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MB WAY: Parlamento aprova “travão” às comissões dos bancos

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. hmk says:

    n uso. até agora n precisei disso

  2. paulo says:

    temos um sistema bancário da idade da pedra ! mas nos bancos nao ha interesse em nova tecnologia mais rápidas ! que é para eles terem o controlo para poderem cobrar taxas e juros mais nada!
    o bitcoin vai fazer alguma pressão neles dentro de anos!

    • Gervásio says:

      O problema da bitcoin é que quando começar a fazer alguma mossa aos bancos e/ou ao sistema tradicional bancário, começam a aparecer regulamentos do governo e taxas e taxinhas cobradas pelos bancos.
      A história repete-se, e vai continuar a repetir-se

      • Filipe says:

        Olha um que nunca viu as comissões absurdas para movimentar bitcoin

      • savali says:

        O problema do bitcoin é que para a maioria dos crypto entusiastas é apenas um asset especulativo.
        A curve adoption é lenta, porque poucos usam realmente o software e entendem para que serve.

        Guardam o seu bitcoin sobretudo em wallets cold storage que são SPV e dependem do software (full nodes) de terceiros.
        Onde existe pouca privacidade, pois o balanço é pedido a terceiros.
        E existe pouca liberdade, pois esse terceiro pode bloquear o IP da wallet do utilizador.

        Bitcoin é independente de regulamentos centralizados (governos e bancos).
        O user que corre o software é que impõe as regras.
        Blocks gerados (minados) fora dessas regras são bloqueados pelo software (node) do user.

        Apesar da main chain, blockchain ou settlement chain já ter 11 anos e ser conhecida. As novas tecnologias de bitcoin como lightning network e sidechains têm cerca de 2 anos. E são semelhantes a mainchain nos seus primeiros tempos, pouco conhecidas e com pouco interesse para as massas.
        São utilizadas apenas por curiosos de tecnologia e alguns negócios, empresas e etc…
        Tanto que a lightning network têm alguma centralização nos seus LN nodes, pois os maiores nodes são de wallets, lojas e etc… o user comum que compra e vende produtos pela LN é em numero menor. E muitos como eu apenas enviam bitcoin na LN entre as suas proprias wallets, pois não estão dispostos a gasta-lo ainda no inicio da adoption curve.
        As fees são bastante baixas, menos de 8 sats por transacção. E na LN existe uma nova fracção de bitcoin, o msat: 0.001 satoshis.
        Um sistema realmente pensado para pagamentos de pequenas quantias e a grande velocidade: micropayments.

        Já que a mainchain de bitcoin nunca foi pensada para pagamentos, porque não o permite.
        Uma transacção na blockchain precisa de pelo menos de 6 confirmações para ser considerada segura. Ou seja ter PoW suficiente para garantir estatisticamente, que foi improvável existir double spend, pois seria bastante caro faze-lo.
        Cada confirmação é 1 block e os blocks são gerados (minados) a cada 10 minutos.
        Assim uma transacção na blockchain de bitcoin, nunca demorá menos 6 * 10 minutos ou seja 1 hora (1 hora se a transacção for incluida no proximo block minado).

        É um sistema bastante lento, que nunca foi pensado para ser usado para pagamentos. Mas sim para criar um consenso descentralizado sobre o que é valido ou não.

        Além de ter fees elevadas, pois o block reward diminui a cada 4 anos: o halving.
        O incentivo para quem mina bitcoin é o block reward e as fees das transacções incluídas nesse block. Se o primeiro diminui ao longo do tempo, o sistema só será sustentável se o segundo aumentar.
        Caso contrario, os miners deixam de minar a blockchain tornando-a menos segura (menor hashrate, ou capacidade de realizar PoW).

        E desde que existe bitcoin que se tenta resolver sem sucesso o trilema das blockchains: security, scalability e decentralization.

