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China: Linux pode substituir o Windows dentro de 3 a 10 anos


Autor: Marisa Pinto


  1. whatever says:

    This sounds familiar…

  2. Zakarum says:

    Apenas não percebo porque é que a UE e Portugal por sua vez, não seguem o mesmo caminho.
    Para quê pagar licenças do Office e Windows, e pior, usar Windows em serviços como as finanças e segurança social, dando os dados de milhares de portugueses a empresas como a MS, quando temos uma solução gratuita e livre para fazermos o que queremos e como queremos sem termos de depender de terceiros, nomeadamente corporações como a MS, Google, Amazon, etc.

    Honestamente não percebo o porquê de andarem a gastar o dinheiro dos contribuintes ao invés de investirem em Linux para termos alguma independência no que toca às TI deste país…

    • Bob says:

      Talvez pela mesma razão que, muitos dos Países ou concelhos que decidem atirar-se de cabeça para 100% , depois voltam para trás.

      Não confundir servidores e onde os serviços correm, com um OS que vem com a máquina.
      Tudo tem um custo. Ou o pagas logo de inicio, ou vês o custo real de algo que é gratuito, mas o utilizador base desconhece por completo.

      Um decisão dessas tem de ser bem estudada. Só ser open source, não quer dizer que no final fica mais económico.

    • Rui Leal says:

      Já outros países tentaram fazer (Alemanha, por exemplo) e depois reverteram. Em alguns casos porque tiverem problemas inesperados, mas na esmagadora maioria dos casos parece ter sido devido a pressões. Num país em que a Microsoft tem uma boa presença (como em Portugal), há pouco interesse político em tomar decisões contrárias às expectativas da Microsoft…

      É preciso não esquecer que quando o OpenDocument (standard para documentos) foi criado, houve relatos de pagamentos “por debaixo da mesa” da Microsoft a pessoas com poder de decisão desse standard e aconteceu algo inédito e caricato, que o foi o passarmos a ter dois standards, o OpenDocument e os formatos proprietários da Microsoft, que passaram a “open-source”, mas com especificações ambíguas de mais de 3000 páginas que tornam muito complicado a outras empresas implementarem o formato nas suas aplicações, o que permite a continuação da dependência da solução Microsoft Office.

      Uso Linux (Ubuntu) em casa e trabalho há vários anos, em ambiente desktop e servidor e a diferença de desempenho e downtime devido a problemas inesperados, updates longos e problemáticos e experiência na óptica do utilizador, não têm comparação possível, com uma forte vantagem para o Linux. Por algum motivo a Microsoft está apresentar uma distribuição server em Linux… é o futuro, não lhes compensa manter o Windows, especialmente a versão servidor.

    • Woot! says:

      Como se o office e o windows fossem as licenças mais caras das empresas. Além disso claramente estás away da realidade. Uma grande percentagem dos programas utilizados só funcionam em windows. Migrar para linux não é apenas um SO, é uma panóplia de programas, integrações e desenvolvimentos à medida. Em cima disso tens os utilizadores dos sitemas que têm de se adaptar ao novo SO.

    • Woot! says:

      Como se o office e o windows fossem as licenças mais caras das empresas. Além disso claramente estás away da realidade. Uma grande percentagem dos programas utilizados só funcionam em windows. Migrar para linux não é apenas um SO, é uma panóplia de programas, integrações e desenvolvimentos à medida. Em cima disso tens os utilizadores dos sitemas que têm de se adaptar ao novo SO.

      • Sonecas says:

        Uma grande percentagem só funciona em cima de Windows? Software legacy, e mesmo esse…
        Se uma empresa decide ter a maioria do seu software desenvolvido em C#, é normal que só corra em Windows, mas se optar por outras linguagens, a transição não é muito complicada.
        No sector bancário em pt chega a ser parvo a dependência do Windows, até tenho vergonha de dizer que ainda hoje se usa VB, por exemplo…

  3. TT says:

    …. ahahahhahahahah! Ai, ai, outra vez este filme! =) Ahahahah!

