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Facebook quer levar Internet a 5 mil milhões de utilizadores

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. vasconde says:

    Vão espalhar imbecilização coletiva ao resto do mundo?

  2. Não sei se hei-de ser inocente… e acreditar que eles querem o “melhor” para o mundo, ou se pensar com lógica e perceber que só querem ainda encher mais os bolsos.

  3. Benchmark do iPhone 5 says:

    Força nisso moço ! Zuckerberg diz que para o acesso generalizado à internet ser viável o custo do tráfego de dados tem que descer em 99%.

    Há muito a fazer, é falar já com as operadoras cá do sítio ! 😀

  4. Sira Mendes says:

    Quando o Gates combate a malária é filantropia.

    Quando empresas tecnológicas pretendem espanhar o seu produto tenho imensa pena mas é negócio, querem eles lá saber do “desenvolvimento político, social e económico”, querem é mais 5 mil milhoes de clientes.

    • MigM. says:

      Realmente… como se a internet fosse a coisa mais importante dos dias de hoje.
      A Fundação Melinda & Gates querem vacinar toda a gente, o tipo do facebook quer levar internet.

      Pplware, se calhar em vez de transformarem esta inutilidade social em notícia, podiam antes fazer um artigo sobre a fundação do Bill Gates e quais as suas dificuldades actuais a nível de logística (que envolve tecnologia ainda em research).

      • Vítor M. says:

        O que é inutilidade para ti, é para muita gente utilidade. Contudo, a tua sugestão está aponte e quem sabe não será brevemente alvo de um bom artigo.

        • MigM. says:

          A internet é bastante útil, mas não me parece que fala parte das necessidades da população mundial. É neste contexto que acho esta iniciativa uma inutilidade e futilidade. Há países onde a esperança média de vida fica abaixo dos 40 anos. O senhor do facebook que gaste dinheiro e recursos em combater a fome.

  5. Fred says:

    Que ridículo!!! Nestes países onde há fome e falta de outras coisas mais importantes, alguém precisa de ter acesso ao internet? Enfim!

  6. Moni says:

    Ainda há 5 mil milhões que não tem possibilidades de ser vigiados e monitorizados 24/7/365 ;(

  7. jack madruga says:

    Sei que não tem a ver com o tópico, mas de repente senti vontade de desabafar. Porque será que neste site encontro sempre resposta para todas as minhas duvidas, até nos comentários (alguns) Parabéns a todos incluindo os participantes.

  8. Vinicius Augusto says:

    Deixando fome, miséria, etc (assunto para outro tópico) de lado….Aqui no Brasil eu acho que isso seria barrado. Seria algo que os bandidos (ops, políticos) não estariam a lucrar a maior parte, então não vai dar certo aqui. HEHEHEE

  9. Miguel says:

    A iniciativa é positiva, embora pense que fosse melhor se as empresas envolvidas admitissem mais claramente as suas motivações economicas.

    este artigo está muito bom http://www.wired.com/business/2013/08/facebooks-selfish-gift/

  10. Hugo says:

    É incrível como muitas pessoas ainda não perceberam que matar a fome apenas resolve o problema destes países no imediato, e não ajuda em nada o Futuro destas pessoas, nestes países… Para resolver o problema destes países, é necessário levar a civilização até eles, e para isso é necessário dar formação a essas pessoas, e a melhor forma de a formação chegar a todos é através da Internet. A Internet permite o acesso a uma quantidade de recursos que de outra forma seria impossível, ou muito caro. E a partir do momento em que o acesso à Informação seja global, qualquer pessoa terá o mesmo a acesso à mesma, criando igualdade de oportunidades.

    • MigM. says:

      Não fazes a mínima ideia do que é viver do ar, do que é morrer ao 40 anos de “velhice”. Do que são crianças a não terem nada de nada, nem comida.
      A internet resolve a seca? As guerras? A sustentabilidade de uma criança sem nada?
      Uma semana, era quanto tempo eu gostava de te ver numa aldeia com crianças a morrer o teu lado. Uma semana lá e depois diz-me se a Net resolve os problemas que viste.

