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Cidadão Ciberinformado: Curso grátis e online começa na terça-feira

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. jorgeg says:

    Patrociano pela CNN?!

  2. Spoky says:

    É para rir, eles e todos os que vão dar formação!

    O que é que determina uma noticia ser verdadeira ou fake news? Expliquem-me?
    Por exemplo, “virus foi criado pelos chineses” são fake news?

    Porquê? Porque não há provas? Ok, e há provas do contrário ? Não.

    Essa formação só é válida se for para sites de memes e noticias falsas tipo: cristina ferreira deu uma cabeçada em direto ao apresentador na tvi..

    Por ai fora… São coisas completamente aleatórias e nada haver uma com a outra.
    Estamos a tornar-nos cidadãos onde o espaço online, já começa a ser vigiado e implementado coisas para que NÃO SE POSSA DAR A NOSSA OPINIÃO PROPRIA.

    A Censura, dentro de alguns anos será real. Seremos cidadãos onde quem posta criticas, ou opiniões sobre um produto, serviço, organização ou até mesmo denuncia.

    Vai chegar a um ano onde, vais ser preso, julgado por dizeres a verdade.
    Sabem aqueles filmes onde andam naves, policias dentro de uma bolha!? Como se tivessem protegidos?

    É isso que vai acontecer, MAS GRADUALMENTE. E vai demorar, mas que vai ser implementado vai ser.
    Esperem para ver. Não é hoje, não é amanha, não é daqui a um mês mas sim ANOS.

    Mas isso esta a ser feito gradualmente. E não há como fugir, excepto lutando contra isso, e exigir os nossos direitos como Cidadãos.

    Mas isto sou eu, para quem diz que ando a ver filmes a mais. Recomendo o livro George Orwell 1984.

    • pegulho says:

      Parece que não sabes a diferença entre notícia (neste caso falsa) e opinião. É que não é de todo a mesma coisa…

    • scp says:

      No entanto nós não paramos de estar constantemente a ver, ler e ouvir notícias.
      Vemos notícias quando acordamos no nosso telemóvel, ao almoço na televisão, à tarde no telemóvel, ao jantar na televisão, à noite no telemóvel.

      Parece que temos de saber e estar informados sobre tudo. Todos estes canais noticiosos montam o seu negócio na busca de qualquer coisa para apresentar às pessoas constantemente. Por exemplo no pplware não há dia sem pelo menos dez novas notícias, e aí vimos nós ver o que há de novo. É a mesma coisa nos telejornais ou nos canais secundários dedicados às notícias.

      “90%” do que é noticiado, vamos só falar de Portugal, tem a ver com política e futebol e desde 2020 com a pandemia. Todos os dias há um drama novo na política ou no futebol, este ministro fez isto, este jogador fez isto. Temos de estar constantemente indignados com tudo e a escrutinar tudo.

      Mas na realidade esses “90%” das notícias apenas correspondem a que “1%” da população faz.

      E que tal vivermos a nossa vida e não estarmos agarrados a isto tudo.

      “1984” foi no século passado em vários países incluindo Portugal, neste quem continua a passar por “1984” é a Coreia do Norte e provavelmente a China mas noutro espectro.

      Não és nenhum Nostradamus, estás a falar da Censura no futuro, mas passámos por isso há pouco mais de 40 anos. Metade da população Portuguesa passou pela Censura, ou seja viveram numa espécie de “1984”.

    • Luis Amaral says:

      NOTICIA: A notícia é uma narrativa curta, eminentemente informativa, de factos atuais com interesse geral. Para ser notícia tem de possuir novidade, de anunciar algo de novo. Para isso, tem de haver veracidade e atualidade dos factos

      OPINIÃO:
      1. modo de ver pessoal ou subjetivo
      2. parecer emitido sobre um assunto
      3. avaliação ou parecer de uma pessoa especializada numa determinada área
      4. ideia, conceção
      5. presunção

      Coisas completamente diferentes, você compara uma noticia a uma opinião própria. Se a opinião própria fosse noticia, então nós todos seriamos jornalistas ! Um site não pode citar um fonte de noticia que não tem factos verdadeiros, você não pode argumentar que sabe que algo aconteceu quando não tem provas disso. Tudo o que você argumentar com base em ideologias suas não passa de um argumento e não noticia, mas se você usar isso com fins de obter publico argumentando uma veracidade inexistente então estarás a armar-te em jornaleiro, Sim ! jornaleiro e não jornalista qualificado.

