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Em confinamento… Quota de mercado do Linux dispara no mês de abril


Autor: Pedro Pinto


  1. MalicX says:

    Acabei de desinstalar o Ubuntu 16 QQ coisa. Que inutilidade. Só estava a ocupar espaço.
    Cá em casa: w10 são 6.
    Mais uns três cuscoids e 2 iOS

    • XcilaM says:

      Óptimo!

      Já reparaste que existem várias cores? Imagina se gostassemos todos do amarelo? O que seria das outras cores?

    • Matiofsky says:

      Inutilidade… ahahah!
      Ubuntu 20.04 + Google Chrome (com extensões como LastPass, Block Site…) + Libreoffice (última versão com suporte de documentos Office 365) + VLC (media, com subtitles) + Zoom + TeamViewer, deve estar perto de ser uma máquina perfeita para trabalho, para graúdos e crianças, custo zero e que reaviva hardware de referência antigo (boas marcas como Lenovo, Dell…).
      Pk é que o Windows um dia destes virá com um Kernel Linux?

      • Manuel da Costa says:

        É tudo muito bonito se não usar uma impressora externa ou precisar de acessos especiais a determinados serviços.
        O “custo zero” é pela publicidade… para além que precisas de pagar 125 euros pelo Teamviewer, pois a versão free não permite usar as opções obrigatórios em qualquer trabalho.

        • Rui says:

          As várias distros Linux tem melhores compatibilidades com impressoras que o windows e sem ter que instalar drivers. Não conheço ninguém que tenha tido problemas com impressoras novas ou antigas, mas ei… há sempre alguém.

      • Fiu says:

        Não é uma completa inutilidade mas é quase. Já se sabe que os fã bois contentam-se com pouco. Fixe, instalaste o VLC e o Zoom. Que bom!

      • JCFB says:

        Lenovo e Dell certamente não são as melhores marcas no que toca ao hardware.
        Hardware de referência é tu montares o pc

        • Miguel says:

          Estás a ironizar certo? Lenovo e Dell são duas referencias em workstations e hardware para segmento profissional. Eu tenho um Thinkpad da Lenovo e é uma máquina brutal. Não se trabalha só com hardware fixo para montar em casa. E as empresas? Os portáteis?

    • jaugusto says:

      Pois cá em casa foi o contrário:
      300 mints – gajas
      180 manjaro gaming – gajos
      1 archlinux – um tipo no sotão!!

    • EU says:

      Vires aqui dizer que instalaste o ubuntu 16 qq coisa quando já saiu à uns 4 anos…
      Deves ser daqueles que adorou o windows 8. senão porque não o instalaste para comprar?

      Pareces dos que compram um iphone de 800€+ e depois arranjam um android de 100€ e dizem que o iphone é que era bom.

    • Sandro says:

      Vc deve ser usuário apenas de Facebook e YouTube e mais alguns sites, por isso usa Windows. Os programadores preferem Linux. Vc não tem conhecimento de como “preparar” o sistema para explorar ao máximo o mesmo, por isso reclama.

      • Miguel says:

        Por essa óptica, uma pessoa que não seja programador é utilizador só de Facebook e YouTube. Chego à conclusão que não sabem a panóplia de áreas que os pc trabalham, e que o Linux não tem expressão…

  2. Joselito says:

    E o capitalismo vence mais uma vez!

  3. Manuel da Costa says:

    Oh pplware, a razão é simples: servidores de dados e/ou vpn.
    As grandes empresas começaram a usar serviços de VPN para o teletrabalho, onde a navegação é feita a partir de uma sandbox no servidor da empresa (ou contratado). Esses servidores, mais de 60%, utilizam Linux para a sua operação. É daqui que a quota de mercado disparou, pois o acesso era feito pelo windows, passou a ser feito pela VPN, que surge como Linux nestas medições.