        Bitcoin resolveu-o, usando uma layer architecture onde o user comum usa layers onde as transacções são baratas, mais privadas e permitem features mais complexas como smart contracts e etc…
        Assim bitcoin adiciona complexidade nas layers acima, mantendo a layer base o mais simples e segura possível.

        É algo que escapa ao crypto entusiasta comum, pois o seu único objectivo é especular.

        • bambam says:

          gostei, obrigado por expores a tua posição sobre o assunto e educares as massas.
          Discordo no entanto de um ponto, acerca do incentivo para quem mina: o sistema só será sustentável se as fees aumentarem (após redução do block reward).
          Se o primeiro (block reward) diminui ao longo do tempo, o sistema só será sustentável se o segundo (fees) aumentar.
          Discordo.
          Se o primeiro (block reward) diminui ao longo do tempo *e se* o valor em moeda fiduciária do BTC se mantiver ou baixar, o sistema só será sustentável se o segundo (fees) aumentar.
          Isto é, as fees não precisarão de aumentar caso o valor do bitcoin em moeda fiduciária aumente após o halving, que é o naturalmente expectável.

    • iDroid says:

      O bitcoin não existe já há mais de 10 anos? Já teve tempo de fazer algum tipo de efeito…

    • David says:

      @paulo
      Você alguma vez trabalhou no estrangeiro? A rede de bancária em PT se não é a melhor, é uma das melhores! Onde estou actualmente, o sistema bancário não faz nada mais do que levantar dinheiro no MB, transferências… e se pretender consultar o saldo tem de ser MB desse mesmo banco… custos por usar MB de outras redes etc… e na rede de MB, PT foi pioneiro…

      • Milhais says:

        Eu dou-te toda a razao, o nosso MB foi pioneiro, e um dos melhores do mundo sem sombra de duvidas. Mas o mundo mudou, e Portugal nao esta a evoluir, ficou agarrado ao MB, eu nao tenho necessidade de ir ao MB para nada neste momento. Eu quero e servicos bancarios na internet, e nao quero pagar taxas ou taxinhas por movimentar o meu dinheiro, eu quero fazer pagamento com QR code com a app do meu banco. O que e que tu fazes no MB que nao deverias poder fazer apartir de computador/telemovel, tirando como e obvio levantar dinheiro? E acho que em Portugal pagamentos com cartao ainda e um entrave e muitos negocios, e nao deveria.

    • int3 says:

      o bitcoin não fez nenhuma pressão. está condenado a falhar desde sempre por inúmeras razões.

    • Justino, o Justo says:

      Desculpa, mas o nosso sistema bancário é dos mais avançados pela multiplicidade de serviços que oferece e funcionalidades permitidas ao cliente. Só para te dar um exemplo, o atual sistema SEPA de débitos diretos é uma cópia do que anteriormente já se fazia em Portugal e que foi alargado a toda a Europa. No início da sua implantação os bancos nacionais tiveram de fazer um revés a funcionalidades então existentes para que houvesse adaptação dos outros sistemas europeus.

  3. Rui says:

    ” De relembrar que o PS tinha como proposta isentar operações até um dos seguintes limites: ” Tinha? mas afinal o que foi aprovado?

  4. Manekas says:

    Se o MBWAY é a plataforma digital da SIBS, porque razão se hão-de cobrar comissões se não o fazem na rede MB? A ganância e sofreguidão dos bancos não tem limites.

  5. poiou says:

    Eu concordo que seja pago, não concordo é com os valores. Uma vez que o mbway é. Para transferir valores baixos, não cabe na cabeça de ninguém pagar 1 ou 2 € ou até mais para transferir 1€

    • PM says:

      Desculpa, mas eu não concordo. Não se devia de pagar para gastar o nosso dinheiro. Os bancos em 2019 ganharam 1500 M€ com isto.

      • Joaquim Alcobia says:

        +1
        Não concordo que se pague um tostão!
        Basicamente, a bem dizer, é “a mesma coisa” que pagar uma taxa sempre que uso notas/moedas.

