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Portugal: voto eletrónico pode chegar em breve. O que falta para ser finalmente implementado?

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. AlexS says:

    Não. Muito perigoso.

  2. Carlos says:

    Se queremos dar voz aos nossos emigrantes, temos de implementar o voto electrónico remoto, apesar dos riscos inerentes.

    • Joaquim M says:

      O risco não compensa.
      Não podemos brincar com as votações e além disso o fator confidencialidade ficará sempre comprometido.

    • Joana Marques says:

      É impossível garantir anonimato e auditabilidade ao mesmo tempo, e como o próprio artigo diz, qualquer dúvida pode-se impugnar a eleição, e se tiveres o anonimato garantido, não auditas, apenas recontas e o resultado será sempre o mesmo.

      • Bino says:

        Certamente complexo, mas não creio que impossível.

      • Zé Fonseca A. says:

        Joana, precisas mesmo de ir estudar..

        Aprende: https://eprint.iacr.org/2024/1003.pdf

        Até um tuga com pouco conhecimento técnico fez algo básico para a sua tese de mestrado que lhe deu 18 valores:
        https://ubibliorum.ubi.pt/server/api/core/bitstreams/5c17ced9-a01d-4cb2-a948-d0cebf9bf9ba/content

        Estudem.. zkp e-vote

        • Joana Marques says:

          Já te falei nisso no meu outro comentário. Parece-me que ou é marrento, limitado ou és mesmo palerma.

          No primeiro documento, temos 2 pontos críticos:
          1. Terías que acreditar que as chaves criptográficas não estão comprometidas (isto é comum a todas as abordagens)
          2. O facto de dares chaves falsas para utilizares se tiveres a ser coagido, é igual a dizeres aos ladões o teu pin falso do multibanco. Achas mesmo que impediria a coarção de votos?
          3. O voto sem ser presencial em urna, NUNCA garantes o livre voto, logo é contra a constituição
          4. O facto de poderes confirmar o teu voto após votares, abre a porta para venda de votos e poderes comprovar que votaste no candidato A para ser recompensado.

          No 2º documento:
          1. Terías que acreditar que as chaves criptográficas não estão comprometidas (isto é comum a todas as abordagens)
          2. Sem teres a garantia que o teu voto no candidato A não vai parar ao candidato B, já é uma falha grosseira de confiança
          3. Quem administra este sistema, tem a possibilidade de associar o voto ao cotante sabendo a quem pertence a “carteira digital” utilizada no processo. Outra falha grave.

          • Zé Fonseca A. says:

            1. mas quais chaves criptograficas? tens computação quantica? só este ponto revela que não percebes nada de tecnologia
            2. 3. 4. a coação pode acontecer em qualquer cenario, alguém pode ter raptado a tua familia para te obrigar a ir à urna votar, ou podem estar até a fazer chantagem de divulgar algo, é irrelevante se é presencial ou online, nada tem a ver com a tecnologia, logo irrelevante

            doc 2, como disse o moço é fraco tecnicamente, tem poucos conhecimentos e associou o sistema de e-vote sobre ethereum que não tem nexo nenhum usares uma chain já existente para isso, imagino que o tenha feito para prova de conceito, também conheço orientador do moço e é fraquinho.

            como te disse noutro post, já existem dezenas ou centenas de use cases com isto implementado, zksync, sartknet, dydx, Aave, aztec, todas usam zkrollups, zkbridges ou zkvms nos seus circuitos, maioria das DAOs que conheço também usam ZKP para as suas votações, tudo auditado e rastreavel por empresas de segurança independentes com validação aritmetica (não é possivel enganar a matematica).

            a minha vida é cibersegurança, na minha empresa criámos zkp para suporte a processos internos que queriamos manter anonimizados, é possivel, é seguro, tem provas dadas em DeFi com biliões em activos e em DAOs, já existem provas de conceito implementadas para sistemas de e-vote, tentar argumentar contrário é não perceber nada do que se fala e nem sequer conhecerem o mundo tecnologico.

            se não sabes, estuda mais, mas não teimes com quem faz disto vida, muito menos faças copy paste de disparates pegados do chatgpt

          • Zé Fonseca A. says:

            1. mas quais chaves criptograficas? tens comptação quantica? só este ponto revela que não percebes nada de tecnologia
            2. 3. 4. a coação pode acontecer em qualquer cenario, alguém pode ter raptado a tua familia para te obrigar a ir à urna votar, ou podem estar até a fazer chantagem de divulgar algo, é irrelevante se é presencial ou online, nada tem a ver com a tecnologia, logo irrelevante

            doc 2, como disse o moço é fraco tecnicamente, tem poucos conhecimentos e associou o sistema de e-vote sobre ethereum que não tem nexo nenhum usares uma chain já existente para isso, imagino que o tenha feito para prova de conceito, também conheço orientador do moço e é fraquinho.

