E-Lar: afinal as candidaturas só arrancam a 11 de dezembro
O E-Lar é um apoio no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), gerido pelo Fundo Ambiental. Hoje, dia 2 de dezembro, foi publicado um aviso da segunda fase do E-Lar, mas esse aviso destina-se sobretudo aos fornecedores do programa (para confirmarem adesão ou inscreverem-se.)
Portal do Fundo Ambiental em fase de preparação para receber novos pedidos
A nova fase do programa E-Lar, criada para apoiar famílias na substituição de equipamentos a gás por alternativas elétricas mais eficientes, não arranca afinal no início de dezembro, como muitos esperavam. Embora o aviso publicado no dia 2 tenha criado a expectativa de uma reabertura imediata, ficou agora confirmado que as candidaturas dos cidadãos apenas abrem a 11 de dezembro.
O aviso divulgado esta semana dizia respeito sobretudo aos fornecedores e entidades aderentes, que precisam de se registar ou atualizar informação para poderem disponibilizar equipamentos no âmbito do programa. Isto levou muitos consumidores a acreditar que a reabertura das candidaturas seria imediata, o que não se confirmou.
Segundo informação oficial, a submissão de candidaturas por pessoas singulares só estará disponível a partir de 11 de dezembro de 2025. Até lá, o portal do Fundo Ambiental permanece em fase de preparação para receber novos pedidos.
A expectativa em torno desta fase é elevada, sobretudo após a procura excecional que marcou a edição anterior, em que a verba foi esgotada em poucos dias. Para evitar falhas, o processo de validação dos fornecedores está a ser reforçado, garantindo que os beneficiários tenham acesso a equipamentos dentro dos requisitos de eficiência e dos valores definidos.






















Está gira esta novela
Só vai servir para distribuir “dar” o dinheiro do PRR aos fornecedores.
Dia de greve geral, bela data.
O anterior, foi um super sucesso, para quem ganha 70000 euros, pelo menos, por ano, para construtores civis e para fornecedores.
Ricos, conseguiram subscrever 68,46%, (quem resgatou vouchers, deu rendimentos médios, de 64965 euros, anuais), maioria, dos pobres (quase 70%), fez o pedido e descobriu que, teriam de pagar 1000 euros, no mínimo, para, poderem receber, os 800 euros, de redução, nos preços. Vouchers acabaram e vão voltar, a estar disponíveis, neste programa.
Adivinhem lá se o valor não vai passar, para 95%, em que, o rendimento médio, salta para os 76000 euros?
Estas candidaturas não deviam ser para emigrantes mas para os portugueses. Engracado que 86% dos destinados a estas candidatura sao sempre estrangeiros
Só quem tem cunhas!
Esta mania de querer meter os ovos todos na mesma canastra… Se tens fontes de energia em gas e electricidade se falhar uma tens a outra de contingência, agora só apostar a equipamentos eléctricos em detrimento de equipamentos a gás me parece uma péssima estratégia de segurança nacional