        Eu tenho uma nota de 10€, dou a nota ao zé! Pago zero de taxa. Porque devo de pagar só porque a nota agora é virtual? Podem-me dizer… “..à e tal…. mas há custos , e tal….”. As notas também tem muitos custos, a produzir/reciclar/etc….
        Não faz sentido nenhum pagar um tostão que seja!

        • Bruno says:

          Eu pelo meu lado não concordo em pagar pelo teu trabalho. Seja ele qual for. Vamos todos trabalhar pro Bono.

        • rui says:

          por acaso pagas os impostos da transação que servem entre outras coisas para pagar as notas/moedas que têm custos a fabricar e esses custos têm de vir de algum lado

          • jonas says:

            “por acaso pagas os impostos da transação”
            Lá está. Não pagas nenhuma taxa sempre que dás uma nota a alguém, e há forma de haver dinheiro para pagar os custos. Então porque raio é que tem de haver uma taxa se usares outro tipo de dinheiro que não papel moeda?

          • FAR says:

            Defender a ideia de “pagar para poder ter dinheiro”. Brutal! Não admira que este sistema NUNCA mais vá deixar de ser o sistema usado. As pessoas estão tão habituadas a ele que ficam perdidas quando se questionam o funcionamento.

            Pagares para te ficarem com o $ é absurdo. Os serviços prestados por qualquer instituição bancária são mais do que pagos pelas taxas anuais. Como se isso não bastasse para manter a instituição (banco) economicamente viável os bancos usam a liquidez de que dispôem (o dinheiro das pessoas) em investimentos para aumentar os seus lucros.

            Os bancos NÃO PRECISAM de taxar MBWay / MB para serem PLENAMENTE sustentáveis para si e para TODOS os seus empregados (até os CEOs com salários chorudos). Estas “taxinhas” são pura ganância.

          • Filipe says:

            A SIBS não cobra absolutamente nada aos bancos pelas transferências MBWAY e a única coisa que acontece do lado do banco é um débito na conta. Tal como já disse por aqui, é o mesmo que o banco inventar uma comissão para compras na Worten. Não faz qualquer sentido

      • int3 says:

        Esqueceste que os bancos têm empregados, rendas, e mias contas para pagar.
        Além disso, precisa de dinheiro para poder emprestar para as pessoas investirem e a economia crescer. Caso contrário estagnamos.

        • Filipe says:

          E como é que isso dá direito aos bancos de cobrarem por um serviço que não são eles que prestam?

          • Jorge Carvalho says:

            è o Papa ?

            Abc

          • Filipe says:

            Jorge. Não te consigo responder, por isso vai assim: o banco não está a fornecer nenhum serviço. No caso da MbWat, a SIBS é que está e decidiu não cobrar por ele. Porque raio é que os bancos têm de vir meter o nariz?

          • rui says:

            mas como não são eles que prestam? o dinheiro sai ou entra onde? cada transação tem de registada e mantida conforme normas rígidas arquivada durante x anos, etc. etc. a sibs cobra aos bancos tarifas de interligação entre eles, é natural que queiram transpor os custos para o cliente como bancos PRIVADOS que são. o Estado que isente nos bancos onde manda a ver se os torna competitivos

          • RPG says:

            Mau.. mas cada vez que dinheiro entra ou sai da sua conta (exemplo transferências bancárias), você paga alguma taxa sobre essa transação?

        • Bruno Silva says:

          Nao te esqueças que os bancos em muitos casos têm lucros superiores a 500%!! Sim, 500!! Em muitos empréstimos, pois pagam 1% ou menos pelos depósitos a prazo mas cobram 15% por o emprestarem, por isso tem muito mais do que suficiente para…

    • Filipe says:

      Porquê que concordas que seja pago? O banco não está a formecer-te nenhum serviço, a SIBS é que está e decidiu não cobrar por ele. É a mesma coisa que o banco decidir cobrar-te uma comissão cada vez que fazes compras na Worten. Neste caso é igual, a SIBS só está a ir debitar a conta e faz a transferência, o banco não faz nada. Que sentido faz pagar por isso?

