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TrustPid: Vodafone cria “super cookie” que não pode ser bloqueado

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. LA says:

    Tal engraçadinhos, que eles são.

  2. Redin says:

    Nunca tive qualquer indício ou vontade de abandonar a Vodafone, mas parece que estão a arranjar forma de o conseguirem.

  3. Amilcar Alho says:

    PP, hein??!! “em parceria com a junto com a Deutsche Telekom”
    O almoço foi bem “regado”?!! :D: D

  4. Oscar Alho says:

    ‘Para tentar manter a internet “gratuita”, a Vodafone criou o TrustPid. ‘
    A internet não é gratuita, todos pagamos o acesso que permite aos operadores manterem os seus equipamentos de rede, pagamos para manter o sistema de DNS, pagamos para manter o nosso equipamento de acesso À rede ligado (modems/routers) apesar de serem das operadores, etc… Pagamos com publicidade para acedermos à maioria dos sites privados (tal como este).

    É só mais uma forma de obterem lucros com os nossos dados.

    • Redin says:

      Ainda se fossem só com o objectivo do lucro, estariam no direito deles. A questão é obterem mais controlo.
      É como a história das CBDCs. Eles oferecem com elas tudo e um par de botas mas depois passamos a ser máquinas.
      Sempre que puderem nas redes sociais abatam toda e qualquer ideia sobre CBDCs

    • Louro says:

      Pagas pelo accesso ao teu operador sim, mas gostava de saber quanto é que pagas por DNS…

  5. AlexX says:

    “Aqueles que controlam os dados controlam o futuro, não apenas da humanidade mas o futuro da vida em si mesmo. Porque actualmente, dados são o ativo mais importante no mundo.” Yuval Harari há 4 anos no WEF.
    Ser internet gratuita é só uma desculpa desviante, é igual para todos, quem paga pode não levar com o trustpid mas leva com outra coisa qualquer. Enquanto não for uma chapada duma mão Invisível por cada vez que abro uma página com informação que não é suposto saber, “sinto-me com sorte – google”.

  6. Atento says:

    O argumento de “para manter o acesso gratuito” ainda é pior que a propaganda russa. O acesso à internet é pago e bem pago.
    No que me concerne, vou tentar bloquear. Já há alguma informação sobre a utilização de VPN com DNS integrado. O futuro dará respostas.
    Como nota de rodapé, diria que isto coloca os ISP num novo nível de escrutínio relativamente ao cumprimento das regras de proteção de dados.

    • Zé Fonseca A. says:

      Nao vai contra o GDPR, é tudo anónimo na mesma.
      Vpn com dns resolve o problema até também os vpns providers passarem a incluir o mesmo sistema.
      Nada como mixed networks, quem usa e percebe sabe que esse é o futuro e que até a rede Tor vai cair em desuso.

      • Castro says:

        O GDPR não se resume à questão de “anónimo”, já que, por exemplo, também diz que o tratamento de dados recolhidos requer consentimento do utilizador. Ora, se não houver forma de desligar isto, é fácil de argumentar que está contra a necessidade de consentimento, já que a Vodafone vai estar a associar uma nova identificação ao cliente, que irá partilhar com outras empresas.

        • Zé Fonseca A. says:

          Já acontece de outras formas,
          a única diferença é que esta é mais precisa e mais abrangente.

          • Castro says:

            o que acontece de outras formas ou é no marketing interno dessas empresas (para o qual até dás autorização), ou é em obrigações impostas por lei.
            O que fariam com isto é completamente diferente, e põe em causa a privacidade de forma generalizada, exactamente pela partilha duma identificação com outras empresas sem autorização, permitindo seguir toda e qualquer actividade na internet.

  7. Manuel says:

    Será um estrondoso sucesso. Mark my words.

  8. Comentador profissional says:

    Em termos práticos como isto funciona? Interceptar HTTPS não me parece fazível, implicaria meter um cert root no telemóvel (para fazerem de man in the middle) ou arranjar forma de costumizar um browser por forma a injectar algo antes da encriptacao. Outra forma pode ser associar o IP a um número de telemóvel, o que implicaria um canal de comunicação entre o site e a Vodafone: “dá-me o ID associado a este IP” mas isto seria resolvido com uma VPN (que segundo o site do trustpid não seria eficaz).
    Umm não estou a ver, alguém com alguma ideia de como eles pretendem que isto funcione mesmo com VPN?

    • Buracos Bugalhos says:

      Posso dizer que nem com VPN, entrando noutro pc com rede TOR ficas protegido, bem podem tentar.
      Esse ID percorre tudo, já que fica depois incluído nos pacotes
      É melhor nem falar mais

      • filipe amaral says:

        Pegando no site official:
        “Your mobile number and IP address will be used by your network provider, e.g. Vodafone or Deutsche Telekom, to generate a pseudonymous network identifier based on which we generate your pseudonymous unique token (“TrustPid”). The IP address is considered traffic data. Traffic data is personal data processed while delivering a telecommunications service.

        Apenas estão a criar um token a partir do número / telemóvel.

        Qual é a fonte da informação sobre desses headers ?
        Os browsers funcionam na camada mais alta, nunca na vida conseguiriam esses pseudo headers.
        Ainda que existissem, poderiam ser removidos por uma VPN.

        É um comentário de quem não tem noção como a informação circula nas redes….

  9. Samuel MGor says:

    Eu ia mudar da NOS para a Vodafone ainda este ano mas com isto invés da Vodafone vou para a MEO. Pelo andar da carroça, acho que Vodafone por isto em toda a Internet que providencia.

  10. Tiago Rodrigues says:

    Invés de investirem na formação dos seus funcionários e na qualidade da rede/serviços, criam isto…

    Não admira que a Vodafone seja a operadora com mais reclamações no 1.o trimestre…

    A impunidade é tanta, que dizem que foram alvo de um ataque terrorista, sem existir qualquer resultado de uma investigação…

    Eles fazem o que lhes apetece!

  11. Mig-21 says:

    Isto não é o que a verizon andou uns anos a fazer? incluia nos requests uma header que identificava o utilizador?

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