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Proibição de telemóveis nas escolas: o maior estudo de sempre revela resultados curiosos

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Prof Anabela says:

    A pior coisa que fizeram foi proibir os telemóveis em vez de os juntarem a uma educação. Já se vê lutas e facadas a disparar, coisas que nem falam. Fora que os inquietos ainda ficaram mais inquietos e a fazer disparates.

    • Danny says:

      Lutas e facadas nada tem a ver com a proibição do uso de telemóvel. A educação passa por casa, orientando os filhos para serem mais tolerantes e persistentes. saber ultrapassar obstáculos e não cair e desistir no primeiro momento.

    • Zé Fonseca A. says:

      Anabela Malhadas, grande prof de matemática, é você?

  2. Guilherme says:

    Em Portugal é tudo treta, eles andam na mesma com eles na escola e os funcionários não querem saber.

  3. Max says:

    As principais conclusões desse estudo, sobre o uso de telemóveis, em que as escolas nos EUA têm gasto muitos milhões:
    1- O impacto nas notas foi quase nulo. Apesar do uso dos telemóveis ter caído de 61% para 13% isso não se traduziu no aumento imediato das notas. No ensino secundário (do 9º ano ao 12º, dos 14 aos 18 anos) houve uma subida ligeira a Matemática; no ensino básico, anos inferiores, o efeito foi até ligeiramente negativo.
    2 – Aumento inicial de problemas disciplinares. As suspensões aumentaram 16% porque os alunos tentaram contornar as regras o que originou mais conflitos com a administração escolar e os professores.
    3 – Outras distrações tomaram o lugar. Os investigadores sugerem que, mesmo sem telemóveis, os alunos continuam a ter acesso a outras tecnologias na sala de aula, como computadores e tablets que acbam por servir de alternativa para a distração (redes sociais, jogos, etc.)
    Nada de surpreendente, especialmente o ponto 3.

    • profTecnologiaDesign says:

      Compreendo Max,
      1. A médio longo prazo ganham, na comunicação e na oralidade e de modo transversal em todas as disciplinas;
      2. Pese embora existam aumento de problemas, sobretudo relacionados com a utilização indevida eles não desaparecerão, passarão depois a ser outros, decorrentes de conflitos das interações entre alunos. É o normal e a função da escola de lidar com esses problemas;
      3. Neste caso o seu uso está limitado à sala de aula e aos dispositivos autorizados nas escolas ou pelo professor. Existe uma supervisão. Acredite que onde os miúdos ganham muito mais é nos intervalos onde testam as interações sociais e aprendem regras de convivência. No final todos ganham.

      • Max says:

        Na maior parte das escolas nos EUA a proibição estende-se também ao recreio/almoço, que é a parte mais polémica.
        O estudo avalia o que pode ser avaliado – o rendimento escolar e os conflitos traduzidos em números de suspensões, os itens 1 e 2.
        Mas faltou-me referir a maior conclusão do estudo: proibir os telemóveis não resolve os problemas profundos de falta de atenção e motivação, se não houver outras alterações do método de ensino.
        De vez em quando é apresentada uma “solução milagrosa” para isto ou para aquilo. Agora foi a proibição dos telemóveis. Isto não é uma questão de fé – é de aparecerem estudos que confirmem, ou desmintam, os “milagres”.

  4. AlexS says:

    Marginal e irrelevante. È para desviar as atenções do estado paupérrimo do ensino.

  5. Marcos Correia says:

    “Disciplina e bem-estar: piora antes de melhorar”……é como a droga e a recuperação….primeiro piora com a ressaca e só depois é que melhora

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