      • Jorge Carvalho says:

        A sibs não processa a transferencia …. o teu dinheiro não está na sibs …
        E já agora os bancos pagam a sibs para terem linhas de comunicações dedicas caso não saibas.

        Abc

        • Filipe says:

          Tanto processa que o texto da lei em debate refere precisamente serviços de transferências prestados por terceiros. E é claro que os bancos pagam à SIBS por variadas coisas, relevância aqui?

      • Bruno says:

        Filipe, o mbway não cobra as pessoas porque cobra aos bancos! Isto não é rocket science. Mas acreditas realmente que a sibs desenvolve um UI porque sim? Qual a mais valia que teria? Vocês existem? Trabalhas para aquecer?

        • FAR says:

          Acha portanto que o seu banco não lhe cobra suficiente pelas taxas atuais, que precisa de lhe taxar (com um custo superior ao que este tem) as transferências que faz por MBWay?

          Caro, você não faz a mais pequena ideia de QUANTO DINHEIRO é que um banco faz, pois não? Garanto-lhe que se fizesse largava logo essas ideias “pró-proletariado” num instante, pois iria perceber que estas medidas em NADA beneficiam a classe trabalhadora (aquela que efetivamente trabalha das 9 às 18, ou das 8 às 17, consoante o banco).

          Pense e reflita naquilo que efetivamente está a defender com as suas opiniões e crenças.

        • FAR says:

          Outra questão, mais subtil, que tem passado muito despercebida a quem vem para aqui defender a posição dos bancos – como que se tivesse ALGUMA COISA a ganhar com isso!! de TODO!! – é a de que o serviço foi gratuito durante bastante tempo. Gratuito enquanto não se tornou popular o suficiente para, feitas as contas, se perceber que poderia ser uma EXCELENTE e INDISPENDIOSA fonte de lucro.

          Facto é, também, que com o aumentar de transações aumenta também os custos associados. Mas nunca, NUNCA, para os valores que os bancos estão a cobrar atualmente.

          Este valores são para dar lucro ao banco e não para pagar o custo de um serviço. Entendam isto.

          • Bruno says:

            Caro FAR, não se trata de uma questão subtil. Trata-se de um serviço prestado e que como tal, os bancos se reservam ondirei9de cobra-lo. Mas sim, concordo que os valores que estão a ser implementados seriam elevados… Se não fossem dadas alternativas, exactamente iguais por uma fracção do custo de quem usa o mbway. As opções existem. Mas hey… Cada um pensa pela sua cabeça. E se acha que usufruir de um serviço a custo 0 faz sentido…. Por mim tudo bem. Questão de encontrá-lo. Depois poste aqui que eu também quero. Abraço

        • Bruno Silva says:

          Mentira!
          SIBS (criadora do mbway) já afirmou que não cobra 1 cêntimo que seja aos bancos pelo serviço

          • Justino, o Justo says:

            Mas quem financia a SIBS, sabes ? Por quem é formada a SIBS, sabes ? Quem paga a quem trabalha na SIBS, sabes ? Qual a fonte de receita da SIBS, sabes ? Não percebo a lógica de querer ou melhor, exigir tudo e mais um par de botas à borla. Para os mais adultos que aqui escrevem, algum trabalha de borla ??

          • Carlos Carvalho says:

            Boa tarde ,

            Vocês não estão a perceber o cenário principal, na verdade o MBway com todos os serviços que neste momento oferece e com a rapidez e eficiência com que os realiza acaba por personificar a mudança tecnológica quer os bancos em si já deveriam ter patrocinado e que por falta de visão não o fizeram , mas quando eu comecei por dizer que ninguém aqui está a ver o cenário global é porque :

            De fato o serviço do MBway é igual em muitos aspectos ao proporcionado num terminal multibanco onde por lei não podem como já aqui foi dito cobrarem taxas e taxinhas, mas agora com o MBway já vêm um buraco na lei , e de fato é aqui que toda esta pressão psicológica com despedimentos e fechos de balcões assenta, os bancos vêm pela primeira vez a hipótese de o dinheiro lhes cair no colo sem praticamente fazerem mais nada que não seja manterem o sistema sustentável que é condição primeira para terem uma licença bancária.