      Abraço

    • Samuel MG says:

      Deves ver os sites que têm noticias verdadeiras e não sites de fake news!! Basta uma pequena pesquisa para saber quais os sites com fake news e assim sabes o que evitar!! Quanto ao vírus acho que foi uma mutação natural e as mutações de vários vírus vão continuar a acontecer pois é o método da natureza reduzir a sobrelotação planetária de uma espécie 🙁

    • BigBoss says:

      Curioso que fales do 1984 quando o próprio livro fala de fake news e como o povo papava-as sem questionar.

      Aqui estão a dar ferramentas para as pessoas poderem fazer a sua investigação, em vez de aceitarem tudo o que aparece à frente.

  3. Samuel MG says:

    Aconselho que os que trabalham na pplware a frequentar o curso bem precisam 🙁

    • Spoky says:

      Tu precisas é de ler livros de Cultura, História para saberes mais, aconselho vivamente George Orwell 1984.

      Depois vens cá comentar, essas barbaridades. 😉

      • Samuel MG says:

        Barbaridade é por uma noticia de um site conhecido por criar e publicar fake news!! Para ficção cientifica chega o Star Wars não preciso de ler esse livro do mesmo género do filme.

  4. Godlike says:

    Pena que o covid não é realmente o alarmismo que passa na TV, estamos mesmo a precisar de limpar este planeta.

  5. Jorge says:

    Ao seguir os links diz que o curso está arquivado

  6. FreakOnALeash says:

    O curso deve ser patrocinado pela malta dos Chact Feckers!

  7. AlexX says:

    Irá o cidadão sofrer nova lavagem cerebral e ser levado a acreditar na telenovela das 20 para que fique ciberinformado? 😀
    Aconselho o filme “The Network” de Sydney Lumet. Excelente obra com grande elenco que já na época transbordava muita verdade por trás das notícias. Ou um curto episódio ainda mais antigo com Donald Pleasence denominado “The News Benders”. Muito mais verdade aí que em qualquer episódio das notícias. Existe bom jornalismo sim e credível mas feito por independentes, e nem todos. Cadeias nacionais de notícias e jornalismo em todos os países não passam de propaganda fabricada para moldar opiniões, e muita mentira.

  8. ruca says:

    A melhor formação para se manter informado correctamente é seguir as notícias nos canais apropriados e não abrir o facebook e seguir aquilo sem mais nem menos.

  9. José Maria Alves says:

    Haveria muito que dizer quanto a esta matéria. Já paguei para “peditórios semelhantes”.
    Vou tentar ser sucinto e não ofender as opiniões dos outros:
    1 – A primeira nota prende-se com o nível cultural de uma comunidade.
    São muito poucos os que se dedicam a ler notícias com mais de uma simples página, quedando-se pelas frases soltas das redes sociais e pelos “rodapés televisivos”. Investigação é uma palavra “banida” – dá trabalho…
    2 – A segunda com uma operação mental, que se adquire com a experiência.
    São muito poucos os que sabem distinguir com clareza, factos de argumentos. Os factos, em regra, são indesmentíveis, enquanto que os argumentos podem ser de vária natureza e estribados em diversas concepções.
    3 – Uma terceira, que é inerente aos humanos.
    Quando alguém diz uma parvoíce, é parvo.
    Quando cinco pessoas dizem parvoíces, são parvos vezes cinco.
    Quando cinco mil pessoas dizem uma parvoíce, o parvo sou eu.

    Se o poder instituído convencer o povo de que as afirmações dos seus governantes são verdadeiras, que os seus são os melhores argumentos, ninguém poderá discordar?!…

    Não sei que mais vos diga.
    Em Taiwan existem os denominados “hackers cívicos” que escrutinam nomeadamente as afirmações, promessas, argumentos falaciosos, etc., dos governantes.
    Se existissem em Portugal, provavelmente não conseguiríamos ter um governo por mais de um mês, tantas as mentiras – e não só -propaladas pelos nossos ministros e “companhia”.

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