  4. Samuel MG says:

    Lá vai baixar a percentagem da utilização do Windows e aumentar a do Linux. Mais um país a livrar-se da espionagem por parte do EUA. Eu já me livrei.

    • Samuel MG says:

      Pelo menos no portátil que é o único PC que tenho.

    • Alisson says:

      Se livrar da “espionagem” dos Estados Unidos pra se tornar um escravo de um país comunista?
      Obrigado, mas prefiro ser “espionado” pelos EUA.
      E outra, é China meu amigo, vc acha mesmo que trocar o Windows pelo Linux é uma opção? Na China vc não tem liberdade a nada.

      • Carlos Fernandes says:

        se utilizares um sistema opensource, sim tens mais liberdade. Googla FOSS

      • Avlis says:

        +1, fartam-se de criticar os produtos Ocidentais, feitos em países democráticos, são uma cambada de hipócritas, mas enaltecem um país que é uma ditadura, reprime o seu povo, os vizinhos e não permite a liberdade de opinião. É engraçado, nesse pais, Facebook, youtube, Instagram, etc, são proibidos, mas os embaixadores da China, para criticarem as opiniões que alguns países, (Austrália, EUA, Japão, Brasil, etc) tomam contra a China fartam-se de utilizar essas redes, proibidas na China.

        • Rogério says:

          O Linux é agnóstico e apartidário.

          No entanto, o Linux que distribuirem lá não é boa ideia usar.

          Tanto o GNU/Linux como o BSD não têm backdoors pre-instaladas, e daí a China entre muitos outros (https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Linux_adopters), escolheram promovê-lo.

          As distribuições é que podem colocar, como deve ser o caso da distribuição que o CCP recomendar.

          Se se escolher por uma base confiável (p.ex. o Debian, OpenSUSE, Fedora, ou Slack), é certo que isso só conectam às páginas/ servidores a que o utilizador tem intenção de conectar.

        • Felipe Cardoso says:

          +1

      • VaGNaroK says:

        Mesmo que o cara more na china, pelo menos no sistema operacional ele tem liberdade, pois pode muito bem instalar uma distro que não seja chinesa, e isso existe aos montes. O governo não vai prender um civil por ele instalar uma distro diferente no computador pessoal, que ele mesmo comprou com o próprio dinheiro.

        • Zé Duarte says:

          Não vai? Não tens noção p o que se passa na China. Eles FORÇAM pessoas a instalar apps nos smartphones para serem espiados. Achas que o governo chinês vai deixar usar qualquer linux?
          Se a polícia te apanha na rua com um portátil eles podem obrigar-te a mostrar que SO usas e ainda levas multa de não for o deles

  5. Rui Miguel Martins da Palma says:

    O Windows só é a plataforma mais usada do mundo em computadors pessoais, a nível geral esse título pertence ao Linux. Quando estamos na internet estamos a usar o Linux no qual a grande maioria dos sites e de toda a infraestrutura da rede corre. Quando usamos um telemóvel Android estamos a usar Linux. Fora uma miríade de aparelhos inteligentes com kernel Linux que as pessoas usam.

  6. Joselito says:

    Open-Source mais uma vez ajudando genocida! Parabéns Linus, esse é o legado da sua vida!

  7. Pedro Simões says:

    Falou pouco, mas deveria ter ficado quieto.

  8. Milhais says:

    Mas o que isso tem haver?? Então ate agora por usarem Microsoft estava tudo bem? E com cada personagem…

  9. Miguel Costa says:

    Quando conseguirem uniformidade no suporte de drivers (ou passe tudo a ser feito offsite, como os periféricos), talvez seja possível. Até lá, não passa de uma utopia.
    Além disso, notem que não é dito que o UOS será gratuito…

  10. José António Ventura da Silva says:

    Gosto muito do Linux. Mas esta é mais uma noticia igual ha que dizia Harmony OS que substituia o Windows ou o Android, só bluff

    • Zakarum says:

      Honestamente espero que o harmony falhe e a China acabe por optar pelo Linux. Um kernel híbrido como o Linux bate kernels monolíticos como o do Windows e os micro kernels como o caso do harmony. Além disso, é sempre mais desenvolvimento e poder para a comunidade Linux

      • Carlos Fernandes says:

        Mas olha que a Microsoft, já tem muito kernel linux embutido.