            Resumindo uma grande treta que estes senhores que têm se revelado muito maus gestores agora vêm como tábua de salvação para continuarem sem ideias e como disse que os euros lhes caiam no seu colo sem nada fazerem, também gostava de ter negócios destes.

        • Filipe says:

          Toda a informação existente, incluindo da própria SIBS é que não cobram absolutamente nada aos bancos pelas transferências MBWAY. A motivação da DIBS é clara. Têm de ter soluções inovadoras que as pessoas usem o mais possível para poderem continuar a resistir à Visa e Mastercard.

      • RPG says:

        Cada vez que compras algo na worten, não pagas tu a taxa porque paga a worten por ti.

        • Filipe says:

          Relevância? Estou a falar do ponto de vista do consumidor/cliente. Para além disso a Worten paga pelo sistema que usam e tráfego na rede, não pelo simples facto de haver um débito na conta que é o que estamos a falar com o mbway

        • Justino, o Justo says:

          No caso das grandes lojas de grandes redes, com a Worten, normalmente até nem pagam nada, pois os bancos de apoio colocam lá os terminais sem custos. A liquidez captada compensa, ainda que hoje em dia já nem tanto como antigamente.

  6. Joao Ptt says:

    Os bancos quiseram ser muito gananciosos… tinham cobrado uns 0.10€ + impostos por operação que tinha passado, assim agora além de ficarem sem esse dinheiro ainda os políticos aproveitam e cortam em outras fontes de rendimento que têm irritado as pessoas mas que nunca mobilizou tanto a sociedade como as taxas do MBWay.

  7. Ruben says:

    Com os lucros dos bancos cada vez mais em alta, o nosso dinheiro, em comissões ultrapassa 54% da margem de lucro das instituições. Sendo que pagamos vezes sem conta, algo que não contraídos como dívida, falo do Novo Banco, uma instituição, que também cobra pelas transacções MBWAY. A SIBS, também deve lucrar com isto.

    • coisinho says:

      Diz isso ao novo banco que teve prejuizos de 1000 milhões 😀

      • FAR says:

        Tenho a certeza de que os prejuizos não se deveram à incapacidade de gerar dinheiro, mas sim de má gestão.

        Basta ir ver o parque automóvel de diretores. Renovado anualmente. Vá lá pessoal… como acham que há pessoas capazes de comprar casas de + de 1 milhão de euros? Acham que o € vem de onde?

        O que ainda me consegue surpreender é como as pessoas ainda defendem isto. Acho incrível.

      • jonas says:

        Mas isso não tem problema, se der lucro, os gajos enchem o cu, se não, vai-se ao saco azul. Os bancos é o negocio da china. Aliás… o sistema financeiro é todo ele uma bolha, mas é uma bolha (supostamente) regulada. De vez em quando a “bolha rebenta”, quer dizer… chamam-lhe “crise financeira”, tem mais estilo.

        Os bancos deviam de trabalhar para a economia e para as pessoas (pessoas, entenda-se: singulares e principalmente empresas), não deviam de servir para encher o cu a gulosos! Mas pronto, é o que temos,…. e não quer obrigatoriamente dizer que há melhor solução, mas mesmo que não haja, não significa que não se deve de estudar alternativas a um sistema podre.

        https://en.wikipedia.org/wiki/Fractional-reserve_banking

    • Justino, o Justo says:

      Sabes que o NB tem participação na SIBS, não sabes ? Ou não sabes ?