            como te disse noutro post, já existem dezenas ou centenas de use cases com isto implementado, zksync, sartknet, dydx, Aave, aztec, todas usam zkrollups, zkbridges ou zkvms nos seus circuitos, maioria das DAOs que conheço também usam ZKP para as suas votações, tudo auditado e rastreavel por empresas de segurança independentes com validação aritmetica (não é possivel enganar a matematica).

            a minha vida é cibersegurança, na minha empresa criámos zkp para suporte a processos internos que queriamos manter anonimizados, é possivel, é seguro, tem provas dadas em DeFi com biliões em activos e em DAOs, já existem provas de conceito implementadas para sistemas de e-vote, tentar argumentar contrário é não perceber nada do que se fala e nem sequer conhecerem o mundo tecnologico.

            se não sabes, estuda mais, mas não teimes com quem faz disto vida

          • Joana Marques says:

            Esse teu primeiro ponto é ridículo. Com a votação presencial e física não podes provar que votaste num candidato (só se tirares uma foto do boletim), ter a tua família sob sequestro não vai dizer nada aos sequestradores que votaste no candidato A ou B.

            Meu menino, sabes o que são chaves criptográficas? puf, por acaso pensei que fosses um bocado melhor…

            Quem falou de uma chain já existente de Ethereum? É só curto circuitos desse lado.

            Mantendo o “anonimato – rastreabilidade – certeza que o voto no candidato X – auditabilidade” falhas na legislação de votações. Por outro lado se quebrares um destes elos, não tens auditabilidade do processo. Apenas do antes e do depois. Vai ver os os relatórios da US National Academy of Sciences ou da German Chaos Computer Club, entre outros.

            Mais uma vez, comparares o sistema financeiro (com os teus bilhões) a um sistema de votação, é não entenderes o processo no seu todo. Só te fica mal.

          • Zé Fonseca A. says:

            tens aí provas dadas, já te disse para estudares, são várias dezenas de projectos em uso no mundo real e a serem auditados a cumprir regulaçao financeira imposta nos USA, nada de tretas europeias.
            preferes ignorar o concreto e andar em achismos é contigo.
            estudasses

          • Joana Marques says:

            E pah! Não te ridicularizes mais. Não compares o mercado financeiro com a complexidade inerente de uma votação política.

        • Joana Marques says:

          Neste os pontos críticos são:
          1. Terías que acreditar que as chaves criptográficas não estão comprometidas, no entanto, como a velocidade de processamento que temos hoje, seria muito difícil gerar muitos boletins falsos em tempoútil, mas nem que seja um, já pode ser impugnada toda a eleição.
          2. O voto sem ser presencial em urna, que é o objecto deste estudo, NUNCA garantes o livre voto, logo é contra a constituição
          4. Não consegues confirmar se o teu voto foi realmente para o candidato que escolheste, logo, não é auditável a 100%

          • Zé Fonseca A. says:

            ler comentario acima e estudar

          • Zé Fonseca A. says:

            4. falso e auditavel, estuda merkle proof ou merkle root tree validation

            nem sei porque ainda me dou ao trabalho de responder a pessoas com nivel de matematica do secundário

          • Joana Marques says:

            Tu pensas que estás a falar com alguém que é leiga no assunto de votações digitais.
            1. A “merkle proof ou merkle root tree validation” mantém a integridade depois do voto entrar na blockchain. Além disso estar resolvido na maiorias das abordagens. Ela apenas prova que um dado exacto está na árvore. Não prova se esse dado é um voto válido ou fraudolento antes de entrar na chain.
            2. Se rastriares o voto no “cantidato A” na chain por um hash, abres portas aos votos vendidos ou coersivos.

            Pega na lei eleitoral e resolve todos os pontos com tecnologia. Vais ver que não é assim tão directo.

          • Zé Fonseca A. says:

            meh..

            as leis ajustam-se, lá por viver no restelo e ser velho não faz de mim um velho do restelo

          • Joana Marques says:

            Podes alterar a lei sim, mas não podes desvirtualizar o processo eleitoral. Se abrires falhas para possíveis fraudes, elas vão acontecer.

            Podes até alterar a lei para votar só as pessoas que nasceram em anos impares, vai estar certo pela lei, mas o processo democrático perdeu-se. E isso não pode ser alterado.

            A ganância de colocar tudo digital só deve ser aplicada onde se consegue, e deve ser amplamente difundida. Num processo eleitoram não. Ponto final

            Como já referi, existem outros caso que não, que é o caso dos jogos de azar. Têm que ser mecânicos.

            termino por dizer que isto nada tem a ver vom velhos do restelo ou resistência à mudança, mas sim a aplicabilidade ou não.

