Google alerta Europa: bloquear DNS e VPNs não resolve a pirataria
A luta contra a pirataria tem tomado proporções muito grandes e levado a medidas que muitos consideram inadequadas. Agora é a própria Google que vem a público manifestar-se. Numa informação partilhada com a Europa, mostra que bloquear DNS e VPNs não resolve a pirataria e causa danos graves.
Google acaba de alertar a Europa
A Google manifestou-se contra as recentes tentativas da Europa para impor o bloqueio de sites piratas e a IPTV através de fornecedores de Internet. Numa comunicação enviada à Comissão Europeia, a gigante das pesquisas argumentou que as táticas de bloqueio focadas no DNS, IP e VPN são desadequadas, ineficazes e apresentam riscos sérios para o funcionamento da web.
Este posicionamento surge num momento em que detentores de direitos de autor pressionam os tribunais e os legisladores. Querem obrigar as empresas de tecnologia a restringir o acesso a plataformas de streaming e IPTV. Esta posição baseia-se na premissa de que atuar sobre a infraestrutura da Internet não elimina o conteúdo ilegal na sua origem.
A ineficácia das restrições de rede
A aplicação de filtros nos servidores de DNS ou o bloqueio de VPN são medidas facilmente contornadas pelos utilizadores. Para além de não resolverem o problema central, estas abordagens afetam plataformas e serviços totalmente legais. Ao bloquear um endereço IP para travar um site ilícito, os operadores acabam por restringir o acesso a outros domínios legítimos que partilham o mesmo servidor.
Para fundamentar a falta de eficácia da medida, a Google apresentou exemplos práticos dos danos colaterais causados por estas restrições excessivas. Foram relatados episódios em que as exigências de bloqueio resultaram na interrupção acidental do acesso a ferramentas vitais de produtividade e cloud.
Danos e bloqueios de serviços essenciais
Um dos exemplos documentados ocorreu em Portugal em 2019, quando um operador de telecomunicações bloqueou um endereço IP partilhado da empresa. Isso afetou inúmeros clientes de serviços cloud que nada tinham a ver com o domínio infrator. Outros casos mostram bloqueios cegos que limitaram o acesso a organizações não governamentais de direitos humanos, agências internacionais de apoio e instituições governamentais.
Organizações de defesa dos direitos digitais têm apoiado a visão de que a legislação atual procura transferir a responsabilidade de policiamento para os fornecedores. A tomada de posição da Google apela a um maior equilíbrio na revisão das diretivas da Europa de direitos de autor. Sublinha que as ferramentas de proteção não devem ser implementadas à custa da estabilidade técnica de toda a Internet.





















A Adolf Von der leyen quer lá saber dos direitos humanos dos não imigrantes. Chat Control e a seguir pontos sociais para acesso a serviços basicos.
os corruptos sociopatas da EU nao vao desistir enquanto nao escravizarem a pop.
REV Francesa precisa-se novamente.
A UE está toda contaminada por dentro onde já se viu ter quero comprar uma resistência de 0.10€ da China tenho que pagar +3€ e em novembro +2€, resumindo a partir de novembro vou ter que pagar 5.10€ por uma resistência de 0.10€ que apagava antes.
Ladrões/Chulos e depois falavam das taxa do Trump, pois a UE no caso que apresentei colocou uma taxa de 5000%.
chora mais, eu gosto de ver os chinesodependentes nessa angustia, e só vai piorar
Zé Fonseca, não me diga que tb vende resistências…
Sim, no meu bairro sou conhecido como o Zé resistências
Sim, porque agora a UE e os EUA já produzem toda a eletrónica necessária para o consumo interno. Já não é preciso comprar nada na China.
Ninguém consegue impedir o Capitão PorcoDoPunjab, no seu imbatível vaso de guerra BotaFogoNoPunjab, de navegar por onde quer.
Se não vai por um lado vai pelo outro.
Não serão esses peidófilos da UE que me darão ordens.
E não, não vou aderir ao EuroDigital.
Gosto de cash…
Se calhar bloquear a google diminuía bem mais a pirataria, incluindo a que a google faz 😉
Bloqueiam um, aparecem dez.