  4. Pedro H. says:

    Ainda não percebi o que é que invocam os termos “inutilidade” e “desperdício de espaço”
    Nunca ninguém disse que todo, e reitero, todo o software feito para Linux é gratuito. Se existem empresas a investir em portar o software, especialmente as de acesso remoto, é porque existem pessoas a quererem usar em ambiente multi-plataforma. Claro que esse desenvolvimento tem que ser pago a programadores. Questionam a compatibilidade do hardware como um ponto negativo no Linux, mas existem drivers genéricos… Não sei porque razão culpabiliza-se um sistema operativo por falta de suporte, porque a) a empresa que desenvolve o hardware não quer, ou não pode desenvolver drivers para Linux. b) Porque o driver genérico não permite usar a impressora a 100% e se calhar o mais importante c) O utilizador genérico não gosta de ter o trabalho de ir á procura de por a impressora a trabalhar ou então aguarda pela saída de um driver…
    Pessoalmente faço as seguintes considerações: O Windows é vulnerável a problemas. O Linux é tão vulnerável quanto o utilizador/administrador o queira. Se me perguntarem se prefiro o Linux ou Windows a proteger a informação que gero a trabalhar a partir de casa, naturalmente prefiro o Linux. Acusado de ser fanboy? Seja. Eu tenho os 3 grandes sistemas operativos , Linux, MacOs e Windows, e sim, para as tarefas de trabalho remoto, Linux, para as tarefas de fazer builds de Apps Mobile, MacOs e Windows para jogos. xD

    • Matiofsky says:

      Muito bem, mas o tópico é sobre Linux, e IMHO deve subir na quota de utilização, pois longe vão os tempos em que este SO era para gajos com pachorra para ‘ir á procura de soluções quase sempre’, hoje OOTB as distros funcionam mesmo bem.
      Problemas com impressoras, 1) quais é que suportam Linux? 2) Não funcionou na tua instalação, devolve nos 7 primeiros dias e justifica com falta de suporte, 3) depois experimenta outra.
      Mas pagar somas consideráveis ou usar software pirateado é visto por muitos com uma fatalidade, será mesmo?

  5. jorge says:

    O Linux podera ser bom, mas a meu ver nao funciona sozinho, temos de ter sempre instalados nos computadores sistemas como OSX ou Windows, se é para ter dois sistemas operativos na mesma maquina, prefiro ter somente o OSX, cada um usa o que quer e gosta.

    • Diogo says:

      Custa muito entender que cada caso é um caso?
      Estás a afirmar que o Linux não funciona sozinho e que temos que ter sempre outros sistemas instalados. Temos quem, tu? Cada pessoa dá um uso diferente ao computador.
      No meu caso tenho apenas uma distribuição Linux instalada na minha máquina e não preciso de outros sistemas para fazer o trabalho que faço no meu computador.

    • Miguel says:

      A expressão “não funciona sozinho” leva a interpretações erradas. É óbvio que funciona “sozinho”, mas não há aplicações para tudo, e mesmo aplicações como o Wine, para correr Apps Windows no Linux tem problemas e não funciona tudo. Logo, um utilizador (como o meu caso) que seja, por força das circunstâncias profissionais, obrigado a usar Windows ou Mac para apps que só existem para esses sistemas, se quiser usar Linux (mesmo que nao tenha vantagens práticas) terá que ter os dois sistemas instalados. Já fiz isso, já fui teimoso a esse ponto, hoje em dia, já não tenho paciência. A verdade é que tudo o que faço no Linux, consigo fazer no Windows, o contrário já não é verdade. Quando andava no secundário à 18 anos atrás, era o único da minha turma de informática que usava Linux, corria VM de propósito para ter o Word para fazer os trabalhos, era uma espécie de rebeldia para com os professores, mas hoje não faz sentido, a verdade é que o Windows não ficou parado no tempo, e teve muitos avanços desde o saudoso XP. Esse sim, recusava-me a usar, e só voltei para a Microsoft com o 7. Tenho pena, mas, neste momento, Linux não é uma opção para mim.