    • Manuel da Rocha says:

      Seriam 800000 milhões, de eleitores, a votar.
      Não notou, que nas legislativas 729434 emigrantes votaram. Nas presidenciais, foi batido, o recorde com 202958 eleitores.
      Os líderes, locais, dizem que é por ser voto, por correio e ser voto presencial… se fosse electrónico, seriam 800000 milhões, a votar na mesma candidatura.

  3. Tug@Tek says:

    Por muito que eu gostasse de votar no conforto do meu sofá, quem conhece minimamente a tecnologia sabe que nada é 100% seguro e muito menos confidencial.
    Dois requisitos básicos em meu entender para que o voto eletrónico seja possível.
    Ser feito digitalmente nas mesas de voto, com a colocação da contraprova física de papel em urna. Talvez!
    Mas existe sempre a outra questão, a confidencialidade.
    Por mais que o software seja certificado e auditado, a partir do momento que tenho de me identificar para votar e a seguir voto nunca será 100% confidencial. Basta a máquina estar infetada, por qualquer vulnerabilidade…
    Seguro, seguro, será sempre em papel…

    • zzz says:

      separas o processo de identificação do processo de voto. tal como acontece fisicamente. o processo de identificação valida a pessoa e dá acesso a um token para votar. esse token não volta ao processo de identificação. não existe correlação. isto dentro da mesma caixa de voto. agora o voto à distancia, isto é, no nosso PC, isso sim… acho mais complexo… acho que tb é possivel mas tem os seus desafios !

      • Joana Marques says:

        Mesmo fazendo esse token, como garantes que não sejam criados vários tokens válidos e ser adicionado votos fraudolentos, mas completamente válidos do ponto de vista matemático?

        Se não podes ter associação entre “Votante => token => Voto” qualquer recontagem seria apenas correr os calculos matemátivos novamente e o resultado será sempre o mesmo.

      • Manuel da Rocha says:

        Um desses token, regista 9999999 votos.
        Quando vão fazer, a contagem, alguém tem 70 milhões de votos, o segundo tem 3840. Votaram 12000 pessoas.
        Como vai definir, onde foi a falha? Ou anula os 12000 votos ou valida os 70012000

        • Diogo says:

          1 token 1 voto, teria de ser verificável. Qualquer sistema pode conter bugs ou sofrer anomalias.

          • Joana Marques says:

            Pois, mas 1 voto a mais ou a menos (por bug ou fraude) pode impugnar a eleição completa.

            Por outro lado poderias ter mais votos fraudolentos e validados na mesma digitalmente.

    • Joaquim M says:

      Voto presencial em “urna eletrônica”, 100% desligada a internet é possível fazer com 99,9999% de confiança, mas será que vale a pena inventar para conseguir ter os resultados eleitorais uma hora antes?
      Será que uma hora fará diferença em mandados de 4 e 5 anos?

      • Tug@Tek says:

        Na minha opinião não, mas podemos ver a questão por outro lado, hoje, se não estou enganado são 6 pessoas em cada mesa de voto, talvez aqui se reduzisse custos nas eleições.

        • Joaquim M says:

          As urnas eletrônicas custariam muito mais do que as tais 6 pessoas, que teriam de continuar a existir

        • Manuel da Rocha says:

          Numa empresa, com quem trabalho, há máquinas dessas. Custaram 623000 euros, cada uma. Em cada eleição, precisam de 90000 a 200000 euros, em manutenção e actualização.
          A empresa diz que é mais caro, mas facilita e acelera, a votação, pois são 50000 accionistas.

      • Sarcasmo says:

        Era só para poupar no papel como já acontece nas receitas médicas.

      • PTO says:

        Voto eletrónico presencial? Se tenho de ir lá e tenho, prefiro votar em papel. Mais seguro e verificável.

      • Piedade Soares Ly says:

        E a problemática de quem é emigrante?
        Fica completamnete esquecida!
        Uma abstenção estratosférica de 96 %. Devido às distâncias dos locais de voto, mas também e muito à falta de civismo, ao desinteresse pelo que se passa no país, à pouca informação, à desinformação, etc, etc.

  4. O Pratico says:

    Blockhain

    • Inculto says:

      Esquece isso…um atacante no meio do caminho (man-in-the-middle) pode interceptar ou bloquear a conexão (principalmente em redes Wi-Fi públicas ou provedores maliciosos) e mudar o coro antes da assinatura digital…

      • Joaquim M says:

        Obvio.
        Acham mesmo que todos os cidadãos vão realizar o seu voto em redes e dispositivos protegidos?
        A maioria vai usar redes WIFI publicas ou residências sem qualquer tipo de proteção.

  5. Ruben says:

    Temos cartão de cidadão eletrónico… com uma base de dados e código de inserção analisado por pessoas de varios partidos / independentes… não ha muito como falhar.

    • Joana Marques says:

      Não pode haver associação possível entre o voto e o indivíduo. Logo todo o processo cai por água a baixo

      • Zé Fonseca A. says:

        Uma coisa é autenticação, outra é voto.
        Tanto ChatGPT e ainda não aprendeste nada sobre zkp?

