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Novo Joomla 3.4 – É este o melhor gestor de conteúdos?


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Bruno Nogueira says:

    Tutoriais disto é que era 🙂

  2. Lopes says:

    Boas
    Quando querem fazer sites básicos sem muito conteudo tb usam este tipo de CMS ou preferem fazer algo sem recorrer a estas ferramentas?
    Cumps

    • Filipe Santos says:

      Quando quiseres sites básicos usa o Wix O.o

      • Glink says:

        pelo amor da santa NUNCA usem esse cancro que é o Wix.

        sempre que alguem vos disser para o fazer digam que preferem arrancar os olhos com um alfinete…

        • sdsd says:

          não generalizes pá, serve perfeitamente para muito boa gente.
          O problema não é a plataforma em si, mas sim a facilidade em alguém se armar em designer através dela, sem o mínimo conhecimento de fotografia, tratamento de imagem , etc.

    • tekMan says:

      Se um site for pequeno e básico em termos de funcionalidades e design, e não precisar de ser atualizado, ou seja, de conteúdos estáticos, pode ser preferível não o ligar a um CMS.
      Fica-se com um site mais rápido, e que pode ser alojado em servidores pouco exigentes e mais baratos.
      Ligar um site a um CMS como Joomla, WordPress, etc, vale a pena para simplificar a atualização de conteúdos, e a instalar funcionalidades sob a forma de plugins/extensões.

    • João Martim says:

      Blogger, lol
      Dá para fazer muita coisa com HTML5/CSS3 e Javascript

  3. Joselito says:

    Uma plataforma própria de raiz sempre melhor. Para mim a utilização de um CMS open-source é só para desenrascar, pois ficamos vulneráveis a imensos exploits e passamos a ter que controlar as falhas de segurança diárias e mesmo assim somos atacados! Já me aventurei há uns anos com o PHP-nuke, passei pelo Joomla, Drupal e ultimamente tenho utilizado o WordPress. De todos, o Drupal pareceu-nos menos inseguro. Agora o Joomla até a versão 3 era uma lástima no que toca a segurança! O WordPress também tem as suas falhas, mas existem mecanismo interessantes para uma prevenção passiva.
    Contudo volto a repetir que um desenvolvimento próprio é menos propício a exploits – não quer dizer que seja mais seguros que os CMS opensources, mas é algo que foi feito sem conhecimento do domínio público. Ponderem primeiro o nível de importância do vosso site antes de se meterem num CMS open-source.

    • Pedro Lemos says:

      Bem Dito 🙂

    • João Martim says:

      Isso é assim tão comum?
      Muitas vezes as falhas de segurança advêm da quantidade de plugins e script de terceiros que se adiciona nestas CMS’s

      Eu uso DLE (Datalife Engine), chamam-lhe o wordpress russo
      Gosto bastante das funcionalidades e do sistema de usuario que inclui por defeito
      Também me habituei ao “templating” no DLE

    • Paulo Seichinha says:

      Eu colaborei durante 5 anos com a GavickPro no desenvolvimento de templates e extensões, portanto posso dizer que tenho uma boa experiência com este CMS. Concordo com as tuas palavras, mas… afinal o que é seguro quando se trata de aplicações web, especialmente em plataformas CMS. Mesmo assim, creio que existem várias soluções dedicadas e interessantes que nos permite reforçar o nível de segurança, mas que representam um custo como é óbvio. Basta pesquisar no JED (Joomla Extensions Directory).

      O que me parece é que !Joomla tem perdido substancialmente a preferência por parte de utilizadores experientes. Existe inclusive algum desencanto na comunidade de programadores. Tudo isto por causa da estratégia assumida pela equipa do Joomla com constantes upgrades e alterações à estrutura nuclear deste CMS, obrigado estas empresas a realizar um esforço demasiado repetitivo nas respectivas actualizações dos seus produtos.

  4. Rui Morais says:

    Para mim ir de Joomla para WordPress foi somente a melhor coisa do mundo…é como passar de zundap para bugatti…

  5. Nuno says:

    Finalmente saiu a versão 3.4! 🙂 Já uso o Joomla desde o seu início, e trabalho com ele tanto a nível profissional como pessoal, e consigo notar claramente a sua evolução ao longo destes anos. Sem dúvida o melhor CMS do Mundo! 🙂

  6. Kitamura says:

    WordPress FTW!

  7. Pedro says:

    A diferença entre um sistema de raiz e um cms, como o Joomla ou o wordpress é uma questão económica, ou melhor dizendo, entre o investimento de uma entidade em algo personalizado e o “faça-me lá um site para eu mostrar aos clientes e à concorrência, mas que possa já estar pronto amanhã. E já agora, eu vi que há uns que andam à volta de 150 euros e que estão muito bonitos”.

  8. José says:

    Boa tarde Pedro,
    O preço de 150€ é bastante baixo, comparando com o tempo que se perde a programar tudo, desenvolver conteúdos, e afinações. Além disso cada site é um site e não pode ser comparado a um preço unico, pois depende da quantidade de modulos, plugin, menus, etc.
    Por isso recomendo sempre um orçamento primeiro e muito visão daquilo que se necessita atempadamente.

    • Pedro says:

      Um dos maiores obstáculos que tenho encontrado é mesmo esse tipo de comentários de “conheço um tipo que faz aquilo barato”. Já cheguei a perguntar qual tinha sido o impedimento de não ter adjudicado logo a esse webmaster, ao que me foi respondido que não tinha disponibilidade… enfim… Os clientes normalmente são difíceis de satisfazer e também não parecem ter uma ideia exacta daquilo que pretendem, ou a dada altura já estão a pedir para acrescentar só mais uma coisinha…

      • José says:

        Esse é um dos grandes problemas. Só mais uma coisa, agora temos de alterar isto, agora aquilo, enfim e depois quando damos conta já lá vão umas 10 alterações.
        Além disso quando é pedido o que querem colocar no site nunca sabem o que pretendem e se sabem primeiro que se dê os primeiros passos é uma carga de trabalhos. Falo por experiência própria.

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