  6. Manelito says:

    6 computadores 2 média player/ consola Steam / retro console 1 desktop para trabalho e gaming 3 portáteis – tudo com Linux. Já fiz a experiência de usar Windows e pouco acrescenta a nível de vantagens. Para além de instabilidade não tenho acesso a algumas aplicações que são exclusivas de Linux. Mas isto é como os sapatos e roupa cada um usa o que gosta.

  7. Samuel MG says:

    Aqui só há MX Linux e um android.

  8. Miguel says:

    Tenho utilizado Linux desde há 15 anos a esta parte, gostava muito de usar no dia a dia. Mas, infelizmente, não é possível. Fica para um futuro, apesar de achar que não deve ser nos próximos anos.

    • Douglas Ferreira says:

      Também tinha essa esperança, mas vejo que o futuro não terá muito espaço para notebooks e computadores. Tenho amigos que já não têm computadores em casa, apenas o smartphone.

      Eu, por hábito, ainda não consigo ficar sem; mas com os rumos que a Apple tem dado aos iPads, talvez passe abandone no macbook/notebook tradicional. Afinal, 95% do uso que dou ao Macbook é para consumir conteúdo.

      Meu emprego atual (bancário) não se estende até minha casa, como acontecia quando era professor e precisava criar conteúdos.

      • Miguel says:

        Eu só uso PC (fora o smrtphone por razoes obvias), tenho um Fixo e um Portatil, mas não consigo deixar o Windows (ou eventualmente Mac se me trouxesse vantagens). É impossível mudar para Linux sem trazer mais desvantagens do que vantagens. Logo, com muita pena, terei que continuar com o Windows.

  9. Douglas Ferreira says:

    Essas estatísticas são inúteis atualmente. Linux já conquistou seu espaço nos servidores e roteadores de todo o mundo. Além disso, dentre os smartphones também temos uma grande maioria Android que, por baixo dos panos, rodam o kernel Linux.

    Eu, já há uns quase 20 anos, rodo Linux em um VM apenas para me manter razoavelmente atualizado. Mas, para uso no computador, o que utilizo mesmo é o MacOS e no trabalho, Windows.

    Se na próxima troca de notebook (o meu Macbook Air já está com 8 anos) eu resolver comprar de outra marca, talvez resolva instalar Linux para realmente usar no dia a dia. Por enquanto, vou ficando com o ótimo MacOS que já me atende bem há tantos anos e ainda hoje tem atualizações da Apple (estou na versão 10.15.4, lançada há uma ou duas semanas).

    • Miguel says:

      Se usa um Macbook Air com 8 anos e dá para as suas necessidades, é porque não faz trabalho exaustivo no Mac. Se calhar é melhor continuar com Mac, dura-lhe mais tempo e poupa dinheiro.

      • Samuel MG says:

        Estas a ironizar certo? Um Mac custa 1300/1500 isso dá para comprar um portatil de gama alta com specs muito superiores ao Mac.

        • Miguel says:

          Não. Quando compras um Mac não estás a comprar só specs, está a comprar um eco sistema. Eu já tive Mac, uso Mac no trabalho e conheço bem Mac. Se o Douglas Ferreira tem um Macbook Air com 8 anos e diz que ainda dá para as suas necessidades, então as specs não é o mais importante, é o Eco sistema. A melhor opção para ti e para mim, pode não ser para ele.

  10. JC says:

    Utilizo Linux desde os meus há 17 anos, desde o velhinho redhat 9, para lazer e para trabalho (especialmente para trabalho). Nos últimos anos já nem tenho windows instalado na máquina, porque honestamente, é um desperdicio de espaço pois acabo por nunca necessitar de o usar. Mas não sou fundamentalista, tenho colegas que utilizam windows e macOS, cada um utiliza o que gosta e aquilo com que se sente confortável. Não entendo fundamentalismos especialmente hoje em dia em que 90% da utilização média de um computador ocorre no browser. Fico feliz que a quota de utilização de Linux tenha crescido.