        • Joana Marques says:

          Essa dos prompts e gpts já está a ficar rídicula para o teu lado. Estou a rebater com os meus anos de estudo sobre o assunto (cerca de 7 anos).

          Agora vamos fazer um exercício. Imaginemos que são promts. Faz tambẽm os teus e rebate o que estou a dizer, ponto a ponto.

          • Zé Fonseca A. says:

            eu não sou estupido.. além que bastava 1h de estudo sobre zkps para pelo menos entender a coisa.. até nem precisas de ser muito abrangente, basta ires à rama de zkrollups, zkbridges e zkvms.

          • Joana Marques says:

            Oh pah! Já te respondi isso a cima… outra vez a mesma lenga lenga…

          • PTO says:

            Joana, ele manda postas de pescada, mas sempre que lhe pedes para rebater os teus pontos ele começa a divagar e a sacudir para o lado porque na verdade ele não tem conhecimento suficiente para conseguir discutir o assunto ao teu nível. 🙂

    • David Guerreiro says:

      Além disso há pessoas com BI vitalício, há pessoas que não sabem os PINs de autenticação do CC, etc.

  6. Xtremis says:

    Devíamos poder também votar fora da área de residência sem andar a fazer registos antecipados, etc. Hoje em dia duvido que os “cadernos eleitorais” sejam apenas cadernos literalmente em papel a que só acede quem está na mesa de voto no local…

    • Joaquim M says:

      Depende do tipo de eleições:
      Numas eleições autárquicas em que elege candidatos por freguesia, faz sentido poder votar em qualquer mesa da freguesia.
      Numas eleições legislativas nacionais em que elege candidatos por circulo eleitoral, faz sentido poder votar em qualquer mesa do circulo eleitoral.
      Numas eleições presidenciais em que elege um único candidato, faz sentido poder votar em qualquer lado.
      Numas eleições europeias que elege candidatos nacionais, faz sentido poder votar em qualquer lado.

      • Tug@Tek says:

        Concordo com os seus critérios do tipo de eleições, mas para isso possa acontecer teria de o registo do cidadão ser eletrónico para que não eu não conseguisse votar em vários sítios. E para isto ser possível as máquinas teriam de estar em rede, não é impossível, mas levanta novamente a questão de poder haver interferências…

        • Joaquim M says:

          Claro que teria de haver uma forma de controlar se o cidadão já tinha votado, mas isso nem é uma questão muito complicada.

        • Manuel da Rocha says:

          Já foi feito cá… em 2021, podia votar, em qualquer local, apresentando, o CC.
          Se fosse, a outra assembleia, depois de votar, o CC era recusado. Algumas pessoas reclamaram, de não poder votar… já tendo votado.
          Por outro lado, nas legislativas, do ano passado, foram 5229 votos, antecipados, que terão sido feitos, por burlões, que se fizeram passar, pelos eleitores, inscritos, sem que, o pessoal, da mesa de Setúbal e Lisboa, tivessem dado, por isso, enviando votos para o Algarve e Setúbal, sem que os eleitores, sequer, soubessem que se tinham inscrito, para voto antecipado. Como só depois de 80 casos, serem noticiados, apareceram mais, que viram recusada, a votação, por já terem votado, algumas pessoas, de idade, que nem iam votar…

  7. Anung says:

    Voto só em papel.
    Electronico ainda apanhamos um software super complexo que pode bloquer algumas vezes como aconteceu ao que elegeu o Ivo Rosa no caso do Sócrates .

    • Joana Marques says:

      Até digo mais. Votações e jogos de sorte e azar (loterias, euromilhões, bingos, casinos online, …) se não for físico, é uma porta aberta à fraude.

  8. Filipe says:

    Se passar a voto electrónico remotamente, eu deixo de ir votar, uma vez que o meu anonimato de voto corre sérios riscos.

    No Brasil existe um mecanismo de voto electrónico, presencial e permite o anonimato. Mas sinceramente, nunca sei se a contagem de votos é séria.

    • KidsGraça says:

      Anotado o teu comentário Velho do Restelo

    • Renato Nogueira says:

      A urna eletrônica Brasileira é sim super segura (presencial) há várias camadas de segurança, fora a forma de auditoria que a mesma possui (Antes – Durante e Depois) das eleições. O sistema passa por um rigoroso processo de testes de invasão (lembrando que a mesma não está conectado a nenhuma rede), E ao finalizar o processo de votação o mesmo gera um BOLETIM DE URNA disponível a todos os cidadões e caso queira auditar basta ir no cartório e buscar,

      • Joana Marques says:

        Isso é a fantasia da segurança. O processo digital tem partes que não são fáceis de assegurar a integridade. Consegue-se introduzir rotinas em urnas electrónicas que agem como um voto real. Se o botetim de urna é fraudolento, o que fica disponível no cartório é uma lista também ela fraudolenta.