  8. AJ says:

    Por causa destas e outras é que irei deixar a CGD e abro conta no ActivoBank…

    • rui says:

      ora aí está um banco (CGD) que não deveria ter comissões se o estado não quer, pois manda nele e obrigava os privados a não ter taxas para serem competitivos (aliás como acontecia à alguns anos)

      • Bruno says:

        Totalmente de acordo Rui… Não fosse o mesmo estado, sempre que anda necessitado, ir lá buscar “uns trocos”, ou pior que isso, usar um activo estratégico para o país, em negociatas e investimentos ruinosos de muitos milhões. Mas para detalhes, deixo uma sugestão. Livro “Caixa Negra”, a venda numa qualquer livraria perto de si

  9. Bruno says:

    Alguém me diga que prestação de serviços é isenta de encargos. A convicção das pessoas que assenta nos serviços bancários dever ser gratuita é, no mínimo fascinante. Especialmente, num país onde nem saúde nem educação, o são. E estamos a falar de uma actividade no sector privado.
    É interessante, não vejo as pessoas todas irritadas porque têm telemóveis e têm de pagar pelas chamadas e Internet utilizadas.
    O mbway veio quebrar barreiras. Mas não funciona sozinho. Sem os bancos, não é nada.
    E para os mais desinformados: se vos acontecer alguma coisa (fraude, burla, etc) vão à sibs pedir explicações ou o dinheiro de volta. E depois deixem aqui a resposta deles. Ah, já agora, depois liguem para os vossos bancos de ladrões. Eles têm uma coisa chamada compliance, onde de facto tentam recuperar o vosso dinheiro…. Sem custos!

    • Vivas says:

      Á que a ver mudera são no debate. O PS é o partido que melhor defende o erario publico e poem fim ás asneiras da troikka e do paços que nos robão dia após dia

    • Filipe says:

      Fascinante? És muito novo não és? Normalmente os bancos é que pagavam às pessoas para estas meterem lá o seu dinheiro. Precisa mais o bancos dos depósitos que o cliente do banco. Ao constituintes um depósito estás a injetar capital no banco, capital que o banco usa para gerar mais capital (lucro)

      • Justino, o Justo says:

        Filipe, sabes o que é “Intermediação financeira”, ou dizes o que dizes por que fica bem ? Um depósito não é injetar capital no banco. Isso é totalmente distorcido para não dizer disparatado. Nem sei que ideia é essa.

        • Filipe says:

          Sim, usei a palavra capital quando devia ter dito liquidez

          • Justino, o Justo says:

            E quando dizes que ao depositar dinheiro no banco, porque o banco precisa dos depósitos e estás injectar liquidez, na realidade sabes o que é que isso quer dizer, não sabes? Tens noção de que a fonte de financiamento dos bancos há muito tempo deixou de ser a captação de depósitos, não tens ? E quando isso acontece, sabes o que está a acontecer, não sabes ? Espero que sim.

  10. Bruno says:

    Totalmente de acordo Rui… Não fosse o mesmo estado, sempre que anda necessitado, ir lá buscar “uns trocos”, ou pior que isso, usar um activo estratégico para o país, em negociatas e investimentos ruinosos de muitos milhões. Mas para detalhes, deixo uma sugestão. Livro “Caixa Negra”, a venda numa qualquer livraria perto de si

  11. Justino, o Justo says:

    O que parece e que fica bem patente é que o lucro, como objectivo de negócio, é pecado. Claro que isto é verdade quando o lucro é dos outros. Não percebo a lógica destas cabecinhas pensadoras.

    • cat says:

      Não percebes porque tens preconceito. Se o lucro que provem de uma cartelização, cujo resultado é o mesmo que um monopólio natural, não te enche as medidas é porque achas que o lucro a qualquer custo, com um prejuízo claro para consumidor, pouco ou nada te diz. Isto define-te de uma certa forma. O preconceito acaba por ser a prioridade que dás a isso.