        • Rogério says:

          O que não faz diferença.
          Se o teu Windows tiver um vírus é confiável? Não.
          Da mesma forma que um kernel Linux com o restante stack ‘de código fechado’ do Windows não o é.

          Ter Linux, e emular Linux não é o mesmo que ‘ser o Linux’

      • Rogério says:

        > é sempre mais desenvolvimento e poder para a comunidade Linux

        Nem sempre mais é melhor. Lembra-te que a Microsoft pertence à Open-Source Foundation e é difícil dizer que a sua influência tem sido positiva.

        Pensa no exemplo do Ubuntu que integrou buscas na Amazon (entre outras) no Unity, o que fazia com que cada vez que seja iniciado um programa ou seja procurado um ficheiro no computador.

        Pensa em como a maioria dos browsers verifica se um site é malware enviando o URL do site para os servidores da Google ou Microsoft, em vez de o fazer através de listas instaladas localmente.

        Agora mete a China a influênciar esse tipo de serviços online ‘convenientes para o utilizador’ em parte dos projetos em que participa.

  11. Nuno José Almeida says:

    Falta o M$ Office para Linux. Já vi a M$ mais longe disso.

    • Zakarum says:

      Nunca precisei. Libre Office chega e sobra. Tenho 30 máquinas no meu local de trabalho, todas a correr Linux e com o Libre Office e no active directory dum servidor Windows (apenas porque temos software específico que necessita de tal), fora isso, tudo Linux

    • Carlos Fernandes says:

      Na china eles tem o WPS, muito próximo do MS Office

  12. Fiu says:

    Sabem lá o que é que vai acontecer daqui a 10 anos…Muito gosta esta gente de fazer previsões de décadas para encher chouriços…

  13. Bob says:

    Em 16 comentários, parece que todos estão a falhar em perceber uma coisa muito simples.

    A China, que já gosta de controlar todos os acessos de qualquer dispositivo dentro do País à WAN, com a sua “great firewall of China”, obviamente que também quer um sistema operativo para os PC’s, no qual sabem todo o source code e também o controlam.

    Este já é um caminho começado à algum tempo, e só vai servir para ter mais censura dentro do País.
    O interesse aqui não é mudanças de custo, mas sim controle.

    • Hugo Monteiro says:

      Muito bem Bob. Para mim acertaste no ponto fulcral.

      • says:

        Julgo que é um ponto válido, mas não é o único. A China já tinha proibido o Windows 8 (e subsequentes) em todos os computadores estatais devido à excessiva componente online (e as críticas de ser um SO spyware, ressonadas inconsequentemente nos restantes países).

        Ter as comunicações de um país a serem potencialmente usurpadas por um sistema operativo que não controlam, é um risco estratégico a evitar.

        Essa questão de prudência serve tanto para a China como para os restantes países, tanto em relação ao Windows (por um lado), como em relação à ZTE e Huawei (por outro).

    • Jorge Costa says:

      Obviamente…. O problema não está na qualidade dos sistemas mas sim por questões políticas.

    • Carlos Fernandes says:

      Acho que falhas tes no ponto central, pois a China não gosta de controlar, ela já controla. Julgo que o ponto central é não ficarem dependentes de um programa que não controlam. Com um sistema linux, criado ou adptado por eles, como está indicado no post, podem controlar ainda mais. Assim como eles todos os outros países pretendem controlar o que os cidadãos fazem, vejam a www não universal, mas desfragmentada.