        Lembrem-se que o processo é muito mais complexo que contagem de votos. Em modos muito grosseiros:
        1. Não pode haver qualquer associação de um voto a um eleitor (para não haver coação ou venda de votos)
        2. O eleitor tem que ter a certeza que o voto dele é no candidato que ele escolhe (o facto de aparecer num ecrã não valida que o voto dele está certo)
        3. A contagem dos votos é pública (entenda-se por pública que qualquer representante de cada partido pode estar presente e cidadãos comuns se for autorizado pelos responsáveis de cada mesa)
        4. A recontagem não pode ser meramente electrónica, pois 2+2 é sempre 4. Qualquer recontagem electrónica vai apenas dar o mesmo resultado.
        5. Qualquer dúvida no processo pode dar lugar a impugnação do mesmo.

        • A says:

          Nem mais, vivas as impugnações e desconfiança no processo eleitoral!
          Além disso vais fazer isto tudo, para urna presencial para dar os resultados da votação as 21H em vez das 22H ou 23H 🙂

          Ah voto, pela Internet, já pensaram bem nas Barracas, que poderia dar?
          Vão reflectir e ver, depois de estudaram o assunto digam-me

          Não faz sentido nenhum, o que faz sentido é a digitalização dos cadernos eleitorais, como tivemos numas eleições Europeias recentes…
          Isso com a mudança da Lei, permitia que a excepção das autárquicas, votava em qualquer ponto do País…
          Sem comprometer nada no processo de votação, pois este continuava igual !

          • Joana Marques says:

            Não sei se o que estás a dizer era para o meu comentário, mas não tem nada a ver com o assunto que eu comentei

    • 7U64 says:

      O voto é secreto isso é uma das coisas básicas, como é obvio tem de continuar a ser garatido. Fazer bem é possivel, mas para haverem zero dúvidas tem de haver transparência absoluta sobre todo o sistema de votação, máquinas, código, auditorias tudo isso tem de ser do dominio público, se não for assim mesmo que bem feito vai sempre dar azo a suspeições.

  9. rrrr says:

    Meu deus , se eles ainda usam boletins em papel , e querem passar logo para o voto electrónico ? Qualquer pessoa deveria poder votar em qualquer lugar do país , independentemente do lugar onde vive e onde se encontra na altura de votar , e nao seria difícil de o fazer . Somos uns atrasos de vida

    • Joaquim M says:

      Atrasados, não sei mas ignorantes já vi que temos muitos.
      Garantias absolutas de confidencialidade e garantias absolutas de segurança da operação são meros pormenores.

    • Joaquim M says:

      Numas eleições autárquicas em que elege candidatos por freguesia, faz sentido poder votar em qualquer mesa da freguesia.
      Numas eleições legislativas nacionais em que elege candidatos por circulo eleitoral, faz sentido poder votar em qualquer mesa do circulo eleitoral.
      Numas eleições presidenciais em que elege um único candidato, faz sentido poder votar em qualquer lado.
      Numas eleições europeias que elege candidatos nacionais, faz sentido poder votar em qualquer lado.

    • Manuel da Rocha says:

      E seriam 800000 milhões, de eleitores a votar.
      Depois de 10 anos, ainda não havia eleitos…

  10. há cada gajo says:

    Com a quantidade de aldrabões por metro quadrado que há neste país, não obrigado.

  11. PJA says:

    Conseguem garantir a confidencialidade do voto? Não, então não brinquem com a democracia e as pessoas. 

  12. Filipe Jorge says:

    è tudo treta, quem esta a bloquear o voto eletrónico é a esquerda, para além disso com a Chave Móvel Digital e outros sistemas de segurança pode bem ser implementado, só um país de retrógrados como Portugal e com mentes tão brilhantes que existem no Instituto Superior Técnico, Universidade de Aveiro e outros, a única razão só pode ser mesmo a esquerda que não quer p0erder os poucos votos que ainda tem, nomeadamente a porcaria do PCP.

    • Manuel da Rocha says:

      E pagar 53000 milhões de euros, para contratar 3 backbones, ingleses (ou americanos), para suportarem 5 milhões de eleitores, em simultâneo?
      Ou pagar 50 euros, a cada eleitor, que recebia uma notificação, no telemóvel, que devia votar, entre as 00:00 e as 00:05, para que fosse possível separar, os 74 milhões, de eleitores, registados (emigrantes precisam de se registar, para votar). Se passasse, desses 5 minutos, teria de pagar 500 euros, para votar… se o servidor ainda estivesse vivo.

