by default. Mint ou Zorin são muito mais apelativos, mais proximos visualmente do windows tradicional, entende onde quero chegar?
Não sabes, pesquisa 😉 os números são públicos. Não vamos andar aqui no achismo. 😉