      • Bruno says:

        Cartelização? Mas os bancos andam a afinar comissões, como as gasolineiras e outros? Não existem diferentes opções no mercado? Vai ver um preçário de um carregosa, or exemplo. Não há Cartelização. Há sim uma mudança de paradigma. Essa questão de tenho lá o meu dinheiro, só têm de me prestar um serviço gratuito, já deixou de ser realidade há muitos anos. Os bancos vivem dos serviços que prestam. O que os bancos querem é créditos (em todas as suas formas) fundos de investimento, etc. O cliente da conta a ordem e do cartão de débito só dão prejuízo. Esse prejuízo é mitigado com os custos das operações bancárias que realizam. Não há Cartelização. Há sim a necessidade de cobrar os serviços que se prestam como em qualquer outro setor de actividade.

      • Justino, o Justo says:

        Fiz-te algum mal ? Essa agressividade é natural ou estás a fazer esforço? Tens provas de haver cartelizacao nas comissões bancárias? E quando os bancos andaram a ter prejuízos, isso era melhor para ti ? Qual é o teu problema?

        • Justino, o Justo says:

          Esta resposta é, obviamente para o cat.

          • Manuel Silva says:

            Não sei pq mas não consigo responder á tua resposta do meu comments, tenho q comentar aqui. Sim os precários são públicos e as taxas dos empréstimos q praticavam tb eram, eles concertavam futuras taxas. E achas q deixaram de o fazer só porque isto veio a lume? Ou q era só isso q acordavam entre eles? Tal como mencionaste nos combustíveis existe o cartel da banca. Achas q começaram todos a cobrar taxas só por acaso? Ou a tentar obrigar os clientes a usarem as suas próprias apps para o MbWay sem mais nem menos? Estão todos combinados com um objectivo final e vão andando etapa a etapa mudando as regras para chegarem a esse objectivo

        • cat says:

          lol, se nem sequer consegues perceber a diferença entre ser assertivo e agressivo, como é que consegues ter um debate sobre a razão do quer que seja ? Calma kimosabe …

          A resposta para ti, e como sou, supostamente, agressivo é que isto é como as bruxas. Dizem que não existem mas que as há, há …

          E para acabar, o meu problema – que não é nenhum – é ter uma opinião fundamentada e observar que existem pessoas que mostram ou não ler ou então não perceber. Como tu. Mais preocupados com a forma do que com o conteúdo.

          Lê este artigo – é dos mais fáceis – respira fundo e passa muito tempo a pensar nele:

          https ://www.tsf.pt/opiniao/a-concorrencia-entre-bancos-e-possivel-11700122.html

          • Justino, o Justo says:

            Como sempre, o erro é meu, não é ? Eu dou uma opinião e passei a ser preconceituoso, mas o problema é meu, claro. Chamaste-me de preconceituoso. Quem te julgas ? E pede-se me calma ? Caramba, vê-se te assumes de uma vez. Opina sem arrumar os outros nos compartimentos estanques do teu limitado raciocinio. Eu sou preconceituoso, eu não percebo, eu etc, etc… O artigo é mais uma opinião. Essa é válida porque é concordante com a tua, certo ? Tudo bem. Mas responde lá concretamente à minha primeira observação, se fores capaz, sem juízos de valor, que não te admito, mas responde : é pecado um negócio ter como objectivo o lucro ??? E já agora responde a outra questão, se souberes e sem te esforçares, não quero que te canses : sabes no que incide a acusação e condenação de cartelização no sector bancário ? Lê melhor as coisas sem te precipitares em descargas fúteis de energia no teclado. Só porque a minha opinião é diferente da tua…não te esqueças.

        • Manuel Silva says:

          Ah, ok, então ainda bem q os bancos só cartelizam para os créditos, erro meu pensar q o fazem para tudo que lhes seja propício, realmente estou a ser muito injusto com eles

          • Justino, o Justo says:

            Olha lá, mas tu já leste bem o que esteve em causa no processo de cartelização ? Explica lá como há cartelização nas comissões se os preçários dos bancos são públicos ? Consegues ?