  13. Redin says:

    O problema não é nem nunca foi técnico.
    É um problema político e social mais acentuado para este último.
    A Estónia que esteve recentemente de visita a Portugal deve ter trazido essa experiência porque é uma realidade constante por lá.
    Com Blockchain pode ser criado um sistema público de voto onde o cidadão pode até votar as vezes que quiser contando apenas a última tentativa.
    Os resultados são instantâneos sem erros não havendo lugar a fraude.
    Até na casa de banho pode ser cumprido esse dever cívico 🙂

    • Max says:

      E o que impede alguém de pedir as credenciais de outra pessoa para facilitar, perguntar-lhe em quem quer votar – mas votar noutro?

      • Eu says:

        As credenciais são da responsabilidade do utilizador tal como uma conta bancaria, ou um acesso ao gov.pt. E tal como eu disse acima, podendo votar mais vezes, se uma pessoa for coagida a ter de dar a pass a alguém, o eleitor vai poder voltar a corrigir o que foi feito por coação. E em casos extremos, o sistema poderá ser construído para comprovar por imagem que é a pessoa que esta a votar e ninguém pelo cartão dela.
        Inventem as maiores parvoíces que quiserem, mas o rácio de tentativas de enganar o sistema, mesmo que passem não terão impacto na votação sendo que uma auditoria por denuncia não esta fora de causa.

        • Manuel da Rocha says:

          Imagine que 83600 pessoas, votaram, em Zurique, nas últimas legislativas. Quase 80000 enviaram, prova de identidade, fora de prazo (que é permitido).
          Pormenor: o carimbo, dos correios, é na mesma estação, na mesma hora, do mesmo dia.
          Alguém foi entregar 83600 boletins, sem se identificar. Não há forma de saber, se foram, os eleitores, que votaram ou se foi, algum dirigente, de uma associação, que recebeu os 83600 boletins (notou que apareceram milhões, de queixas, online, de emigrantes, que não receberam, o boletim?), agarrou no dossier, tirou cópia, do BI ou do CC, que lá tinha, votou 83600 vezes.
          Não é possível comprovar… se foi, ou não. No Brasil aconteceram iguais.

        • Max says:

          Não estou a falar em enganar o sistema informático, estou a falar em montar um esquema: “Não precisa de ir à assembleia de voto. Vá ao café do Zé que pode lá ir votar. Há convívio!”
          Vá-se lá saber porquê no café do Zé os votos vão todos para o mesmo partido.

        • Joana Marques says:

          Estamos a falar de uma eleição. se uma urna tiver 1 milhão de votos, apenas 1 fraudolento pode impugnar todos estes votos.

    • Joana Marques says:

      É impossível teres anonimato e auditabilidade no mesmo sistema. Se retiras a ligação “Votante => Voto” para garantir anonimato, não tens um sistema auditável de recontagem. Qualquer rotina matemática de recontagem vai sempre dar o mesmo resultado.

  14. CuMuna says:

    Tenho uma ideia muito. Implementação do voto económico. Ou seja, voto nenhim. Os políticos que vão trabalhar.

  15. Factos says:

    Criado em PT, é certo que vai ter muitos problemas gravíssimos.

  16. juca says:

    Estudei no IFSP do Brasil, e era quase um tabu na universidade discutir sobre as urnas eletrônicas. Porque sempre era perguntado “se há transparência, porquê ninguém consegue ver o código fonte neste exato momento?”

    Enfim, quem sou eu pra falar, mas não deixa de ser “estranho”

  17. says:

    Tudo hoje se faz electronicamente, ate transferencias de milhoes e corre bem, agora votar… ui ui… nao pode ser!!!! Pudera… As cabeçorras que falam que electronicamente é menos fiavel… mas contar papelinhos é fiavel, muitooooooo!!! cabeçorras!!! para alem do erro humano, existe o erro proposital tambem, mas isso nao conta para nada!!!! Se calhar apos se implementar voto electronico, alguns deixarão de ganhar ou entao, tem de governar melhor…

  18. 7U64 says:

    Em termos de “confiança pública” isso resolve-se apenas de uma maneira, não criando blackboxes em que o mecanismo é totalmente desconhecido/obscuro, ou seja o sistema/processo tem de ser COMPLETAMENTE PUBLICO, com isto não se brinca, não podem ficar nunca duvidas ou suspeições. Depois, auditorias de confiança por entidades e empresas de confiança não por empresas manhosas ou dos amigos, seria importante incluir também nas auditorias pessoal das universidades para além das tipicas empresas da especialidade. Transparência total e sem reservas para verifição do sistema é a unica maneira de alguma vez eu confiar nesse método de votação.

  19. Pedro says:

    https://www.youtube.com/watch?v=AaZ_RSt0KP8&t=691s está aqui uma situação sui generis que não aconteceria com voto em papel…

  20. Artilheiro says:

    Não compliquem, o que é fácil.
    Já assim, às vezes, há algumas dúvidas.