  11. Chauke Stephan Filho says:

    Usando logiciário livre eu me sinto livre, por isso migrarei do Windows 7 para o Linux 19.3 Trícia. Já uso o Libre Office, seu processador de texto Witter, muito bom! O Gimp, outro programa livre maravilhoso para edição de imagem.

    Com tantos bons programas, por que eu compraria o Windows 10 ou o Photoshop? Não, não me agradaria mandar dinheiro do Brasil para Bill Gates.

    Se quiserem ser livres vocês também, comecem por libertar seus computadores. Usem Linux!

    • Miguel says:

      Epá, o custo do Windows já não é justificação. Essa já não pega. Agora tu usas o PC para texto e edição de imagem. Mas há tanta coisa que se faz com o PC. De que vale falar em liberdade no Linux, se ao instalar fico preso à incompatibilidade com os melhores programas para o meu trabalho (áudio profissional)? Usas Linux desde o ano passado? Coitadinho, ainda estás verdinho. Já uso há mais de 15 anos, e não uso agora porque não há aplicações para Linux. Simples

      • Samuel MG says:

        A incompatibilidade já não desculpa para não usar o Linux e quanto às aplicações que tal procurares na internet.

        • Miguel says:

          Epá, vivi estes anos todos errado. Ok. Então diz lá, como é que eu mantenho aplicações de áudio profissional a funcionar (aquelas que funcionam perfeitamente em Windows) com routing interno de informação áudio, drivers wasapi e asio a funcionar em simultâneo, com obs em multicam para o Zoom, mantendo, obviamente, abaixo dos 10ms de latência do som? Isto tudo com a estrutura de ficheiros dos vários daws sinconizados com o Onedrive para empresas. Não há milagres, há bibliotecas de som que não vão trabalhar. Há aplicações Daw que não funcionam direito, e não há possibilidade de trocar de aplicação, visto que são projectos conjuntos. O wine não é solução para tudo. Máquina virtual é para esquecer. Aconselhe-me por favor.

          • Telmo says:

            Estas a falar de compor musicas ou do quê?
            Instala o Ubuntu studio que já tens um ecossistema de áudio para coisas profissionais

          • Miguel says:

            Ubuntu studio? Tem lá umas aplicaçõezinhas, agora profissional, esquece. Para umas brincadeiras dá. Mas não tem bibliotecas profissionais. É a mesma coisa que comprar o kdenlive com Adobe Premiere…

  12. O Monstro Precisa de Amigos says:

    Acho delicioso que as pessoas, podendo usar Linux sem custo absolutamente nenhum, entrem em guerras de palavras infinitas para atacar quem usa… É como os browsers, qualquer um pode instalar Chrome, Firefox, Opera e por aí fora, tudo gratuitamente e sem provocar conflitos na máquina, mas cada um defende o seu navegador favorito cheio de raiva, como se tivéssemos de optar por um só. Na verdade, não acho “delicioso”, acho outra coisa, mas não vou dizer o quê 😀

    • Miguel says:

      Não concordo com a expressão “custo absolutamente nenhum”. O facto de não custar dinheiro, não signifique que não tenha custos. Custos esses de tempo, disponibilidade, pré-disposição e até, custo na fluidez de trabalho. Se eu tenho uma máquina Windows, a funcionar em pleno, estável, que demora 20 segundos a arrancar para eu trabalhar, a partir do momento em que decida instalar Linux, tenho que contabilizar as horas e até dias para colocar tudo a trabalhar, partindo do principio que é possível sequer colocar tudo a trabalhar, ou se vou ter que arranjar aplicações alternativas. Caso isso aconteça, há uma curva de aprendizagem para o workflow dessas aplicações, que tem de ser adicionado à contabilização do tempo de trabalho. Em suma, o custo Zero (em termos monetários) pode ter repercussões em dias ou semanas de trabalho, apresentando um custo elevado ao final do mês, porque há uma quebra clara de produtividade. Isso não é lá muito “delicioso”. Porque é que acham que ainda há tanta empresa com sistemas pagos? Está tudo relacionado com produtividade. Quer queiramos quer não, há muitas aplicações profissionais que , ou não funcionam em Linux, ou as alternativas são pobres, ou com Workflow fraco, tendo quebras astronómicas de produtividade, elevando o custo das empresas face ao trabalho gerado.