        • Bruno Silva says:

          Quando os bancos andam a ter prejuízo pedem dinheiro ao estado, ou seja, a nós todos!! (BES, bpn, CGD, BCP, BPI, etc…)
          Quando têm lucros querem ter ainda mais
          Quando têm prejuízo a que pedir a nós para pagar o prejuízo deles, para que oliveras, salgados e companhias andem a gozar a tua custa

          • Justino, o Justo says:

            Os bancos não pede dinheiro ao Estado. É do interesse de todos não termos problemas com os bancos. Os prejuízos de deixar cair um banco são exponencialmente maiores do que os prejuízos com as ajudas. Mas adiante. Sabes que o BCP devolveu todo o dinheiro que o Estado lhe emprestou ? Tal como o BPI ? A CGD começa agora a fazê-lo. Creio que este ano por conta dos lucros obtidos devolverá mais 300 milhões. Portanto, tudo o que dizes é verdade, mas não é toda a verdade.

  12. Jorge Costa says:

    Um bocado off-topic: Os coitadinhos dos bancos vieram-se queixar que não podem aguentar as taxas negativas (euribor) e que teriam de reflectir esse custo nos clientes.
    Não me recordo, quando estava a pagar a euribor a 5,019 (média mensal em setembro de 2008 a 3 meses), de os bancos entrarem em contacto comigo a dizer que estavam a cobrar demasiado e que iriam fazer um desconto.

    • Bruno says:

      De facto é off topic. É off knowledge também. Uma coisa é a euribor taxa paga pelos bancos no dinheiro que emprestam entre si e que é definida pelo BCE outra coisa é o spread, esse sim o que podemos chamar de comissão que o banco cobra. Nessa altura o que pagava de spread? 0.25? 0.50?
      Ainda mantendo o off topic… Há data as poupanças reflectiam igualmente essas taxas de juro deixando margem para os bancos, como é óbvio. Hoje as pessoas acham um escândalo que as rendibilidades sejam tão baixas…
      Mas podemos sempre voltar ao cenário pré 2008, antes do sub prime, baixar spreads e subir as taxas de juro outra vez. E ver as pessoas perderem as suas casas.

      • Justino, o Justo says:

        E podias voltar aos idos anos 80 com taxas a 25%…E andavam todos contentes com inflação a 30%…

      • Jorge Costa says:

        Então tens de falar de falta de conhecimento por parte dos bancos.
        Não foram eles que se queixaram das taxas negativas da Euribor? Que não poderiam refletir essa taxa negativa nos emprestimos que tinham um spreed muito baixo?
        Qual é a parte que não percebes?
        Para eles aplicar a Euribor a 5% não tem mal pois não corta o lucro no spreed contratado mas se já tocar nesse lucro já têm de aplicar taxas para compensar.
        Já percebeste ou necessitas de um desenho?

    • Justino, o Justo says:

      Tens de contar tudo. Com essa Euribor andaste no meio da guerra dos spreads. Diz lá quanto pagas agora em termos de spread?

  13. É o deus me livre says:

    Quando a pessoa “A” deposita mensalmente o seu vencimento (em demasiados casos abaixo dos 700e) em que não faz uma única deslocação a um balcão, seja para levantar dinheiro, requisitar cheques, entre outros, em que qualquer pedido tem um custo individual associado e essa mesma pessoa vê todos os meses um débito normalmente entre os 2 e os 5 euros (24~60 anuais) para chamados “custos de manutenção”, não acham que faz confusão para as pessoas?
    Os bancos fazem dinheiro com serviços de bolsa, cartões de crédito, créditos de todos os tipos e feitios e até com a própria movimentação do capital dentro do banco. Já nem toco no assunto dos milhões e milhões de euros que são injectados quase numa base anual nos bancos pelo estado português que ao que parece somos todos nós.
    Então sim, sou contra comissões só pelo simples facto de ter uma conta aberta no banco A, B ou C mas sou a favor de comissões para serviços que precisem da acção de um empregado de balcão. Os processos informatizados e digitais não devem ser cobrados, veja-se o exemplo do ActivoBank – também tem comissões mas não sobre serviços online.

  14. Daniel Santos says:

    Parabéns Partido Socialista

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