  21. Pedro says:

    Qualquer dispositivo digital não é anónimo seja que maneira fôr é rastreavel. Com internet, sem internet, IP ou até simples número de série da placa de Rede Ethernet ou até IMEI,… e portanto não existe confidencialidade e é perigoso para a democracia. Para quê arriscar na montagem de um Sistema que mais tarde vai ser necessário tornar a segurança mais eficaz e sem falhas ou risco associado (como uma simples falha de luz, ou pirataria informática) em vez de usar o papel e estarem a recorrer á manutenção de segurança de Sistemas inseguros sabendo que temos milhares de atualizações de software por causa de falhas de segurança ou falhas de sistema? O estado tem dinheiro para queimar dinheiro nisto tudo? Voto em papel Sempre.

    • Joana Marques says:

      Perfeito!

    • KaPutnixZ says:

      Sem dúvida mas há mecanismos no processo eleitoral que poderiam ser revistos e modernizxados. Os CEDs utilizados em 2024 nas Europeias foram um primeiro passo que só não se repetiu agora por incompetência de quem tinha obriagção de alterar a lei eleitoral. Um ano e meio não chegou para fazer um copy/paste.

  22. AL says:

    Não me parece boa ideia se:
    – informação dos votos ficar mais centralizada, logo mais fácil de falsificar
    – deixar de existir a prova física de voto

    O melhor seria generalizar o voto por correspondência.

  23. Desdentado, subsídio dependente . says:

    Uma combinação de voto electrónico e em papel seria muito mais seguro que só em papel.

  24. Rui Peixeiro says:

    Em 1997, tive a oportunidade de testar um sistema de voto eletrónico, num teste pioneiro realizado durante as eleições autárquicas de 14 de dezembro de 1997.
    Tantos anos depois, ainda estamos na mesma, com o tradicional voto em papel e num local fixo.

    Considero que o voto deve continuar a ser presencial, secreto e individual, para diminuir riscos de fraude ou voto condicionado, mas dando uso ao cartão de cidadão e aos dados biométricos, seria possível votar em qualquer mesa de voto e usando recursos como o Blockchain, em que casa mesa de voto seria um nó dessa rede, entre outros fora das mesas de voto, garantiriam a imutabilidade do voto e a descentralização da informação.

    • says:

      Voto em papel é sempre mais susceptivel de fraudes e maroscas, mas está tudo doido??? Sinceramente eu acho que cada vez mais as pessoas estão mais burras, estamos no ano 2026, querem ver que nao existe forma de “inventar” ou melhorar um sistema de voto melhor que o contar papelinhos??? é o melhor que se consegue é contar papelinhos e haver o enorme erro humano presente? proposital ou nao? tenham juízo cabeçorras!!!

      • KaPutnixZ says:

        A haver erro humano na contagem nunca será enorme. E se há é porque os delegados de todos os partidos que estão presentes no momento da contagem estão a dormir.

        Mas sim. Alguma coisa no processo do voto poderia (e deveria) ser repensado e atualizado. Os CEDs utilizados em 2024 nas Europeias foram um primeiro passo que infelizmente não se repetiu agora nas Presidenciais por clara incompetência de quem tinha obriagção de alterar a lei eleitoral com um copy/paste e não o conseguiu fazer no espaço de um ano e meio.

        • Pedro says:

          Uma coisa a que seria bem repensada sem ser preciso muito da tecnologia era o Controlo de Qualidade de Voto. Existem sempre pessoas que vão votar e o voto já foi contado. Se em vez de uma cruz nos cadernos eleitorais metessem a hora que a pessoa esteve presente para votar na urna e tirassem uma fotografia à frente da mesa, ou uma simples camara de vigilância com indicação da hora, já saberiam o infrator destes votos ou se esse voto foi feito por alguém de voto antecipado. Outra melhoria era cada boletim de votante ter uma chave criptografada mas sem os delegados da mesa saber qual a chave do boletim que distribuíram. Assim o votante poderia consultar pela chave para onde foi o seu voto introduzido mais tarde pela chave garantindo a autenticidade e integridade do voto Sistema Integral de eleições. Sabendo o resultado incorreto era solicitada uma auditoria completa naquela freguesia ou município.

          • KaPutnixZ says:

            Se o processo atual for bem feito, é impossível alguém ir votar e o seu voto já ter sido contado. Se alguem chega a uma mesa de voto sem ter votado previamente (antecipado ou no próprio dia) e o seu voto está dado como descarregado no Caderno Eleitoral é porque alguém nessa mesa (ou no voto antecipado) fez mal o seu trabalho de validação da pessoa a quem deram o voto ou os escrutinadores enganaram-se ao descarregar no caderno. Por experiência própria, por vezes há nomes muito parecidos ou mesmo iguais e a validação tem que ser com o numero do CC.

            O problema nessas situações não está no processo existente que é muito claro e bem delineado mas sim nas pessoas que fazem parte do processo.