      • Benchmark do iPhone 5 says:

        Estás a baralhar duas coisas que são, apesar de tudo distintas:

        – Não ter nada para comer – aí sim, toda a gente estará de acordo contigo. Primeiro é preciso alimentar essas pessoas. O PAM – Programa Alimentar Mundial, fornece em média a cada ano, alimentos a 90 milhões de pessoas em 80 países, incluindo 58 milhões de crianças (Wikipedia)

        – Pobreza extrema, o que nas estatísticas internacionais segundo o critério do Banco Mundial é viver com menos de 1 dólar por dia, e pobreza moderada que é viver com entre 1 e 2 dólares por dia. Estima-se que 1100 milhões vivam em pobreza extrema e 2700 milhões em pobreza moderada (Wikipedia). Não há PAM que acuda a esta gente toda, têm que encontrar vias de desenvolvimento e as TIC e o acesso à internet podem ajudar e muito. Aqui Zuckerberg coincide com toda a gente com dois dedos de testa.

        Como diz neste artigo, a Índia tem 1200 milhões de habitantes dos quais centenas de milhões são pobres. “Os ricos têm acesso ao mundo digital e os pobres e as pessoas comuns foram excluídos”. Para não ficar muito extenso só dois números:
        – entre 2000 e 2010, o número de indianos com acesso à internet aumentou 15 vezes mas a percentagem da população com acesso à internet é só de 8%.
        – na China a percentagem é já de 40% e já se nota bem o peso da China a nível interacional.
        http://theweek.com/article/index/219974/can-a-35-tablet-help-indias-poor

        Felizmente, apesar de ser de um modo muito desigual, o acesso à internet tem aumentado
        http://en.wikipedia.org/wiki/Global_Internet_usage

        • MigM says:

          Não estou a baralhar nada as coisas.
          Imagina o seguinte, tens uma família para cuidar. De repente perdes os rendimentos e tens de prioritizar as coisas. Por onde começas a cortar? Nas necessidades básicas de vida (alimentação e saúde), ou vais cortar em coisas secundárias como é o caso da internet, telemóveis, etc., etc.? Mesmo que a internet fosse grátis, achas que o facto de teres acesso a informação isso iria melhorar a tua vida e da tua família? Passavas fome mas ao menos podias “postar” no Facebook, né?
          Isto só me faz lembrar aquela anedota antiga em que se vendia a TV para se comprar um vídeo… ou comprar um frigorífico sem ter electricidade.

          • Benchmark do iPhone 5 says:

            Pega aí num papel e faz contas.
            Estamos a falar de pessoas que vivem com 1 dólar por dia. Só podem gastar 3 cêntimos em comunicações por dia (não estou a inventar, os estudos estão feitos).

            O que Zuckerberg diz é que os custos da internet (bem sei que há mais comunicações) devem baixar 99%. Com isso os 3 cêntimos dariam acesso ao que agora custa 30 dólares, que é o que essas pessoas obtêm num mês. Não há patetice nenhuma no projecto, ao contrário do que imaginas – sem te informar.

      • Hugo says:

        Ninguém está a dizer o contrário, e não digo que matar a fome dessas pessoas e dar-lhes uma vida melhor não seja parte do processo. O que eu queria dizer é que isso por si só não chega, é preciso mais que isso, é preciso criar condições de autosustentabilidade para que essas pessoas possam ter esperança no Futuro, e a formação é uma parte muito importante no desenvolvimento de um país.

        • MigM says:

          Claro que não chega, mas enquanto os problemas estruturais base não forem resolvidos, passar para a fase da internet é saltar inumeros passos para que este projecto faça sentido.
          Esta é a minha opinião e acho que o factor economico está claramente a sobrepor-se ao racional e às verdadeiras necessidades do mundo.
          A formação é claramente uma peça fundamental para o desenvolvimento, mas sem saúde nada disso vale. Sem saúde tudo o resto não faz sentido.
          Daí dar muito mais valor aos objectivos ambiciosos e racionais da Fundação do Bill Gates que objectivos do género deste artigo.

  11. jack madruga says:

    Porque razão não estão uns e outros de acordo? São necessárias as duas coisas, alimentação e formação, mas o caso do facebook é um pouco diferente, tem a ver não com altruismo mas lucros, já agora uma pergunta: se não têm nem para comer como terão acesso á dita cuja internet?

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