    • Avlis says:

      Em cheio. Eu sou da opinião que se a China não deixa os consumidores ter livremente as redes que querem, como em qualquer pais democrático, deviam sair todos da China, eles que criassem os seus produtos e se desenrascassem. Apesar de não gostar de muitas das atitudes do Trump, ele foi o único que fez frente à China nos últimos anos e tomou medidas para a conter. Vejam o que eles pretendem fazer no Mar do Sul da China,

  14. Rui says:

    Enquanto o MS Office e o Gaming em geral não for 100% compatível com Linux, qualquer transição é uma utopia, infelizemente. É “apenas” por isso que a quota, e mesmo o grande investimento corporativo em Linux não aumenta.

  15. wayne rooney says:

    os jogos no linux a maior pedra no sapato sem eles rodarem bem nesse sistema fico por o windows ponto fina

  16. Alexandre says:

    O que me deixa longe do Linux (Ubuntu) é a Adobe Creative Cloud. Se ela for para o mundo Linux ai acaba de vez a hegemonia do Windows.

  17. Miguel says:

    Quais as reais vantagens do linux? Eu uso windows e linux, e sinceramente não encontro vantagens reais no linux.

    • Paulo says:

      Para mim pessoalmente é a estabilidade do sistema, a capacidade de personalização do mesmo e os baixos recursos que consome, embora que neste ultimo ponto possa haver diferenças grandes mediante o ambiente gráfico que se utilize (Gnome, KDE, XFCE etc). Podia também juntar o facto de ter acesso ao código fonte de 90% das aplicações que existem para Linux, da rapidez na correção de vulnerabilidades do sistema e, principalmente da entreajuda que existe na comunidade Open Source em geral e no Linux em particular.

  18. Fulano says:

    Daqui a 3, 5 ou 10 anos lembrem-me de que o Windows continuará em mais de 80% dos computadores.

  19. jorge says:

    Sera que os EU nao controlam também o Linux, pois o seu fundador vive nos EU, e tem cidadania americana.

  20. Leitor says:

    Só espero que eles não comecem a fazer contribuições para o kernel…

  21. Sardinha enlatada says:

    Se eu fosse programador iria fazer todos os esforcos para criar softwares especificos e que atendessem a maioria do tecido empresarial para linux. E claro que isto e complexo de reverter , uma vez que sao os patroes que decidem o rumo se querem dar ou nao suporte a determinados softwares. Uma vez vi uma discussao de pessoal que estava a argumentar por um lado para o pessoal da adobe fazer uma versao do photoshop para linux, e do outro lado argumentavam que nao valia a pena porque nao havia pessoas a usa-lo. E alguem respondeu e com razao. Nao usam porque nao existe. A questao dos softwares vai ser sempre uma luta, e quem esta a ganhar e o windows infelizmente. Devido ao comodismo das empresas e tambem por nao fazerem esforcos para se dedicar ao linux. Mas agora fica uma pergunta no ar. Sera que governos (com tomates) nao poderiam criar um decretro e “obrigar” essas tais empresas a dar suporte a determinados softwares que atingem um publico alvo ?

    • Rogério says:

      Concordo que existe um grande mercado para software para Linux. O problema principal é que para evitar a perda de propriedade intelectual muitas empresas fazem software de código fechado e com gestão via DRMs.

      O Linux é um sistema desenha a favor do utilizador e não do programador. Parte das proteção de segurança e privacidade impedem o funcionamento correto dos sistemas DRM de que os modelos de comercialização de software fechado dependem.

      A única forma de um estado “obrigar” é financiando a produção de software para Linux. Para isso bastava reunir-se recursos de países que perdem dinheiro com licenças de software (como é exemplo Portugal) e financiarem uma empresa que produza o programa pretendido em código aberta.

      Mesmo que não fosse bem sucedido inicialmente poderia ser sempre continuado mais tarde, e facava como património para todos usarem livremente. O melhor exemplo deste modelo é o LibreOffice.

  22. Raphael says:

    Creio que isto acontecerá, pois eu fui um dos que fizeram a troca… Estou muito satisfeito com o Mint.

  23. João Rainha says:

    A questão não é se vai, é dar tempo, porque vai ser, 1 ano 10 anos, vai ser, as empresas tecnologicas, microsoft e companhia, não querem, e isso e que impede, pkp

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