          • Pedro says:

            @KaPutnixZ Esta situação acontece em todas as eleições infelizmente, pessoas até com o nome diferente de todos os outros como foi no caso de Coimbra nestas eleições. Por isso, mesmo para evitar erros humanos, seria excelente optarem por um controlo de qualidade de voto apertado. Assim não há mais desculpas algumas. Se as pessoas são incompetentes é a forma de elas serem substituídas facilmente.

  25. KaPutnixZ says:

    Apesar de tecnicamente já ser possível (com as devidas ressalvas de autenticidade e anonimato do voto), creio que o maior entrave é mesmo a confiança da população no resultado desse tipo de eleições. Sou presidente de uma mesa de voto há já vários anos e posso garantir aqui que poderíamos ter mais votos mas iria haver certamente pessoas a votarem pelo agregado familiar todo. Não vejo que aquilo que se poderá ganhar com voto eletrónico possa compensar a perca de confiança nos resultados e as possibilidades de impugnações.

    De qualquer forma, algumas coisas poderiam mudar no modelo de voto e em 2024 utilizamos Cadernos Eleitorais Desmaterializados (CEDs) nas Europeias. Foi uma experiência bastante agradável e possibilitou que as pessoas votassem onde estivessem nesse dia nuam assembleia de voto que poderiam escolher na hora e ver online uma estimativa do tempo que levariam a votar. As Presidenciais seriam as eleições que se seguiam onde os CEDs poderiam voltar a ser utilizados. Os portáteis foram TODOS recolhidos, atualizados e devolvidos às autarquias locais. Só faltou um pequeno pormenor. Alterarem a lei eleitoral para poderem ser utilizados. Tiveram um ano e meio e não conseguiram alterar meia dúzia de artigos fazendo praticamente um copy/paste da lei eleitoral para o Parlamento Europeu.

    Em suma, não creio que o voto eletrónico online seja uma realidade para breve nem que seja verdaeiramente necessário mas há mecanismos do processo eleitoral que poderiam ser revistos, repensados e melhorados.

  26. says:

    Hoje em dia tudo da para fazer online e electronicamente, MENOS o voto…. CABEÇORRAS!!!! quando não se gosta de transparência é assim! Mas alguem acredita que não seja possivel de fazer um sistema electronico de voto fiavel?? pelo menos melhor que contar papelinhos? é como digo, esta tudo doido, só pode!!!

    • KaPutnixZ says:

      Doido é quem ouve outras opiniões de pessoas com experiência no tema e continua a achar que ele é o único dono da verdade. Ser possível até poderá ser mas será sempre a custo de outros pilares do modelo de votação atual e pode simpesmente não valer a pena ou justificar. E com isto não estou a dizer que os papelinhos sejam o melhor.. DIgo é que o voto eletrónico online é pior..

      Eu acho que aquilo que se pode ganhar não compensa de todo aquilo que se pode perder.. É simples.. O custo compensa?! Eu acho quenão.. E sou Engenheiro Informático e presidente de uma Assembleia de Voto na minha Freguesia há vários anos portanto tenho bem noção do que se pdoeria fazer em termos tecnológicos e conheço muito bem o processo eleitoral.

      • says:

        Mas eu disse que tinha de ser online??? Se voce é engenheiro informatico mesmo, sabe bem que voto via online é seguro SIM!!! Mas nem me refiro a ter de ser online, urnas electronicas, alguns paises já usam. quase tudo é melhor que contar papelinhos!!!

  27. José F says:

    Numa era digital mais cedo ou mais tarde a introdução do voto eletrônico teria que acontecer, ainda online com múltiplas vantagens.
    A maioria dos bancos utilizam “256-bit encryption” . Em Portugal o voto eletrônico online será seguro.

    Os grandes partidos políticos no mundo, na Europa e em Portugal não tiveram interesse no voto obrigatório porque a abstenção beneficia os mesmos.

    Em 30 países, apenas 6 têm voto obrigatório.

    Bélgica
    Luxemburgo
    Malta
    Grécia
    Chipre
    Bulgária.

    A Lei eleitoral nos Açores é mais justa para os partidos mais pequenos, todos os votos são uteis.
    Em Lisboa o PAN foi eleito com menos votos do que ADN.

    O Voto é secreto, muito importante para eleições em pequenas localidades.

    O nosso voto para Presidente da República será de acordo com Thomas Jefferson, um dos maiores defensores da renovação democrática, escreveu em 1816:

    “instituições devem avançar para acompanhar os tempos”.

    Post efetuado com portátil novo e modesto 15.6″ com CPU AMD Ryzen 7 7730U, RAM 16GB, Windows 11, home.
    Velocidade de Internet 1000/400 Mbps.

    Faturas eletrônicas de PC e telecomunicações, pagamento por MB e por Debito Direto.

  28. PTO says:

    O voto eletrónico é o caminho mais rápido e fácil para a fraude dos resultados eleitorais. Eu não sou a favor desse método de votação.

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