      • Matiofsky says:

        E o custo de instalar uma máquina Windows? Mantê-la a funcionar e segura? Dias para colocar uma máquina a funcionar em Linux? Em menos de uma hora, fiz o download da release da Linux (<2GB), preparei uma USB de instalação, instalei uma máquina com Linux Mint/Ubuntu e customizei com algum software… talvez a primeira vez demore 1:30H só para descobrir um post para guiar no processo e 20 must apps for Linux Mint/Ubuntu.
        Custo de productividade? Aqui a preparação é rei, ou existe, conhece e gosta do software para Linus ou não, neste último caso procure solução noutro lugar, o Linux não é para si!
        As coisas ficam mais simples ou pragmáticas no mundo Linux!

        • Miguel says:

          Você está a falar de um computador, uma pessoa. Eu estava a falar de uma instituição (neste caso, a universidade onde trabalho) . Onde há vários profissionais, de várias áreas, que trabalham em computadores, mas não são informáticos. contabilistas, recursos humanos, edição áudio, edição vídeo, laboratórios de ciências, gabinetes de psicologia, serviço social, gabinetes de gestão documental, gerência de stock, tesouraria, gabinete de aprovisionamento, etc, etc, etc. Os servidores são Linux (por isso não vou incluir) Isto tudo apenas numa instituição. Ao custo de manter máquinas Windows para o trabalho de gestão, máquinas Mac, para edição áudio e vídeo, tem que ser adicionado a produtividede de todos os trabalhadores (mesmo os que sempre trabalharam em ambiente Windows). Quando pensamos fazer transição de sistemas operativos a esta escala, tudo tem que ser pensado ao pormenor, porque há muitos trabalhadores que não são informáticos, nem sequer têm obrigação para isso. Realmente o Linux torna tudo muito simples e pragmático, ao ponto de simplesmente não se adoptar porque não compensa o esforço. Eu uso Linux, e sempre irei usar, mas para o meu trabalho, não funciona, exactamente porque o software que tenho de usar não existir para Linux. (Pro tools, komplete, arturia colection, studio one, Adobe premiere, after effects, Sony vegas, hitfilm, presonus notion, Avid Sibelius, Finale, Handbrake, etc. Não me diga que existe alternativas, porque tenho de usar estes, não outros. E mesmo que encontrasse mecanismo para colocar isto tudo a funcionar em Linux, a probabilidades de correr sem falhas (com a estabilidade do Windows 10 ou do Mac OS) é difícil, porque o Wine é limitado, e obviamente que tem as suas falhas. Logo, o Linux é para mim, mas não é para o meu trabalho, ou para o trabalho de muita gente. É que como funcionário, tenho uma conta onedrive de empresa com todas as aplicações da suite office e 1Tb de espaço na cloud. Isto porque a licença Campus que a instituição superior tem, permite dar isso a todos os funcionários e alunos. Estamos a falar de uma realidade de 3000 pessoas. A relação custo/benefício que a Microsoft oferece é realmente de pensar duas vezes, antes de levantar uma onda contra a Microsoft. Há prós e contras, é preciso dosear.

          • Matiofsky says:

            Uso o O365 na minha empresa e talvez tenha sido um dos maiores passos da MS, a seguir a ter lançado o Windows, os utilizadores precisam de um ecossistema para colaborarem, neste caso aberto, não como o da Apple.
            Porque é que a MS está a apostar no Linux?

          • Telmo says:

            Uei e quem disse que não há aplicações alternativas?

  13. zé pinto says:

    Se o Linux tivesse browser , sandbox ou outro software que permitisse acesso seguro à banca online, a Microsoft poderia preocupar-se…..

  14. Chauke Stephan Filho says:

    Se o que diz Miguel estiver correto, o logiciário livre não é livre. De qualquer forma, deve ser livre.

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